Amizade

Foto de Maria Goreti

O BEIJO

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O BEIJO

(Oswaldo Genofre & Maria Goreti Rocha)

Pela sua existência, só fantasia.
Eterna viagem ao encantamento,
Ávidos, ternos, de muita alegria.
A imaginação nas asas do vento!

Às vezes, de carinho, molhados.
Com o gosto do desejo, ardente,
Provocadores de tão ousados,
Do paraíso, a própria serpente!

No rosto, doce sinal de amizade,
Na mão e na testa... muito respeito.
O coração a pulsar forte no peito...

O caminho certo para a intimidade,
Chega a fazer-nos perder a razão,
Os corpos, de tão unidos... explosão!

*Direitos Reservados aos Autores*

Foto de Lou Poulit

A MONTANHA E O PINTASSILGO (CONTO)

A MONTANHA E O PINTASSILGO
(Parte 2)

Com o passar do tempo, a tal tempestade não viera e duvidando de que viesse, afinal a montanha apiedou-se do pintassilgo, que se mostrava irredutível. Pediu que cantasse alguma coisa, depois que voasse para outra fenda só para ver o colorido das suas penas, pediu até que fizesse ao menos alguns passos da sua dança nupcial, o que era capaz de despertar sincera inveja da montanha. Tudo em vão. O passarinho só conseguiu emitir um único pio, mesmo assim em um tom debochado. A montanha então se indignou: quem esse cara pensa que é ― perguntou a si própria ― qualquer um dos sóis que passaram por aqui nos últimos mil anos daria qualquer coisa para me ver pedindo algo a alguém! Qualquer estrela desceria do infinito para me salvar, como se eu fosse a sua dracma perdida particular! Que raio de motivo pode ter este ínfimo montículo de penas, para recusar os pedidos tão simples de uma montanha tão maior que ele?

Raio?! Onde, onde dona Montanha? ― O pintassilgo saiu subitamente da sua silenciosa meditação. Ora, Pintassilgo, não sabia que tu és capaz de ler pensamentos. Não o sou de fato, exceto quando podem ser um indício de tempestade. Verdade? É verdade sim... Eu estava aqui quietinho, quase zen, entrando em alfa. Sei... Um zero à esquerda. Não! Um zero não. Nem à esquerda nem à direita. Mas nesse estado, a minha mente poderosa é capaz de proezas que não podes imaginar... Ah, mas que bichinho mais pretensioso. Tuas explanações a respeito são desnecessárias. Esquecestes de que sou uma montanha? Eu já dominava estas técnicas muito antes dos teus ancestrais secarem as penas. Eles foram pegos por uma tempestade, foi? Que tempestade o quê, Pintassilgo, tu tens fobia de tempestade. Então por quê ficaram com as penas molhadas? Pintassilgo... Quis dizer-te que nós as montanhas passamos a vida a meditar. E que eu já houvera feito isso por uma pequena eternidade, quando os primeiros pintassilgos migraram do mar para a terra. Entendestes agora? Não sei bem, dona montanha. Penso que podes estar a me enrolar com esta tua sabedoria. Ora, por quê? Porque se meus ancestrais moravam no mar, deviam ter escamas e não penas molhadas.

A montanha aprumou-se nas suas profundezas e pôs-se a refletir por um instante: precisava concentrar-se mais, era muita arrogância para o seu gosto, contudo até que ele era bem esperto. E também teimoso como uma pedra... ― a montanha riu-se da própria piada. Depois, pensando bem, sentiu-se compelida a reconhecer que a tal tempestade, justo por não chegar, houvera lhe feito um bem. Deu-se então conta de que havia uma velada simbiose naquela relação aparentemente pouco útil. Mais que isso. A amizade de um passarinho não deveria ser importante para quem tenha a vida de uma montanha, muito menos os seus dejetos, que já lhe pareciam suportáveis. Sequer deveria tê-lo percebido, ele não viverá tempo bastante para ser importante. Entretanto, embora isso fosse difícil de explicar, já o era. Tanto que lhe preocupava. Conseguira despertar a piedade de uma montanha!

