Ajuda

Foto de psicomelissa

Meu amor onde estás?

Olá querido amor da minha vida,
Não sei se ficou sabendo mas sinto sua falta na minha vida, hoje em dia sinto um vazio na minha vida, afinal você não está aqui. É difícil acordar, ir trabalhar e voltar pra casa e olhar ao meu redor e constatar que estou só. Depois ter que jantar sozinha que triste, mas pra compensar ligo a tv, com o intuito de me alegrar e me distrair do dia cansativo e stressante de trabalho, mas parece que o mundo anda contra mim por que só aprece filmes românticos e ou novelas com tramas onde o amor é o ingrediente principal, então vejo casais rindo, e felizes e me questiono por que eu tenho que viver tão distante de você meu amor?
Não me parece ser nada justo. Concorda?
Por que o meu desejo parece ser tão simples mas ou mesmo tempo tão complexo de ser concretizado. Estou sendo punida por algo que fiz de errado?
Desejo dormir e acordar ao seu lado, ir trabalhar e voltar para o nosso lar( nosso cantinho) e deixar tudo arrumado e organizado pra ti, afinal faço gosto de junto contigo fazer da nossa casa um lar, onde prevalece o amor e o respeito,depois de juntos jantarmos provavelmente compartilhariamos informações sobre nosso dia de trabalho ou assisti um filme pra ficar juntinho e abraçadinhos você me fornecendo segurança e eu lhe fazendo carinho para que os problemas de trabalho fiquem longe do nosso mundo.
Depois de ir toamr um banho refrescante você se surpreende com a decoração que fiz no nosso quarto e isso ajuda você a compreender que nesta noite nossa cama será nosso ninho de amor, onde nada nem ninguém consegue ultrapassar o campo de força que nos envolve, afinal este campo é alimentado com o nosso amor e por isso cada vez fica mais forte e indestrutível.
Depois quando você sai do seu banho relaxante me olha e fica loucamente surpreso e sempre me diz a mesma coisa: como querida de pois de tantos anos você ainda consegue me surpreender? Parece que adivinhou que estava pensando nisto hoje? E eu sempre respondo: meu amor, esquece que temos uma sintonia única.
Pois você ao sair do banho nota que eu estou vestida com uma lingerie linda e que ela combina com a decoração e com um mimo que deixei pra ti. Os cheiros, a iluminação, velas, aromas tudo são o conjunto de uma combinação perfeita.
Na manha seguinte ao eu acordar você está me velando, e sussurando no meu ouvido: acorde minha bela, acorde meu amor, antes de mais nada você me tem em seus braços e eu não consigo resistir, fazemos amor, tomamos banho juntos e juntos vamos tomar café e ai .... cada um vai trabalhar mas por mais triste que parece ambos sabemos que a noite tudo pode acontecer.
Sendo mais justa e honesta ambos sabemos que você as vezes me surprende no meio do dia com flores, bombom pra agradecer a noite maravilhosa que tivemos. Como se fosse um sacrifício ter você ao meu lado.
Não me canso de dizer : te amo e o que fiz ou faço é por amor, quero que você sinta-se sempre realizado e feliz, um homem completo.
Por que terei a certeza que não estou sonhando .........................
Mas cadê voce, ( em pessoa, não apenas o homem idealizado por uma mulher sonhadora, romântica e solitária )
Carinhosamente ......................... EU – SEU ETERNO AMOR

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"SOLIDARIEDADE"

SOLIDARIEDADE

Velhos conceitos de gente distante
Normas das grandes nações
Preceitos de pessoas importantes
Características de todos os irmãos.

Ajuda aos povos humildes
Socorro àquele que sofre
Grito na garganta dos estudantes
Sempre que alguma criança morre.

Militância perdida no caos da prepotência
Juventude insuflada por gritos de guerra
Compromisso assinado em nome da decência
De um povo sofrido vitimas do erro.

Aplausos aos nobres de coração sem vaidade
Solidários por uma causa que não é sua
Movimento enorme em prol da humanidade
Desprendimento necessário aos que vivem na rua

Foto de Paulo Marcelo Braga

SERVIÇAL UNIVERSAL

“Quem trabalha Deus ajuda”.
(Sabedoria Popular).

“O meu egoísmo é tão egoísta,
que o auge do meu egoísmo é querer ajudar...”.
(Raul Seixas).

