Oh voz do meu coracao

Retrato de Manuel Conde

E entao chegou o Amor da miha vida,
como o sol que brilha, brotou em mim um alvorecer lucinante
e como o seu raiar, deixou-me em desapuros...

Ecoai oh voz do meu coracao,
que a cada alvorecer do dia,
em solidao me apego, e quando a tristesa se vai embora
mas um sorriso traisueiro renasce ao meu rosto,

Que agonia!

Em holocausto suspiro,
em silencio os meus sentimentos me comprazem
a minha dor se resigna em dor
mas a minha concupisciencia vimenta se desaloja em Tristesa

O quao sou que a insertesa me apega,
As vezes as circunstancias fazem-nos felizes
mas ate ovir o meu coracao chorar,
minha vida virou de volta aos pés...

Numa cansao o meu coracao fala,
sobre as mares o meu coracao brama,
em dor o meu coracao clama,
em tristesa a minha dor sesseia,
em silensio o meu sofrimento voa,

Sou Triste,
Tramado pela Tristesa

e apenas o meu coracao fala,
E a voz do meu coracao vibra como as ondas sobra mare...

Pare de sofrer!... assim o meu coracao fala.

Manuel Conde