Amor

Foto de Dan.cliver

Dan cliver

TE AMO...

Não sei se sou ignorante,se meu vocabulário
é que é pobre demais,se fui eu quem não soube
procurar as palavras certas,mas a verdade,meu amor
é que,por mais que eu tente,não encontro um vocabulário
que seja capaz de expressar,exatamente o que estou
sentindo por você.Todas as palavras que conheço
não atingem a intensidade e não expressam totalmente
o que se passa no meu íntimo.

Por mais que eu diga:te amo!
por mais que eu tente descrever o que estou
sentindo ,mesmo assim as palavras não refletem
alegria,felicidade e o deleite de estar apaixonado
por você...

Por mais que eu diga que não posso viver sem ti.
que penso em você todos os minutos,todos os segundos
de minha vida,que sem você eu não existo,mesmo assim
tais afirmações não são quase nada em relação ao
meu amor por ti.

Por isso,meu amor,quando eu te digo te amo.
e olha que faço isso todos os dias,quero que você
saiba que te amo mais do que te digo,mais do que demostro
mais do que até penso amar.

Todavia,mesmo não conseguindo expressar através de palavras
todo meu amor por você,e por não conhecer outra forma que chegue
mais perto de tais sentimentos,eu quero que você saiba que
EU TE AMO!

Foto de Rozeli Mesquita - Sensualle

Espelho - Poema Resposta ao poema "Simples Assim"

Esse poema resposta é de autoria de Nellyra

A loucura de nossos corpos
Ainda se estampa na cama desarrumada
No cheiro do cio, no desejo vadio
No prazer da lembrança, já tão desejada

Com lábios entreabertos
Qual menina serelepe num grito proclama
Sou teu homem, teu olhar espelha
O prazer que adivinha, já deitada na cama

Que frescura amiudaria o calor
Que inflama o desejo, nua, vadia
Minhas mãos, o toque, teu sexo já umido
Aceita o prazer, na alcova a magia

Nos tocamos... libertos no prazer
Bocas se abrem, olhos se fecham, a alma acalma
Sem limite, padrão, nem restrições
Descobrimos um mundo de luz e de paixões

Meu cheiro te marca o corpo com meu gosto
E tu me invades pronta para amar
Excitada, faminta, loba descontrolada
A mim entregas teu desejo, a gana de gostar

Devassa em cárcere de amor confesso
Qual Cleópatra, me faz teu César
Submissa e louca, sempre amada por mim
É..."Nosso amor é simples assim!"

Foto de pttuii

Comoção

e eu que me comovo,
só por ver homens bons
de insulto a reconhecerem
impropérios como ajustes,...

como um escuro mais profundo
de se comer na noite em que
a vida desfaz o que se desfez
e desconjunta o que perfaz somas
desnecessárias,...

e eu que me comovo de mais
quando um zangão pousa
no ombro do velho que vive
de repreensões,...

o tal senhor do café que
quando aparenta desmotivação
prende-te com resguardos
de ódio,...

a tal criatura desprezível,
a que nunca primou por
simpáticos redondéis de
criatividade,
e de repente,
bolsa amor....

e eu eu que me comovo
simplesmente por respirar,
desnatada conferência de
tropismos contrários ao
sentir de solavancos feito,...

e eu que me comovo,
por o que resta do lúpen,
pelo que fica
da chuva práxica....

Foto de caetano trindade

Interpretation do poema de Manuel Bandeira In: “vou me embora para Parságada”

Interpretation do poema de Manuel Bandeira In: “vou me embora para Parságada”.

A minha irmã Lé,

“Depois que a dor, depois que a desventura”.
caiu sobre o meu peito angustiado,
sempre te vi, solicita, a meu lado,
cheia de amor e cheia de ternura.

È que em teu coração inda perdura,
entre doces lembranças conservada,
aquele afeto simples e sagrada
de nossa infância, ó meiga criatura.

Por isso aqui minha`lma te abençoa;
tu foste à voz compadecida e boa
que no meu desalento me susteve

por isso eu te amo, e, na miséria minha,
suplico aos céus que a mão de Deus que te leve
E te faca feliz, minha irmãzinha ».

Foto de Osmar Fernandes

Promessa é dívida (Sexta-feira treze no cemitério...)

Promessa é dívida
(Sexta-feira treze no cemitério...)

