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Foto de Rosita

CANÇÃO DO CORAÇÃO

Sentado embaixo da mangueira
O céu com o olhar perdido fitava
Da viola triste som tirava

Sentei-me ao seu lado devagar
Procurando em nada incomodar
Para dos seus sonhos não o acordar

No seu olhar uma lágrima dançou
Um suspiro do seu peito escapou
Uma canção de lamento ele cantou

Quando terminou de cantar
Olhando-me com aquele triste olhar
Deixou de seus lábios um sorriso escapar

Disse-lhe: bravo poeta, que bela canção
Ele sério, olhando-me nos olhos, respondeu:
Moça, sou não, apenas canto o que manda o coração.

Rosinha Barroso
22/01/2008

Foto de Rosita

LÁGRIMAS

As lágrimas que, no rosto, descem insistentes
São como um rio que, sem parar, corta o prado
Silencioso, forte, sem correnteza, mas constante
Carregando a dor como a um triste fardo

As marcas que vão, no rosto, deixando
São com o leito, de um rio, desguarnecido
Que a terra firme vai dia a dia sulcando
Deixando, atrás de si, um olhar entristecido.

Lágrimas, neste momento, sinônimo de dor
Que fazem o peito envergar entristecido
Querem retirar, do coração, a lembrança do amor

Lembrança das palavras que eram a felicidade
A alegria, o prazer que arrebatavam
Os olhos que agora de choram de saudade.

Rosinha Barroso
22/01/2008

Foto de Joaninhavoa

MY RAINBOW

A manhã cheia de luz...
O Sol, estrela de brilhantes a brilhar
Estende seus raios a enfeitiçar
E num perene penetrar
Cheiro a musgo...
Terra húmida...
Vem doce e a soletrar
“My Rainbow”...
Com um sorriso no olhar
E a terra fica pronta
Pr`a arar!...

JoaninhaVoa, in “MY RAINBOW”
(em 23 de Janeiro de 2008)

Foto de Ricardo Barnabé

Amor

"Não há amor sem dor, mas também não há felicidade sem amor".

Ricardo Barnabé

Frase retirada de um poema de minha autoria ainda por concluir,
mas há frases que por mais curtas que sejam, dizem tudo e esta é
para todos os que amam e que têm medo de perder a pessoa da sua vida , porque o amor também por vezes é dor, mas sem ele não há felicidade.

Foto de Ricardo Barnabé

Eterna despedida

Eterna despedida

Hoje as trevas oferecem-te a lua cheia

e a minha alma esta noite, pelo teu corpo vagueia...

Porque hoje a tua noite é o meu dia

e nas paginas da tua vida,

assinarei a minha eterna despedida.

Ricardo Barnabé

Foto de Dirceu Marcelino

RESPINGOS DE PAIXÃO IV - A BRASA DO FOGÃO

Cheguei,
Agora ao meu chalé
Estou um pouco cansado
Deito-me em uma rede
Da varanda preguiçosa.

Adormeço.

Acordo,
Com certo frio.
Preciso me esquentar,
Esquentar minha alma.

Vou até o fogão,
Fogão de lenha,
Pego um tição,
Tição
Que parecia apagado
Assopro-o.

Vejo que as cinzas voam, (VOA)
Aparece um vermelhinho
Sinal de uma brasinha,
Este foi de Joaninha.

Nem li tua poesia,
Mas sei que escreveste
Pois, li teu comentário.

Bem, não sou “bidu”
É melhor ir dar uma lida,
Quero criar mais vida.
Ah! Sim, o nome é

“Fada madrinha.
Sim. É isso que ela é,
Fada, fadada
A ter sonhos,
P’ra ela é mais alguém
Ah” Como tem!...”

Veja:
Pegou sua varinha
E acendeu
O fogão p’ra mim.
"Chama da paixão"
Deu um assomprão

E a brasinha
Que estava enfraquecendo,
Acendeu.

Não foi bem um assoprão,
Ao contrário,
Foi um "sugão"
Que arrancou do coração
O fogo,
Da paixão.

