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Foto de Mitchell Pinheiro

DESCAMINHO

Quando as lembranças felizes te trazem tristeza
Quantos as mesmas fotos que irradiavam alegria só ofertam coisas tristes
Quando as mesmas musicas que alegravam a alma agora apertam o coração
Quando a comida e o sono se tornam inúteis
Quando entramos de corpo inteiro em um trem que saiu dos trilhos
Não se pode chegar ha lugar algum
Talvez ainda se possa reconstruir os trilhos
Talvez só um novo trem possa indicar um destino seguro

Foto de Edigar Da Cruz

POETA DA ALMA

POETA DA ALMA

Poeta da alma que descrever com o coração
Contempla os quatros cantos do mundo
E ate chegar ao astro rei a interpreta
Poeta da alma
E Poetisa o que sente dentro do profundo coração,..
De encontro e desencontro de emoções!..
De vários pontos de um infinito universo
Através de rimas e prosas e variados de versos
Essa alma esse poeta..
Esse coração poeta..
De un cortes de galantear as emoções
Que faz palavras a mãos descritas do coração!!!
Que transforma- as em belas poesias!!!
Em encontros de sentimentos de rimar...
De encontro do artista e a rima perfeita
Como do poeta do papel e da caneta..
Um êxtase sublime de um vicia gostoso!!
Da alma que faz guarita..
Aos versos aonde venha eles se exprimar..
Para dar a vida um poema, de carinho e amor..
Onde emoções se encontram...
Em cada verso que descrevo...
Escolho a divina inspiração!!!
Para unir harmonizar os sentidos
Ao nascer da alma do poeta
Nasce um poema qual identidade pessoal..
Onde produz e reflete o brilho..
Que uma alma reluz... a caneta
A supremacia das palavras
De uma pequena alma chamada POETA..

Autor: D,Cruz

Foto de Riva

DEUSA DE UM POETA

DEUSA DE UM POETA

Enternecedor olhar que esta deusa contempla,
Fascínio ao homem é a arte de sua proposição;
Encômios de ledice que a Natureza a sustenta,
Para o calete másculo se encantar na admiração.

Lábios delicados que a induz tornar-se sedenta,
Por mimos suaves que pede seu meigo coração;
Detalhes femininos fazem dela uma vestimenta,
Para o mundo ornar com sua beleza e sedução.

Seu rosto esculturado no perfeito, fá-la divinal,
Refulgindo poesias do trovador em declamação;
Estância da pulcritude consagra o elo magistral,
De uma fantástica diva que se vê em aclamação.

Seus cabelos cintilantes com estilo e arte teatral,
Tópico de uma magia que encanta em amplidão;
Sustentáculo de um monumento assaz angelical,
Senhora dos meus sonhos e de toda a inspiração.

Rivadávia Leite

Foto de janie

PROFECIAS

Sofregamente o mundo se arrasta...
Num comboio descarrilando!
Restando o silêncio, a dor, a morte!
Somos fumaça levada pelo vento!

Loucos soldados desertores!
Enfrentando terrível caçada...
Atravessando escuro eclipse...
Como predisse o apocalipse!

Olho por olho... Dente por dente!
Fomos tão Inconseqüentes!
Nunca soubemos dar valor...
Ao que nos foi dado... Com tanto amor!

O mundo aos gritos na escuridão!
Impotência... Clamores em vão!
Colhemos o fruto da indisciplina...
Condicionados a clemência divina!

Foto de Edigar Da Cruz

SER POETA OU SER DE POETISA

SER POETA OU SER DE POETISA

Ser poeta é fazer de cada fim um novo começo
De cada despedida uma linda saudade!..
É ter em mãos todos os sonhos e desejar somente UM..
E Vi velos intensamente de verdade descrevendo em palavras o que
sente na realidade..
Chora, Sorrir, Encantar e AMAR, sem medo de ser feliz e viver...
Ser poeta é!! Despir-se as palavras perante um espelho
Qualquer da vida e amar a vida e, de joelhos agradecer
A DEUS em cada noite e a cada novo amanhecer
E continuar a descrever o ser o poeta da vida..
O ser de sentir o amor as palavras sem medo de ser feliz
É amar encantar a cada minuto vivido,..
E viver sempre inspirado com desejos adormecidos,..
Colher da vida os frutos da paixão,..
Ser de poeta ou Poetisa é um pouco do mundo,..
Descritos em cada ponto e vírgula dentre elas separada por palavras,..
É Ter o passado como futuro
e o futuro um novo passado,..
E fazer da vida de sempre um novo recomeçar
Para descrever um novo fim..
Começo descrevendo um novo começo..

Autor : ED.Cruz

Foto de Melquizedeque

Quase poeta

Falar sobre poesia é falar sobre expressão,
Sobre um ato, um mito, um fato.
É analisar a minúcia escondida nas sobras das palavras
É falar sobre um mar que há sob solo deserto...
Uma chave mestra que penetra portais

Correr sem pressa no transpassar do tempo
A poesia me flerta! Ela é errada e certa
É um saber, um lembrar, um esquecer...
Como um segredo espalhado
Contamina quem a ler.

