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Foto de Carmen Lúcia

Nosso Amor

Como comparar amor à dor?
Seria negar nossa própria existência
regada da sublimidade maior
envolta de enorme querência
a nos unir e nunca nos sentirmos sós.

Nosso amor... Único e onipotente...
De almas compatíveis, sentimento contundente
a quem a vida consagrou...
Sem lágrimas, sofrimento ou rancor;
embora lamente todo o desamor que vigora
e cospe agruras no mundo de agora.

Amor construído de essências,
conteúdos sólidos,
razão e emoção
caminhando lado a lado,
desprezando a embalagem,
fogo de artifício que explode,
ilude, resplandece e morre.

Se porventura a dor nos rondar
e nos flagrar colhendo sonhos,
de imediato há de recuar
derrotada por nosso sorriso,
gládio protetor e incisivo
a refletir nossa felicidade.

E o amor perfeito, cultivado,
flamejará, sacramentado
dentro de nosso coração
refazendo a crença no amor sem dor,
reacendendo sentimentos abatidos,
ressuscitando amores que morreram
antes mesmo de terem existido.

Carmen Lúcia

07/03/2010

Foto de rock.gi

Medo

Temos medo de sentir medo
Medo da dor
Medo do amor
De sofrer
e sobretudo morrer
De arriscar, de perder e até mesmo de ganhar
De sentir alegria por medo de acabar
De amar porque isso pode machucar
De viver.....

Foto de rock.gi

Haja o que houver

Tão difícil é para mim quanto é para você
Como sendo tão diferentes mais parecidos não poderíamos ser?
Defendo minha idéia enquanto você defende a sua
Sem dar o braço a torcer essa luta continua
Perceba que tudo isso é pouco perto do muito que temos
O mundo é imenso e a vida é curta, já sabemos
Não deixemos que detalhes, nossa alegria escureça
Haja o que houver, continuo te amando, não se esqueça

Foto de Diario de uma bruxa

Pássaro ferido

Pássaro de alma sofrida
Voa, voa sem parada
Sem rumo
Sem um coração para pousar

Vive procurando
Um novo sentido
Para cantar
Um novo sorriso
Para inspirar-se

Pássaro ferido
Encontrei-te sozinho
Sinta... Meu coração esta contigo
Pronto pra te alojar
Pronto pra dar sentido a sua vida

Deseja te fazer cantar novamente
Inspira-te novos sorrisos
Criando asas a sua imaginação
Pra você voltar a sonhar
E quem sabe
Voltar a amar.

Poema as Bruxas

Foto de Ricardogiga

Nada sem você

Onde está você que não te vejo?
Onde está você que não esqueço?
Pra onde foi a luz da minha manhã?
Onde estará a estrela que ilumina minha noite?

O teu céu,sou eu.
O meu mar é você.
Assim como o céu é nada sem estrelas...
Assim como o mar não é nada sem os seres marítimos...
Minha vida se torna nada.
Nada sem você...
Nada mesmo,só pra você saber!

Foto de Carmen Vervloet

ROSA ESCARLATE

Se no jardim fértil de cada coração
as sementes do bem e do mal buscam espaço
há sempre de florescer nesse pedaço
a que for regada todos os dias
com as águas transparentes da sabedoria.

Valores como amor, solidariedade, respeito
brotarão quais nascentes desse leito
e o mal em árido deserto murchará
derrotado pelo bem nesse combate
que surgirá qual bela rosa escarlate.

Mas tem que ser dedicado lavrador
e não apenas um incauto expectador
ou mesmo um cerebral articulador
que pensa... mas não cultiva a flor
que sonha... mas não semeia o amor.

No jardim da vida onde a erva daninha
brota sufocando os valores
só a união do povo porá fim às dores
ao medo que atormenta e não adivinha
o que escondem nas obscuras entrelinhas.

O dinheiro, a fama, a mentira, o poder
tomam conta de boa parte do mundo
mas o amor é sentimento fecundo
pode sobrepujar o mal que aqueles instalam
na união dos semeadores do bem
que aram a terra e as sementes espalham.

Se o cérebro trabalha envolto em sua limitação
que bom... mais espaço sobra pro coração
que sábio saberá usar suas ferramentas
que as afiará na educação, as abrandará na poesia
e trará de volta pra todos em doce magia
a dignidade envolta em límpida alegria.

Um imenso jardim de rosas escarlates
jamais visto neste mundo
mas pra isso temos que reagir ao embate
com ousadia mergulhar bem no fundo
e resgatar os reais valores que se perderam
em mar profundo... na lama do egoísmo coletivo...
Em lodo imundo!

