amor

Retrato de Rose Felliciano

ATITUDES

.
.
.
.
“Como é bom ter um alguém
E se esse alguém for mais também
Que companhia e distração
Se chegar a ser Paixão...
Seria bom....

E dessa magia de apaixonado
Tornar-se então o mais amado
E na mais pura devoção
Compor hinos de alegria...
Que bom seria...

Mas se essa felicidade
Num relance acabasse
E então se magoasse
E voltasse a solidão...
Não seria bom...

Pois a solidão do sozinho
É muito triste.
Mas a pior solidão que existe
É a do acompanhado que está só....
Bem pior....” (Rose Felliciano)

.
*Mantenha a autoria do Poema*

Retrato de Ceci_Poeta

COMO ONDAS

COMO ONDAS
:
:
:
O dia passou
como um vento.
A noite trouxe-me,
lágrima no olhar.
Saudade chegou
sorrateira.
Em meu peito
veio morar.
Saudade,
doce saudade.
Que anuvia os
olhos meus.
Saudade noite
sem brilho.
Como a neblina
sobre o mar.
Saudade é
vã esperança.
De um grande
amor retornar..
Saudades são como
Ondas cansadas.
Que na areia
vem se deitar.

Direitos reservados*
Cecília-SP/05/2008*

Clip musical /Lulu Santos


AQUELE ABRAÇO

Aquele Abraço

Como quem paira no espaço,

Respondi ao teu abraço

Coração com coração.

Interpelo o sentimento

Que me invadiu no momento

Em que ateaste um vulcão.

No fundo do teu olhar

Vi a centelha chispar

De um desejo mal contido

Nos teus braços envolvida

Eu me senti tão querida,

Nada mais tinha sentido.

Impôs-se a realidade

Que nos separa. É verdade.

Quadro que faço e desfaço!

Podem passar muitos dias!

Tristezas e alegrias…

Mas não esqueço aquele abraço.

Graziela Vieira

Ourém, 2008-04-07

Retrato de Rose Felliciano

A mais linda história de AMOR

.
.
.
.
"Te agradeço...
Pelos dias maravilhosos
Que de tão saborosos
Degusto ainda o sabor...

Pelo amor que eu não conhecia
Por tuas mãos....tão minhas...
Teus abraços nas noites frias
Os telefonemas... dia a dia...

Te agradeço...
Pelos beijos demorados,
Olhares apaixonados...
Pelo passear de mãos dadas...

Pelas lembranças das datas...
Mensagens nas madrugadas...
Poesias, declarações...
Grandes Recordações ....

Te agredeço...
Pelas sensações do amor,
Os desejos realizados, incontidos
Sentidos.. vividos por nós dois...

Obrigada...
Me fez a mulher mais amada
Desejada, idolatrada...linda...
A razão da sua vida...

Te agradeço
E não deixarei de agradecer
Por ter me feito viver
A mais linda história de amor....." (Rose Felliciano)

.
*Mantenha a autoria do Poema*

Retrato de Dirceu Marcelino

ENSAIO SOBRE PAIXÃO, CIÚMES E AMOR ( Em elaboração )

*
*BREVE ENSAIO SOBRE A PAIXÃO, CIÚMES E AMOR.
*

A importância deste site poemas-de-amor.
Talvez esteja na chance da reflexão:
Tive chance de aqui demonstrar o meu amor,
A Amigas e Amigos e exagerei na emoção.

Eu reconheço, sem quaisquer tipos de temor
Que, também, senti ciúmes, por mera paixão
E admito fosse bom e como é bom seu ardor
Mas isso não é Amor. Amor vem do coração

É algo sublime, nos enleva, com fervor,
Pode até ser iniciado com a excitação,
Sob os influxos do desejo abrasador

É vero: para ser “Amor em seu esplendor”
Tem que ser belo, limpo, sem qualquer traição
Pois esta é gerada pelo ciúme e rancor.

Retrato de Ceci_Poeta

NÃO NEGO

NÃO NEGO
:
:
:
Sinto saudades.
Não nego!
Do teu abraço
apertado.
Do teu olhar
sedutor.
Sinto saudades.
Não nego!
Do teu beijo
que arrepia,
o corpo inteiro.
Que tira a paz e
o sossego.
Sinto saudades.
Não nego!
Do toque das
suas mãos.
Da tua boca macia.
Das juras de
eterno amor.
Sinto saudades.
Não nego!
Das noites que
juntos passamos.
Olhando as estrelas
do céu.
Na imensidão
da noite e do mar.

