A verdadeira arte é nossa própria vida
esculpida e poetizada no dia a dia,
sentida e vivida no decorrer das horas
onde a sincera construção do artista
torna perfeita a execução da obra
esculpindo a sua própria alma
que vibra solta ao sopro do vento
sem armaduras, amarras ou disfarces,
sem notar a velocidade do tempo
nem se preocupar com suas marcas
que vêm aprimorar o seu talento...
E quando o vento sopra mais forte
ameaçando tamanha arte esculturada,
da própria vida recolhe as ruínas
a alma do artista estruturada,
reconstruindo a parte demolida,
dando mais vida à vida restaurada.
_Carmen Lúcia_
Jurei a você amizade eterna, mas não ficaremos para sempre nessa terra... você ja quebrou a minha confiança e eu te perdoei.
Se fiz a coisa certa não sei!
Não vamos brigar por motivos banais, pois amigo é a familia que Deus nos permitiu escolher.
Amigo é muito mais do que alguém pra conversar,
É alguém pra abraçar...
Amigo é uma benção que vem do coração de Deus pra gente cuidar...
E é assim que você é pra mim!
É como uma pérola que eu mergulhei pra encontrar,
é assim que você é pra mim, um tesouro que pra sempre eu vou guardar.
Hoje estamos unidas e separadas...
separadas pela distância, mais unidas pela força da amizade...
e do amor.
Amiga, eu nunca vou desistir de você e mesmo que eu esteja longe
Meu amor vai te encontrar, porque você é impossível de esquecer!
Como aventureiro o conheci
E sua conselheira fui ser
Mas daí percebi
Que uma amizade estava a nascer
Totalmente compreensivo
Tem sempre uma palavra de paz
É uma honra tê-lo como amigo
Aos seus amigos bem ele faz
Ser humano inteligente
Talentos tem demais
Só é um pouco carente
Mas tristeza não carrega jamais
Um grande amor sonha encontrar
Viver uma grande emoção
E que seja com quem sabe valorizar
Porque tem um grande coração
De aventureiro nada tem
Na verdade tímido é
Alegria é para quem
Tem o prazer de o conhecer
Especial se tornou pra mim
Com esse seu jeito cativante
Palavras não expressam , enfim
O quanto és importante
Será lembrado com carinho
O nosso conhecer naquele bate papo
E não estarás só no seu caminho
Porque aqui tens uma amiga do seu lado.
obs: Para um grande amigo rs
O que é a Amizade?
É um sonho, uma ficção?
Será que é uma realidade?
Ou uma mera ilusão?
Em tempos antigos
Era verdadeira
E quem tinha amigos
Era para a vida inteira
Hoje quem a tiver
Guarde-a firmemente
Pois se não o fizer
Ela foge de repente.
Muitas vezes volta rapidinho
pois sente falta da gente
sente falta do nosso carinho.
(Fouquet, 31 de agosto de 2010)
No corpo, a marca da roupa da moda
e os tênis de marca realçando os pés,
cabelos marcados de nós desatados
dos laços de fitas, em tons dégradé.
Nos lábios, as marcas vermelhas
do batom preferido
revelam um beijo que muito marcou.
Na pele a marca do sol de verão,
bronzeado de praia a marcar a estação.
No peito, coração a pulsar disparado...
marcando o compasso do primeiro amor.
No rosto, as marcas do tempo,
veloz redemoinho marcando o chão...
Cabelos marcados por lenço amarrado
guardando o grisalho e as marcas da dor.
No peito, pegadas marcadas
são rastros de amor que por ele passou...
Os olhos sem vida, sem cor, desbotados,
demarcam as cinzas de grande paixão.
Os passos se arrastam, pesados, cansados...
alastram as marcas que o tempo deixou.
Carmen Lúcia
Carmen Lúcia Carvalho de Souza
15/08/2007
Logo no inicio da noite, términos de suas aulas, Renato, um jovem estudante de direito de uma universidade local, se dirigia ao trabalho de alguém que para ele era muito especial que se encontrava em seu trabalho, cerca de 20 minutos de onde ele estava.
- 17:30 ela sai, então tenho que me apressar – Dizia ele sempre apreensivo por ter medo de chegar e não vê-la.
Com pouco mais de 5 minutos de adiantamento lá ele chega e logo seu olhar se completava em preocupação e alegria, pois na porta de seu trabalho lá ela estava sentada com certo ar de cansaço e dor.
- Bianca o que você tem? – Perguntava a ela com um tom de preocupação
- Não estou bem, sinto muita dor de cabeça, acho que estou passando mal e ainda tenho que espera a Julia – Dizia ela com uma voz que fraquejava em cada palavra dita e com um olhar abatido.
Bianca trabalhava em um órgão publico de seu estado ligado à medicina, mas ela cuidava da área administrativa e ela sempre tinha o costume de ir com esta amiga que morava perto de sua casa, uma velha amiga de escola
- Sente-se e descanse que eu fico a espera Julia – Falou Renato olhando-a com uma ternura sublime, como alguém que faria tudo para que a outra ficasse bem.
- Sim, esta bem, vou me sentar aqui nos degraus da porta – O respondeu e logo se sentou.
- Não! Entre e fique lá pelo vidro estarei lhe vendo e lhe chamarei se ela estiver a vir – Disse serio, com certo ar de ordem, mas visando o bem esta dela.