(Melquizedeque de M. Alemão, 15 de julho de 2011)

Foto de Cecília Santos

Velhos costumes

Estou com saudades de mim, de você, de nós.
De quando a canção enchia de amor meu coração.
De quando as palavras fluíam à todo instante.
De quando a alegria, sorria pra nós.
Estou com saudades, não sei bem do que!
Talvez da nossa amizade, do nosso bem querer.
Do tempo em que o riso era solto, a gargalhada inevitável.
Sinto falta das nossas conversas, das nossas tontices.
Das horas à fio em que passávamos juntas.
Sinto falta da chuva teimosa em cair, batendo na vidraça
despertando os sentidos.
Saudades dos dias de inverno, embaixo dos cobertores
assistindo tv.
Sinto saudades, que chegam sem ser anunciadas, que
arrebata minha
alma e se alojam em meu peito.
Sinto saudades dos seus olhos, onde neles eu me perdia.
Sinto falta da alegria que aqui morava e aos poucos se perdeu.
Sinto tantas saudades... saudades... saudades!!!
Que turva-me a visão, a ponto de não enxergar a sua saudade
indo embora, deixando comigo somente a solidão!

PS/ dedico a minha filha Fernanda
SP/06/2011*

Foto de Marilene Anacleto

Pérolas de Poemas

Amadas preciosas pérolas,
Desfilam em minha estante,
Livros de tantos poemas,
Poesias de agora e distante.

Entre os saldos de sebos,
Os presentes de amigos,
As sobras de prateleiras,
E doações de parentes,

Estão algumas relíquias
Dos velhos tempos de escola
Encontrados em perdidas
E surradas caixas e sacolas.

Poemas, textos e poesias
Da nossa rica literatura
Municípios em poemas
Mobral, uma nova leitura.

Livretos e antologias
Dos que se foram, autores,
E, desde os anos sessenta,
Uma antologia da árvore.

Visitar um sebo é lazer,
É perder-se entre esquecidos,
É voar ao futuro distante,
É a saudade dos tempos idos.

Aprendo novas palavras
Nos sentimentos que aflora
Da vida que se desnudou
Em versos escritos outrora,

Em tantos desejos perdidos,
Em amores sufocados
De pessoas, talvez tímidas,
Nas palavras libertadas.

Cada leitura é uma pérola
Que acrescento ao meu saber
E, de tantas agradáveis,
‘Poemas para encontrar Deus’.

Nem sempre me apego à métrica
Mas, à melodia que me anima
Neles eu encontro a história
Do escritor, e do povo e seus viveres,
No entusiasmo que me contamina.

Foto de João Victor Tavares Sampaio

O Nunca da Terra – Versão Vigente

Olha minha linda:
O mundo não faz sentido e nem é um conto de fadas
E não adianta tentar fazer a cabeça do contrário

Por que se te disserem o inverso é mentira
E se disserem o mesmo que eu,
Talvez

Larga tudo e foge comigo
Segura minha mão
Para voar além das nossas expectativas

Os esclarecidos falam demais
Sobre os segredos que sabem e não contam
Mas o amor é maior que todos os mistérios
Soterrados sob o Nunca da Terra

Foto de João Victor Tavares Sampaio

O Nunca da Terra – Versão Intermediária

O mundo não faz sentido
Mas há quem está tentando nos fazer à cabeça do contrário

Pelo que presenciei
A vida
É decidida em instantes
E as aparências contam muito
E os confidentes contam tudo

Essa é minha linha curva de raciocínio
Você sabe,
Eu acho...
Todas as coisas não são explicáveis,
Todas as coisas não são bem assim:
O que te dizem que é verdade é mentira
E o que te dizem que é mentira,
Talvez

Porque a gente é madura
Quando reconhece o acaso
Por trás de uma certeza

Porque o detalhe é complexo
E o complexo é superficial
E tanto faz como tanto fez

Porque o segredo das coisas não é viver bem
E sim morrer por uma boa causa

Eu vejo as pessoas com ternura
E acredito que todos têm sua chance
Por que o Sol é milhares de vezes
Maior do que a Terra

Contradição, gritante e tímida
Corta a carne do próprio pescoço
Depois de se engolir

Rasurando o destino
Irreverente em ser peão
De um jogo sem as peças

Se ganha um Cristo para a cruz
Formando o sucesso de mais um perdedor

Corajoso em ser covarde
Sendo mais em ser ruim
Sendo bom em adiantar meu fim
Revirando o estilo socrático
Espalhando a desinformação pelos quatros ventos e pelos sete mares
Violando o túmulo da esquerda
Atravessando o samba
Retirando medalhas fincadas em peitos de bronze
Curtindo o couro do inimigo
Glorioso de sua grama verdejante

Graças aos lampejos de uma genialidade absurda
Cabeças são servidas ao molho
De chaves que abrem o mundo para a porta

Com doçura
Sendo repartido:
A pátria que me dá o nome não me dá a vida
Eu não pedi pra nascer
E é minha culpa
Não fazer questão de sumir

Sumir devagar
O mais lento possível,
Sumir no tempo
Abraçado ao descaso,
Desaparecer minguando aos poucos
Encolher e diminuir
Na sina do meu fracasso,
Caindo como estrela
Como cometa já apagado,
Sendo esquecido pelas pessoas e devorado pelos organismos
Olhando para o lixo e sorrindo
Feito palhaço esfomeado
Que se mistura aos gurus pensantes das calçadas

Toda importância é injustificada
Visto que o caos é quem decide os meios

Nunca a impossibilidade foi tão exaltada

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