Direitos reservados*
Cecília-SP/05/2008*

Retrato de Dennel

Desacreditado do amor

Quem sou eu? De onde vim, para onde vou? São questionamentos que me invadem a alma, que violentam minha serenidade, impondo incertezas da minha existência. Vejo os dias forçosamente avançarem na minha inútil existência. Há muito não percebo os raios do sol, minha pele adquiriu um tom amarelado, meus olhos têm uma cor cinzenta, sombrios.

Com os braços jogados ao longo do corpo, meus pés se arrastam; afinal, não tenho pressa de chegar. Até a morte tarda, escondendo-se de mim. Sou uma estrela solitária, de brilho apagado. Sou a pedra do caminho que a tudo assiste passivamente, e nada mais do que a pedra. Sou a mosca pousada na sopa, que repugnada, foi esquecida.

Vivo na incerteza do amanhã, na ilusão do passado e na indiferença do hoje. Disse o poeta que quem não vive por amor, morre lentamente; é isto o que acontece comigo. Meu coração, depois de tantos compassos e descompassos, fechou-se de vez para os sentimentos.

Mesmo que encontrasse a chave para abri-lo, seria muito trabalhoso varrer toda a indiferença que se alojou durante muitos anos. Afugentar as dúvidas seria outra tarefa hercúlea, visto que durante muito tempo elas foram alimentadas diariamente, tornando-se invencíveis, ousaria dizer que seria uma tarefa, impossível e infrutífera.

Um corpo amortecido não sente dores ou desejos. Um olhar apagado não vê beleza, apenas tristezas. Ouvidos insensíveis não apreciam canções, por não ouvi-las, só aceitam tormentos e ais.

Um paladar corrompido pela amargura da vida não sente o gosto do mel, apenas a amargura do fel. Um olhar sem esperança não sente os efeitos de um belo dia de sol, apenas a frialdade de noites intermináveis.

Uma voz embargada não canta canções de amores, não emite nenhum som inteligível, quando muito, expressa lamentos e injúrias...

Sinto que chegou minha hora! Sou levado por criaturas horripilantes através de um longo corredor escuro e fétido, tento entender o que conversam entre si, nada entendo além de suas risadas sinistras. Aqui e ali, noto inscrições nas paredes do corredor, que mais parece uma gruta; tento desesperadamente decifrá-las.

O cheiro de enxofre aumenta à medida em que avançamos. Percebo as garras das bestas-feras adentrarem a carne dos meus braços; estou seguro firmemente.

Chegamos ao nosso destino. É entregue a mim uma caneta, cujo corpo tem longos espinhos; um livro é aberto em minha frente, indicando-me que devo assiná-lo. Curvo-me ligeiramente em direção ao livro, de onde saem faíscas que chamuscam meus cabelos. Nova tentativa, e desta vez leio as palavras grafadas com sangue humano: “INFERNO – Lugar de quem não ama”.

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

Retrato de Graciele Gessner

Olhos Verdes. (Graciele Gessner)

Olhos verdes de minha inspiração
Contemplo a sua beleza infinita,
A cada brilho irradia o meu coração.

Olhos verdes que espalha a imensa alegria,
Me refugio neste brilhantismo constante,
Na espera de uma noite de fantasia.

Olhos verdes são a minha loucura sem limite,
Quando os vejo me entusiasmo de desejo,
Vou a sua direção a cobiçar-te.

Olhos verdes que continuo a admirar
Na expectativa que você olhe para mim,
Contemple os meus olhos que ficam a observar.

Olhos verdes minha fonte de sobrevivência,
Desejo-te como a liberdade do sol brilhante,
Da pureza de uma criança sem malícia.

Olhos verdes que tanto quero,
Não me deixe aqui esperando;
Venha logo ao meu encontro...

16.11.2006

©2006-2008 By Graciele Gessner.

Retrato de angela lugo

Psiu... Silêncio

Psiu... Silêncio lá vem os anjos
Em suas roupas brancas
De tão alvas transparentes
Suas faces em seriedade
Com seus corações nas mãos
Medo? Não! Compaixão
Daqueles que sofrem
E dependem deles para si
Anjos brancos translúcidos
Que com suas mãos amenizam
Dos enfermos dores e prantos
Que quando alguém grita aflito
Lá estão eles para acudir
Anjos iluminados
Amenizando as dores
Muitas vezes Psicólogos
Sócios das dores
Outras Sociólogos
Compartilhando as vidas
Assim são os anjos que cuidam
Zelando por todos em vida
Estes enfermeiros (as) maravilhosos
Parabéns pelo seu dia

Conteúdo sindicado