Era tarde ...
Senti o vento em minha boca
Como um beijo de cetim
Que se transforma em ouro e seda
Para que pudesses adornar-te só pra mim
Era tarde !
Era tarde ...
Senti a lua penetrar meu corpo
Como um perfume europeu
Que se transforma no feromônio
De Eros, o grego deus
Perpetuando assim teus desejos
De um dia me possuir como o teu ...
Era tarde !
Era tarde ...
Simplesmente
Era tarde demais
Para poder amar-te
Infelizmente
Era tarde.
Bira Melo in "Há um Anjinho de CARvão".
Comentários
P/ Bira Melo, de JoaninhaVoa
Olá
Bira!
ERA TARDE...
Traduz um forte contraste
Entre emoção sentimento
Com a racionalidade
A razão!
Apesar das sensações belas
Dos sentidos desejos institivos
Sensuais e ardentes, Eros
Cupido! Feromônios atraídos
Mutuamente...
Repele-os como se de insectos
Se tratassem... Retraídos
Felizmente ainda há luar...
Mas já é tarde para te amar
Como um dia... ainda era cedo!...
Simplesmente para dizer
Gosto de ti!
Tem dô, né!
Abraço, de
JoaninhaVoa
De Bira*//*JoaninhaVoa.
Ô Joaninha...
Parece que com esse "era tarde" sem querer te ofendi
Por favor vê se escuta são metáforas puramente,
Não estou triste por causa de ti....
Na verdade esse poema está no livro que ainda não fora publicado por falta de condições financeiras e outros motivos particulares, o livro foi escrito na nossa primavera de 2001 (outono de vocês ) e até hoje recorro a ele sempre quando me apetece. Observe que nesse blogue sempre estou postando boa parte de poemas contidos em Há um Anjinho de CARvão e em Pedaços de um CaraMelo, os que são feitos exclusivos para o blogue eu nem costumo datar...
Sem mais , só posso dizer-te que estou com dó de mim de tanta dor que senti ao escrever o insano comentário que fiz ao seu poema e não pensei que tão mal iria repercutir, se possível perdão!
Beijos caramelados,
Bira Melo.
PS.: sinto saudades de seu beijo bom bom e aproveito pra te desejar Feliz dia das mães.
P/Bira Melo, de JoaninhaVoa
Olá
Bira!
Nem pense tal... vai ver
Assim é que pode ofender
Esqueceu-se que doer
É metáfora de ofender
Como assim... pensar
em tal
É um contraste subtil
Entre o muito e o pouco
O nada e o algo como o punho
Quando esbarra em nariz de funil
Como assim... esse trama
com punhal
Vira onça este poder de entonças
Em dança de longas pertenças
Pois no terreno em que acenta`
O proprietário tem placenta
Como assim... metáfora
original
Quem tem unhas é que toca
viola... E um engano é a morte
do artista!
No entanto relativizando a dica
Pista há que arrisca!
Como assim... Eu só ouço e ouso tocar
Percebe que eu tô contente, sô?
Beijo BomBom!
JoaninhaVoa
Lu/Bira
Envolvente, enigmático e nostálgico...
Mas deu o teu recado e se fez entender...
Taí. Gostei do poema !!!
Prático e direto.
meu voto e meu carinho
Lu
Bira*//*Lu
Olá Lu...,
Verdade mas faz tanto tempo que às vezes nem lembro que fiz isso...rsrs!
Apenas queria saber o paradeiro da musa inspiradora, cantei ela e recebi a resposta na lata, rsrs: "eu não sou para o seu bico", daí o tempo passou e não é que ela que veio atrás de mim! Claro que dei o troco com o poema pois já havia perdido o interesse e também estava comprometido ( costumo ser fiel como um cão em minhas relações amorosas que às vezes são curtas... ) !!!
Obrigado pelo voto e carinho
Bira Melo.
Bira...
Quanto tempo!
Bem as comparações foram divinas, mas digo que para amar nunca "é" tarde e nunca "chegamos" tarde...
sempre temos um amanhã... com um novo sol, com uma nova lua e com novos amores...
beijos...
Drica / Bira
Comparações mais poéticas que essas não existem!
Muito lindo teu poema!
"Era tarde", mas ficou a beleza do teu desejo.
(É hora) de dar-te o meu voto!
Beijos,
Drica Chaves.
ANNA/BIRA
Eita, homem do Caramelo, caramelado, alado,
rsrsr..
Que pena, quando chegamos tarde ,para amar alguém.
nossa! fiquei com pena deste apaixonado.
que chegou tarde demais.
Bjus
Anna.
OBS.Postei o poema em reposta a você.PROFISSÃO MARIDO.
o titulo...MARIDO COM DIPLOMA...rsrsrs...