É bom de encontrar...
O ponto ‘G’ de amar
Mas tem que poetar
Versar bem pra achar...
Mas com muito carinho
Bem, bem...suave e devagarzinho...
Toco daqui...ali com jeitinho
Sinto de perto o cheirinho
Cochicho uma palavra mansinha
Verso um poema bem safadinho
Coço...roço...encosto...bonitinho
Tua pele na minha...encostadinho
Nos amassos dentro dos abraços
Um beijo no queixo...em laços
Afagos...carícias...denguices
Enrosco das línguas...cativas...
Chamo pro canto um encanto
Balbucio ternuras...branduras
Beijo o teu rosto com gosto
Burilo seus seios...o umbigo
Navego em tuas coxas
Assopro...e sopro...n’ouvido
E beijo, beijo e beijo muito
Não desperdiço meu desejo...
Te deixo em minhas mãos
Saboreio teus cheiros...
Uso com trejeito o teu jeito
Da tua boca na minha...
Acaricio os teus segredos
Lambo o suor das tuas águas..
Mostro a virilidade do caminho
E mergulho fundo com meus carinhos...
Puxo os seus cabelos soltos
Levo-os revoltos à face
Enrosco-os em meus dedos
Massageio-os dentro dos arrepios da nuca...
Depois de tudo feito
Tiro a tua roupa como louco
E pouco a pouco descubro
O teu ponto G...estremecer...
Antes de mais nada
Tudo que tenho a fazer
É atingir o teu ponto maior
Que é o que sente toda mulher...
O ponto 'C'... do teu Coração onde estiver...
Hilde/Enise
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 10/05/2008
Código do texto: T983021
http://recantodasletras.uol.com.br/poesiasdeamor/983021
Obs: Agora que a Enise passou por aqui posso confessar
que este poema nasceu de uma conversa madura entre
dois poetas que se amam, se respeitam e que versam
pelo prazer de levar a poesia até você. Não está assinado
em duo porque ela não o quis...mas cada letra aqui teve
o toque mágico dessa musa das letras e dos vídeos.
Tenho um amigo que vive...
Brincando de trenzinho
Deita...acorda...sonha
Cai da cama...só trem!
Mas justiça lhe seja feita:
É um integrador...não 'entregador'.
É meio 'fofoqueiro' mas bom maquinista.
Sabe juntar todos...poetas, poetisas e artistas.
De novo...lá vem vídeo...já tá no décimo
Cata retrato daqui, dali...mais ali..por aqui
Nada de brincar de javali ou comê caqui
Só qué está na ativa e sabê de locomotiva
No escuro da noite...
Até pra fazer amô
Ele fala: ôooo muléee
Vamos ligá os vagão?
Botá fogo nessa fornalha...
Tira logo estas tralhas
Sacode aí as páias...
Despe a mortalhas
Que tô cum tudu pra entrar no túnel...
Xuiiii xuiiiii xuiiiii
Me disse a mulé
Que até o arroto dele,
O ronco e os puns
É apito de trem! Xuiiii xuiiiii xuiiiii
Entra no fórum...sai do fórum
Advoga, interroga, bota a toga
Tira a toga... só fala de trem
Já tão até pensando em interná...
Em alguma estação da capitá...
Mas num sabem em quar país...
se em Portugá, Brasir, Bahia ou Paris
Eu num sei se ele é manobrista...
Se é turista..se é altista ou batista
Equilibrista...cumunista...manipulista
Fascista num é...talvez artista?!
Só anda com netinhu no colo
Que aliás...tádinho até ja se vê
Fuligem nos zoinhos do bebê
Os otros 4 fios já tão bem encardido
Dos pretumes, dos betumes do carvão
Levou a piazada, a mulerada e a veiarada
As mocinhas, as sorteiras e as casadas
Agora anda atrás das perua anas
Até o sócio dele já sumiu...escafedeu
Também o homi num pára...é só trem!
trem...trem e trem...num é meu bem?
