Frases e Citações

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Foto de Lou Poulit

O LENÇO LILÁS

CONTO: O LENÇO LILÁS
AUTOR: LOU POULIT

INTRÓITO CAPITULAR

“Seu olhar intenso e turvo vasculhava o empoeirado depósito. Era um amontoado imenso e lúgubre de lembranças. Sua memória também clareava aos poucos. Sabia agora que em algum lugar, de propósito, escondera um segredo... E agora? Em breve, muito em breve, talvez não fizesse mais diferença. Nenhuma esperança, nenhuma crença faria sentido se a crise voltasse, desta vez em definitivo. Na morte todas as coisas perdem o sentido. O sentido de morrer se basta. Talvez em breve... Muito em breve...
 

Foto de Lou Poulit

A TRAPAÇA DO DEDO DURO

CONTO: A TRAPAÇA DO DEDO DURO
AUTOR: LOU POULIT

Foto de Dirceu Marcelino

ALGUNS ASPECTOS DO PRECONCEITO VELADO NO BRASIL

No movimento literário de 1922 levantou-se a questão proposta por Mário de Andrade, autor da obra “Macunaíma, o herói sem caráter”, sobre duas facetas características da personalidade de muitos brasileiros.
Uma relacionada à questão da mania de procurar “levar vantagem em tudo” e outra do “paternalismo”, dando-se uma idéia de comiseração, desrespeitando-se todos os valores morais, éticos e sociais.

Foto de Elias Dall Agnol

Pré-Conceitos

Vejo, por entre as frestas, seres abaulados por toneladas de pré-conceitos, estes mesmos, poluem a mente humana falseando a realidade nua e crua disposta diante dos olhos.

Foto de Elias Dall Agnol

Ausência

Pressuponho que a ausência seja a não existência e não o afastamento...
Ausência se confunde, muitas vezes, com melancolia...
A não existência provoca vazio, atormenta a alma...
Por maior que seja a distância, se existe um alguém, jamais haverá ausência...
Pois a saudade acontece, mas quando fecha-se os olhos, lembra-se que existe alguém...
O calor desta presença percorre o corpo acalentando a alma...
A tormenta da ausência se dissipa, a saudade acalma-se e o amor floresce transformando qualquer resquício de ausência em presença de espírito...

Foto de PoderRosa

A liberdade de pensar

A angustia permanece enquanto a cabeça pensa
O coração dói enquanto o corpo avança
Passo a passo, pé ante pé
A vontade de chegar demora
O tempo não anda, parece parado
O pensamento voa longe
Vai até o fim do mundo
Viaja entre as estrelas e passeia pelos cometas
Viro poeta enquanto penso
Sinto o frescor do vento no rosto
E minha vida passa pelas lembranças
E percebo que não adianta
Só o tempo vai poder me dar a resposta
Minha vida, seria diferente se seguisse outro caminho?
Seria eu outra pessoa?
Conseguiria enfrentar tudo e todos?

Foto de Maria Goreti

NOITE DE NÚPCIAS

(Microconto)

Foto de Fernanda Queiroz

"Poemas de Amor" completa 5 anos - Prefácio da entrevista com Miguel da Cunha Duarte

Parabéns Poemas de Amor.

Quero contar uma coisa interessante para vocês.

Há mais de meses estou tentando conjugar horário para fazer uma entrevista, com Miguel da Cunha Duarte.
Pensamos em fazer um vídeo, ou uma gravação apenas de voz, por e-mail, ou pelo msn, mas fazer Miguel sentar na cadeira por muito tempo, não é fácil.
Ontem encontramos por acaso, a idéia de começar a entrevista surgiu, e para total surpresa nossa, no dia que Poemas de Amor completava 5 anos..

Foto de Sonia Delsin

SOU BRASILEIRA COM MUITO ORGULHO

SOU BRASILEIRA COM MUITO ORGULHO

Um dia meus antepassados resolveram a terra de origem deixar.
Por vários motivos eles escolheram o Brasil para morar.
Minha avozinha vivia a me contar.
Quando aqui chegaram precisaram se adaptar.
Era um recomeçar.
Hoje eu me vejo aqui morando.
Esta terra eu vivo amando.
Tenho orgulho de ser brasileira.
Bato no peito e digo.
Eu amo esta terra. Amo o Brasil.
Sei que temos problemas.
Mas somos uma nação jovem.
Precisamos lutar.
Depende de cada um de nós para que o Brasil seja um lugar muito bom para se morar.

Foto de Naja

biografia de Ernest Hemingway

ERNEST HEMINGWAY

Ernest Hemingway nascido nos Estados Unidos da América em 21 de julho de 1899 foi parte da comunidade de escritores expatriados de Paris conhecidos como " a Geração Perdida"
Teve uma vida totalmente tumultuada, vários casamentos , divórcios e doenças.
Quase todos seus romances foram experiências vividas e na sua grande maioria foram feitos filmes em Hollywood.
Trabalhou como correspondente de guerra em Madrid durante a Guerra Civil Espanhola. Nessa ocasião escreveu "For whom the bell tolls" (Por Quem os Sinos Dobram)

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