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Foto de Elias Akhenaton

Trovas esparsas

I – Amor de verão

Corpos rolam na areia
Só querem brincar de amar.
Quem na praia veraneia
Conhece o calor do mar.

II – O canto da cotovia

Na quietude do sertão,
O belo canto da cotovia
É acalanto p’ro coração...
É suave sua melodia.

III – Poeta ou Profeta?

Sentimentos em expansão
Na mente do poeta,
Palavras do coração,
Verdades d’um profeta.

-**-Elias Akhenaton-**-
http://poetaeliasakhenaton.blogspot.com/

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Você ("Há muito tempo nos castelos das antigas princesas mais belas")

Você é criança
Você é crescida
Você é querida
Minha inspiração

Minha devoção
E meu doce amar
Meu longo cantar
Minha pétala e chão

Beleza e candura
Você é meu norte
O meu ponto forte
Minha taça de campeão

E a cada olhar
E a cada lembrança
Me renova a esperança
Me aumenta o pulsar

E a essa altura
Você já percebeu
Meu coração é paixão
Meu coração é seu

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Seu Moço

O moço oiô
Pro lado
E viu um sinhô
Parado
Oiô, parô e preguntô:
Seu moço
As hora pu favô
Já deu pro armoço?
O moço esperô
O sinhô num falô
Pruquê armoço
Num tinha não;
E a fome matô us pião.

Foto de Carmen Lúcia

Hoje é Carnaval..

Hoje é carnaval...

Hoje o dia está triste. Chove lágrimas de um céu cinzento e hostil, em discrepância com o carnaval. Ainda há carnaval!
A alegria descabida e camuflada de um cenário não convincente onde protagonizam amarguras vestidas de dourado, teima em desfilar pela avenida em desagravo às sanguinolentas feridas.
Querem curá-las a qualquer custo...mesmo arrancando suas cascas com as unhas para sangrá-las de uma só vez. Ou quem sabe estancar o sangue no intuito de reverter a dor e viver intensamente, no sentido mais amplo da palavra, o real carnaval, pois é ele que corre nas veias de um povo sonhador, que não se curva, não se abate, não desiste de fazer desse momento um canal gigantesco, surreal, por onde possam extrapolar todas as mazelas sofridas e dar vazão ao sonho de ser rei, rainha, deus, destaque, bateria, samba, enredo... de até voar ressuscitando Ícaro.
Três dias que valem por uma vida! Momentos a serem relembrados e aclamados durante o ano inteiro!Felicidade que alivia a infelicidade das desigualdades e injustiças sociais. Momentos que anestesiam os ais e energizam para a luta de cada dia.

_Carmen Lúcia _

Foto de Diario de uma bruxa

Meu amor.

Bom dia meu amor...
Você sabe que é minha paixão, minha grande fonte de inspiração.
A ultima carta do baralho, a letra chave do meu vocabulário.
Sem você não haveria poesia não teria em mim o incentivo necessário.

Há meu amor...
Não me olhe assim com este olhar desconfiado, você sabe isso é tudo pra você.
Tudo que escrevo tudo que esta em meu pensamento. Até o que esta em meu bolso é feito pra você.

Olha meu amor...
Veja quanta inspiração ah em mim em meu coração.
Culpa sua que me incentiva tanto assim. Que me faz criar e viajar na imaginação.

Não se preocupe meu amor...
A distancia só aumenta nosso desejo a vontade de estarmos juntos de poder sentir o seu cheiro, abraçar seu corpo por inteiro.

Entenda meu amor...
Eu amo você, amo de verdade eu não estou de brincadeira. Confie em mim eu confio em você.
Sei que em um futuro próximo vamos nos reencontrar e ninguém jamais ira nos separar.

