Alma

Foto de yurirbraz

Pobre poeta louco

Pobre poeta louco

Yuri Rodrigues

Cálice maldito da minha alma

Que se enche com o vinho da morte

Embriaga-me e me faz louco

Um pobre poeta apaixonado

Que se deixa levar pelas coisas do coração.

Sentado em um canto de trevas

Escrevo meus versos malditos

Coloco no papel toda a minha insanidade.

Até mesmo a linda donzela

Que se perdeu no escuro do meu coração

Já se foi por medo da demência

Medo de um poeta apaixonado

Medo de um poeta amaldiçoado.

O cálice está vazio,

Aquele vinho que me embriaga

Torna-me um pouco mais sensato

Deixo então os prazeres da poesia

E me envolvo nos prazeres da bebida.

O mesmo amor que me consumiu

E me tornou este poeta louco

Enterra-me em um buraco à luz da lua.

Ainda sou poeta, mas poeta defunto,

Apodrecendo pelo amor que não tive

Enterrado sozinho com a minha loucura.

Ao lado do túmulo, um lírio

Que se deixa encher de orvalho

Enquanto minha boca se enche de vermes.

Um pobre poeta louco,

Que morreu na esperança de ser amado.

Foto de yurirbraz

Flor das Primaveras

Flor das primaveras

Yuri Rodrigues

Tanta beleza reluzia

Daqueles olhos que eu tanto quisera

Aquela rosa que docemente me sorria

Transparecia de beleza, no carmim da face dela.

Ah! Maldito e incontrolável coração

Depois de aquele dia

Aquele sorriso que me sorria

Fez da minha mente, minha prisão.

Me deste esperança e receio

Aquela linda rosa me olhando

Flor que respirei, que amei sonhando,

Tem saudade de mim, que eu te pranteio!

Minha pequena, se tu puderas

Sorrir-me um sorriso de salvação

Vem ser a flor das primaveras

Que nascem em meu coração.

Dá vida em teu alento à minha vida,

Não me deixe ser uma lembrança esquecida

Tu que atingiu no meu ser mais profundo

Une nos lábios meus minha alma à tua!

Sob o brilho do teu olhar e o frescor desta lua,

Eu quero ao pé de ti sentir o mundo.

Foto de Cecília Santos

SEU BEIJO...

Sua boca tem um doce,
p
e
c
a
d
o...
Pecado que eu quero provar.
Pecado que me atiça os sentidos.
O de querer te,
b
e
i
j
a
r...
Seu beijo é um doce veneno.
Que extermina minh’alma.
Mas como ficar imune.
Se quero tanto te beijar?

Foto de cathy correia

Olhares...

Olhares
Que se cruzam
Caras que passam
Mãos que se dão
Na solidão do tempo a passar!
Olhares
Que se prometem
Palavras que se calam
Corpos que se fundem
Dentro da noite escura!
Olhares
Normais,
Fatais,
Olhares puros,
Inseguros.
Olhares maduros
Com o saber adquirido
Olhares expressivos
Espelhos da alma!

Foto de angela lugo

Um dia feliz

Hoje a felicidade tomou conta do meu ser
Você apareceu e fez minha alma enaltecer
Caminhamos pelas ruas num lindo entardecer

Falou-me baixinho com todo carinho
Pegou minha mão e corremos para nosso ninho
Que calorosamente nos aqueceu de mansinho

Entre os lençóis de cetim nos enrolamos
Entre braços e abraços nos amamos
E com alegria uma linda canção entoamos

Nada interferiu tudo colaborou até o céu clareou
O entardecer emanou sua brisa que a flor cheirou
E nós agradecemos este dia que tanto demorou

Foto de home.enamorat

A una bella noche de pasión...