Eu renovo, ao som da rima,
algum ensinamento bem antigo,
e me sirvo do bom clima
de recolhimento no meu abrigo.
Em paz, estou empenhado
em atingir o progresso.
Mas, não sou escravizado
só por servir o universo.
Eu sou um serviçal guerreiro,
engajado para servir, humildemente,
ao plano universal verdadeiro,
empenhado em evoluir, gradualmente.
Se eu ficar confuso com as lições
e/ou praticar abusos nas missões,
arrepender-me-ei posteriormente
e estagnarei muito rapidamente.
Por isso, quero servir
e, no rebuliço, sorrir;
dar abrigos aos infelizes
e superar antigos deslizes.
Revivo e confesso:
eu sirvo o universo!
Em paz, estou engajado,
mas não sou escravizado
e nem evito o som rimado
um bendito som, eu brado:
Viva a liberdade poética!
Viva a liberdade religiosa!
Viva a liberdade dialética!
Viva a liberdade amorosa!

Paulo Marcelo Braga
Belém 17/12/2007
(06 horas e 40 minutos).
Foto de elcio josé de moraes

O TEMPO É AGORA

Se quiseres agir corretamente,
Peça a divina orientação.
Tenha sempre Deus em tua frente,
E viva com amor no coração.

Esteja sempre pronto a fazer o bem,
E tenha sempre, estendida a sua mão.
Não negues sua ajuda a ninguém,
E queira, sempre bem, ao teu irmão.

O tempo para nós é um empréstimo,
Fazemos em aproveitá-lo até o fim.
E Deus irá notar os nossos préstimos,
E dele a recompensa, terás por fim!

Escrito por elciomoraes

Foto de brynne

Coração de Menina-Mulher

Eu Te Amo
Só que não quero
Eu não posso,
Mas o meu coração te persegue

Sei que não me amas,
E sei que não me quer
Mas o que eu faço
Com meu coração de Pequena Mulher?

Será que tem cura?
Médico, remédio?
Eu peço, ajuda essa alma impura
Que precisa de ajuda!

Não saberia me ajudar
Porque também não sabe me amar
Grande ajuda que teria
Sei, você não me amaria

Queria que me amasse
Mas não sabe o que é amor
Mesmo se te explicasse
Não sentiria o seu calor

Não tenho lindas lembranças,
Mas um sonho sempre terei
Porque,...
Para sempre TE AMAEREI

Foto de Noslen

Quanto te amo?

Pedi as nuvens que te levassem um beijo meu e que te dissessem o quanto te amo.
Elas viraram-se para mim e disseram: diz-nos o numero exacto que representa o quanto a amas e nos fazemos o que pedes.
Então fui e pedi ao mar que me dissesse quantas gotas de agua tinha , pedi ao vento que me dissesse quantos grãos de areia existem nas praias e nos desertos , depois contei todas as estrelas que há no céu e multipliquei tudo isto pela distancia que nos separa.
Fiquei desiludido pois o resultado da conta é apenas uma pequena parte do quanto te amo, então as nuvens disseram-me que te levariam o beijo que pedi com a ajuda do vento mas o quanto te amo isso terei que to mostrar pessoalmente, por isso amanha, quando vires a primeira nuvem no céu e sentires uma brisa no teu rosto será a entrega do meu beijo…
Envia um para o ar e elas entregar-mo-ão no regresso…

Foto de Maria Goreti

A HISTÓRIA DE ANA E JOAQUIM – UM CONTO DE NATAL.

Chamavam-no “Lobo Mau”. Era sisudo, magro, alto, olhos negros e grandes, nariz adunco, cabelos e barba desgrenhados, unhas grandes e sujas. Gostava da solidão e tinha como único companheiro um cão imundo a quem chamavam “o Pulguento”. Ninguém sabia, ao certo, onde morava. Sabia-se apenas que ele gostava de andar à noitinha, sob o clarão da lua.

Ana, uma pobre viúva, e sua filha Maria não o conheciam, mas tinham muito medo das estórias que contavam a respeito daquele homem.