E em um olha ele a leva para dentro de seu trabalho e no lado de fora ele divide suas atenções para a chegada da amiga e os cuidados da amada
Sim para ele Bianca era um das razões dele sempre ir ao trabalho dela, sempre desejando sua presença para fazer o dia dele melhor como ele sempre dizia.
- Onde a Bianca esta? – Perguntou Julia meio preocupada por não vê-la
- Esta lá dentro – Disse apontando para a porta.
- Por que ela esta lá dentro? – Perguntou com preocupação.
- Não esta se sentindo bem, por que você não entra e fica lá com Lea? Não “se preocupe eu fico aqui esperando o ônibus – A responde com uma seriedade de quem se preocupava.
Então ela entra e após 10 minutos ambas voltam e com um semblante ainda pálido o abraça de maneira terna e tranqüila. Para Renato o mundo não importava mais, ele apenas queria protegê-la, vê-la melhor com a velha expressão jovial que tanto o fez se apaixonar inúmeras vezes, mas sua timidez o tirava a escassas oportunidades de fala a ela o seu verdadeiro sentimentos e em sua cabeça ele ficava há imagina o dia que em tais abraços nasceriam os mais sublimes carinho e os mais sinceros beijos, mas ele sempre dizia:
- “Ninguém tem o direito de invadir o mundo de alguém e fazê-lo dele
O que quiser, só porque simplesmente se apaixonou por esse alguém”.
...
... O ônibus chega, coisa estranha para aquele horário, um ônibus vago, ate se sentaram algo raro em suas viagens de vinda, mas parecia que os “Deuses lá de cima” teciam cada segundo deste momento que assim acontecia. Ele como um verdadeiro guardião, disposto a proteger sua amada, velava os caminhos dela como se nada mais importasse.
Elas conversavam, brincavam e ele sempre sereno “quebrando suas regras”.
No fim eles chegam e como por milagre ou brincadeira de algum anjo ela torna a ser a beleza jovial que tanto incandescia as velhas poesias mortas, de um jovem “poeta falido”, que vivia a procura palavras e inspirações em outras vidas e pessoas.
- Renato obrigado por hoje, você é muito especial para mim – Disse ela com um olha cheio de ternura e amor.
Tal agradecimento inflou seu coração de tal maneira que ele sentiu que era à hora de contar o que tanto sentia.
- Não há de que menina, você também é especial para mim, de uma fora maior... – disse ele com um olhar fixo nos olhos dela.
- Como assim? – O perguntou de forma espantada por tal complemento.
- È... Seu ônibus vem!
Ele a puxa pelo braço, não quer que ela se atrase e pelo bem dela ele sacrifica mais uma oportunidade de dizer a ela o que tanto lacerava seu peito de uma forma tão amórfica que nem ele mesmo sabia quanto tempo ele poderia espera para ter ela finalmente em seus braços e fazer dela a criatura mais sublime e primordial, mas não era hora e nem momento e num abraço ele diz em seu ouvido:
- “Jamais esquecerei daquilo que faço imortal, jovem Ondina!” – Disse ele da maneira mais terna que alguém poderia sussurra para alguém.
- “Ondina”, o que é isso Renato? – O pergunta meio sem saber o que significa tal palavra.
- Leia o que tem nesse “envelope laranja”, você saberá, mas agora tchau Bianca e Julia - Fala isso segurando sua mão de maneira bem carinhosa.
- Tchau Renato – Fala Julia.
- Tchau, depois conversamos – Disse Bianca já no ônibus.
- Tá certo meninas – Fala isso com um sorriso no rosto e uma expressão jovial em sua face.
Depois que Bianca se perdeu de seu olha ele para e diz bem baixinho de uma forma onde só ele e ela pudessem escutar:
- “Amo-te, Bianca!” –
E ele parte para sua morada feliz por saber que ela esta bem e que seu dia foi perfeito ao lado dela.
-Fim-
Sou Homem gentil,
amigo...companheiro...
romântico e sensível...
meus gestos...
minhas poesias
descrevem quem sou
minha mesa está coberta
cheia de folhas rabiscadas
escritas de qualquer jeito
palavras abreviam
o resultado final
A poesia aflora,
o romantismo de outrora...
conta histórias da minha tenra existência
bons momentos
viagens imaginárias
situações vividas
Falo pouco de tudo
mas me perco nos escritos
mais loucos
Da minha alma
transbordam as mais belas palavras
até mesmo palavras de dor
de amores passados
de sofrimentos sentidos
Escrevo sobre tudo
Olhares...
carícias mais quentes
beijos no rosto
bem mais que beijos simples
aqueles que arrepiam minha pele
Fascinante o mundo das letras
contos contados
estórias criadas de sonhos
Escrevo sobre muito mais
medos que tenho
sensações que afligem
incertezas passadas...
vividas...sentidas na alma
nesta que é a alma de um homem
homem sensível...simples...
vivido...vivenciando tudo
vislumbrando novos caminhos
os caminhos da poesia
e cheios de encatamento...
Homem maduro,
surpreendente...
um jeito atrevido as vezes,
de menino amante ideal,
Cúmplice de desejos
homem sensível, envolvente
eterno romântico
dum tipo raro...
que ainda manda flores...
(Fouquet, 24 de agosto de 2010)
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