Ausência das palavras
Que magoam o meu coração
Deixas te me sozinha
Neste mar de solidão
Com o vento,
Estrelas, o luar
Corpo, areia
Olhos, fechados
Imagino - te
Beijos, molhados
Teu olhar,
Perdida, estou perdida
Nesta areia fria
Sem ti, sem amor
Envelhecendo
Distraída,
Com o perfume da maresia,
Brisa do mar
Lembrando teu abraço
Que é o meu lar.
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Obra registada na
SOCIEDADE PORTUGUESA DE AUTORES
Apesar de diminuta
A minh'alma é nobre
o teu gelo, a tua ausência
Só minh'alma cobre...
Rasga o meu peito filhinho:
Procure bem lá no fundo,
Das gavetas , o escaninho...
Sei que encontrarás teu nome:
Dimitri, meu Léonzinho!!!
Por favor meu tudo:
Pega o telefone e não cala
Fale manso e baixinho:
Saudades de ti meu pai...
De tu meu painho...
Toda vez que digo pra mim
Que vou tirar você dos meus pensamentos,
Que é apenas ilusão,fruto da minha imaginação sonhadora
Você vem, com uma atitude, um gesto,um olhar um sorriso
Que muda o meu pensar ,
Me da esperança ,de poder existir algo entre nós .
Acende a chama....
Ah!.... Isso ta me deixando louca!
Mas no fundo eu estou adorando.
Esse tormento diário,as explosões de sentimentos,o bater forte do coração...
Que delicia!
Essa briga de sentimentos : angustia e alegria,sonhos e realidades, certezas e incertezas ,
Tudo isso anda acabando comigo.
Como posso te esquecer se não consigo parar de pensar em você?
É um tormento, vou dormir, sonho e acordo com você nos meus pensamentos
Como censurar a poesia
Que corre nas veias
Que brota de uma emoção
Verdadeira ?
Que grita...
Que liberta...
Que revela...
No olho de quem julga
Há um só ponto de vista
Na mira do poeta
Há uma multidão representada
Em palavras que revolucionam a vida!
Arte não é para ser julgada
Arte é para ser divulgada
Propagada, partilhada
Criada e recriada
Com a função social
De expressar sentimentos
De rever conceitos
De romper preconceitos
De libertar os pensamentos
Arte não rima com julgamento
E ,sim, com liberdade
Precisa apenas da sensibilidade da alma
Para ser interpretada, e mais nada...
Arte é quando a razão se cala
E o entendimento acontece
Como um milagre
Uma metáfora...
(Raiblue)
Caros poetas:
Logo que retornei de viagem, neste período de carnaval,tive a desagradável notícia de que minha conta no You Tube fora desativada ,devido a sinalização do vídeo 'Cinemat(orgia) ' como de conteúdo imprório.Estou indignada com tal atitude arbitrária de alguém que simplesmente se dirigiu ao site e com um simples click em 'sinalizar' destruiu todo um trabalho artístico elaborado durante um ano inteiro.Perdi quase 100 vídeos, todos poéticos e de qualidade,principlamente se formos comparar com outros tantos vídeos que encontramos no You Tube, que são pornográficos,de fato, chegando a ser,até mesmo,vulgares.
Redigi uma carta e enviei ao You Tube demonstrando minha indignação com tal atitude,estou aguardando resposta.
Estou profundamente triste com toda essa situação.Em pleno século XXI,a hipocrisia ainda reina,uma falsa moral continua a aprisionar a liberdade de expressão. Mais triste ainda é pensar que alguém que está na minha lista de amigos virtuais possa ter agido assim por pura inveja ou ciúme,diria que isto seria doentio,patológico.
Comunico a todos que, infelizmente, não poderei mais editar meus vídeos.
Os homens nascem como um livro aberto.
Como em uma página em branco.
Não são eles que descreverão nele o seu destino.
Por mais que tentem não se lembram.
Alguns se recordam das lembranças passadas,
Desde quatro, cinco, seis anos
E outros de nada se lembram.
Felizes os que têm capacidade de recordar.
Mas quando olham o passado
Percebem.
Não foram eles que escreveram os seus destinos.
Não são eles os escritores de suas vidas.
É um mistério.
Mistério divino.
Divino como o nascimento.
Como a vida que se inicia.
Por isso lhes dão
Hoje o nome de Caio.
Caio na vida.
Meu filho, meu neto
Mistério da vida.
Enviado por CarmenCecilia em Ter, 05/02/2008 - 10:24
POEMA
Dueto
Dirceu/Marcelino
Salome/Marisa
Edição e Montagem
Carmen Cecilia
Música
Tango Flamengo Espanhol
Gipsy King
Agora com a parte 2 do dueto completa
LLORAR (TRADUÇÃO)
Dizem que o homem não deve chorar
Pela mulher de sua vida
Mesma que ela seja uma rainha,uma mulher vivida
O abismo secreto que o condena
“O poeta se perde em seu delírio”
Havia prometido não lamentar
Não derramar nenhuma lágrima com sua despedida
Mas não o consegui e começo a chorar
Pois ela foi um momento da minha vida
Agora é difícil tirar te do meu coração
Entreguei-te minhas poesias... ao final parte de minha vida
Temo não poder agüentar essa emoção
Que me afoga, me escraviza, sem perdão
“Chora poeta chora...
As lágrimas deslizam por sua face...
E com elas sua dor aumenta
As lembranças voltam e ficam
Mas são lágrimas de um homem que sofre”
...Se isto é um jogo! Diga-me a verdade querida...
Você foi a sublime força de minha inspiração
Um desvario delirante...embriagante
Nascida no fundo do meu coração
Poeta deixe que a caneta colha suas lágrimas...
Gota por gota, deslizando sobre o papel
Como a mais terna emoção que acaricia a dor do seu coração
“Versos fluem pela caneta afogando suas feridas
Docemente te seduzem com sua própria inspiração...”
Gota por gota, a dor pela musa se acaba
E o homem em sua nobreza ficou...
Do Poema Original "Llorar"
Dueto
Dirceu/Marcelino e Salome/Marisa
Fadas do tempo...
Acendam as estrelas em luz...
Levem, este meu sentimento
Às rotas do vento...
Libertem-me desta cruz...
A noite fez-se em breu
E perdi o rastro de Jesus.
Tropeço em sombras...
Esbarro em ondas
Que me levam sem dó...
Neste caminho do só...
A dor machuca... Fere...
Faz sangrar meu coração...
Mas não transfere
Esta minha solidão...
Na vastidão deste tempo
Conduzo meu pensamento
Que retorna a branca areia...
A dor corre entre veias
Da fria madrugada...
No tempo do nada...
No breu da estrada...
Levaram meus sonhos,
Meus lábios risonhos...
E agora sou apenas
Uma triste cena
De uma noite sem luz...
Arrastando a minha cruz...
Socorram-me fadas
Ou acabo em nada...