Num belo dia de sol, estava Ana a lavar roupas à beira do riacho. Maria brincava com sua boneca. Eis que, de repente, ouviu-se um estrondo. O céu encobriu-se de nuvens escuras. O dia, antes claro, tornou-se negro como a noite. Raios cortavam o céu. Ana tomou Maria pela mão e correu em direção à sua casa. Maria, no entanto, fazia força para o lado oposto. Queria resgatar a boneca que ficara no chão. Tanto forçou que se soltou da mão de Ana e foi arrastada pela enxurrada para dentro do riacho. Desesperada, Ana lança-se nas águas na vã esperança de salvar a filha. Seu vestido ficara preso a um galho de árvore e ela escapara, milagrosamente, da fúria das águas. Desolada, decidiu voltar para casa, mas antes parou na igreja. Ajoelhou-se e implorou a Deus que lhe tirasse a vida, já que não teria coragem de fazê-lo, por si. Vencida pelo cansaço adormeceu e só acordou ao amanhecer. Ana olhou em derredor e viu a imagem do Cristo pregado na cruz. Logo abaixo, ao pé do altar, estava montado um presépio. Observou a representação da Sagrada Família: Maria, José e o Menino Jesus. Pensou na família que um dia tivera e que não mais existia. Olhou para o Menino no presépio e depois tornou a olhar para o Cristo crucificado. Pensou no sofrimento de Maria, Mãe de Jesus, ao ver seu filho na cruz. Ana pediu perdão a Deus e prometeu não mais chorar. Ela não estava triste, sentia-se morta. Sim, morta em vida.

Voltou à beira do riacho. Não encontrou a filha, mas a boneca estava lá, coberta de lama. Ana desenterrou-a, tomou-a em suas mãos e ali mesmo, no riacho, lavou-a. Depois seguiu para casa com a boneca na mão. Haveria de guardá-la para sempre como lembrança de sua pequena Maria.

Ao chegar em casa Ana encontrou a porta entreaberta. Na sala, deitado sobre o tapete, havia um cão. Sentado no sofá um homem magro, alto, olhos negros e grandes, nariz adunco, cabelos e barba longos e lisos, unhas grandes. Ana assustou-se, afinal, quem era aquele homem sentado no sofá de sua sala? Como ele conseguira entrar ali?

Era um homem sério, porém simpático e falante. Foi logo se apresentando.

- Bom dia, dona Ana! Chamo-me Joaquim, mas as pessoas chamam-me “Lobo Mau”. Mas não tema. Sou apenas um homem solitário. Sou viúvo. Minha mulher, com quem tive dois filhos, Clara e Francisco, morreu há dez anos e os meninos... Seus olhos encheram-se de lágrimas. Este cão é o meu único amigo.

Ana, muito abatida, limitou-se a ouvir o que aquele homem dizia. Ele prosseguiu:

- Há muito tempo venho observando a senhora e o zelo com que cuida de sua menina.

Ao ouvir falar na filha, os olhos de Ana encheram-se de lágrimas. Lembrou-se da promessa que fizera antes de sair da igreja e não chorou; apenas abraçou a boneca com força. Joaquim continuou seu discurso:

- Ontem eu estava escondido observando-as perto do riacho, quando começou o temporal. Presenciei o ocorrido. Vi quando a senhora atirou-se na água, mas eu estava do outro lado, distante demais para detê-la. Também não sei se conseguiria. Pude sentir a presença divina naquele galho de árvore na beira do riacho. Quis segui-la, mas seria mais um a nadar contra a correnteza. Assim que cessou a tempestade vim para cá, porém não a encontrei. Queria lhe dizer o quanto estou orgulhoso da senhora e trazer-lhe o meu presente de Natal!

Ana ergueu os olhos e comentou:

- Prometi ao Senhor, meu Deus, não mais chorar. Mas o Natal... Não sei... Não gosto do Natal. Por duas vezes passei pela mesma situação. Por duas vezes perdi pessoas amadas, nesta mesma data.

Joaquim retrucou:

- Senhora, a menina está viva! Ela está lá dentro, no quarto. Estava muito assustada. Só há pouco consegui fazê-la dormir. Ela é o presente que lhe trago no dia de hoje.

Ana correu para o quarto, ajoelhou-se aos pés da cama de Maria, pôs-se em oração. Agradeceu a Deus aquele milagre de Natal. Colocou a boneca ao lado de sua filhinha e voltou para a sala. O homem não estava mais lá.