De repente o pintassilgo cantou, arrancando a montanha das suas reflexões. E logo ele ergueu-se, espreguiçou-se abrindo longamente as asas e depois sacudiu-se todo, da cabeça a ponta do rabinho. Mas a montanha ficou dividida. Em parte era o que ela queria antes: vê-lo menos triste. Por outro lado porém, ao vê-lo assim ela teve um pressentimento desagradável. A montanha dissimulou: Ora, ora, que bom vê-lo tão bem disposto, Pintassilgo! É mesmo, Montanha. Acho que a tempestade foi passear no mar... Talvez, mas, olhe aí bem ao teu lado, estas sementes fresquinhas, devem estar uma delícia e servirão para que reponhas as tuas forças. Nossa, Montanha, eu não estive doente. É, mas ficastes aí nesta fenda quentinha por horas, como se esperasses pelo fim do mundo, e não te alimentastes nem um pouco. Sei que tu estás todo doído. Não estou não, dona Montanha, e para que tenhas certeza disso, vou descer ao vale e comer as mais tenras lagartinhas, que não agüentam subir aqui. Sementes são comida para pintassilgo com auto-estima baixa. Mas Pintassilgo, não há necessidade ― ponderou ela ― então não sabes que sob as pedras também há insetos apetitosos? Claro que sei, mas estes têm sabor de terra. As lagartas que se empanturram de folhas têm um suculento e variado sabor, dependendo das folhas que estiverem comendo. Para um pintassilgo, o vale na verdade é uma colossal bandeja de salada, hum... É simplesmente irresistível!

O bichinho parecia mesmo decidido e a montanha já se sentia irritada com tanta teimosia. Mas como, para uma montanha, não é bonito que se exploda por um reles pintassilgo, somente porque ele não quer entender os seus tão bem intencionados motivos, ela optou por mudar a tática: Se tu te contentares com as larvas que te ofereço, antes de cair a noite te contarei um segredo que vais adorar. O pintassilgo franziu a testa e refletiu. Depois tentou negociar: Talvez... Se me contares logo. Ah, contando logo não terá graça nenhuma. Mas, ao cair a noite já estará na hora de dormir, e o que vou fazer de bom com este teu segredo? Que me importa? Azar o teu ― Ela dissimulou... Caramba, dona Montanha! Não eras tu que me aperreavas para que saísse a voar por aí? Estás a me esconder algo.

(Segue)

Foto de Lou Poulit

A MONTANHA E O PINTASSILGO (CONTO)

A MONTANHA E O PINTASSILGO
(Parte 5)

A novamente recolhida em si, a montanha não se conformava. Como podia ser aquilo? Um pintassilgo tão lépido e inteligente tinha obrigação de encontrar a saída providencial. Será que a velhice roubara a sua visão? Claro que não, para outras coisas não! Medo de vento ele sempre tivera, mas ante a possibilidade fortuita de recuperar a sua sagrada liberdade, não poderia titubear em optar pelo vento que, diga-se de passagem, não seria mais perigoso fora do que dentro da gaiola, onde já havia entrado. Não, tinha que haver uma outra razão plausível.

De repente, ela se recordou de um detalhe que lhe pareceu importante: durante o imenso minuto em que tudo aconteceu, em nenhum momento o pintassilgo lhe dirigiu sequer um único pensamento. Foi como se ele não ouvisse os seus apelos agoniados, para que fugisse pela portinhola entreaberta, antes que fosse tarde demais. Por que tal comportamento? Será que não mais considerava valiosa a especial e já manifestada amizade de uma montanha? Ora, não havia dado a ele nenhum motivo para tamanho desprezo, muito pelo contrário.

