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Foto de Sonia Delsin

REFÉM DE QUEM?

REFÉM DE QUEM?

Presa a um sonho tolo ela se fechou.
Num mundo abstrato que nada lhe acrescentou.
Algemada, vedada.
Refém de si mesma.
O que ela pensa?
Que tudo acabou.
Quando nem começou.

Foto de Sonia Delsin

PANTOMINA

PANTOMINA

Ela fala com as mãos.
Gesticula.
Se agita todinha quando fala.
Mas quando cala.
Sai de baixo.

Foto de Sonia Delsin

PROMESSAS NUM OLHAR

PROMESSAS NUM OLHAR

Tu tinhas um olhar.
Um olhar de matar.
Havia tantas promessas nos teus olhos.
E eu adorava te observar.
Caminhavas tão imponente.
Parecias tão valente.
Se tu cumprias o que prometias?
Não cumprias.
Acredito que tu vivias de fantasias.
Das fantasias de galantear.
No fundo, no fundo... és um homem que não sabe amar.

Foto de Sonia Delsin

NÃO PRECISO DE TI

NÃO PRECISO DE TI

Não preciso de teu beijo.
Não queimo de desejo.
Já és página virada.
Morreu o que eu sentia por ti.
Quase morri.
Fiquei me sentindo pior que um chinelo velho.
Fiquei me sentindo pior que roupa surrada.
Mas a vida é engraçada.
Um dia eu descobri.
Que já não te queria.
Que ganhava luz o meu dia.
Antes eu pensava que a minha felicidade de ti dependia.

Foto de Sirlei Passolongo

Rosas no cabelo

Meu bem... Vesti
Meu vestido preferido
Coloquei rosas no cabelo
E um radiante batom vermelho
Ah! Ensaiei mil palavras
Diante do espelho...

Meu bem... Pedi a lua
Que não demorasse a chegar
Mas que atrasasse
A hora de partir...
Pedi às estrelas
Que não caíssem escondidas
E ao sol...
Pedi um eclipse providencial
Que ele viesse beijar a lua...
E deixar nossa noite
Ainda mais sensual.

E as palavras
Que ensaiei dizer-te
Foram engolidas pelo teu beijo
As rosas
Que enfeitavam meu cabelo
Perderam-se
No vestido do avesso
E o batom
Tatuou teu corpo
Pelo desejo.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora

Foto de Mario de Almeida

Interrogações

Interrogações

Eu tenho nada
E tenho tudo

Eu tenho tudo
E não tenho nada

Nesta vida despedaçada

Eu tenho pouco
E tenho muito

Eu tenho muito
E tenho pouco

Nesta vida que é um sufoco

Mario de Almeida
O poeta Castanhalense
Postado em 30/06/2008

"Viva o Amor"

Foto de Cecília Santos

C*H*O*V*E

C*H*O*V*E
.
.
.
Chove a chuva.
Chora e chove.
Chora lenta,
sem parar.
A dor que ela sente,
eu sinto.
Pois conheço
seu pesar.
Chove a chuva.
Chove e chora.
Na vidraça à tilintar.
Chora o pranto
de desgosto.
Batendo na vidraça
até sangrar.
A chuva segue
chorando.
Querendo aplacar
sua dor.
Enquanto meu
peito dorido.
Não suporta minhas
lágrimas de dor.
Choro um choro
sofrido e triste.
Juntando com as
lágrimas do céu.
Que chora um
pranto sentido
Igual à minha dor.
Chove a chuva.
Chora e chove.
Nessa tristeza
sem fim.
Chorando vamos
lavando.
As dores do
nosso sofrer.

Direitos reservados*
Cecília-SP/05/2008*

Foto de Izaura N. Soares

A essência do prazer

A essência do prazer
Izaura N. Soares

De você guardo as melhores lembranças,
Em você sinto as melhores fragrâncias,
Um aroma que perfuma o tempo perfumado...
Que na minha face mostra o ser desejado...
E o quanto tu és amado!
Sinto-me solta devaneando sonhos,
Soltando as minhas asas
Encontro-me com sorrisos risonhos,
Que na suavidade de um toque...
Enterneço-me com a essência do seu prazer.
Desejos que me envolvem...
Transpirando suavemente o suor do amor,
Que brota no meu corpo suado
De tanto desejar-te e querer-te!
Eternamente silencio meus devaneios,
Fecho os meus olhos...
Deixo-me guiar pela força do momento,
Onde não há espaço para o sofrimento.
Nossos caminhos são livres,
Percorrem estradas de fantasias...
Sempre procurando o sol da magia.
Porque em ti, guardo as melhores lembranças,
Em ti, cultivo sempre a esperança.

Foto de Dennel

Sonho de Icáro

No céu a garça
Imita graciosa, o avião
Olhos extasiam

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2007 All Rights Reserved

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"RELATOS DE UMA TRISTE MANHÃ"

“RELATOS DE UMA TRISTE MANHÔ

E eu olhava o horizonte como se fosse possível entende-lo...
A vida passava lenta naqueles breves minutos...
E ele continuava impávido, impossível desvendá-lo...
Os sonhos eram esquecidos enquanto se extinguia os segundos!!!

Embora a chuva fina meu rosto molhasse...
Às minhas lagrimas não conseguiam se misturar...
Tudo o que eu queria é que aquilo tudo passasse...
E de alguma maneira pudesse descansar!!!

A cada punhado de terra arremessado...
Uma fisgada funda atingia o meu peito...
Já não sei dizer se entendo o acontecido...
Ou se ainda vou compreender o que esta sendo feito!!!

Não é uma pagina que esta sendo virada...
É todo um livro que esta sendo perdido...
Não houve tempo de caminhar de mãos dadas...
Nem de escutar os relatos vividos!!!

Rompe-se um elo com a historia...
E se cria um interminável vazio...
Aquela chuva agora tão fria...
Já atrapalha minha visão do lógico!!!

Se foi uma grande parte do meu eu...
Perdi muito da minha vivacidade...
Não tenho mais aquele que me concebeu...
Foi embora, enchendo-me de saudade!!!

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