Viajou o mundo inteiro até as galáxias
Num sossega o facho...mexe o taxo...
Dê-lhe trem e nesse vai e vem...
Grita um poeta gaiato...vem cá meu bem...
Tem um lugázinho ai nesse teu trem?
Posso levá junto o meu bem? Num tenho vintém...
E ele me arrespondi assim...Entra logo seu moço
Deixa de fazê alvoroço...me paga o almoço
Êta trem bão, sô! Gritam todos!
Num vai mais aposentar nunca esse trem?
Mete fogo na fornalha...
hehehe!
Hildebrando Menezes
Poema em homenagem a quem?!
Saltitam múltiplas e variadas emoções...
Dos filhos às mães em todas as nações
Não só pelo simbolismo do significado
Mas pelo realismo tocado e vivenciado
Foi lá do ventre...do âmago...do nascimento
Por onde fomos tecidos...cuidados...paridos!
Amar a mãe é louvar à sua própria origem
O mesmo que rezar e abençoar à terra
Por fazer brotar das suas entranhas...
O alimento suculento que nos sustenta
Sim! A maternidade é algo sacrossanto
Colo...berço...doçura...começo do começo
Formação do caráter e seus avanços
Poço de ensinamentos e sentimentos
Pedra lapidar dos mais variados encantos
Todos nós devemos nos prostrar com cantos
Louvando a Deus e às mães em muitas orações
Pela vida...suas feridas...carinhos e devoções
Não consigo imaginar...versar...vibrar o coração
Sem surgir a imagem de minha mãe na pulsação
Embora entristecido por não vê-la aqui em ação...
Poder dizer-lhe ao seu pé d’ouvido minha gratidão
Entoar-lhe carinhos, afagos... mimos em profusão
Adoto a todas as mães como se minhas fossem...
Enviando-lhes o meu sincero e melhor dos desejos...
Aperto quentinho de abraço...num cheiro...num beijo!
Hildebrando Menezes
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 04/05/2008
Código do texto: T974554
http://recantodasletras.uol.com.br/homenagens/974554
Homenagem: Permitam escolher 4(quatro) mulheres mães
para ofertar este poema, sem demérito às outras:
Ceci_Poeta
Fernanda Queiroz
Rosana Buarque
Enise...
Sintam-se todas as demais mães, aqui também representadas,
e a minha, lá do céu (Aida Nardi Menezes) acariciada.
Por vezes é falta de sexo...
Noutras ausência de nexo
Doutras é muito complexo
Dói uma estupidez aos dois
Do portador ao receptor
É doença pior que câncer
Porque corrói e destrói a alma...
Bagunça tudo e te tira a calma
Mata por dentro, ao lado, lá fora
O ciúme é irmão gêmeo da inveja
Se esconde no pecado da soberba
Todos os parentescos da arrogância
Pouca dosagem é tempero do amor
Está no masculino e no feminino
Pelo que se sabe não se encontra
Nos estados vegetais e minerais
Ninguém está livre desse mal...
Mas ao se instalar é temporal
Troveja! Lampeja! Braveja!
Invade o outro...fraqueza!
Ultraja à sua privacidade
Estupra à tua consciência
Só se percebe num relance
No lance sutil ou passional
E faz estragos à cabeça!
Quando aparece depressa
Ou até mesmo sem pressa...
Não se descobriu a vacina
A não ser o culto da auto-estima!
Deveriam se criar grupos de ajuda
Para este tipo de paciente indolente
Que perambula por aí demente
Fazendo tanto mal pra si e pra gente...
Ensinar ao relapso a confiança no taco
Haja tolerância...paciência...clemência
Para suportar a inchação do saco
Hildebrando Menezes
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 28/04/2008
Código do texto: T965754
http://recantodasletras.uol.com.br/humor/965754
Uma prece
Quero pedir ao Espírito Divino...
o dom de olhar, sonhar, orar
e escutar mais. Falar e chorar
cada vez ainda menos.
