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Foto de Ayslan

Para meu amor

Sabe... Essas são palavras que não consigo te dizer. Palavras que se acovardam quando estou contigo e resolvem sair quando estou longe. Não sei por que muitas vezes resolvo ficar só e lutar sozinho se é você que mim da forças. Quero apenas te dizer que todo carinho que te dou não é o bastante, todo carinho e amor que essas palavras representam também ainda não é o suficiente, minha dedicação em procurar te dizer frases tímidas que se escondem através de um olhar não é o bastante. Você merece minha vida, carinho, dedicação e amor... Você merece bem mais do que eu tenho feito... Você merece ouvir todos os dias e em todos os contos... "Eu te amo, eu te amo inúmeras vezes e só calar quando mim beijar" Você merece minha vida mesmo que seja contada em vários contos, será uma linda historia de amor... Obrigado por mim amar.

para: Priscila

Foto de raul castro

Abutri

abutri desgraçado, minha carne esta pronta para ti,
não deixes nada para traz, devores tudo.
morte amiga, acalme minha alma,
desta vida desventurada.

abutri amigo, acabe com tudo,
pois desta vida não levo nada,
alem das minhas desgraças vividas.

Foto de Joaninhavoa

Guitarra! Toca baixinho

*
Guitarra! Toca baixinho
*

O meu poema é simples como a leitura
das linhas da minha mão
Basta achar-lhe o caminho em reza
para o coração
Dá-se o eclipse! Num grito um estoiro
em pensamento
Razão. Age como o arco da viola
a vibrar ao vento

Movida pelo encantamento minha vida
é meu tormento
Quanto mais a ti chego mais me afasto
do presente
Ziguezagueando sem rumo
e sem destino
Como um(a) condenado(a) de grito
de monte a monte

Oh guitarra! Toca baixinho
O meu poema é simples como a leitura
das linhas da minha mão

Basta achar-lhe o caminho em reza
para o coração
Oh guitarra! Toca baixinho

Joaninhavoa
(helenafarias)
30/09/2009

Foto de Joaninhavoa

BaBa

*
BaBa
*

«Fecham-se-me os olhos
sob as palpebras persistentes
da noite...
Ressoam tesouras a abrir e a fechar
e a cortar o ar...
Pelas ruas as brisas murmuram
em cachos ao luar...
Queixumes de amores! Lavaduras fugazes
Ternuras audazes...
Virgem estou no céu entre o azul e o brilho
estrelado...
Contemplo segredos e vivo
em Olviedo! Onde a espuma é saliva
Baba a dar que pensar...».

Joaninhavoa
(helenafarias)
29/09/2009

Foto de Joaninhavoa

BaBa

*
BaBa
*

«Fecham-se-me os olhos
sob as palpebras persistentes
da noite...
Ressoam tesouras a abrir e a fechar
e a cortar o ar...
Pelas ruas as brisas murmuram
em cachos ao luar...
Queixumes de amores! Lavaduras fugazes
Ternuras audazes...
Virgem estou no céu entre o azul e o brilho
estrelado...
Contemplo segredos e vivo
em Olviedo! Onde a espuma é saliva
Baba a dar que pensar...».

Joaninhavoa
(helenafarias)
29/09/2009

Foto de Carmen Lúcia

Recomeçar...

Preciso voltar ao passado,
retornar ao tempo em que me deixei ficar...
recomeçar do tempo onde pulei etapas,
sem avaliar o preço que iria pagar...

Voltar para mim mesma...
Redescobrir estradas por onde passar.
Não temer os sismos, alcançar o cimo
construindo pontes pra suavizar...

Resgatar os sonhos que desperdicei,
apagar a vida que em vão, levei...
Deixar de ser a vítima, mudar de condição;
da fragilidade à superação...

Nem tudo está perdido...
Achar-me é um recomeço;
reconstruir os sonhos,
buscar realização...
olhar-me com apreço,
ao novo arremesso.

