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Poesias, Sonetos e Duetos
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InSaNnA em Qua, 07/03/2007 - 16:15
"Navegar é preciso,
na melodia da tua poesia,
no conforto do teu colo,
Rumo ao paraíso..."
InSaNnA
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Ha..meu querido poeta,
eu quero viver muitos anos
espero que ainda
tenha todo esse tempo
para evitar uma possível dor
Quero com muita delicadeza e paciência,
comquistar o seu amor...
Pensa bem,meu amor
O meu coração estava
tão triste e solitário..
precisava de alguma alegria..
por isso é que chegaste depois
com a sua bela sensibilidade..
Não seria, um presente da vida,
dar o dom da poesia,
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Thathá em Ter, 06/03/2007 - 17:55
Maldita seja a mão que bate, depois afaga!
Bate revelando toda sua raiva
Acaricia demonstrando falsa caridade!
Hipocrisia gentilmente revelada
Mas, eu posso ver quem você realmente é
Tua máscara não lhe pode esconder de mim
Ridicularizas minhas atitudes
Torna-te ainda mais mesquinha
Como podes existir assim
Talvez algum dia percebas
Não vais conseguir o que pensas
Não vai afastar-me de mim mesma
Posso ser muito mais, serei mais!
Não lhe preciso enfrentar
Tens tua própria verdade
Ela apenas contrapõe a minha
Eu queria apenas não sentir por você
Uma alma solitária, uma alma vazia...
Enviado por
Cesare em Dom, 04/03/2007 - 16:21
As mãos que servem para
o piano tocar
São as mesmas mãos que usa para
me acariciar.
A boca que abre para
a música cantar
É a mesma boca que serve para
a minha beijar.
O corpo que mexe para
no ritmo dançar
É o mesmo que usa quando quer
me amar.
Os braços que servem para
a orquestra reger
São os mesmo que servem para
me aquecer.
O coração que bate para
as melodias compor
É o mesmo coração que entoa
o hino do amor.
Enviado por
InSaNnA em Sex, 02/03/2007 - 19:55
Mesmo que eu caia
de forma sentimental e barata
a minha alma espanhola
continuará a rodopiar
o colorido de sua saia..
O coração continuará partido,
escondido no seu abrigo
mas, no auge do show..
será o teu nome (guardado na mente)
a força de minhas castanholas
______Olé!_______________
Só percebi que tinha mais amigos de ficção
Quando passei por uma fase difícil na vida
Dessa batalha sobraram poucos para me dar mão.
Hoje sou consciente e um pouco egoísta.
Para ser meu amigo sou mais exigente
Mas a minha alma é mais otimista
Por uma bateria de testes tem que passar
Convivendo com as dificuldades que enfrentamos,
Para vermos quem aparece só para ajudar.
Quando faço festa para o meu coração
Exijo sempre uma senha na entrada
E palavra chave é sempre UNIÃO
O contra peso de uma dor
É o fiel da balança de um amor
O inmetro não dar conta...
De tanta falta de pudor.
A inspiração de um poeta
Vem da alma de um amante
Que só se alimenta de amor
E faz da dor um acaso do instante.
O amor é o bálsamo do coração
A dor é sempre lembrada
Quando vira uma ferida do perdão
As lágrimas de dor da Vida
Aguam o sofrimento de uma flor
Depois que pelo amor é socorrida
Só percebi que tinha mais amigos de ficção
Quando passei por uma fase difícil na vida
Dessa batalha sobraram poucos para me dar mão.
Hoje sou consciente e um pouco egoísta.
Para ser meu amigo sou mais exigente
Mas a minha alma é mais otimista
Por uma bateria de testes tem que passar
Convivendo com as dificuldades que enfrentamos,
Para vermos quem aparece só para ajudar.
Quando faço festa para o meu coração
Exijo sempre uma senha na entrada
E palavra chave é sempre UNIÃO
Enviado por
Thathá em Dom, 25/02/2007 - 00:04
Não temas uma alma que se esvai em maldição.
Encerrada num túmulo e ainda com vida,
A observar as belas flores sujas da podridão.
Inerte ao mundo com uma alma entorpecida!
Condenada a percorrer as ruas da perdição,
Capaz de conter os mais vis sentimentos,
Encobertos pelo negro véu da mansidão.
Incapaz de aliviar as marcas deste tempo...
Um último apelo à vida, sumária incoerência,
Somente um insulto a própria inteligência.
Desfrutou o prazer, agora a penitência!
Clama-se pela alma, a nítida sobrevivência,
Dispunha de bela vida e muito carinho terno.
Agora meu carrasco conduz-me ao inferno!
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