Alma

Foto de InSaNnA

DeLíRiOs

Quando me aconchego,
em teu corpo,
como um leito macio,
e no frescor do teu cheiro,
desfaço-me em delírios,
quando invades o meu corpo,
virando a minha alma do avesso,
conduzindo-me em seus braços,
ao encontro dos teus dedos..
Alimentando-me,
nessa fartura de gestos ,
nos seus lábios ardentes,
deslizando a tua língua,
nos meus anseios..
Sensação perversa!
Sensação deliciosa...
Fazendo-me perder o rumo,
no teu corpo,
que me toca,
me conforta...
sinto as nossas vidas ligadas
quando ficamos loucos,
nessa mistura de amor e gozo,
ficamos nós dois,
morrendo aos poucos...

ROBERTA
****************************************************

OBRIGADA POR VIR ATÉ AQUI!

Obrigada por seu carinho...Beijinhos!

Foto de itamar

mundo vício

Um céu azul.....
claro, no amanhecer....
Escuro no entardecer........
O dia começa bem
mas termina mal.

Vida nova, criança..
ingênua no começo..
safada no final,
a vida começa bem
mas termina mal.

A noite passa,
outro céu chega,
outro azul,
e a vida que se foi
jamais retornará.

começa com choro,
vive em agonia,
mas ao ir-se daqui
põe-se de novo a chorar
disposta a ficar.

Ah! Mundo! Vício!
viver não se cansa..
sofrer não se cansa...
pra viver vai correndo ...
mas para morrer caminha devagar.

Qual seu segredo?
No que se consistes?
A todos se torna um fardo,
mas do qual
ninguém quer se livar.

Enquato respira...
vegetativo ou não...
canceroso ou não....
desgraçado ou não...
a alma não se desgruda.

Quer sua sobrevivência
para voltar a ser desgraçada..
um cão sem dono...
amarrado no mundo
vivendo na transparência.

Ah! Mundo! Vício!
viver não se cansa..
sofrer não se cansa...
pra viver vai correndo ...
mas para morrer caminha devagar.

Qual seu segredo?
no que tu consistes?
nesta globalização
viver é um mal comum..
uma maldição.

Ser apenas um número...
virar estatística...
estar no meio da multidão
sem luta, sem honra,
sem dinheiro, sem vergonha.

padecer a vida,
existir por viver,
a conquista acabou,
não foi eu quem disse....
foi o dinheiro quem ditou.

Foto de amasol

Retalhos

Poeta, não sou
Amante das palavras, sim

Gosto de escrever versos
Sem me importar com rimas
Se acontecerem, serão bem-vindas

Falar com o coração
Quando brotar a emoção

Palavras soltas como o vento
Sem sequências nem vaidades
Como um pássaro liberto
No seu vai e vem

Minha emoção voa livre
Sem escolher destino

Se alegre fico
Iluminados serão os versos
Como os raios de sol a me aquecer

Um sorriso, um grito, pura expressão

Se a nostalgia bater
Uma saudade fizer chorar

Não sei...

Desafogarei o coração
Com lágrimas caídas
Dos sofrimentos da vida

Mensagens borradas
Como nuvens pesadas
Lavarei minha alma

E quem sabe...
De outros também

Foto de Paulo Zamora

A Esperança que aprendi com você.

Um dia você vai me pedir o mundo; e eu o lhe darei se for para sua felicidade.
Olhe minha alma, veja na janela um rosto deprimido por olhar pra fora e não poder vê-la, e quando não mais escuto a sua voz minha vida para...
O que foi apenas prazer não valeu a pena; não passou de momento minha total imprudência, porque você vale mais, você é mais; mais do que aquilo que em palavras ignorei.
Dentro de mim a esperança que você me ensinou a ter, vivo a te esperar...
Sou aquele que de manhã fala com a relva porque um dia falarei de novo pra você como é grande este amor, o nosso amor.
De braços abertos correndo vou...
Eu sei... que poderei dizer que errei.
Eu sei que poderei me desculpar e dizer que não te esqueço um segundo.
Não renegue meu pedido de perdão, com amor , com juras; com beijos e como pensamentos voltados somente pra você. Eu não posso te esquecer, mesmo se eu querer, mas o coração não quer e estou tão sensível que posso ouvir as estrelas chorando a falta de você; da sua beleza em minha vida.
Este amor não é engano de uma aventura, tenho a espada, estou na luta porque sei que um dia vai querer me encontrar; ou vai me ver na janela olhando o céu... esperando você chegar.
Um dia... você vai me pedir o mundo... e eu lhe darei...
Paulo Zamora
25-11-2006