Poema as Bruxas

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Meu Espelho

- Quem é Você?
- Quem você é?
- Você é meu nome, meu nome é espelho, espelho o quê? Espelho Você?
- Você é meu amigo, diante da minha presença, que espelha o que sou?
- Sou simplesmente, a imagem do rosto do Sol invadindo o quarto pela fresta da janela de mais uma manhã sozinha.
- Você, que é a minha cara surpresa, de um novo dia, responderia se o meu futuro reserva um lugar à minha, sua sombra?
- Antes de teu futuro em minha sombra, terás a sombra de não sei o quê, e não sei se a sombras te darão futuro.
- Se a sombra do meu futuro, e seu, me dará sobras da sombra alheia, ou não, não sei, mas que Sol brilhará, no espelho, e assim me ajoelho, espero.
- E brilha o Sol no espelho, mostrando tua imagem, espelhadamente inconsistente, banhada de duvidas, e por fim nos abraçaremos, eu, futuro, e tu... e tu quem és?
- Sou a face da sua vida. Sou a vida na sua face. Sou o seu brilho aqui refletido.
- És um Brilho apagado, és a vida entrelaçada à nossa morte. Vida esta, que resiste agonizante por um simples sinal de uma saudade de algo que ainda não conhecemos.
- Há sempre sinais de vida na futura morte. Eterna, externa, resistente à própria fatalidade.
- Há sempre sinais de morte no presente medo. É tudo medo! É sempre o medo de não haver vida nas fatalidades.
- Há sempre sinais de esperança no medo de não haver futuro, há sempre o medo de se perder as forças no meio do caminho.
- Há sempre caminhos, mas há sempre o medo de não haver amor no final do percurso.
- Há sempre um perguntando qual o caminho para a paz, e há sempre um respondendo que a paz é o caminho.
- Há sempre uma verdade, mas a pressa para alcançá-la sempre mente.
- Sempre existe um nunca, para o qual nunca desistimos sempre.
- Haverá sempre ambigüidade. E será que sempre teremos que escolher a resposta mais justa, ou a mais emocionada?
- Sempre teremos de nos perguntar, e escrever entre o bem e o mal.
- Sempre teremos que escrever enquanto só sabemos desenhar, como crianças com um pedaço de tijolo de construção que rabisca a rua depois da chuva de verão?
- E sempre teremos que construir, com o lápis da vivência, a obra-prima de existir? Espero que sim.
- Pois a vida é uma redação de exame do ensino-médio, mas a escreveremos como poesia de amor, e a ilustraremos, como os mais distantes sonhos, e as mais sinceras emoções.
- Romancearemos a tragédia, encenaremos o que temos, colocaremo-nos à prova da trova do destino que nos reserva ao fim em não nos preservar.
- Bailaremos sozinhos, as valsas tristes, mas com um sorriso no rosto pintaremos as lagrimas vazias, com amarelo, azul ou até mesmo o vermelho. Ainda que sozinhos estaremos acompanhados por nossas poesias, por nossa arte.
- Como a chuva tem o seu prisma, a cisma solar irrompe sobre os pensamentos nublados, na dança das nossas escolhas, na nossa trilha de sons e rumos.
- Desenharemos com palavras, e escreveremos com sentimentos gritantes. Faremos das noites os dias mais claros, e o Sol será mais um amigo, mais um mensageiro da paz, que apenas imitará a meus raros e sinceros sorrisos poeticamente inexistentes.
- Poesia é risco, no céu ou na terra, no caderno ou na lápide.
- Pois o mundo foi feito por algum poeta, que andava triste, ou desiludido por algum amor infiel, e resolveu chorar pra criar mares maiores que as terras, e desenhou e pintou, e ao fim resolveu escrever mais uma poesia, e a intitulou Vida.
- Esse poeta, criador, nos deu a chance, sem nos condenar, de nos descobrir como somos.
- E descobrimos que somos também criadores, poetas, artistas, palhaços. Com um caderno antigo chamado vida, e na mão uma pena que ainda pinga a tinta de nossas vivências, pena esta chamada amor.

(Poesia escrita em conjunto ao meu amigo Allan Sobral.)

Foto de Allan Sobral

Meu Espelho

- Quem é Você?
- Quem você é?
- Você é meu nome, meu nome é espelho, espelho o quê? Espelho Você?
- Você é meu amigo, diante da minha presença, que espelha o que sou?
- Sou simplesmente, a imagem do rosto do Sol invadindo o quarto pela fresta da janela de mais uma manhã sozinha.
- Você, que é a minha cara surpresa, de um novo dia, responderia se o meu futuro reserva um lugar à minha, sua sombra?
- Antes de teu futuro em minha sombra, terás a sombra de não sei o quê, e não sei se a sombras te darão futuro.
- Se a sombra do meu futuro, e seu, me dará sobras da sombra alheia, ou não, não sei, mas que Sol brilhará, no espelho, e assim me ajoelho, espero.
- E brilha o Sol no espelho, mostrando tua imagem, espelhadamente inconsistente, banhada de duvidas, e por fim nos abraçaremos, eu, futuro, e tu... e tu quem és?
- Sou a face da sua vida. Sou a vida na sua face. Sou o seu brilho aqui refletido.
- És um Brilho apagado, és a vida entrelaçada à nossa morte. Vida esta, que resiste agonizante por um simples sinal de uma saudade de algo que ainda não conhecemos.
- Há sempre sinais de vida na futura morte. Eterna, externa, resistente à própria fatalidade.
- Há sempre sinais de morte no presente medo. É tudo medo! É sempre o medo de não haver vida nas fatalidades.
- Há sempre sinais de esperança no medo de não haver futuro, há sempre o medo de se perder as forças no meio do caminho.
- Há sempre caminhos, mas há sempre o medo de não haver amor no final do percurso.
- Há sempre um perguntando qual o caminho para a paz, e há sempre um respondendo que a paz é o caminho.
- Há sempre uma verdade, mas a pressa para alcançá-la sempre mente.
- Sempre existe um nunca, para o qual nunca desistimos sempre.
- Haverá sempre ambigüidade. E será que sempre teremos que escolher a resposta mais justa, ou a mais emocionada?
- Sempre teremos de nos perguntar, e escrever entre o bem e o mal.
- Sempre teremos que escrever enquanto só sabemos desenhar, como crianças com um pedaço de tijolo de construção que rabisca a rua depois da chuva de verão?
- E sempre teremos que construir, com o lápis da vivência, a obra-prima de existir? Espero que sim.
- Pois a vida é uma redação de exame do ensino-médio, mas a escreveremos como poesia de amor, e a ilustraremos, como os mais distantes sonhos, e as mais sinceras emoções.
- Romancearemos a tragédia, encenaremos o que temos, colocaremo-nos à prova da trova do destino que nos reserva ao fim em não nos preservar.
- Bailaremos sozinhos, as valsas tristes, mas com um sorriso no rosto pintaremos as lagrimas vazias, com amarelo, azul ou até mesmo o vermelho. Ainda que sozinhos estaremos acompanhados por nossas poesias, por nossa arte.
- Como a chuva tem o seu prisma, a cisma solar irrompe sobre os pensamentos nublados, na dança das nossas escolhas, na nossa trilha de sons e rumos.
- Desenharemos com palavras, e escreveremos com sentimentos gritantes. Faremos das noites os dias mais claros, e o Sol será mais um amigo, mais um mensageiro da paz, que apenas imitará a meus raros e sinceros sorrisos poeticamente inexistentes.
- Poesia é risco, no céu ou na terra, no caderno ou na lápide.
- Pois o mundo foi feito por algum poeta, que andava triste, ou desiludido por algum amor infiel, e resolveu chorar pra criar mares maiores que as terras, e desenhou e pintou, e ao fim resolveu escrever mais uma poesia, e a intitulou Vida.
- Esse poeta, criador, nos deu a chance, sem nos condenar, de nos descobrir como somos.
- E descobrimos que somos também criadores, poetas, artistas, palhaços. Com um caderno antigo chamado vida, e na mão uma pena que ainda pinga a tinta de nossas vivências, pena esta chamada amor.