Um carro parou na porta da casa de Ana. Marta, sua irmã, chegou acompanhada de um jovem casal – Clara e Francisco, de quinze e treze anos, respectivamente. Alheios ao acontecido na véspera, traziam presentes e alguns pratos prontos para a ceia.

Ana saiu para recebê-los e viu o homem se afastando. Chamou-o pelo nome.

- Joaquim, espera. Venha cear conosco esta noite. Dá-nos mais esta alegria.

Joaquim não respondeu e se foi.

Quando veio a noite o céu estava estrelado, a lua brilhava como nunca!
Ana, Marta, Clara e Francisco foram à igreja. Ao retornarem a porta estava entreaberta. No sofá da sala um homem alto, magro, olhos negros e grandes, nariz adunco, sorridente, cabelos curtos e barba bem feita, unhas aparadas e limpas. Não gostava da solidão e trazia consigo um companheiro - um cão branquinho, limpo, chamado Noel.
Antes que Ana pudesse dizer alguma coisa ele disse:

- Aceitei o convite e vim participar da ceia e comemorar o Natal em família. Há muitos anos não sei o que é ter família.

Com os olhos marejados, Joaquim começou a contar a sua história.

- Eram 23 de dezembro. Minha mulher e eu saímos para comprar brinquedos para colocarmos aos pés da árvore de Natal. As crianças ficaram em casa. Ao voltarmos não as encontramos. Buscamos por todos os lugares. Passados dois dias meu cachorro encontrou suas roupinhas à beira do riacho. Minha mulher ficou doente. Morreu de paixão. A partir do acontecido, volto ao riacho diariamente para rezar por minhas crianças. Ontem, mais um 23 de dezembro, vi sua menina cair no riacho e, logo depois, a senhora. Fiquei desesperado. Mais uma vez meu “Pulguento” estava lá. E foi com sua ajuda que consegui tirar sua filhinha da água e trazê-la para cá.

Clara e Francisco se olharam, olharam para Marta e para Ana. Deram-se as mãos enquanto observavam o desconhecido.

- Joaquim, ouça, disse-lhe Ana. Há dez anos, meu marido e eu estávamos sentados à beira do riacho. Eu estava grávida de Maria. Eu estava com os pés dentro d’água e ele estava deitado com a cabeça em meu colo. De repente ouvimos um barulho, seguido de outro. Meu marido levantou-se e viu duas crianças sendo levadas pela correnteza. Ele conseguiu salvá-las, mas não conseguiu salvar a si. Entrei em estado de choque. Fiquei sabendo, mais tarde, do que havia acontecido por intermédio de minha irmã, que mora na cidade. Foi ela quem cuidou das crianças. Não sabíamos quem eram, nem quem eram os seus pais.

Aproximando-se, apresentou Marta e os dois jovens a Joaquim.

- Joaquim! Esta é Marta, minha irmã. Estes, Clara e Francisco.

Ana e Joaquim olharam-se profundamente. Não havia mais nada a ser dito. Seus olhos brilhavam de surpresa e contentamento.

Maria brincava com sua boneca e com seu novo amiguinho Noel. E todos cantaram a canção “Noite Feliz”, tendo como orquestra o som do riacho e o canto dos grilos e sapos.

Joaquim, Ana e Maria formaram uma nova família. Clara e Francisco voltaram com Marta para cidade por causa dos estudos, mas sempre que podiam vinham visitar o pai.
Joaquim reconquistara sua fama de homem de bem.

O povo da região nunca mais ouviu falar do “Lobo Mau” e do seu cachorro “Pulguento”.

Autor: Maria Goreti Rocha
Vila Velha/ES – 23/12/07

Foto de Dirceu Marcelino

MULHER

Obrigado, por me estenderes a mão!
Também não sei ao certo quem me inspira.
Acredito ser de Deus essa inspiração.
Pois é Dele o amor que tenho em mira.

Não te ignoro, pois, é pura emoção!
Vibra em mim os acordes da lira!
Dedilhas aí e atingem aqui meu coração,
Percorre meu corpo e todo ele transpira

Cresce assim em mim a flecha da paixão
E tenho que dominar o que se estira
Em mim e se arremessa em tua direção.

Sim! Ajuda a este Homem que te admira,
Mas tenha um pouco de compreensão
E aplaques a chama pela qual delira!

Foto de Naja

AMOR OU ILUSÃO

AMOR OU ILUSÃO?