Sua indignação contudo ainda se transformaria em perplexidade: algum tempo depois a montanha foi arrebatada das suas reflexões pelo canto, agora de fato inconfundível, do seu pintassilgo. Lá estava ele novamente. A gaiola fora reposta no mesmo arvoredo, reabastecida de sementes e água, parecendo que nada havia acontecido ao passarinho. Até se poderia deduzir que estava mais feliz do que antes da ventania. Coisa mais absurda ― disse ela a si mesma. Porém, era evidente, nenhum pintassilgo deprimido poderia cantar tanto nem com tamanho virtuosismo, nem dar cambalhotas no ar e fazer outras piruetas. Até um banhinho ele tomava. Sucinto, como são os banhos dos passarinhos, que não têm muita intimidade com líquidos e nem muito o que lavar. Mas bem diante dos arregalados olhares da montanha, o bichinho espirrava água para todos os lados, enquanto, literalmente, mostrava ser também um entusiasmado cantor de banheiro.

Quando a tarde já se preparava para anunciar a sua partida, uma cena insólita mais uma vez surpreendeu a montanha. Vieram os dois caçadores na direção do arvoredo. O velho, ensimesmado, apertando as pálpebras como que por impaciência, não respondia uma só palavra, ao passo que o jovem, mostrava-se inconformado. Alguma coisa o levava a gesticular muito e a despejar no vento repetidos argumentos, tão atropelados que era difícil entender o mínimo. Até mesmo interpor-se no caminho do outro o jovem tentou, inutilmente. Para espanto até do pintassilgo, não apenas o caçador mais velho retirou a gaiola do galho em que estava pendurada, como ainda meteu a mão pela portinhola, apanhou o bicho apavorado entre os dedos, grosseiros mas cuidadosos, e em seguida simplesmente abriu a mão e esperou que ele voasse. O passarinho atônito demorou a entender, porém depois de poucos e longos segundos, mais assustado do que feliz, lançou-se no vazio, seu natural quase esquecido pelos anos de cativeiro. Com um sorriso contido no rosto também marcado pelo tempo, o homem ficou olhando onde ele pousaria. Por seu lado, aborrecido, o jovem virou-lhe as costas e com as mãos na cabeça, numa expressão de perda, foi-se embora a passos duros na direção do vale.

O pintassilgo não chegou muito longe em seu primeiro vôo. Não mais reconhecia a liberdade, suas possibilidades e perigos. Logo percebeu que praticamente nada estava tão perto e disponível, e que necessário se fazia agora dosar o esforço de se deslocar. A satisfação das necessidades dependeria de ser capaz de reconhecer seus limites. E aí estava uma coisa que não lhe parecera importante durante muito tempo: teria que olhar para dentro de si, em vez de conhecer, por dentro, apenas a gaiola. Mas a prática de todas essas coisas teria que ficar para o dia seguinte, pois já estava completamente escuro. A noite, fora da gaiola, era terrivelmente assustadora, até porque, embora estivesse acomodado em um lugar bem seguro contra predadores, ele não sabia disso. Perdera as referências para avaliar a sua segurança e, desse modo, tudo parecia potencialmente perigoso. Os múltiplos sons da noite, assim mais se assemelhavam a uma sinfonia macabra. Fora das paredes da casa do velho caçador, o mundo se tornara quase desconhecido. Não havia mais o acolhedor teto de sapê seco. Não havia ali, na verdade, nenhum teto e o sereno já se mostrava ameaçador. Em compensação não havia nenhuma ventania (Céus! Uma ventania no meio dessa escuridão seria morte certa e dolorosa!), contudo a aragem natural e constante da noite, resultante do resfriamento, tornava difícil manter uma camada de ar, aquecido pela temperatura do corpo, entre as penas e a pele delicada. Apesar de ser pessoa de intelecto muito simples, o caçador sabia que os passarinhos dependem disso para sobreviver e tivera sempre o cuidado de manter a gaiola em algum lugar bem protegido.

Porém, todas essas perdas decorrentes do cativeiro prolongado pareciam secundárias, do ponto de vista de alguém que não poderia caber em gaiola nenhuma. A montanha passara as últimas e desesperadas horas tentando se comunicar com o pintassilgo. E assim foi, ainda por outras horas. Era alta madrugada, ela resolveu que devia armar-se de mais paciência. Decepcionada, viu afinal que as tais perdas tinham uma magnitude bem maior. O seu velho amigo passarinho perdera grande parte da percepção do seu meio natural e exterior, porém, perdera também parte da percepção interior. Que triste era isso.

