Alma

Foto de @ngel

Pietro

E o meu coração dilacerado
doia apertado no meu peito
aquela dor sufocava minha voz
que em vão tentava sair dos meus lábios
com palavras de coragem

Pra você eu parecia forte
pra mim parecia uma formiga
sendo esmagada pela força
da dor que estava no meu peito

Nos seus olhos eu via o medo
no seu rosto lindo um pedido e esperança
pra você uma palavra minha seria sua alegria

Abracei seu corpo pequeno
e queria que naquele momento todo seu medo
e sua insegurança passasse pra mim meu amor

A angustia nos teus olhos pequenos e castanhos
transpassavam minha alma,
e cravavam em meu coração
como uma espada

Como este você terá muitos outros
momentos , mas espero que sempre
lembre das palavras que te disse
"eu te amo meu amor
e sempre estarei aqui a esperar
por você, e sei que vai ultrapassar
todos seus medos
e vencê los", e desses momentos tristes não ficarão vestígios.

Foto de Odalisca

Maré de lágrimas

Você chegou trazendo uma maré calma
Repleto de alegria e felicidade
Você trouxe pra minha alma
Amor e muita bondade

Te amando eu fiquei
E por você, muitas noites chorei
A você me dediquei um grande amor
Como não era possível, fiquei nadando em dor

O calor do teu corpo,
Me trouxe água pura e cristalina
A doçura dos teus abraços,
Era o sol que me ilumina

Vivia um amor na temperatura certa
Muito amor no peito e uma brisa de saudade
Agora a tristeza me aperta
De todos os momentos que tive de felicidade

Você era meu sol
Você me trazia muita luz e calor
E na beleza do teu mar,
Vivia um grande amor

Agora longe dos teus passos
Eu vou ficar
E vou tentar encontrar em verdadeiros braços,
A minha vida, o meu caminhar

Me desiludi profundamente
Vivo uma profunda escuridão
Vou tentando encontrar novamente,
Onde anda o meu coração!

Foto de Anjinhainlove

Preciso de ti

Pára!
Pensa em mim,
Não digas que é o fim,
Olha para a minha cara.

Eu preciso de ti
Fiquei viciada no sabor da tua alma,
Quero a tua voz calma.
Quero que fiques comigo aqui.

Não faças isso…
Não abandones tudo por que lutaste,
Não abandones quem tanto amaste,
Vamos brincar com um novo começo.

Sente!
Pega na tua mão
E coloca no teu coração
E sente o seu bater quente.

Recorda os momentos
Em que cada palavra tinha significado,
Em que todas as nossas lágrimas já tinham secado,
Não ignores esses sentimentos.

Liberta a tua mente,
Abre os teus braços,
Sente no meu peito os traços
Que escrevem secretamente
“Preciso de ti.”.

Foto de Odalisca

Teus lábios

Sim... são lábios sedutores
Dúbios,
Envolventes.
Cujo canto fala de antigos amores.
Dilúvios,
Poemas poentes.

São lábios mágicos,
Especiais
Fantásticos
E fatais.

Lábios discretos
Ínfimos...
Cacos de poesia
Poemas secretos.
Íntimos
Toques de revelia

Os ecos de todos os nossos beijos,
Perdidos...
Resplandecem sob a luz da lua
Iluminando pejos e desejos
Caídos...
Frente a sombra tua

Minha alma que sempre te procura
Atenta...
Procura sempre a ternura de teus braços
E agora,
Sedenta...
Está a loucura
Pois quer eternamente, o calor dos teus abraços.

Foto de Odalisca

Chama de Prazer

Seu corpo chama ardente
Acende a minha alma em prazer
Nos teus braços lentamente,
Sinto o meu corpo adormecer

Seus olhos, brazas em fulgor
Iluminam nossa paixão
Sua face, irradiando encantador
Demonstra o teu coração

Minha pele incendeia na primeira chama
Nos teus braços, desmorono ardentemente.
Essa paixão que no meu peito inflama
É que incendeia o coração da gente.

Fico lapidada em prazer
E me desfaço devagar
Só no teu colo sinto preza por querer
E só nos nossos beijos é que eu vejo,
Como é bom se entregar.

Seu corpo, volúpia ardente
Consome meu coração,
Que fica a desparar.
Só nos teus braços me perco de repente.
E de tanta paixão,
Sinto-me despedaçar.