O sentimento de amor pode muitas vezes ser confundido com a solidão,com o desejo de ter alguém que se sinta à vontade, para falar,
e que seja pessoa de outro sexo. O ser humano não nasceu para viver só, se vive sózinho, precisa sentir-se querido, e no caso não quer ter amigo, quer amor; porém às vezes, esse sentimento de amor é tão confuso que, não fosse tanta solidão, tanto viver só, e muitas vezes até mesmo, no meio da familia que, pensa-se amar alguém que poderia ser um grande amigo, pois nem sempre se pensa em sexo..há pessoas que amam apenas um sonho, uma ilusão, pois o ser, pensado ser o objeto de nosso amor, está a quilômetros de distância e seria a situação mais impossivel de se verem. E nem sempre esse amor sentido por um , é correspondido por outro. Que pode tambem, estar amando outra pessoa ilusória, do mesmo modo impossível e distante. O que me faz lembrar de um poema que dizia: Jão ama maria, que ama José, que ama ....e por aí vai,,,devem conhecer o poema, não lembro dele todo, aliás , quase nada.
Nessa busca de carinho, de afeto, pensa-se amar e por vezes, se crê tanto nesse amor que a pessoa se perde, se confunde, e até sofre realmente se perder esse "amor" que na verdade era apenas sentimento de um.
O que não entende é que não perdeu amor, perdeu a ilusão, o sonho de realização real de seu desejo. O amor verdadeiro faz a pessoa sorrrir sem motivo aparente, os olhos brilham, a pessoa fica mais bonita, com viço.
Caso contrário, o sofrimento abate a fisionomia , ofusca os olhos, e a ãparência de tristeza não dá para ocultar.
É, mais ou menos como as doenças psicossomáticas. Elas sentem todos os sintomas do que se quixam, o médico trata da doença e do doente, da mente que criou a doença, por sofrimeto, medo, várias causas,que não vêm agora ao caso. Mas a pessoa não está fingindo, ela realmente está doente, só que criou essa doença em sua mente.
A carência afetiva pode causar doenças, mas a pessoa deve procurar um psicoterapeuta, e conscientisar-se que alí havia apenas um desejo de ser querida, mas está com a pessoa errada; longe , sem sentir o mesmo por ela e causará bastante sofrimeto . Esse sentimento deve ser transferido, com a ajuda ou sem ela, cada pessoa é de um modo, para outra pessoa, uma atividade, qualquer situação que a faça esquecer a ilusão sofrida.
Há alguma pessoas que transferem todo o seu amor, um montão que
têm acumulado em seu ser, para animais de estimação, tratando-os como se fossem seres da familia; humanizam o animal..não poderia ser contra isso, pois já tive três cockers que não eram cadelas, eram minhas filhas, e ao morrerem me engasguei guardando as lágrimas, pois nem conseguia chorar, tamanho o sofrimento. Mas o correto, é procurar ocupar-se com outros objetivos ou outra pessoa, de mesmo lugar, de mesmo país, de mesmo estado em que se possa , quem sabe, viver um amor verdadeiro e feliz
O ser humano precisa de amor, dar e receber, não nasceu para viver só, até se vive só, mas ninguém que tiver a oportunidade de encontrar sua companhia, e nessa companhia achar o amor sonhado, nao vai preferir viver só.
NAJA

Foto de PoderRosa

O Encontro do Amor

O CORAÇÃO BATE FORTE
A CABEÇA FICA ZONZA
O CORPO TREME
AS PERNAS AMOLECEM
FALTA-LHE FORÇAS
A BOCA FICA SECA
VOCÊ MORDE OS LÁBIOS
FICA SEM AÇÃO
SEUS OLHOS PARECEM VER O LONGE HORIZONTE
O MAR VAI E VEM
O SOL BATE E ESQUENTA A PELE
A AREIA É MORNA, FOFA...
O CHEIRO DE PRAIA AJUDA A SENSAÇÃO AUMENTAR
VOCÊ FECHA OS OLHOS PARA SENTIR O ACONCHEGO
SUAS MÃOS PERCORREM TUDO E DEVAGAR
SENTE O CORPO UMA ONDA DE ARREPIO MISTURADO COM CALOR
É ASSIM QUE ACONTECE
O AMOR ENTRE PESSOAS
MAS NÃO É NADA VIRTUAL...

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