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Foto de Rosinéri

LOUCA CAÇADA II

Hoje ao acordar pensei, é você que eu quero
É de você que eu preciso
É por você que me machuco
E é em você que eu viajo
É pensando em você que eu me perco
É tentando te encontrar que me estranho
É tentando te conhecer que me conheço
É te procurando que me acho perdida
MAS....
É nos amando, meu querido
Que eu encontrei o final de minha louca caçada.

Foto de Rosinéri

SE TUDO FOSSE SEM FIM

A esperança do amanhã é o alimento do dia de hoje
O fortalecimento maior é saber que existo na
Plenitude da felicidade
Quem me dera se tudo fosse sem fim
O amor, a felicidade enfim tudo que vem de você
A dúvida de não ter certeza do final
Me deixa encabulada, e então vivo
Tentando viver hoje lucidamente na sua explosão.

Foto de Sonia Delsin

SONHOS DE UMA VIRGEM

SONHOS DE UMA VIRGEM

Era ela e seus sonhos... na noite calada.
Lindos sonhos... tamanhos.
Sob a coberta axadrezada ela dava risada.
Um príncipe montado em seu cavalo percorria o quarto.
Na penumbra ela ria.
Se divertia.
Com a magia.
Com a fantasia.
Esta fantasia ela podia alimentar.
Linda virgem a sonhar...
A esperar.
A esperar...

Foto de Sonia Delsin

ENFEITEI TUA CHEGADA

ENFEITEI TUA CHEGADA

Eu te busquei nos recantos mais absurdamente acobertados.
Te busquei nos meus sonhos calados.
Erotizados.
Te busquei...
Pensava, meu amado.
Se este querer é pecado...
Ah, se é... estou pecando a todo instante.
Nunca vai ser o bastante.
Te busquei sim nas minhas noites insones,
nos meus dias infinitamente longos...
Nas minhas tardes monótonas, nas manhãs radiantes.
Te busquei nas minhas entranhas.
Senti tremendo calor.
Ardor.
Por ti.
Te buscando fui pensando.
Este homem vive em algum canto deste imenso mundo.
Sempre pressenti que te encontraria.
Sempre.
E enfeitei tua chegada com poesia.
Fiz de nossos dias vazios uma linda... uma linda e doce fantasia.

Foto de Joaninhavoa

QUANDO O DESTINO BATE À PORTA...

*
QUANDO O DESTINO BATE À PORTA...
*

Você me viu um dia e nunca mais me esqueceu
Tanto tempo passou até nos cruzarmos outra vez
E aí eu te vi com olhos de ver...

Cada dia que passava mais e mais
Minh`alma cativava
E eu sem saber por si me apaixonava

Deslumbrava-me com mil e uma coisas
De nada e por tudo
Instalou-se em meu pensamento
A pouco e pouco
E gritavam-me aos ouvidos
Apaixonada por você...

Uma incongruência! Compulsiva
esta tendência de só querer você...

Abarco algures destrancando a alavanca
Com destino sem rumo sem hora sem volta
E quanto mais fugia mais era meu o engano
Minh`alma estava um dano

E as saudades apertavam
O coração sangrava ora em larvas
Ora em águas ficava...
Triste meu triste fado! Me salva

Mas eu não pedi nada nem sequer em oração
Nem fiz promessa em peregrinação
Pois amor eu já tinha ou pensava ter...

E gritavam-me aos ouvidos
“Quando o destino bate à porta
Não há nada a fazer...”
O amor é fatal! O que havia
De me acontecer.

Joaninhavoa
(helenafarias)
24/02/2009

Publicado no Recanto das Letras em 25/02/2009
Código do texto: T1457215

Foto de Paulo Gondim

Estranha visão

ESTRANHA VISÃO
Paulo Gondim
24/02/2009

Escombros da alma
Gestos sem calma
Fúria do ser
Inóspita visão
Ignara ilusão
Abalado sofrer

Mergulho no escuro
Um feto imaturo
Que insiste em nascer
Mesmo que lhe aborte
O medo da morte
Precisa vencer

E a fúria se espalha
Em negra mortalha
Em gritos sombrios
Mistura de gozo
Num tom pavoroso
Em ecos tão frios

Rajadas de vento
Que se faz tormento
No frio açoite
Lamento se esvai
Em grito que vai
Afora, na noite

Foto de Chácara Sales

Ela Hesitou em me Amar.