(Poesia escrita em conjunto ao meu amigo João Victor Tavares Sampaio.)

Foto de giogomes

A Rosa e o Tigre XXII - Futuro

A conversa apesar de nervosa,
entre o belo Tigre e a forte Rosa.

Estava caminhando no sentido certo,
todas as dúvidas se resolvendo por completo.

A Rosa percebeu que algo não foi perguntado.
Foi esboçado apenas, não completado.

O Tigre disse de maneira ressentida,
que a Rosa tinha encontrado o amor de sua vida.

Ela respondeu à “verdade dita”.
Rosa: “- Você não acredita em mim ainda !”

Tigre: “- Você e o maldito Jardineiro,
agora terão uma família por inteiro !”

Tigre: “- Esta semente que espera, minha flor,
é a maior representação de amor !”

Tigre: “- Pretendo seguir uma nova trilha,
constituir uma família, uma nova vida !”

Tigre: “- Saiba que voltei para a minha Responsabilidade,
ela merece que eu a ame de verdade !”

A Rosa respondeu que estava certo,
constituir uma família é prova de amor completo.

Por isso ele tinha voltado para a Responsabilidade,
pois era a ela quem amava de verdade.

Tigre: “- Estou cansado de tanto brigar !”
“- Chega, vamos este assunto encerrar !”

Tigre: “- Quase tudo já foi dito,
para mim este assunto já está resolvido !”

Tigre: “- A única coisa para mim garantida
é que não quero que saia mais de minha vida !’

A Rosa achou, que mesmo que incerto,
um bom futuro parecia decerto.

Foto de giogomes

O Tigre e a Rosa XXII - Futuro

A conversa apesar de nervosa,
entre o forte Tigre e a bela Rosa.

Estava abrandando todas as mágoas,
pondo pregos nas soltas tábuas.

Apenas uma pergunta não foi posta.
Pois ele sabia bem qual era a resposta.

Pensou que a verdade deveria ser dita.
Tigre: “- Finalmente você achou o amor da sua vida !”

Ele sentiu a sua desaprovação,
ao fazer esta afirmação.

Disse que para Responsabilidade voltaria,
e o seu sonho finalmente se cumpriria.

Rosa: “- Realmente você está certo !”
“- Formará uma família por completo !”

Rosa: “- Por isso voltará a sua Responsabilidade,
pois é a ela quem ama de verdade !”

Rosa: “- Eu sei o que tenho dentro de mim,
queira você ou não é assim !”

A conversa se estendia,
termo a termo em relevante picardia.

Quando o Tigre disse que estava cansado.
Tudo já tinha dado muito errado.

Não queria mais brigar,
a partir de agora somente conversar.

Tudo já havia sido explicado,
nada mais seria acrescentado.

Tigre: “- Eu também não quero mais brigar,
vamos ser amigos e recomeçar !’

Finalmente apesar de obscuro,
o Tigre enxergava um diferente futuro.

Foto de Elias Akhenaton

Razão do meu viver!

Tu és a canção,
A poesia e minha inspiração,
Meu porto seguro e
minha razão.
És a flor da alegria
Que transformou
Meus dias tristes de outrora.
És minha razão de ser,
Linda aurora do meu amanhecer,
Razão do meu viver.

Elias Akhenaton.

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