Olhar nos olhos de quem sofre,
ama, padece, crê e se admira...
sem inveja, desprezo ou ira.
Quero meus ouvidos em sintonia...
sem fazer juízos...mas com atenção...
aos gestos, carinhos e emoções.
Que eu tenha a sabedoria de saber ouvir...
mesmo quando a palavra me seja dura,
áspera, injusta e caluniosa. Apenas ouvir...
Que eu deixe meus sonhos fluirem sem
os ruídos do insensato pessimismo...
mas que façam re-nascer em mim
o amor mais puro, vigoroso e sublime.
Que de tanto sonhar... meus
sonhos se realizem e eu possa
amar e ser amado...e se isso
não ocorrer... que eu não perca
o encanto de continuar amando .
Que eu ressuscite a todo instante....
quando meu coração estiver morrendo,
de sofrimento ou de desengano. Que
eu me levante, estufe o peito e vá em
frente...sempre corajoso e valente.
Que tudo continue a me fascinar...
minha inspiração a brotar e não
deixe nunca de conjugar o verbo
amar...amando e amando somente.
Que eu faça do silêncio...meu amigo...
que meus movimentos sejam de paz.
Que eu busque sempre o bem...mas
que também esse bem não me deixe.
Que eu não canse de versar...
e escreva sempre os meus poemas.
Que a luz da inspiração brote lá no
mais profundo do Espírito Santo.
Que eu seja mais sentimento...
que meros e simples pensamentos.
E que a compreensão seja a morada,
onde possa descansar a cabeça cansada.
Que meus atos sejam amorosos...
menos raivosos, mais ternos e dadivosos.
E que minhas palavras alimentem...
outras mentes... plantando sementes...
de consciência, sabedoria e plenitude.
Que os frutos que nasçam dessa seiva...
sejam doces e saborosos e a sua colheita,
as suas plantas dêem o sustento aos
velhos famintos e às crianças.
Que minha oração saia do fundo d'alma...
voe leve rumo aos céus e retornem à terra...
com a sua benção...curando aos
doentes e dando esperança aos
descrentes e dementes.
Que em todas as dimensões...
planícies ou montanhas...estradas...
terra, mar e ar...o calor do afeto
me acompanhe e eu o re-distribua
com sinceridade e exuberância.
Que a harmonia da natureza viva
comigo em todos os instantes...
criando e recriando constante.
Que minhas lágrimas sejam de alegria...
cessando às de sofrimento e lamento.
E que as minhas dúvidas se dissipem.
Que a dignidade do empenho e esforço
pelo meu trabalho... me recompensem...
numa velhice tranqüila e serena...
e que eu tenha o calor do seu amparo.
Que eu nunca sofra do mal....
do medo, da morte, ou abandono,
mas que eu o aceite como dono...
Deus Todo Poderoso...
dos meus passos e do meu destino.
AMÉM!
♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♪♫♪
Hildebrando Menezes
♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪♪♫♪
Veja em video
Uma prece...
http://www.youtube.com/watch?v=yYCMbGQclUY
Com seus nervos em frangalhos
Todas suas veias se incendeiam
O poeta está calado...assustado!
Meio trôpego... meio baratinado
Está entorpecido...pobre coitado!
Sonhava, aspirava, ansiava,
Desenhava, previa, queria,
Desejava, rascunhava, antevia
Pelo amor da sua triste vida
E como versou enlouquecido...
Seus gritos, sussurros, murmúrios
Palavras com e sem sentido...incontido!
E distraído...sem nenhum alarido...
Pela milimétrica fresta... ela entrou!
E o atingiu bem no alvo
Ele baqueou e quedou...
Seu coração irrequieto...pulou!
Num acelerado movimento pendular
Ritmo ensandecido da paixão a pulsar
Agora cambaleia como ébrio louco
Anestesiado...atingido...pelo torpedo!
Está invadido por imagens e sons
Sonhos e realidade se misturam...