Um dia investi no amor...
Amor que pensei que poderia dar certo,
Em me iludindo neste amor
Tinha a certeza que seria só meu.

Entregava-me por inteiro,
Afogava-me em seu beijos...
Aos poucos o tempo mostrava
Que eu me precipitava.

Meu amor não me amava,
Queria apenas momentos comigo,
E nesta triste estória eu entendia
Que éramos apenas "amigos".

Os beijos e abraços,
Carinhos desse amor perseguiam-me dia e noite.
Invadia meus pensamentos,
Deixava-me em fragmentos...

Nas noites lívidas enxergava-o a brilhar doçura
Por entre as estrelas e regozijava,
Mas eram sonhos... este amor resplandecia dúvidas.
E a realidade era não me querer pra si.

Levou consigo a ternura,
Para outro deveras e a dedicação também.
Fiquei na íntegra, vítima do descaso.
No coração a onda císmica, o abalo.

Tanto eram as lágrimas que eu imaginava me afogar;
Não me cuidei em matéria de gostar.
Eu cria depois que ela se cuidou em não apaixonar,
Afinal, hesitou em me amar.

Foto de Joaninhavoa

UM AMOR CEGO!

*
UM AMOR CEGO!
*

Como o Sol e a Terra
se predestinam pelas leis do universo
Assim foi! Ao encontrarmo-nos naquela linha do infinito

Tu e Eu! Num longo corredor que encerra o segredo
Para além do horizonte a pura liberdade
Arco íris de energias renováveis

D`espertar! Implica o doce “Olvitar”
O doce “faire niente”arriscar a consciência e superar
Nas ondas magnéticas as existências criando
Uma orquestra etérea e dançante

Entreolhamo-nos na muda expressão do desafio
Insistentes gestos ociosos folheam vestes cheias de cifras
E no ar frases melódicas adormecidas latentes

Vestem-se para esconder em cada recanto
O timbre e todo um estilo de nossos corpos harmoniosos
Prisioneiros da paixão de um amor cego

Assim é!

Joaninhavoa
(helenafarias)
24/02/2009

Publicado no Recanto das Letras em 24/02/2009
Código do texto: T1451218

Foto de Paulo Gondim

Puro silêncio

PURO SILÊNCIO
Paulo Gondim
22/02/2009

No exílio da alma a que me impus
Lembro de você, como lenitivo para minha dor
O teto fosco e a luz pálida me acompanham
O que me faz ainda mais só

Os dias são longos, as noites infindas
Sem o carinho do seu beijo
E vejo fugir todo o desejo
Como se não houvesse vida

Só a árvore, fora da janela, se mexe.
Dentro do quarto, tudo é imóvel
Somente seu vulto me vem à mente
Na confusão de meus pensamentos

E assim são meus dias. Puro silêncio.
Que certamente será quebrado
Quando a porta se abrir, o sol surgir
E com ele, seu abraço terno
Seu beijo quente, seu sorriso doce
Que me fazem feliz

Foto de Civana

Purpurina

Grito de Carnaval
Orquestra ecoa no salão
Palhaços, Colombinas, Pierrôs
Entregam-se felizes à multidão.

Olhares se cruzam num relance
Vai-e-vem de corpos esfuziantes
Mãos se tocam por um instante
Perdem-se na euforia contagiante.

Corpos realçam a meia-luz
Sorrisos brilham na penumbra
Olhares queimam, deixam nus.

Fantasias, copos, serpentina
Música, despedida, cerram as cortinas
Beijos e lágrimas de purpurina.

(Civana)

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