Enviado por ernesto pinto em Dom, 10/10/2010 - 21:17
Professora és O meu verso
Eliane você és o meu verso
Minha melodia
Meu canto coral
Meu paladar
Meu universo
Tu és a clareza dos meus pensamentos
É s meu cativeiro
A minha estrela da alva
A sombra de o meu acordar
És dança da minha esperança
A flor mais linda e mais doce, que eu já beijei
A noite que nunca passa
O luar sem falsidade,
A novela sem autor
O medo sem motivo
Olhar sem cor
A razão sem vitima
A heroína do meu silencio
O canto sem dança
O silencio sem motivos de ser
Eliane você me fizeste refém do seu olhar
Vitima das suas aulas,
Eliane é a professora dos meus pensamentos
Sim me fizeste refém do seu ser
Por favor, prenda me ao seu lado,
Mas sem criar dores em mim
O caminho de ferro de São Vicente
Está muito fortemente delineado
Na imagem sem trilhos dos dormentes
De madeira a muito na areia fixados
E que deixaram no leito marcado
Seu trajeto e mesmo que se tente
Disfarçar de onde foram retirados
Eles aparecem muito latentes
Nas fotos aéreas e no solo escarpado
Dos morros pelos quais passava rente
Às rochas e no túnel escavado
Na divisa das cidades proeminentes,
Passando então o túnel a ser chamado
De ”José Menino”. Ida a São Vicente.
(DIRCEU MARCELINO)
“VIAGEM DE TREM”
Lá vem a Maria Fumaça...
Trazendo e levando saudades...
Por onde ela passa!!!
Por toda a composição...
Esta espalhada à esperança...
Em muitos corações!!!
Lá vem o trem de ferro...
Carregado de sonhos...
De sentimentos sinceros!!!
Na beira das estações..
Tem crianças brincando...
Se enchendo de ilusões!!!
No apito do trem amigo...
A cabeça viaja...
Num grito contido!!!
O amor, que ainda não voltou...
É esperado na rampa, com todo fervor!!!
Lá vem a Maria Fumaça...
Trazendo a alegria...
Por onde ela passa!!!
Chuck,chuck, chuck, lá vem a Maria Fumaça,...
Espalhando noticias por onde ela passa!!!
(Viajar de trem faz parte do imaginário de toda criança...
Portanto permaneçamos criança enquanto durar nossas vidas...
Porque na vida de cada criança, não pode faltar esperança...
E nem uma viagem de trem!!!)
SEM MEDO DE SER FELIZ
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Venham crianças, venham sonhar.
Venham sem medo, venham dançar.
No céu as estrelas estão a brilhar.
Venham, a festa vai começar!
No azul do céu, estão a pisar.
Sapatinhos iguais a cristais.
O coração a saltitar.
Venham todos, a festa já vai começar!
Os sonhos, vocês podem imaginar.
Os desejos, vocês podem realizar.
Basta seus corações desejarem.
Serão o vento a bailar!
Serão os caçadores do luar.
Serão os fazedores de estrelinhas.
Serão as sete cores do arco-íris.
Serão os pintores do céu!
Venham crianças, venham.
Gargalhem, suas alegrias ao vento.
Cantem, seus louvores à Deus.
Cirandem, a alegria de serem felizes!
Construam o amor, a paz a harmonia.
Joguem seus sonhos ao vento.
Salpique de lume os caminhos.
E serão eternamente crianças,
sem medo de serem felizes!!!
Enviado por ushihaxandre em Dom, 10/10/2010 - 09:30
Quando eu olho nos seus olhos
Eu posso ver um amor reprimido
Mas, querida, quando te abraço
Você não sabe que eu sinto o mesmo?
Pois nada dura para sempre
E ambos sabemos que corações podem mudar
Nós estivemos nisso por um longo tempo
Só tentando matar a dor
Pois amantes sempre vêm, e amantes sempre vão
E ninguém realmente tem certeza de quem está se deixando ir hoje
Indo embora
Se nós pudéssemos ganhar o tempo para deixar tudo na linha
Eu poderia descansar minha cabeça
Apenas sabendo que você é minha, toda minha
Portanto, se você quer me amar
Então, querida, não reprima-se
Ou eu acabarei caminhando na fria chuva de novembro
Você precisa de um tempo... pra você?
Você precisou de um tempo... sozinha?