Carmen Vervloet

Foto de jairo Vianna

Mãe

Certo dia um rapaz chega em casa,mais um dia havia se passado ,ele lembra do haviase passado pela manhã,na qual ele havia tido um desavença com sua Mãe que ralhava com,por suas constantes faltas a escola,com suas más companhias e com total falta de vontade de progredir na vida. Ele porém descordou veementemente dela,e não ficou por baixo,falou um monte de coisas prar ela também, e no calor da discussão,antes dele sair batendo a porta, escutou :
- Filho você ainda irá se arrepender!!!
E agora ele retornara,já era a noite,a casa estava vazia,seus irmãos não estavam,procurei por todos os cantos e não vi ninguém,sai na rua e perguntei a um vizinho,ele ficou me olhando de modo pensativo e receoso mas mesmo assim me disse:
- Sua Mãe.. Ela ...Sua Mãe faleceu...
Fiquei desnorteado, sem rumo,sem chão,neste momento ele se lembra de tudo que tinha feito e falado,seu coração se encheu de amargura e tristeza,podeira ter sido diferente,quantas vezes ele deixou de falar que a amava,de dizer o quanto ela era importante para ele, e agora tudo acabou, se sentiu sozinho, seu mundo desabou e ás lágrimas não cessavam,tudo ficou vazio,pensou até em se matar por causa do arrependimento,mas derrepente uma luz brilhou:
Era sua querida Mãe que entrou no quarto, chamando:
- Filho, acorda amor você não vai a escola??
Moral da História:
Valorize está jóia rara, que chamamos de Mãe e por mais que ás opiniões seja divergentes,ela sempre está falando para nosso bem.
Baseado em uma história real

Foto de Lady Godiva

#4

A distância não traz só a saudade. Muitas vezes, traz também a sensação de que afinal somos capazes de viver sem o outro.

Foto de Carmen Vervloet

QUANDO A POESIA CHORA

A poesia chora...
Quando a cena é a mão que apedreja
e a palavra machuca o coração,
terra sem escape...
Jardim onde a flor fenece
junto ao tempo que passa indiferente
e deixa pra trás uma saudade latente!

A poesia chora...
Quando os ouvidos se fazem surdos
ante os gritos da natureza ensanguentada
que caminha destroçada rumo à morte
e poucos se curvam frente seu infortúnio
e sua sombra se move sobre o futuro,
catástrofes que destroem o porto seguro.

A poesia chora...
Quando ninguém ama ninguém
num mundo onde o egoísmo é rei
e a vaidade apaga a luz que brilha
sem pausas, sem lanternas, sem faíscas, sem velas...
Erva daninha brotada do veio da seca terra,
lâmina afiada que sobre todos se enterra.

A poesia chora...
E já nem molha o papel!
Máquinas, engrenagens, computadores
robotizam os endurecidos corações
e a terra qual fria e impermeável pedra
povoada por semideuses de aço,
sentimento implodido, pedaços de amor no espaço!

E em cada lâmina que fere a vida,
a poesia já nem chora...
A poesia afoga-se em lágrimas
e morre de dor!

Carmen Vervloet

Foto de Osmar Fernandes

O leitor é a alma da obra de um escritor

O escritor escreve o que o poeta, o contista, o novelista, o jornalista sentem. Suas emoções revelam-se nos livros, nos artigos de jornais, na internet... Portanto, o leitor tem que entender que, as inspirações redigidas pelo autor, têm sentimento do escritor, mas, nem sempre se refere a ele. Cada tema, cada assunto, tem suas peculiaridades.
Para o poeta basta ver uma folha cair de uma árvore que, sentimental como é lá vai ele poetizar... Basta ver ou ouvir o problema de alguém que, o escritor se incorpora a um personagem literário e pronto, vem logo um tema, e o conteúdo nasce automaticamente.
Claro que esses sentimentos têm suas variáveis... O poeta, de todos, é o que tem um dom mais apurado, requintado além da terra, dos sonhos, da vida, do coração. Os demais têm um dom pragmático, ousado, que é aperfeiçoado no seu cotidiano. Todos têm o seu valor axiomaticamente.
Não se pode confundir o texto de alguém com a sua ideologia, com seu jeito de ser, de pensar, de agir... O texto nada mais é que um sentimento tomado de uma síncope do momento, do fato, do estalo.
Logo, o personagem pode ter vários sexos, cores, dogmas... Ele é incorporado daquele instante, sem se importar com essas determinantes.
Cabe ao escritor pôr no papel o papel do seu personagem. Ele tem que viajar na sua cabeça e no seu pensamento, e obedecer ao condutor, que o dirige. Confundir o redator e o personagem é o mesmo que não entender o corpo da literatura.
Obviamente que o escritor também pode ser o poeta, o contista, o novelista, o jornalista... Mas, isso é coisa rara. Falar dele mesmo acontece de forma raríssima.
O sentimento tem vida... Ao ler um texto é necessário entender que cada assunto está revelando o que o personagem sente, entende, vive e morre. O leitor é a alma da obra de um escritor.

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