angústia

Foto de Marilene Anacleto

Encontro. Não Sei Se Quero Ir.

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Já não compartilhamos mais,
As alegrias das descobertas
Já não há mais nem alma,
Nem nada, nem mente aberta.

Então, para quê? Para que se ver?
Para morrer sem nada poder fazer
Sem, do amor, nada dizer?

Para um sorrir falso e triste
Sem querer, sem vir ou ir?
E viver ainda mais a angústia
De, fechada, não me deixar fluir?

Não. Não sei se quero ir.

Marilene Anacleto
03/01/01

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Quase Declaração

Sol que ilumina minhas manhãs trazendo esperança em mais um dia de luta e vida até a noite mais estrelada. Seu sorriso é o verdadeiro sentido dos supremos sacrifícios realizados em seu nome. Beijei com meu olhar seu lindo rosto, tez de menina que o tempo não apaga e presença irradiante de amor que o coração nunca esquece.

Conversa.

Muito além das descrições de personalidade, das cartas registradas nas gavetas das eras, das paixões que não se correspondem e ainda assim enviam mensagens, das moças que gostam de se sentirem desejadas e não aceitam ouvir uma negativa, mesmo que dos corcundas e suas corcovas que saltam aos sustos, existe o vento do cotidiano, o medo da conta atrasada, o cobertor dos seguros de morte e conseqüência, as mães que escondem por debaixo de seus vestidos recatados mulheres de lava e magma, longe das infâncias perdidas ou qualidades evidentes. Fica difícil conciliar o sonho ao real. Graças ao bom Deus, há a desilusão do agnosticismo.

Homens, infiéis na essência da poligamia ancestral, se rendem para a sobrevivência de sua espécie fraca. Antes fossem esparsos. Tomaram como praga os cinco continentes geográficos, tendo bases fixas nos distantes pólos mais gélidos. Há os homens que possuem competência para se tornarem leões, e os que são como os pombos, monótonos e monogâmicos. Biologicamente o primeiro é melhor, e se reproduz facilmente. Um homem comum nunca vai chegar ao ápice de evoluir factualmente, nunca superará suas expectativas, sempre verá seu objeto de querer distante de seus braços, separado por um tapete de pregos e cacos de vidro. Resta, então, poupar dinheiro para a previdência social, ser corno e subempregado, tentar ter uma casa no litoral sul. Não há sequer como conviver com as despesas do seu velório, do seu enterro moral de aluguéis e despejos, seu pouco de orgulho em pertencer a uma sórdida periferia bandida. Há a indigência velada, a marginalidade dos que são preteridos no processo seletivo da vileza do destino.

Existem mulheres que passam a vida inteira sem receber uma declaração de amor, e moças que bocejam diante de várias delas. Existem pessoas que merecem uma chance, e não conseguem. Outras que imaginam um céu resplandecente no futuro, que a tão esperada felicidade vai lhes cair no colo uma hora ou outra, e estatelam a face na primeira cilada que o asfalto dos questionamentos impõe aos que se dirigem desavisados.

Que bom que a juventude acaba logo.

Foto de Edigar Da Cruz

Violência Contra a Mulher

Violência Contra a Mulher

. Tem-se algo que me da Raiva e Revolta e exatamente a isso !!! VIOLENCIA CONTRA A MULHER,! Devem se pergunta o porquê estou escrevendo isso,..
Na tarde de hoje minha amada IRMÃ FOI ESPANCADA PELO FUTURO EX MARIDO, pois ela descobriu que estava sendo traída na cara dura, chegando a minha casa ouço a voz dela chorando ao TELEFONE!!!..DESESPERADA, pois tudo que ela conquistou com tanto suor e sacrifício foi cruelmente perdido Pela BURRA FORMULA MASCULINDADE DE SE ACHAR O TAL !!!, desse infeliz, que eu mesmo admirava pelo amor que tinha a minha IRMÃZINHA E QUASE GÊMEA POIS parecemos um com outro de óculos que fora quebrados, ela vai supera essa praga de pessoa te garanto nada a derruba pois, se tem um Fênix assim!!,o nome dele e ANA CRISTINA DA CRUZ ..forte que tem 3 estrelinhas linda filhas ! SABE O QUE ME DA RAIVA que ela não queria sai da casa, fui forçado a tira a ela a força contra o pai dele o tira da mesma força o infeliz do filho dele lá veja amigos tem uma criança de 1 ANO DE IDADE!! A Rhianna pode uma bebê chorava ele nada,,ou seja para da a louca de fazer algo pior as duas era tempo do segundo pois ninguém merece isso, tanto ela como mulher como a filhinha linda sorridente alguma de qualquer RAÇA que for ou , ETNIA RELIGIOSA ou SOCIAL ECONOMICA a, violência e praga!!! que nem uma semente do mal, só piora se acontece agora e ela aceitará com certeza coisa pior poderia acontecer e fui coerente tirei ela de lá ! Chamei quem devia chamar e Problema por hora sanado..pois aff..odeio tenho raiva demais,..de coisas assim..ela não merece nada disso trabalha demais para receber pancadas de um cara que nem pensa mais em trabalha, somente em explora eu choro de raiva dela e ver minha Menina irmã chorando por perde tudo que lutou por quatro anos como ao seu computador que foi todo destruído ..
Pessoal Desculpa o Desabafo