(Segue)

Foto de Karyne .angel Saber.

Destino um caminhar sádio

Havia uma vida
Um destino
E algum caminho

Pesadelos
Seus medos e segurança
Amizade
Algo inesperado pela verdade
Caminhos opostos
Destinos que se unem
Dor
Uma vida sem amor

O que fazer
Quando não estamos mais nem ai
Palavras vem para confundir
E você não quer sair

Há uma criança que grita por liberdade
Há uma dor que não da para resumir
Se por meu dom o destino te fortalece
Por outra dor aqui você padece

Solidão
O caminho para chegar em algo fora da realidade
Felicidade
Pode ser o caminho da verdade
Maldade
Aquilo que faz chorar por piedade
Saudade
Uma dor e uma vontade

E quando se chega a bondade
Você sabe que nunca teve coragem
E encontra a infelicidade
De não ser alguém de verdade

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

O VERDADEIRO AMIGO

*
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*
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Quem tem um verdadeiro amigo,
Tem um tesouro, mais que ouro.
Amigo não são fúteis, não te recrimina
Não te critica mesmo sabendo que estamos errados.

Verdadeiro amigo, esta sempre do nosso lado.
Ele pode não ter recebido um convite, para lhe fazer
Uma visita quando você tem dor física ou mental,
Sentimental.... Ele se convida, ele se faz presente.

O verdadeiro amigo, é aquele que você
Conquista, pelos seus méritos, aquele
Que você não precisa ter uma alta conta bancária.
Ele te aceita de chinelos... .esse é o verdadeiro amigo.

Somos abençoados quando encontramos
Estes amigos, herdeiros de nossos sonhos,
Se nossas historias de nossas vidas.
Amigo de verdade é aquele que acredita
Na tua realidade na tua verdade, na tua sensibilidade.

O verdadeiro amigo é aquele que mesmo longe,
Mantém-se presente, não por estar longe, vai se mantiver
Ausente.... Estão sempre de olho na gente.
Amigo de verdade é o melhor presente.

O verdadeiro amigo, nos enxuga as lágrimas, antes
Mesmo de elas escorrerem por nossa face.
...não só dão os ombros para chorarmos,
Como o corpo todo... Porque amigo, é completo
E não só o ombro faz parte dele.

O amigo não tem hora pra chegar
Em nossas vidas.... É quando menos esperamos
A na maioria das vezes em momentos difíceis.
Feito anjos mandado por "Deus"..

A verdade que o verdadeiro amigo tem que ser
Conservado e cuidado com muito carinho amor,
Porque muitos acham que amizade é bobagem,
Mas a bobagem é quem não conhece a verdadeira
Amizade, quem não decifra com alma transparente
É o que é bom pra gente.

Porque não existe coisa, mas fantástica
Em nossas vidas que termos
Um verdadeiro amigo, são poucos
Esse pouco se torna um tudo.

O verdadeiro amigo nunca pode ser esquecido,
É como uma plantinha, sempre tem que esta regando
Para que se fortaleça cada vez mais.
O verdadeiro amigo vai sempre aceitar a gente como somos.
Com todos os nossos defeitos e qualidades.

Aos meus poucos amigos que tenho,.... Eu amo á todos!
Ofereço a todos vocês!!!

Anna*-* A FLOR DE LIS.

Foto de Eric

Derrepente...

Derrepente...

Foi derrepente... meu mundo se abalou, meu coração fugiu... gritei,chorei, andei...há como andei.
Cai... me perdi, gritei e não encontrei... me vi assim só, onde tudo dava errado...Vc me feriu e eu... há eu recuei, ja não havia forças´para lutar, e como eu lutei... Mais você !! numca notou...
Derrepente o tempo passou , e eu que ja não éra mais o mesmo ja não me perdi, não enfraqueci, não me desesperei,não renasci... Morri! dentro de mim...aquele fogo se apagou...Mas não esqueci
Derrepente Hoje eu cai... e ja sem coração , não sei o que mais perdi... eu lutei,eu amei,eu chorei, e jurei não mais...e agora: Sem nada ,Sem vida ,Sem alma sem Você, quem tanto esperei ... ja morri e renasci!! talvez melhor ou pior, apenas sei que no coração prevalecerá a cicatriz... da amizade,da paixão,e do amor que partiu...