No vazio...no conteúdo...da sua poesia
Nos impulsos...desse susto...fantasia
Projeta seu mais alto vôo ao paraíso...
Onde a terá em seus braços cansados
Àquela amada por tanto tempo sonhada
Cantada e decantada pela estrada...
Nas suas caminhadas...nas disparadas
Almejando a felicidade como morada
E tudo agora como num passe de mágica
Se aquieta à sua volta...como reviravolta
Porque ela acenou... chegou! Sim! Ela mesmo!
A sua doce poetisa... sua eterna namorada.
Hildebrando Menezes
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 27/04/2008
Código do texto: T964075
http://recantodasletras.uol.com.br/poesiasdeamor/964075
ACOLHER REFLEXIVO
Criação e arte: Rosana Buarque
Texto: Hildebrando Menezes
Acolher reflexivo
É ato generoso...
acolher o outro.
Sonhar bem junto...
Fazer o conjunto.
Dar o colo quente...
Ouvir contente.
Abraçar somente.
Silenciar a mente.
Tocar em gente.
Olhar o poente.
Cheirar o cangote.
Dar seu suporte.
Consolar o doente.
Respeitar o diferente.
Entender a morte.
Contar com a sorte.
Não perder o Norte.
Endoidar de amor.
Curar-se da dor.
Ser sempre amigo.
Poder contar contigo.
Aproveitar o sossego.
Oferecer abrigo.
Lutar comigo.
Andar descalço.
Romper percalços.
Tecer seus laços.
Acariciar em abraços.
Vencer cansaços.
Acertar seu passo.
Apreender com os erros.
Calar seu sofrimento.
Conter seus lamentos.
Entoar seus encantos.
Pensar e ser confiante.
Versar como amante.
Adormecer pequeno.
Acordar um gigante.
Tentar ser brilhante...
Sem ser arrogante.
Hildebrando Menezes
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 12/12/2007
Código do texto: T775460
http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/775460
ACOLHER REFLEXIVO
http://br.youtube.com/watch?v=GiT0ldubqVU&feature=email
É a nora que mamãe... sonhou!
Na prancheta o papai desenhou
Adepta de Jesus e seus profetas
Eclética...elétrica... e esperta
Um imã que nos magnetiza
Contagia...fascina e eletriza
Com exemplar generosidade
Tem o codinome de felicidade
Os seus olhos...a sua boca
O seu nariz...lábios...seios...
Cabelos...pêlos...tudo inebria...
Tem um belo corpo que seduz
Por onde passa tudo ilumina... é luz!
Sua fala meiga encanta...e conduz
Quando versa pulsa todo o universo
Seu nome é de flor...quando anda...
Gingado...coxas...pernas...braços
Aguça apetite feroz...veloz...sensual
Mas tem lá o seu lado 'dama de ferro'
Não escorregue no mel que ela vira fel
É sensível... uma lutadora incansável!
Fêmea sagaz de olhar penetrante e jovial
Que parece guardar mais de mil segredos...
Escondidos...colhidos das dores e amores
Ela nasceu para nos ensinar a amar.
É prova inconteste da existência de Deus.
Sábios foram os seus pais na sua educação
Foi talhada para grandes feitos...perfeita!
Completa...e que nos desperta tanta sutileza.
Nem as estrelas, nem o mar, o céu, a natureza...
Se compara à sua formosura...à sua beleza.
Tem força, caráter, inteligência e delicadeza
Usa com glamour a sua graça e sabedoria
Sabe despertar carinhos, ternuras, doçuras
Tem um farto repertório de lindas poesias
Eu a sinto, pressinto nela...sua plena magia
Só nos resta agradecer por tê-la em nossa vida.
Hildebrando Menezes
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 25/04/2008
Código do texto: T961766
http://recantodasletras.uol.com.br/homenagens/961766
*********************************************
=======
'Minha querida 'noiva possessiva' e Grande Poetisa Rose'...