Foto de joão jacinto

Ainda é tempo

Não se herda a pobreza,
cresce-se de cegueira,
sofre-se submisso à culpa,
respeita-se em contrariedade,
a arrogância do preconceito,
sonha-se a dormir,
corre-se de pé,
luta-se com medo,
estimula-se o amador,
nega-se a aventura,
silencia-se o desejo,
foge-se do amor...
Cobre-se de negro
o espelho que reflita
a coragem da alma,
habita-se na solidão
de um metro quadrado
e morre-se rodeado de gente,
no arrependimento
de nunca se ter vivido.

Impera a inteligência do Espírito,
ainda é tempo de abundância,
na riqueza de ser feliz,
diferente,
Eu.

Foto de joão jacinto

Chuva

Dia de chuva,
alma triste e molhada,
são rios de rua,
cúpula de mágoa rasgada.
O Sol trocou-se de núvem,
tão cedo entardeceu,
são cheias de ninguém,
enxurradas do eu.
Trovoadas de espanto,
vendavais do meu degredo,
na tempestade desse meu canto
soam os trovões do medo.
Sonhos ansiosos de bonança,
em arrepios de solidão,
acendalham-se de esperança,
lareiras de multidão.
De arco-íris se alterou
o confuso azul do céu,
a vida depressa enxurrou
e o meu dilúvio morreu.

Foto de joão jacinto

Retalho de gente

Sinto-me retalho de gente,
objecto desvalorizado,
chuva batida a vento,
tecto sem telhado,
palavra não dita,
forno que não esquenta,
voz que não grita,
boato que se inventa,
gota no charco,
árvore já morta,
violino sem arco,
quinta sem horta,
pele mal amada,
espectáculo sem artísta,
qualidade não controlada,
palhaço malabarista,
tv a preto e branco,
relógio sem ponteiros,
pirata manco,
tiros não certeiros,
corno manso,
intriga mal parida,
mudo ganso,
sapato de alma partida,
cadelabro sem velas,
dia, de noite apagado,
ombreiras sem janelas,
nevoeiro cerrado,
bosta de besta,
cão rafeiro,
verga entrelaçada de cesta,
pantomineiro,
mosca sem asas,
copo sem bebida,
rua sem casas,
beco sem saída.

Foto de joão jacinto

Cicatrizes

Vejo a face marcada e dura da tua dor,
ouço os uivos repetitivos da tua raiva,
sinto o desespero amargo dos teus sentidos
e dói-me o negro acutilante das verdades,
que carregas como culpas,
dos valores calcinados,
corrompidos de eternos ódios e rancores.
Presa fácil de ingenuidade,
das desconfianças e credos,
fechada no labirinto das paredes,
cobertas de antigo e de medos,
numa teia emaranhada de incompreensão,
cimentada de fraquezas e vícios,
na recusa de rasgar uma fresta
e de contemplar-se em admiração,
desnudada de complexos e mitos,
na corrente de mãos dadas com o mundo.
Destruído pelo conflito de ser vencido,
apaixonado, sem amor,
temendo receber o que não sabe oferendar.
Moribundo no vazio do sossego,
em prolongados silêncios,
exercitando o conformismo da solidão,
em sofrimento preocupado.
Mensageiro na riqueza
alucinada dos vocábulos,
do desentendimento confuso e perplexo
dos indecifráveis códigos,
da simbologia da existência.
Dói-me o paradoxo do belo e da tristeza,
do propotente e da vítima,
de ter de sofrer contigo, ser-me cruel.
A minha superficialidade é fuga
ao pesadelo do realismo ofensivo,
que me circunda e me hostiliza.
A consciência do tempo
e da verdade dos instintos,
é a grande cruz que nos pesa na alma,
o pecado da sobrevivência.
Arquitectamos esquemas defensivos
às nossas inseguranças
e retroactivos à criatividade frustrada dos sonhos.

Se pretendo magoar-te,
sou eu que fico ferido.

Dói-me ver-te com tantas cicatrizes.

Foto de joão jacinto

Resplandescente

Hoje, foste a alvorada
mais resplandescente,
que despertou
os meus sentidos.
A tranquilidade,
que animou
em vontade,
a minha a alma,
já apagada,
de tantas derrotas
e desilusões.
Estou orgulhoso de ti.
Gosto tanto do teu sorriso,
aberto para o mundo e feliz,
agarrando vida,
na riqueza da expressão.
És ainda mais bonito,
um arco-íris que sobressai,
do meu enublado cinzento,
em feixe de ternurenta paixão.

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