O Amor Segundo o Nunca

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Lasquem-se os paradoxos
Os ortodoxos:
Urrem
Caso desta vez eu não peça perdão;
O que eu penso é que a poesia é minha e escrevo nela o que quiser.

Estamos em um mundo de expiação,
Diria o espiritismo
E não importa o que fizer
Nunca vou possuir o bordão;

A loucura não recupera
Dois mil anos de sermão
Integra ao menos que se espera
A mítica da resolução

O não mata, o nunca dilacera

Nunca fui do escapismo
Um dos poetas da cascata:
Não sussurrem
Como queremos ser Deus e não nos é permitido
A velha túnica do desejo proibido

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