Era meia-noite, sexta-feira treze. A noite estava escura e sem estrelas. O portão do cemitério estava lacrado. E Wilson e Eliezer, com as velas nas mãos, pensavam que pecados haviam cometido para estarem ali, naquele lugar.
Medroso, desconfiado e já arrependido, Eliezer, gaguejando, disse ao amigo:
— Sinto-me pesando uma tonelada e meia. Esse negócio de pagar promessa é bobagem. Já passamos de ano mesmo! Vamos embora, cara?!
— Não! Nós fizemos uma promessa e vamos pagá-la, custe o custar! Prometemos acender três velas no cruzeiro da igrejinha do cemitério e vamos cumprir o nosso juramento à Nossa Senhora. Lembre-se de que estávamos praticamente reprovados.
— Ah, mano, pelo amor de Deus! Vamos para casa! Estou com muito medo de entrar lá dentro. Alguma coisa me diz que isso não vai dar certo. Nossa Senhora vai entender, afinal como vamos entrar se o portão está lacrado com cadeado?
— Vamos pular o muro!!
— Pular o muro?! Você endoideceu, está maluco!
— Maluco! Maluco eu vou ficar se você começar a me irritar com esse papo. Pegue aquele pau ali e coloque-o, em pé, encostado no muro.
Ao encostar o toco junto ao muro do cemitério, as luzes todas se apagaram. Eliezer deu um grito... e pulou, abraçando o amigo:
— Não falei? Não falei? Vamos sumir daqui!
Wilson, corajoso, do signo de Leão, teimoso feito uma mula, respondeu-lhe:
— Se você repetir essa conversa mais uma vez vou amarrá-lo aqui neste portão e vou deixá-lo aí sozinho a noite inteira.
— Se você fizer isso comigo pode encomendar meu caixão, porque só de pensar nisso já começo a morrer agora.
Depois de tanta lengalenga saltaram o muro... Do local onde estavam até o cruzeiro tinha mais ou menos trezentos metros.
Eliezer quis segurar na mão do amigo, mas Wilson não o deixou. Começaram então a andar a passos lentos. Os dois, uniformizados, vestidos de camisa branca e calça azul, pareciam fantasmas... A cada tumba que passavam, Eliezer tremia e enrijecia todo o corpo, batia o queixo, dando a impressão de estar com a febre malária.
Dentro da igrejinha do cemitério um velhinho cochilava tranqüilamente. Jamais concordara com os filhos em morar num asilo. Por esse motivo, e sem ter onde morar, abrigava-se ali.
De repente, Eliezer tropeçou num túmulo e gritou:
— Valha-me Deus!!!
Wilson, imediatamente, tapou-lhe a boca e disse:
— Cala-te, infeliz, aqui é um lugar sagrado!
— Então não me solta, não me solta! Deixa eu segurar na sua mão?
E continuaram em busca do lugar sacrossanto.
O velhinho, seu Mané, como era conhecido, levou um susto com o grito. Nunca ouvira nada igual antes. Ficou agonizado e começou a tremer de medo e a pensar: “Meu Deus, o que foi isso?!”. Levantou-se do chão, olhou pela fresta da janela, e viu um vulto vindo em sua direção.
Eliezer teve uma idéia fascinante e falou baixinho no ouvido do amigo:
— Mano, nós somos dois idiotas, mesmo!
— Por quê?
— Vamos acender as velas, rapaz!
Alegre com a idéia, pegou o fósforo... Mas Wilson, mesmo tenso, lembrou-se de que a promessa era acender as velas no cruzeiro, não no trajeto do cemitério, e retrucou:
— Não faça isso! Se acendê-las agora quebrará a promessa. Não acenda as velas de jeito nenhum. Se fizer isso vou amarrá-lo aqui neste túmulo.
Seu Mané pegou seu rosário e começou a rezar... Apavorado, pegou um lençol branco e se enrolou, tentando se proteger. Mas, de olho arregalado pela fresta, imaginou:
“Meu Deus! Hoje é sexta-feira treze. Dia das bruxas! Dia de fazer despacho, macumba... Estão vindo me pegar”.
Os dois amigos estavam a dez metros da igrejinha. Seu Mané, vendo a aproximação fantasmagórica em sua direção, sentiu o seu coração disparar e soltou um Pum... O desgraçado soltou barro por todo lado, tinha mesmo defecado; mas o medo do fantasma foi tão grande que nem sentiu o mau cheiro, nem se deu conta de sua obra-prima. Não pensou duas vezes, abriu a porta da capelinha e saiu em disparada...
Os dois amigos, vendo esse fantasma desabar na frente deles, gritaram:
— Meu Deus!!!
