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Foto de Lou Poulit

TROVÃO E O SABIÁ SERENO

CONTO: TROVÃO E O SABIÁ SERENO
AUTOR: LOU POULIT

Foto de Lou Poulit

SÃO JORGE E O DRAGÃO

CONTO: SÃO JORGE E O DRAGÃO
AUTOR: LOU POULIT

Foto de Lou Poulit

O PORCO-ESPINHO DE ESTIMAÇÃO

CONTO: O PORCO-ESPINHO DE ESTIMAÇÃO

Plac, plac, plac... plac-plac... O relógio antigo pendurado na parede encardida do escritório sequer fazia o tic-tac comum e implacável, com o que qualquer relógio de corda tenta destruir os nervos dos ansiosos. No entanto muito pior, era a impressão de que ele movia o ponteiro mais lentamente, à medida que se aproximava a hora de ir embora.

Foto de Lou Poulit

O LENÇO LILÁS

CONTO: O LENÇO LILÁS
AUTOR: LOU POULIT

INTRÓITO CAPITULAR

“Seu olhar intenso e turvo vasculhava o empoeirado depósito. Era um amontoado imenso e lúgubre de lembranças. Sua memória também clareava aos poucos. Sabia agora que em algum lugar, de propósito, escondera um segredo... E agora? Em breve, muito em breve, talvez não fizesse mais diferença. Nenhuma esperança, nenhuma crença faria sentido se a crise voltasse, desta vez em definitivo. Na morte todas as coisas perdem o sentido. O sentido de morrer se basta. Talvez em breve... Muito em breve...
 

Foto de Lou Poulit

A TRAPAÇA DO DEDO DURO

CONTO: A TRAPAÇA DO DEDO DURO
AUTOR: LOU POULIT

Foto de Dirceu Marcelino

ALGUNS ASPECTOS DO PRECONCEITO VELADO NO BRASIL

No movimento literário de 1922 levantou-se a questão proposta por Mário de Andrade, autor da obra “Macunaíma, o herói sem caráter”, sobre duas facetas características da personalidade de muitos brasileiros.
Uma relacionada à questão da mania de procurar “levar vantagem em tudo” e outra do “paternalismo”, dando-se uma idéia de comiseração, desrespeitando-se todos os valores morais, éticos e sociais.

Foto de Elias Dall Agnol

Pré-Conceitos

Vejo, por entre as frestas, seres abaulados por toneladas de pré-conceitos, estes mesmos, poluem a mente humana falseando a realidade nua e crua disposta diante dos olhos.

Foto de Elias Dall Agnol

Ausência

Pressuponho que a ausência seja a não existência e não o afastamento...
Ausência se confunde, muitas vezes, com melancolia...
A não existência provoca vazio, atormenta a alma...
Por maior que seja a distância, se existe um alguém, jamais haverá ausência...
Pois a saudade acontece, mas quando fecha-se os olhos, lembra-se que existe alguém...
O calor desta presença percorre o corpo acalentando a alma...
A tormenta da ausência se dissipa, a saudade acalma-se e o amor floresce transformando qualquer resquício de ausência em presença de espírito...

Foto de PoderRosa

A liberdade de pensar

A angustia permanece enquanto a cabeça pensa
O coração dói enquanto o corpo avança
Passo a passo, pé ante pé
A vontade de chegar demora
O tempo não anda, parece parado
O pensamento voa longe
Vai até o fim do mundo
Viaja entre as estrelas e passeia pelos cometas
Viro poeta enquanto penso
Sinto o frescor do vento no rosto
E minha vida passa pelas lembranças
E percebo que não adianta
Só o tempo vai poder me dar a resposta
Minha vida, seria diferente se seguisse outro caminho?
Seria eu outra pessoa?
Conseguiria enfrentar tudo e todos?

Foto de Maria Goreti

NOITE DE NÚPCIAS

(Microconto)

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