www.pensamentodeamor.zip.net
paulozamoracontato@bol.com.br

Foto de Coyotte Ribeiro

"Senquencial"

Calado-Amado-Aplaudido-Inspirado-Considerado-Responsável-Verdadeiro-Conselheiro-Amigo-Protegido-Filho-Feliz-Insasiável

Sou quem sou, serei o que serei; nada importa mais do que viver sem contar o amanhã; simplesmente vivo por que existo, se existo eu vivo...não bebo, não fumo, não cheiro, não perco meu tempo, só lamento! A dor de uma lágrima não é minha espada, mas dela a minha alma é lavada...do dia nasce a luz, da noite nasce o medo...com coragem de guerreiro sou quem sou, serei o que serei!....siga seus princípios...não mude por atritos...tenha atitudes...seja esperto, seja ilustre...salve, salve...honrarei o dia que nasci...sou quem sou, serei quem serei...Anjo....Calado.......!!!

"Mía mayor voluntad es ver usted feliz y hacer todos los momentos qué estuvimos juntos más qué mia propia alma qué hoy simplemente tener cómo regla despertar de un sueño y vivir la maravillosa realidad qué tener por nombre oculto; nombre qué dá al mío corazón respeto, actitud y libertad de expresar el qué sinto por usted"

"Le amo, mío amor usted puede dicer qué es una palabra fuerte, pero usted me enseñó la te amar, por eso 'Le Amo'"

Foto de Sirlei Passolongo

Amar você

Amar você
É sentir perfume de rosas
Embora longe de jardins
É tocar as estrelas
Embora possa apenas vê-las
É ouvir a mais bela canção
Da harpa dos querubins.

Amar você
É sentir na pele
O suave roçar da chuva
O cheiro da terra molhada
Que alegra o canto do sabiá
E desperta a madrugada...

Amar você
É compor em versos d’alma
A força do sentimento.
Embriagar-me do vinho mais raro
E me perder nos mais doces
Pensamentos.

Amar você
É sentir o aroma da manhã,
O calor do sol ao nascer.
A nada se compara...
Um amor assim.
É me perder em você,
É esquecer de mim...
É meu jeito de te amar
É o meu amor... Enfim!
(Sirlei L. Passolongo)