Eliezer desmaiou ali mesmo. Wilson se escondeu próximo a uma tumba. Seu Mané, coitado, caiu desfalecido sobre uma sepultura. Wilson começou a rezar:
— Minha Nossa Senhora, tende piedade de mim e do meu amigo. A senhora sabe o que viemos fazer aqui. Imploro-lhe, por todos os santos que não deixe meu maninho morrer, é muito medroso.
E em seguida começou a rezar o terço...
Nossa Senhora, ouvindo suas preces, fê-lo dormir.
No dia seguinte, o sol já acordado... Como de costume, o coveiro veio zelar o cemitério. Ao se deparar com um corpo estendido ao chão, levou um susto: “O que é isto, meu Deus?! Mesmo acostumado a lidar com defuntos, suas pernas tremeram, mas, como era corajoso, tocou no corpo, que se mexeu e resmungou estranhamente... O coveiro exclamou:
— Credo em Cruz, minha Nossa Senhora!
O corpo perguntou-lhe:
— Aqui é o céu? O senhor é São Pedro?
— Que São Pedro! O senhor está doido? Quem diabos é você, afinal?
— Virgem Maria! Acho que vim para o inferno. E o senhor, então, só pode ser o Capeta, o Cão!
— Não! Aqui não é o inferno, nem sou o Diabo! Aqui é o cemitério da cidade, você não está vendo, seu idiota?
Somente aí se deu conta de que estava realmente na terra e insistiu:
— Então, quem é o senhor?
— Sou o coveiro.
— Então eu morri mesmo! E o senhor vai me sepultar. Valha-me meu Padim Ciço!
— Não, seu imbecil! Você não está morto! Morto não fala, não respira. Quem é você, rapaz? Como é seu nome?
Eliezer respirou fundo, já se acalmando, respondeu:
— Eu sou Eliezer! Sou estudante! O senhor viu meu amigo?
— Que amigo?
— O senhor não conhece o Wilson, o fotógrafo?
— Todo mundo o conhece, e eu também.
— Então! Ele veio comigo. E quero saber dele!
Eliezer, já de pé, viu um corpo estendido mais adiante e, de supetão, gritou:
— Olha, olha lá, seu coveiro! Eu não lhe falei que ele veio comigo?
Correram até o corpo e, ao chegarem bem próximos, Eliezer, assustado e confuso, não entendeu nada e falou para o coveiro:
— Esta coisa gorda e “cagada” não é o Wilson.
O coveiro ficou de cabelos em pé. Desenrolou o lençol e viu que era um senhor idoso. Acordou-o e indagou:
— O que o senhor está fazendo aqui, todo podre desse jeito?
Ainda meio perturbado, este lhe respondeu:
— Sei lá, moço! Eu estava aqui, dormindo no meu cantinho, quando vi uma assombração querendo me pegar. Saí correndo e caí.. É tudo que me lembro.
O velhinho tomou banho numa torneira ao lado da capelinha... O coveiro, ainda nervoso, continuou interrogando-o:
— Em que cantinho você estava dormindo?
— Na capelinha.
— Ah! Então você é o fantasma do cemitério? Seu safado! Seu velho caduco!!!
— Não, senhor! Pode parar com isso! Respeite-me. Apenas não tenho para onde ir. Ninguém me aceita, nem mesmo meus filhos, que trabalhei tanto para criá-los. Agora não venha o senhor me dizer essas asneiras, não! Nunca assustei ninguém, nem tive essa intenção.
Eliezer procurava o seu amigo, e de repente gritou:
— Seu coveiro! Hei! Hei! Aqui está o Wilson, o meu amigo. Eu não lhe disse que ele tinha vindo comigo?! Venha ver, corre! Corre!
E de fato lá estava ele, ainda dormindo, estendido ao chão. Os dois chegaram bem próximos dele e o seu Mané gritou:
— Sangue de Cristo tem poder!!!
Wilson acordou agoniado e, assustado, falou:
— Eliezer, cadê as velas?
— Estão aqui.
— Vamos pagar logo nossa promessa!
Seu Mané e o coveiro fizeram as pazes e seguiram com os dois amigos até o cruzeiro. Acenderam as velas e fizeram orações agradecendo à Nossa Senhora por terem passado de ano. Depois, foram até a casa do coveiro, tomaram o café da manhã e contaram-lhe toda a história...
Seu Mané prometeu para o coveiro que iria procurar o asilo dos velhos naquele dia mesmo.
O coveiro conta esta história para todo mundo até hoje.
Os dois amigos ficaram felizes, e nunca mais brincaram com o estudo. Passaram a ser os alunos mais estudiosos do colégio. E para todo mundo Wilson alertava:
— Promessa é coisa séria. Só prometa uma que possa cumprir, por que promessa é dívida.