Hay fuego en el corazón...
en la mente y en las manos que acarician sin tocar
que perciben sensaciones al desliz sobre la piel,
en un sueño cadencioso que jadea sin parar,
hay tibieza en el ambiente y frescura en el sentir
es una ola embravecida que se acerca y se va... es turbulencia.... es frenesí.... es deseo....
es sentir... es volcán en erupción,
es el llanto del placer, es tristeza, es alegría,
es compendio de amarguras y cantar de bellas aves,
en el frío declinar de una tarde sin mañana,
del principio sin un fin,
es estridente y alucinante el sonido que te indica... ahí está.... es tuyo.... cuan inmenso y fugaz,
cuan hermoso y radiante en su piel de soledad, hay secretos.... hay entregas.... hay silencios.... hay pesares.... hay amores que no están... hay vanidades que se sienten, hay frialdad en unas manos, hay frialdad en unos pies, quizá hielo hay en el alma y un constante invierno eterno que maltrata y reduce, que envuelve y aprisiona, que se estanca y prevalece, que no quiere ya marchar... y hay efervescencia en mi sentir, hay fuego en mi corazón, y voluptuosidad en mis maneras, hay pasión en lo que digo, en lo que pienso, en lo que escribo, en lo que siento, hay deseo de vivir...!

Foto de Ednaschneider

Frio

O frio chegou
Mas em meu coração ainda há calor
Apesar do cotidiano ser vazio
Ainda há neste coração muito amor.

A chama ardente ainda queima. Veja!
A chama que te espera, anseia, deseja.
A chama que te chama
Para a cama.

Deixe a temperatura cair.
Venha. Nossos corpos querem se unir.
Querem um ao outro esquentar.
Querem se amar;

Por que o medo, minha paixão?
Medo de ser feliz?
Venha. Entrega-se à emoção.
Faça o frio sumir.
Faça o calor surgir.
Faça minha alma sorrir.

Venha meu amor.
Possuir-me, preencher este vazio.
Esquenta-me com teus beijos, dê-me o calor.
Pois não quero sentir mais frio.

10 de maio de 2007 Joana Darc.

(Este poema é registrado.Copyright: Todos os direitos reservados à autora dos mesmos,não devendo ser reproduzido total ou parcialmente sem a prévia permissão da respectiva autora, estando protegido pela lei, ao abrigo do Código dos Direitos Autorais)

Foto de Lady B-Neka

Um resto de nada...

Foste a luz no fundo do túnel,
Foste a mão que não me deixou cair
E me puxou para cima…
Foste a razão para tudo,
Foste tudo o que havia para ser…
Só não foste o meu príncipe
(porque não deixaste, não quiseste).
Agora és o pó na porta da minha alma,
O piso molhado da estrada,
Um trilho espinhoso que se ergue
Junto do meu próprio caminho…
Já não és a razão de nada,
Só a réstia de esperança
Que em ti ainda conservo…

Foto de home.enamorat

Caja, mástil, cuerdas


Tienes los ojos de porcelana
y un rubio intenso en la mirada;
te toco y me excito,
te aprieto y no me explico
porque suenas a primavera
porque te siento en mi entera;
mis dedos surcan tu cuerpo
tus cuerdas vibran a cientos,
tu voz me acompaña, serena
el alma y conduce mi vida
hacia un planeta de frambuesa,
con interior de fresca cerveza
y corteza de pan tierno
que cruje como después
de hornearlo con tiento.
Caja, mástil, cuerdas
no necesito más que oírlas
para serenar mi vicio
tocarlo para comprobarlo
caja, mástil, cuerdas
tu silueta entre mis brazos
apoyada en mi regazo
así yo me relajo.

Foto de fer.car

SAUDADE

Sentimento sem fim, dor latente em mim
Saudade... símbolo da ausência, o vazio em meu ser
Saudade é quando as primeiras lágrimas brotaram
Do riso fez-se o pranto, dos sonhos a escuridão de dias
Saudade a brasa que arde, e a alma que clama
O martírio de viver sem o que mais se quer
Saudade é sentir saudades antes mesmo que se vá
E longe morrer aos poucos
Saudade é não ter por onde olhar
A não ser em sua direção olhar
É ter não o que falar
A não ser seu nome calar
Saudade é o tudo e o nada
É a magia de lhe ver, o vazio de não lhe ter
Esgota-me as forças, mostra-me a alegria
E depois me restam saudades...
Mostra-me a paz, o viver
E depois me restam saudades
Saudade foi olhar em seu olhar
E ver que sente também muita saudade
E ver que em seu gesto está o meu gesto
E em suas palavras o retrato do que fomos
O amor que ainda sentimos
Eis a saudade

Autoria: Fernanda Benevides
Direitos Autorais Reservados

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