PRECONCEITO ...FORA...
( Manifesto a tragédias que ocorrem em plena luz do dia)
Que as nossas convicções predominem sobre o fanatismo infundado,
Que quaisquer espécies de origens políticas, religiosas, ou sociais
Não nos confundam, nem dividam tanto essa nossa frágil sociedade.
Que as contradições absurdas, que todos já percebemos letais,
Não encontrem mais espaço e assim desapareçam os conceitos ilógicos,
Alicerçados nas mentes doentias, herdados dos antigos supersticiosos,
Todos eles perdidos em um passado muito distante e vergonhoso,
Época em que as pessoas não tinham o conhecimento cientifico
E que especulavam o que a soberba e a megalomania permitissem,
Deixando que o orgulho e o egoísmo comandassem as suas atitudes.
Defendermos essas pseudo-idéias tolas e ultrapassadas nos elevam,
Seria retroceder a longos períodos inúteis, sem objetivos claros e dignos
Na nossa era atual, compactuarmos com involuções todas tão amorais.
Comments
deusaii p/Ana Botelho
magnifico, concordo em absoluto com vc.
ANA/deusaii
Beijos, amada!
Uma felicidade enorme me invade ao sentir o eco a este meu sentimento há muito amadurecido. Mais feliz ainda por ter você aqui neste espaço tão precioso.
Com carinho:
Ana Botelho
P/Ana Botelho
Bravo! Bravíssimo! Bela e profunda reflexão caríssima poetisa vejo
aqui postada. É de pensamentos assim expostos que a sociedade
se transforma, se remodela, se completa nos valores éticos e corretos
da justiça social. Meus parabéns! Meu voto! Meu aplauso pela tua
lucidez aqui a nos conduzir. Um abraço! Hilde
Obs: Gostei também e principalmente, por teres
colocado o conhecimento científico , diria tb o
tecnológico e a inovação como um dos pilares,
afinal tudo é que é avanço social
é oriundo deles próprios.
ANA/Hildebrando
Caro amigo:
"Um dia, o AMOR sairá da sua esmida de paz, contaminará o universo,
E iluminado, inundará cada coração com o seu fecundo manancial,
A fim de que todos possam saciar-se na sabedoria e na singeleza
E assim, poderemos despertar felizes em um mundo mais igual."
Bjssssssssssssssss
Carinhosamente:
Ana Botelho