'Essa é apenas uma pequena homenagem, receba como gratidão por tão belas obras que encanta os nossos olhos e acalanta os nossos corações'. Hilde o fujão que te ama de montão hehehe!
Eu bem sei que não vais acreditar
Que verso a todas com foco nela
Tento despistar... não dar bandeira
Mas é ela que me leva às estrelas
Sua figura me arrepia...me desperta
Suas poesias elevam tensões e tesões
Terremoto no epicentro do coração
Abalando...estremecendo as pernas
É por isso que me fragmento
Me divido em suaves momentos
Porque ela sabe o quanto é bela
Embora inteligente...dissimula
E se diz apenas um grão de areia
Sem saber que é o meu oásis
Que mata toda a minha sede
Como andarilho que vagueia
Nesta paixão que me devora
Rastejo e solfejo ela toda nua
Só vestida por cabelos negros
Que escorrem por seus ombros
Cobrindo seus divinos seios
Mamilos se oferecem aos beijos
Pêlos úmidos com gosto de cereja
Em seu corpo trafego ébrios desejos
Ah! Menina sapeca...seja logo minha...
Por inteira, plena, satisfeita e faceira
Venha me fazer feliz... sem bobeiras
Acalma a minh’alma de aprendiz
Desperta-me dos cruéis pesadelos...
Realize os meus sonhos de poeta
De uma vida completa e repleta
Em gozos de delícias das carícias
Onde tudo se dá em suspiros e festas
Hildebrando Menezes
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 23/04/2008
Código do texto: T958374
http://recantodasletras.uol.com.br/poesiasdeamor/958374
A inspiração vem de tudo...do nada
Perguntas com respostas caladas
Ao andarilho das palavras
Nada é mera bobagem
Através do vento faz sua viagem
Com causa...sem muita explicação.
Na sua caminhada
Entre os versos...e vazios
Vai consumindo e produzindo
As emoções em romaria...
Enterrando as ilusões
Sob o barro da poesia...
Canta como uma rouca cotovia...
Emaranhada ao amanhecer...
Beijando...Sugando...
As gotas do orvalho
Das sensações comandantes.
É errante
Mendiga amores
Ameniza as dores
Farrapos das estações...
Adoça as bocas malditas...
Mela a saudade inaudita
Roto dos veios maltratados
Que aflige os corações...
Foge do tempo...
Se perde no espaço
Recorre ao pensamento supremo...
Nas suas criações...
Deseja o sempre...
Permeia o talvez
Festeja o nunca
Como se a vida...
Não fosse acontecer
Usa o talvez como argila
Protege seus poréns
Passeia por verbos extremos
Nestes vais e vens...
Seus desejos insanos...
Sagrados ou profanos
Como fosse o último ser humano
De coitos contidos...ventando
Dos gozos sofridos...sem danos
Tua alma grita e reclama
Entre os sussurros inflamados
Pelos gemidos calados ou declarados
Exprimidos entre a prisão e a soltura
Êxtases inexplorados...
Fundido nas esperas
Rendido em todas as esferas...
Vigia das próprias agonias...
Aguarda as invasões dementes...
Abreviadas pela realidade
É carente de eternidade...
Refúgio da sua saudade...
Sem sofreguidão...
Solfeja latitudes
Amplia os braços
Na infinitude de qualquer amor...
Ébrio...louco
Rompe a escuridão
Com intensidade...bebe a loucura
Com ansiedade mergulha sua magnitude
Tão pura...na imensidão...
Pouco...ou muito...
Andarilho dos
Verbos...sedas...
Envereda nas palavras ...
De vida tão plenas...
E numa única voz...como labaredas...
Explode toda a sua emoção...
Enise/Hilde
Veja o poema em vídeo
http://br.youtube.com/watch?v=O9zxFSm8GmQ
Navegando Amor
Publicado no Recanto das Letras em 21/04/2008
Código do texto: T955040
http://recantodasletras.uol.com.br/duetos/955040
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