EDGAR DA CRUZ

Foto de Lucianeapv

LIMITE

LIMITE...
(Luciane A. Vieira – 26/05/2011 – 10:15h)

Estou no limite de minhas forças...
Sinto a vida se adelgaçar rente
A meu pescoço e apertar firme e
Inexoravelmente...
É intangível serpente de
Luminares tais a espargir
O fel das plúmbeas chagas
Libertas da maldade...
É incrível soluço de tantos ais
A se comunicar com a descendente
Flama a arder no véu do
Esquecimento...
É inconstante vento
Esmaecendo o céu azul
Da fragilidade humana...
Ah, Deus!
Me sinto perdida e olvidada
De Ti e de tudo o mais
Existente ao meu redor...
Onde estais que não me escutas?
Onde a brisa mansa e calma
Prometida há tanto tempo e
Que não vem?
Estou cansada de todos
Os enganos...
Fui..............

Foto de Lucianeapv

LAGRIMAR...

LAGRIMAR...
(Luciane A. Vieira – 25/05/2011 – 12:53h)

Lágrimas...
Para que existem as lágrimas
Senão para desmanchar os prantos
Reclusos dentro do peito?
Por que existiriam se não
Tivessem porque cair e
Desabrochar as manchas do
Tempo e do vento a se
Esfacelar no torpor ignóbil da
Fragilidade humana?
Tempo e vento antigos, que
Partem a voz e calam dor
Sem ver nos passos a flor
Dominante do medo que
Se estatela nos fúlgidos
Olhares doloridos de alguém
Esquecido de vivenciar
Dignamente
A sua vida...

Foto de Marilene Anacleto

Homoafetivos. Polêmica.

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Sem com o amor se importar,
Corações feitos de neve,
Encobrem crimes e maldades,
Sem que o olhar se eleve.

Maltratar animais é crime.
É crime derrubar árvores.
E, para os homossexuais,
Sem lei, só as almas de aço.

São eles, menos que um animal?
Ou menores que uma planta?
Onde anda o amor dos cristãos,
Que em todo tempo se ora e se canta?

E se tivermos algum filho
Com esse “tal terceiro sexo”?
Iremos também excluí-lo,
E então fechar os braços,
Para tantas pessoas abertos?

O que diria Jesus Cristo
Ao ver tamanho anoitecer?
Para os corações em gelo,
Respeito, agora necessita de lei?

Mortos ou marginalizados
Professores, arquitetos, poetas,
Excluí-los seria missão
Dos verdadeiros profetas?

Marilene Anacleto

Foto de Marilene Anacleto

Balas Amargas

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Balas interrompem o amor,
Balas encerram o futuro,
Balas formam desumanos
Nas escolas e nos oceanos.

Nos prédios e nas cabanas,
De uma máquina pobre e podre
Torpes pensamentos embaçados
Tecem tramas de atos obscuros
Em troca do poder que consome:

Futuros religiosos,
Futuros cientistas,
Futuros professores,
Futuros bons políticos.

Futuras boas mães,
Futuras grandes promessas,
Futuros e grandes cantantes,
Futuros e sensíveis poetas.

Marilene Anacleto

Foto de Jósley D Mattos

ABISMO

Ícaro céu, raso abismo do ser
o cair dos sonhos sem pressa
de vida, asas presas atadas ao não ter...
ao léu, descaso inciso bel-prazer...
acessa meia-luz, sem essa!
Na pele à flor da alma,
consumo lembranças como se fossem bálsamo
mergulho com calma,
no austero útero da dança...o silêncio...o fim!
reconheço o breu, abrigo do avesso...
a cura, a procura...
me acho kamikaze dentro de mim...

Foto de Arnault L. D.

Mais do mesmo

Lá vou eu maquiar palavras
para aquela mesma história
parecer outra, mas, não é.
No fundo é sempre a mesma,
a mesma raiz em minhas lavras,
a mesma poética inglória
de guiar em marcha ré,
no completar doutra resma.

O mesmo beijo, a mesma voz,
a saudade, que chamo de esperança,
os erros, que chamo de destino
e alguem, que chamo de poesia...
De amor, estrelas,de antes e após...
Do inominável que alcança,
ao singelo, qual de um menino
a dizer do brinquedo que queria.

E este é sempre o meu tema,
que disfarço em outra forma...
Mas, a verdade e que tanta poesia
é só extensão, resume-se a uma.
Pintura de casca, entorno a gema...
Que recubro de rima e se transforma.
Mas, todas convergem a uma só via:
A mesma musa em outra bruma.

Foto de Marilene Anacleto

Fim de Festa

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Ondas que seguem o vento
Desenham outras na areia;
Peixes nadam sobre plantas:
Obra-prima da Natureza.

Enquanto diamantes achegam-se,
João-de-barro, a água beija.
Enquanto a andorinha voa rasante,
A plantinha, ao sol, relampeja.

Chega o verão, pessoas desconhecidas
A tagarelar, afastam a orquestra
E, pássaros vão cantar distantes,

A máquina corta a grama enraivecida:
O som é de batuques, outra festa começa,
Que bom que eu vivi minha festa a cada instante.

Marilene Anacleto

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