E, ainda lhe põe lenha,
Senta-se sobre o fogão
E ali permanece
Acesa,
Assoprando as brasas
E colocando lenha,
Sujando a mão,
Com um sorriso maroto,
Toda faceira.

Mostra
Como é o carinho
Da Rosa,
Do botão
Que se abre palpitante
Como é próprio
De quem herdaste

Essa Arte,
Como de minha Avó
"Vovó Julieta,
Tia Maria,
Todas Portuguesas

Do "Ninho".
Sim foram elas,
Minhas ascendentes
Portuguesas,

Elas me ensinaram
A esquentar
Meu ninho,
Acender meu coração

Com poesias,
Arte que me extasia
E faz que minha vida,
Seja sonho,

Sonho com a Mulher
Portuguesa
Irmã da Brasileira,

Como minha mãe,
Minha esposa,
Minhas filhas,
Minhas netas.

Todas falam esta

M a r a v i l h o s a

Língua Portuguesa.

Foto de Antonio Marcos Dias Alves

so as palavras dizem o amor entre nos

diante de nossas palavras tudo vai se conduzindo tudo vai se acumulando e se organizando, estamos nos entendendo estamos nos dando um ao outro, talvez tudo se explica o amor o carinho ou talvez tudo se explica o calor que se reme em nossas frases um ao outro, me ligo a vc me vejo na sua vida e vc na minha, viajo no tempo na lua e nas noites te encontro em meus sonhos, e vejo um beijo a realizar um encanto a me encantar e vc sendo minha e eu sendo apenas seu, e uma responda pra tudo se conclui entre nos.........apenas amor!!!.........................

Foto de Joaninhavoa

Fada Madrinha

Tu que tens este nome
Rosa de Rosas... já pensaste bem?
Só podes ser rainha das fadas... fadada como ninguém!...

E fada tem sonhos...
pr`a ela e sempre mais alguém...
Ah! como tem!...
tantos quantos fadados
já foram e mais os que vão e vêm...
à espera que a fada os toque também!...

E as gentes do mundo... que vêm
d`além... são muitos e todos
querem o mesmo... que a varinha
dê o toque pr`a virar estrelinha
que é sorte, também!...

Fada madrinha!...
é fardo bem grande
este teu dom de fadar
eu sou a Joaninha
que Voa…
Só porque a tua varinha
Me tocou ao nascer!...
Assim, eu vivo
Um grande dilema
É que eu não sei
se foi por querer ou sem querer
que fui pl`a fada fadada a valer!...

E a Rosa das rosas, fada rainha
entrou nos sonhos... d`outros sonhos de vez... pegou sua mágica varinha, o condão... e fez com que os sonhos fossem vidas... e a vida fosse um sonho... outra vez!...

JoaninhaVoa, em
22 de Janeiro de 2008

Foto de Cecília Santos

MINHA TERNURA

MINHA TERNURA
#
#
#
Traço meu caminho,
passo a passo.
Sou como ondas bravas.
Que batem e voltam.
Preia-mar que freme e
estaleja incessantemente.
Até que cansada se entrega.
Se torna escrava dócil.
Que na areia branca,
cansada vem se deitar.
Traço meu caminho, num caliginoso
oceano de realidades.
Rebimbando, vai mudando os
rumos da minha vida.
Sou onda, que se quebra
na pedra indócil.
E tomba na areia feito gota azul,
que reluz nesse deslumbrante
balançar de ondas.
Que assolam os castelos e
suas torres de enlevo.
Me mostrando sua brancura
feito malhas invisíveis.
Passo a passo me encontro.
E me assevero, que posso ser
onda mansa, ou bravia.
Mas continuo sendo eu mesma.
Não perdi minha ternura.

Direitos reservados*
Cecília/SP/01/2008*

Foto de Inês Santos

Poemeto de amor...

Poemeto de amor

Qualquer sítio onde possa estar contigo…
Será o meu porto de abrigo…
Nos castanhos dos teus olhos puder…
E no negro dos teus cabelos navegar…
Ai, como é possível tanto desejar…
No teu corpo puder me perder…
De tanto te amar sinto-me alucinar…
AMA,VIVE intensamente….
Deseja culminantemente…
Outro ser…
Outro modo de viver…

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