É quase impossível que alguém não tenha medo ou fobia de algo neste mundo transfigurado. Quando existe certo exagero nos sintomas já é doença e precisa ser tratado. É óbvio que muitos casos são causados por alguma inquietação, ou até da própria imaginação. Psicólogos e psiquiatras sabem bem como é isso. Muitos casos são tão graves que precisam de intervenção medicamentosa. Mas a pergunta que se faz necessária: porque sentimos medo ou fobia?
Ninguém nasce com o problema, pelo menos assim eu penso. Os medos e as fobias são circunstâncias da vida que levamos. Não temos proteção emocional para evitá-los. Somos atacados facilmente e dependendo da intensidade só tratando. A vida tem destes sentimentos, e como evitá-los?
06.02.2010
Escrito por Graciele Gessner.
*Se copiar, favor mencionar a devida autoria. Obrigada!
Da nota mais aguda e vibrante da canção,
do arrepio eletrizante de uma emoção,
da lágrima sentida e cristalina do pranto,
da beleza singela de uma flor do campo,
do amor de mãe entoado no acalanto,
dos versos colhidos no frescor do dia,
da sensibilidade aguçada em cada gesto,
do sorriso que ilumina e irradia,
da coragem frágil que predomina,
da pequenez que de repente se agiganta,
da razão ponderada pelo coração,
do amor incondicional e sem limite,
da vida que gera vida
e que Deus permite...
Da graça de ser, de crer, de haver,
da semelhança com Maria,
Mãe abençoada do Salvador,
da mais perfeita poesia
surgiste tu, Mulher,
simbologia do Amor!
Carmen Lúcia
Mulher de hoje
Garra,
beleza,
fragilidade,
força,
Juntos formam a mulher.
Respeito à quem quiser,
não há homem
que empate à mulher
Casa, trabalho, família,
administrados e movidos.
por amor e com harmonia.
Mulher não é fantasia,
Não é capa que se veste ou troca.
Nasce-se com fardo pesado
Dom predestinado.
Não sou feminista.
Não sou machista.
Não sou preconceituosa
Não sou ignorante.
Sou guerreira,
Brasileira ou estrangeira.
Chame do que quiser
Sou fortaleza, sou beleza...
Sou mulher!
Flávia Simplício
Todos direitos reservados
A cada dia nasce um sol no firmamento
E o meu caderno continua incompleto
E eu vagando entre as nuvens e o vento
Desenho vida nas letras do alfabeto.
Junto pedaços perdidos em algum momento
Colho lembranças esquecidas em algum lugar
A minha vida... são ondas em movimento
Que vem e vão na praia do meu mar.
São ondas fortes que arrebentam em sentimento
Que tinge em versos a voz do coração
Viola triste que chora o sofrimento
Guitarra alegre que entoa a emoção
E assim com tanto ainda por fazer
Eu peço a Deus sua divina proteção
Vejo meus dias em lírios florescer
Nesta jornada que é um palco em confusão
Ainda há muito que florir neste jardim
São tantos sonhos desenhados em poesia
É a primavera que sorri dentro de mim
É rosa rubra regada com ousadia.
Carmen Vervloet
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Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.
Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.
Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.
Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.
A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.
De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.
Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.
Pablo Neruda
Logo vi que quando eu devorador de
Sorrisos iria achar meu banquete no
Sublime deleite da mais singela forma
Do mais subto e derradeiro feixe de luz
Nascido do brilho singular de teu sorriso
Que assim me devora e faz esqueçe as velhas
E esquecidas rosas, pois agora de uma
Orquidea faço-me cativo ao seu aroma.
Ah! Cara Orquidea temos tempo e palavras
Para que no fim desta tarde possa te mostras
As longinguas estrelas que por voce deixei, mas
Não se esconda em seus espinho, pois sei muito
Bem que não tens e mesmo assim se tiveres
Não te rejeitarei para apenas guarda minhas
Mãos que indignas são de te roubar desta tua casa
Pois quem sou eu para entra em seu jardim e fazer dele
Minha morada e por fim me alimentar deste teu
Prazeroso e terno aroma que consome minha essencia
Fazendo dela tua eterna luz e fazendo da tua minha
Primordial felicidade que nasce em teu jardim, Orquidea [...]
Há um tempo pra tudo
Há um tempo para amar e sonhar
Para esperar, para vestir-se de ilusão,
Há também o tempo de chorar
E com as lágrimas lavar o coração
Há um tempo para esquecer
Todas as dores e tormentos,
Há um tempo para querer viver
Vida plena de encantamentos
É quando o coração se desnuda
Despede-se das mágoas se enche de luz
Livre dos grilhões e da boca muda
Liberta-se da alma ressentida
Diiná Fernandes
Perco o chão,
prendo a respiração,
ouço meu coração...
Vibro de emoção,
morro de paixão,
transbordo excitação...
Canto uma canção,
toco um violão...
Digo sim e não,
qualquer que seja a razão.
Fico na solidão,
só, na imensidão...
Grito um palavrão
em prol da libertação...
Saio da prisão;
o sol embaça a visão,
habituada à escuridão.
Olho pra multidão
andando sem direção...
Arrisco uma reflexão,
faço uma confissão,
entrego-me à oração,
me doo à conversão,
me agarro à religião
libero a devoção
sem noção ou pretensão...
Discuto a relação,
eterna procura de solução...
já tenho o não;
quem sabe um sim, então.
Por que não?
Procuro temas,
estratagemas,
cenas...
isentas ou não de problemas,
obscenas ou serenas,
profundas ou amenas...
Enfim, busco da vida
o poema.
Carmen Lúcia
... Eu espero q o tempo caleje a sua sensibilidade, não demasiadamente para deixá-la cega diante dos detalhes essenciais da vida, mas suficiente para tornar suas emoções menos pesadas. É mto raro encontrar pessoas sensíveis e, particularmente, eu admiro mto as que são, mas quando esta se torna uma porta de entrada para as sensações, pode se tornar uma cruz...
Buscamos eternamente o equilíbrio não é minha amiga.
Para Faby
21 de Fevereiro de 2010
00:01 hs
Meu novo video...
Link do video no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=J8YnNMGOjo4
Enise
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