(Respeite o direito autoral...)

Foto de pttuii

Sala de pânico

havia calor. Suores exasperados, frutos do pecado, e resolutas paragens cardíacas. Colhões aos montes, de homens esparramados, derreados, e solucionados em banho-maria de tesão. Ai gajas boas. Sovadas gajas boas, que se arrastam nas paredes meladas de seiva dos desesperados que as cobrem, e lhes chamam amor do meu sentir. Fruto do meu tesão. Fim dos meus dias em afinada melodia de querer mais que o querer alguma vez dará em entardecer romântico e melodioso.
Sois vitrais. Limpezas da égide humana de querer ser ainda mais suja, do que quando se arrasta no lúpen dos desejos escancarados e espapassados. Homenageiam-se poetas que morreram aflitos. Desesperados. Pedem-se contas à dívida de sorrisos que só estar aqui consubstancia, para não dever dois réis à morte que escancara a esquina onde vamos esparramar frustrações e por fim sorrir.
Deleitemo-nos com poetas, porque poesia somos nós de rastos e por terra com o sono que não nos deixam medir e gozar.
havia calor. Desfizemo-nos desta sala, congelando-a até ao próximo devir da criação.

Foto de Sonia Delsin

FEITO ENTREGA

FEITO ENTREGA

Te entrego poemas.
Faça deles um colar.
É urgente que se faça.
É urgente que desfaça.
Do viver a mesmice.
Não percebes.
Eu sou a leveza.
Alguma coisa boa da natureza.
Fui colocada diante de ti.
Te entrego palavras e gestos...
Te entrego a capacidade do sonho.
Te entrego, amor, a poesia que pode ser tua salvação.
Deixe que eu te embale com minha canção.
Te entrego meu coração.
Não vivo de senão.

Foto de matheus.caem

Entre Linhas

Após inúmeras interrogações...
(Será amar apenas coisa que se sente?).
Surgiram as mais belas declarações,
Nascidas em amor presente.

Amor é estar abaixo da lua.
Amar é estar acima das estrelas.
Vênus enciumada, faz de tudo
E na vida da luta pelo ouro,
Tenta-se validar o mais belo tesouro

Não sabendo que é algo tangente ao eterno:
Jóia preciosa de um sentimento profundo;
Cobertor para um inverno;
Fortaleza construída na sinceridade,
Berço para a honestidade.

Não muito custou a aprender
Que em O Segredo da vida
Querer é poder.

E que a ardente paixão...
(Controle-se coração!)
Encontra-se além da saída.

Foto de von buchman

BUSCO ALGUÉM... VON resposta OMINIA (DUE)

Minha vida é triste por não ter ninguém para junto a mim,
viver e amar...
Por isto, sem trégua, busco alguém,
uma busca frenética por um amor a encontrar....

Busco...