Foto de Jorgejb

E de um poema nasceu 2

Deixou um poema em cima da mesa e saiu. Sabia que ela, ao sentir o frio do outro lado da cama, saltaria pronta, procurando onde tinham feito amor, a mesa nua e fria, ainda quente do seu corpo, sulcos de si própria espalhados nela, e assim, perceberia a folha cheia, acolhendo palavras para si.
Não, não era um recado, nem uma justificação, nem concerteza razões expressas de forma polida e omnisciente, desculpando-se. Era um poema, zurzido da consciência do impossível, dos pedaços dos dois, que ainda ontem pareciam não conseguir se despegar, iluminados da loucura que os prazeres quando libertados, emprestam aos corpos e lhes dão aquele brilho, que só os amantes sabem contar e explicar dentro dos seus corações.
Uma dolorosa e delicada expressão de amargura, empalideceu seu rosto, sentindo a solidão dos amantes traídos; olhou de lado a sua cama, desarrumada, os lençóis descaídos e soltos, as roupas espalhadas pelo chão, como um mapa, com pontos demarcados e uma história apensa a cada um.
Já sentada na beira da cama, contida no seu próprio corpo, escondendo seus seios em seus braços, as pernas geladas, vermelhas, unidas na estupefacção do seu próprio ruído interior, procuraram nas palavras uma nova força, um destino, uma alma.
Encontrou-o mais uma vez. Como sempre, arquitecto de palavras, demasiadamente doce para a sua manhã, o rosto dele na sua memória - definhando, e foi lendo, e lendo, sem compreender onde chegava.
Era a carta de um homem com medo do amor, como se não lhe tivesses deixado os seus portões abertos para entrar, era a carta de um homem preso ao espaço e à resignação do mundo que trouxera atrás de si, como se ela alguma vez tivesse ousado tocar em seus haveres, ou pronunciado a palavra passado. Era ele e seu mundo, e a irrazoável forma de dizer adeus cobardemente, como se num último rebate, abandonasse a prancha mais alta e recusasse o salto para um mar maior e mais azul.
Ela sorriu, arrumou o quarto, tremeu de frio, e percebeu o quanto tinha estado nua, agasalhou-se sentindo o conforto do seu xaile de seda, onde tantas vezes repousara o seu amante, e sorrindo mais uma vez, abriu a janela que dava para o meio da rua, o rio entrando pelas suas narinas, extasiado do fresco ar húmido e salgado que a abraçava, e convidando o Sol a entrar, escutou no seu rádio a sua música favorita, trauteando um novo canto, sem saudade, sem rancor. O amor, o seu amor haveria de chegar outra vez.
Ele, parado no meio da rua, queria perceber o que tinha escrito, a impulsividade que o dominava, o medo de magoar, de prolongar sonhos sem esperança. Doía-lhe o peito e a saudade dos lábios dela. A manhã não lhe dava tréguas, de ter sido acordada tão cedo, enregelou-lhe os ossos, como querendo que ele voltasse ao leito que tinha deixado. Sentia o perfume dela, abraçando-o, mas soube que a outra história devia estar destinado. Final de história, os passos levavam-no em frente. Sorriu na compreensão, do quanto ela ficaria no seu peito, na sua memória, e amou esse momento na plenitude de um grande final e do quanto os momentos são diferentes na medição do tempo e dos seus segundos. Veio-lhe à memória a mesma canção, que tocava em todas as janelas abertas, a sua canção, espalhada por todos os rádios, esperando que ela também o tivesse ligado, trauteou baixinho para ela, que o amor nunca irá partir, um dia o amor, o seu amor haveria de chegar outra vez.

Foto de lerkst

sem sentido ?

tolos os pensadores da vida
tolos os poetas
e o que me resta é ser somente eu

riam de minha face
gorgeiem sobre o calice que eu bebo
pois deramaram o liquido vermelho
cintilante e ao mesmo tempo nao brilhante
que o amor me deixou
isso é um poema de amor ?
isso é um poema de amor?
critiquem quem quizer
veja o que vier
somente os entendedores
consumaram as dores

poeta, você.
olhe para o que estáis a escrever
deixe o querer de tua alma
possuir suas maos caridosas
e não apenas o querer
de apenas lhe dizer
os seus pensamentos imundos
sujos,que como os ratos correm para o fundo
viva o querer de ser
seja o querer de viver

Foto de Tancredo A. P. Filho

SUA VOZ

Quando a luz dos seus olhos
Inundar meu corpo com sua luz.
Meu triste caminho
Abrirá em rosas
Sem um único espinho...
Pois seu nome é uma canção,
Sua voz uma sublime oração,
Que invade a minh’ alma,
Indo atingir o meu coração.

Foto de Sirlei Passolongo

Alma Negra

Minh’alma negra
Inda chora...
Chora a crueldade do
Preconceito.
Que há muito o mundo,
Miseravelmente,
Tem feito.

Meus olhos choram
Lágrimas de sangue
Pois só vêem dor e
Maldade...
Irmãos negros, pela cor
Subjugados,
Mundo afora humilhados.

Meu coração negro
Clama justiça ao meu povo
Milhares morrem de fome
E infinitas doenças...
Esmagados no esquecimento
Por preconceito e violência

Minh’alma negra e forte
Grita por respeito e igualdade
Não apenas
Um dia de consciência
Direitos a dignidade...
Por toda a nossa existência!
(Sirlei L. Passolongo)

20.11
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

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