_Carmen Lúcia_

Foto de poeta da sul

Sinto saudades

Amiga você é demais
Você se foi nem me disse bye-bye
Mas ai sentirei saudades
Você pode crê
Lembrarei de você
No fim da tarde
E no anoitecer
Lembrarei das horas
E dos momentos
A saudade apertara
Eu sei eu em contento
Não é o fim
É só escolha do destino
Você se foi me deixando um vazio
Um vazio enorme
Dentro do coração
Deixando-me saudade
Fazendo imensa a solidão
Quando a saudade aperta
Ela machuca e fere também
O vazio de sua ausência
Jamais será preenchido por outro alguém
Pois igual a você eu jamais vi
E nem sei se vou encontrar
Pois amizade igual a tua
É uma das coisas que gosto
Muito de cuidar

Autor: Menino Poeta

Foto de Carmen Lúcia

Rua dos sonhos...

Aquela rua onde deixei gravadas
em cada canto, histórias sem fim,
hoje se encontra fria e abandonada
ouvindo risos que tranquei em mim...

Ainda a vejo como outrora a via,
a guardar promessas juradas ali...
Umas rolaram pela rua abaixo,
outras ficaram sem ter onde ir...

Àquela rua segredei meus sonhos,
idealizei um mundo de amor pra mim
e como tudo nessa vida passa,
passou o amor e a rua teve fim.

_Carmen Lúcia_

Foto de pctrindade

VELHOS TEMPOS

Houve um tempo, em que os anjos brincavam neste quintal, ao olhar des-preocupado de Deus, pois não havia maldade. Eram anjos de todas as cores, sem raça definida, mesmo porque não existia um conceito que definisse a palavra raça. Eram anjos de aparência diferente, porém iguais.
Era possível encontra-los em qualquer lugar, pois viviam entre nós também que já pertencíamos a uma hierarquia mais antiga e nossa missão era fazê-los sentirem bem.
Houve um tempo em que o sol sabia controlar a medida certa de seu calor e dividir fraternalmente seu domínio com a chuva e o vent
Houve um tempo em que as estrelas não escondiam mistérios, e o papel da lua era apenas embelezar, sem a responsabilidade do domínio de rios e mares.
Houve um tempo em que não era preciso compor canções, pois todas elas pairavam de maneira etérea, ao alcance de qualquer ouvido e a poesia, estava configurada na alma e expressa no olhar.
Houve um tempo em que não existia saudade, e a maior distância conhecida era o tempo de fechar os olhos sonhar e acordar longe.
Era o tempo da felicidade que palavras seriam impossíveis de descrever mesmo ao mais arguto sábio.
Mas um dia, Deus sentado em sua varanda celestial, ao olhar seus anjos brincando, entediou-se, mas não por seus poderes supremos, e sim por estar cansado de ser mantenedor da harmonia e então resolveu repartir sua supremacia delegando
poderes e individualidades. Criou o livre arbítrio num estalar de dedos.
Os animais que antes enfeitavam seu quintal, notaram as diferenças entre si, o mesmo acontecendo com os anjos que passaram a olharem-se estranhando fisionomias, cores e vozes. O Criador instituiu raça e sexos.
Agora, novamente na varanda, Deus chora baixinho ,olhando seu quintal vazio, sombrio e silencioso .
Fecha seus olhos e vê seus anjos desentendidos, dispersos e morrendo em batalhas, ansiosos por tomarem seu lugar.
Adeus hierarquia
Abre os olhos novamente, olha para o alto e vê a lua que, já não cheia como criou, preocupada também em estender seus domínios.
Num gesto de desespero, usa seu infinito poder, conclamando o vento para transportá-lo às estrelas longínquas, onde restabelecerá suas forças, e de lá governará esse universo obscuro longe de nossos olhos.
Mas engana-se quem pensa estar Ele sentado em algum trono. Não,Ele adora simplicidade, e continua sentado numa varanda, só que agora cósmica, e tem à sua frente um vasto quintal também cósmico, onde brincam poucos anjos, todos resgatados de nosso quintal terreno.

*

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