Busco alguém loira, morena ou ruiva mas que tenha sede de amar e muita tesão
Busco alguém que leia meus poemas e neles fique a pensar,amar e se envolver
Busco alguém sensível , amável que goste de namorar, amar e se entregar
Busco alguém que tenha olhos lindos e sedutores que me levem a me apaixonar
Busco alguém sem frescuras, que queira viver um gostoso amar
Busco alguém carinhosa para que juntos possamos nos realizar
Busco alguém que goste de ir a praia e juntos de mãos dadas passear e namorar
Busco alguém alegre , faceira que ame poemas e seja minha musa e o meu inspirar
Busco alguém que me faça surpresas, envie e-mail e nunca esqueça de me ligar
Busco alguém que goste de tomar vinho, junto a lareira, numa noite fria a nevar
Busco alguém que goste de acampar, nadar, viajar e juntos sempre possamos estar
Busco alguém dengosa, charmosa, sedutora, que tenha sede em amar e cheia de tesão
Busco alguém companheira, para todas horas do rir até ao chorar
Busco alguém que goste de passear de bicicleta e ver um por do sol a beira mar
Busco alguém de alma pura, de coração bondoso que goste de ajudar
Busco alguém que eu possa fazer poemas para ela, na beira da cama ao levantar
Busco alguém que eu possa massagear no banho ou na cama ao deitar
Busco alguém que goste de tomar banho de banheira e lá possamos nos amar
Busco alguém que curta meus versos escritos no espelho do banheiro ao levantar
Busco alguém que ame flores pois sempre gosto de dar
Busco alguém que namore comigo até no telefone, todo dia, a qualquer hora ou lugar
Busco alguém para irmos tomar sorvete , numa praia ou a beira mar
Busco alguém que goste de ir ver a lua na praia e na areia ficarmos a namorar
Busco alguém que goste de dançar, qualquer ritmo, mas que juntos possamos estar
Busco alguém que goste de música e a queira junto a mim escutar
Busco alguém que não seja ciumenta e que saiba que com ela vou sempre estar
Busco alguém cheia de veneno, fantasias e queira se realizar
Busco alguém que eu possa levar café na cama e depois a ela amar
Busco alguém que goste de esportes e vá comigo surfar e nadar
Busco alguém que queira dividir comigo seus problemas e juntos solucionar
Busco alguém romântica, cheia de amor que queira me namorar e me amar
Busco alguém cheia de veneno, uma devassa na cama para realizar sonhos e fantasias
Busco alguém que tome a frente e venha hoje a se declarar, e falando do seu amar
Busco alguém manhosa que suas e minhas fantasias vamos realizar
Busco alguém sedutora do tirar de sua calcinha ao navegar de sua língua no gozar
Busco alguém que goste de dançar e juntos, de rostinho colado, juras vamos trocar
Busco alguém mulher, cheia de desejos, fantasias e com sede de se realizar
Busco alguém que um lar junto a mim queira montar
Busco alguém, uma mulher romântica, cheia de mimos e de muito amar
Busco alguém de coragem e fibra para juntos um dia podermos ficar...

Busco esta mulher,será que um dia vou encontrar ?
Se você é esta mulher, vem logo para mim,
pois estamos perdendo tempo
e quero muito te amar...

poema resposta

Quem é Você ?

Sim me diga , quem é você ?
Que entrou furtivamente na minha Vida .
Sem pedir Licença foi me Arrebatando
Despertando Sentimentos Desconhecidos
Emoções Outrora Perdidas ,,, Adormecidas

Sim me Diga , quem é você ?

Não , Não quero Apenas saber teu nome .
Más sim qual o SER que habita este Templo ?
Que Poder é este que de ti Emanas
Que ao mesmo Tempo me Ecantas
Me faz Amolecer ,, Paralisar ,,, Enlouquecer

Me Diga , quem é Você ?

Que colocou meu Mundo de Cabeça p/ Baixo
Abalou os Alicerces de minha Sobriedade
Me Transportou p/ Adolescencia .
Resgatou meu Sorriso
Meu Amor pelas palavras pelo Poema .

Por Favor me Diga ....... Que é Você ?

Agradeço a ominia vincit amor.
pela resposta cheia de amor e carinho...
.........................................
Este poema dedico a minha musa e paixão, minha deusa e razão do meu viver...
Lembra-te és e sempre serás meu eterno amar e o mais gostoso desejar...
Aconteça o que acontecer na minha vida, serás sempre a minha eterna musa e meu inspirar..
És o meu mais puro amar e desejar... Anjo te quero como nunca...
Eu jamais poderei esquecer-te
ou deixar de amar-te..
ICH LIEBE DICH ...
JEG ELSKER DIG ...
do Von Buchman

Foto de marcosgambiarra

Resolvi mudar

Sei,sei que você não mais me ama
Por isso resolvi mudar;
Mudar para melhor
Melhor do que eu ja fui até hoje?
Só que é impossível.
Impossível mudar uma coisa
Que ja foi tão mudada;
Mudada como as ilusões...
Resolvi mudar por que você não me ama mais,
Não mais me ama porque mudei,
Mudei por que você quiz assim,
Agora reclama...

Resolvi mudar para melhor,
Para melhor é maluquice
É maluquice por que eu queria que você
Me amasse como eu sou...
Queria mesmo era ser como eu sou,
Queria ter o teu amor sem ter que mudar.
Sei que você não me ama mais
Como poderia amar um maluco como eu...
Como poderia amar um poetinha de nada?
Que só quiz lhe dar o melhor de mim,
Com isso perco minhas esperanças,
E só me resta ,uma coisa para fazer.
E esta é : esquecer você.

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