Todos precisam de um tempo... para si
Eu sei que é difícil manter aberto o coração
Quando, até mesmo os amigos parecem te prejudicar
Mas se você pudesse curar um coração partido
Não haveria tempo para te encantar
Às vezes eu preciso de um tempo... pra mim
Às vezes eu preciso de um tempo... sozinho
Quando seus medos baixarem
E as sombras ainda permanecerem
Eu sei que você pode me amar
Quando não houver ninguém para culpar
Então, deixa pra lá a escuridão
Nós ainda podemos achar um caminho
Pois nada dura para sempre
Nem mesmo a fria chuva de novembro
Todos precisam de alguém
Você não é a única!
"November Rain"é uma canção pelo americano de hard rock da banda Guns N 'Roses, escrita pelo vocalista Axl Rose e lançada como single em junho de 1992
Enviado por Carmen Lúcia em Dom, 10/10/2010 - 05:32
Num canto da sala balançava a cadeira.Por cima dos óculos ela só observava.Não dava palpites.
A rotina diária...Muita algazarra, correria. Todos apressados, em tropeços, passavam por ela.
Nem sequer percebiam que ela percebia.Olhava a todos e a tudo.Sem que ninguém a visse.
Os dedos já cansados esboçavam um bordado.Pareciam mecanizados, de tão acostumados a esses traçados.Chegavam à perfeição.
Seu rosto, sem expressão, semblante enrugado, eram marcas que ficaram, que o tempo lhe deixara.
Um tempo ausente que corria lá fora.Agora mais veloz, levando embora a vida, que ela via caminhar, além da janela, afastando-se cada vez mais.
Vieram-lhe as lembranças.Ricas lembranças.Criança correndo pelo campo, sem tempo, sem marcas, só esperança.Só risos.Sonhos.Fantasias.
Então cerra os olhos.Começa a imaginar.Ouve uma música suave.Esboça um doce sorriso e se pega a rodar, a girar, por entre flores, pés descalços na grama úmida...com o vento acariciando seu rostinho de criança feliz.De repente a criança põe-se a correr...para um lugar belíssimo, indescritível, inimaginável...
A cadeira já não balança.Permanece imóvel no canto da sala.
Caído ao chão, um bordado perfeito e já terminado.
Repousa de lado aquele rosto sem expressão, marcado agora pela morte.
A lida prossegue lá fora. E lá dentro, a rotina de sempre.É a vida!
Ninguém percebe a partida.
Enviado por Carmen Lúcia em Dom, 10/10/2010 - 04:03
Fim de tarde...
Infinitamente tarde.
Que faço do amor
que não se finda
com a tarde...
Como a tarde.
Dos sonhos que não se acabam
embrenhados na tarde que se vai,
sem alarde.
Sem piedade, sem aviso, ela sai
e a nostalgia que fere, cai.
Como fino punhal
trazendo o final.
Por toda parte
o amor invade...
Sem saber que já é tarde,
sem saber o quanto arde
quando é infinitamente tarde.
E a tarde finita e fria
se alastra pela noite
sem sonhos, sem poesia
e acaba vazia.
E pelos cantos o amor se anuncia
pensando que ainda é cedo,
que ainda é dia...
que ainda cabe no curto espaço de tempo,
que cabe à tarde
que se finda,
levando toda magia...
Enviado por Jorge Vitor em Sáb, 09/10/2010 - 18:58
Um beijo no coração;
É um beijo de paixão;
É a face do amor;
Esposta sem direção;
É a voz ensurdecida;
Ofuscando a visão;
Você não sebe se é amor;
Você não sabe se é paixão;
O tempo é um termômetro;
Que aumenta ou diminui;
A indecisão;
Um labirinto de loucuras;
A forma que se propaga;
E interfere em nossas vidas;
Não é nada comparado;
Com o poder de seu nome;
O tempo do invelhecimento;
Mas que torna eterno o amor;
Um beijo no coração;
É dizer sem ilusão;
Que querer ficar sózinho;
Não existe tradução;
Pode até estar escrito;
Como uma senssação;
É uma tinta que ficxura;
De impossivel remoção;
Não importa em qual livro;
Sem encontrar, sem saber onde está;
Oculto em seu intimo;
profundo, guardado, calado;
Só sai do esconderijo;
Se o beijo é alcançado;
Quanto mais é tocado;
Nasce um mundo de alegria;
Entregando tudo de si;
Ao um conjundo de armônia;
Um beijo inesquecível;
Que pode até ter acabado;
Mas se esse beijo é tocado;
Pra sempre será guardado.