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Que me enclausurei a ti em um reduto
levitei num orbe insondável de agruras
enfraquecida chorei num canto escuro
súdita andei sem mapas e sem bússolas
por onde andei vi penhascos sombrios
ao meu lado tua sombra a me corromper
sugando o meu calor aquecendo o teu frio
na solidão insurgente vagueio sem te ver
Em minha memória resíduos de outrora
renegando meus dias, sinto-me reclusa
ocultas meus medos e aflições de agora
enleada numa névoa jaz um'alma confusa
Acordo! vejo um céu em preto e branco
recordações em resíduos de outra vida
olhos marejados num coração em prantos
lágrimas de agora, confesso: - Imerecidas!
Comments
Gotei
Lu, meu voto e eu abraço. João Freitas
Anna/Lu lena do coração
Oi Lu Bom dia!!!
Olha as coincidência.
Eu fiz um poema, CONFESSA.
Ao CONTRÁRIO do seu eu sugiro que o outro confesse.....srrss...
Mas gostei do seu.
Sua confissão mostra o sentido que se encontra predestinado a alguém.
mas no seu texto isso não lhe faz bem.
Abraços Dinda....Cadê o chimarrão? Esta frio aqui....
Anna A FLORZINHA
P/ Aninha e DeusaII
Meus amores de poetisas, agradeço
o prestígio de vcs aqui em meu
espaço. É sempre uma honra e um
carinho enorme, o incentivo dócil
e amoroso de vcs. Isso que impulsiona
e vangloreia a'alma de um poeta.
Obrigada, lindinhas.
meu carinho
bjooos
Florzinha, aqui tá frio também, tempo
``doidiunhu´´ aqui no sul, uma hora
calorão de rachar, outro dia, um frio
de faz tremer defunto...rs (menos né
rsrsrsrsrsrs)
Toma um cafezinho comigo? acabei
de passar.
fui
mas volto...rsrsrsrs
deusaii p/Lu
que sonho de poesia.... viajei em suas palavras