Dedicado a alguêm... distante que ja não acreditava mais no amor adeus e até breve, com o carinho da palavrá amizade meu coração estará com você.

Foto de maykonn

amor sem fim

sabe hoje sei o significado da frase *amor sem fim* pois e muito ouvida por qualquer que seje a ocasião quando si trata de amor paternos todos sabem que só acaba quando si vai para outra vida
quando i trata de amizade , cresce a cada vês que si encontram com a tristeza .
pois sempre ele estará por perto
agora perguntoa você sabe mesmo o que significa amor sem sim , um amor impossível de ser aceito por uma família , impossível de imaginar felicidades nos olhos de uma filha
de aceitar um ágüem q você sabe que nunca t farás mal.
Amor eterno não existem . sim estar em nossos corações por que quando chegamos a amr e por q essa pessoa nos fez muito bem que em todo a sua relação so teve momentos bons isso si torna muito útil para que seu amor seje sem fim você levara ela pra sempre no seu coração ,
Fabricia
Eu seu q não posso ter sido o melhor namorado do mundo , mais também sei que fui pelo menos um deles pois não a nada nessa vida que eu não tenha feito para estar ao seu lado acho que talves uma outra pessoa com personalidade mais forte não estargaria um romance assim por causa dois outros mais não vamos nos espelha em algo pois nos samos o maior exemplo de amor sem fim . mesmo que já não passe pela sua cabeça mais alguma coisa por mim sei que ele esta ai , bem ai escondido comedo de si espreçar
Mais isso mudara eu tenho fé ,
Eu sou apaixonado por você dês do primeiro dia que te vii.
Dês de janeiro de 2001 . seus olhos brilhavam e aposto que nesse dia você pensou , nunca ficarei com esse garoto pois olha nois aki , já passamos por muitas coisas juntos .isso e amor decretado por deus ..
Há não esqueça eu te amo !!
Isso e amor sem fim!!!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"MERGULHO PROFUNDO"

“MERGULHO PROFUNDO”

Muitas são as vezes que erro...
Coleciono mais erros do que acertos...
Preciso urgente rever meus conceitos...
E me livrar de vez do desespero!!!

Preciso encontrar comigo...
Fazer amizade, travar conhecimentos...
Trocar idéias, ser meu amigo...
E conseguir entender os meus sentimentos!!!

Entrar dentro da minha cabeça...
Saber como é o processo...
Saber como tudo isso funciona...
Talvez tenha mais sucesso!!!

Passear por todo cérebro...
Circundar a caixa craniana...
Descer pelo esôfago...
E aprender sobre a anatomia humana!!!

Visitar o coração...
E entender suas razões...
Entrar dentro de cada órgão...
E compreender suas funções!!!

Mas tudo o que preciso...
É me ver por dentro...
Deixar de ser um Narciso...
E me conhecer direito!!!

Foto de Anahí Raphael

A cada...

A cada palavra dita
Um amor nascido
A cada despedida
Uma amizade ganha
A cada abraço
Um coração aquecido
A cada beijo
Uma paixão correspondida
A cada noite
Um desejo nascido
A cada dia
Um olhar iluminado
Se pensassemos todos assim
Não precisariamos mais
Temer o amanhã

Foto de killas

À AMIZADE ME DEDICO

À amizade me dedico,
De alma e coração,
Por todo o mal que fiz,
Hei-de obter o perdão.

Ninguém me pode acusar,
De uma amizade recusar,
De a alguém não falar,
De a alguns desprezar,

Comigo tudo é certo,
Por isso se eu estiver perto,
Podes sempre interromper,

Nada tens a perder,
Podes comigo falar,
E juntos os inimigos debelar.

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