Amor

Foto de Concursos Literários

1º Concurso Literário de 2007

Estamos promovendo nosso primeiro Concurso Literário do ano de 2007, que tem como objetivo promover e resgatar a literatura, valorizando as produções dos poetas.

O mês beneficia dois temas distintos que gostaríamos de editar já pensando na Coletânea de 2007,visto que já estamos pré-selecionando os participantes, assim os textos não oscilariam tanto,mas também pretendendo uma adesão mais ampla criamos outros dois temas, para que os poetas que tem preferências pela simbologia de sentimentos ou momentos, participem.

Cada tema terá uma foto tema, que certamente contribuirão, para que a inspiração brote e jorre em nossas páginas.
Cada poeta poderá participar com quantos poemas lhe aprouver em quais quer tema ou categoria, mas vale que serão desclassificados: os textos que não abordem o tema ou categoria proposto ou se expressarem qualquer forma de discriminação ou ofensa aos autores que integram o site ou a banca julgadora do Concurso

Só poderão participar todas as pessoas cadastradas no Site, atendendo apenas a expressa autoria do poeta, podendo já ter sido divulgado na internet, desde que com teu nome.
A data de postagem será de 23.05.2007 a 31.05.2007, até as 23.59, horário de Brasília, testos postados depois serão eliminados.
Só estarão participando quem postar no tópico correto, ou seja, no fórum de “1ºConcurso Literário de 2007”, dentro da respectiva categoria.

Cada tema ou categoria a Administração na pessoa de Fernanda Queiroz, atrav´z de teu contato interno da página, estará habilitada a auxiliar os poetas em tuas construções em caso de dúvidas eventuais.

A votação será efetuada pela Administração e componentes do regimento interno do site deste nosso 1º Concurso /2007, este quadro de participantes poderá ser reformulado nos próximos concursos, de acordo com a necessidade da administração.

Serão observadas a criatividade, abordagem do tema, ortografia e dissertação na figura de linguagem.

Os integrantes da comissão julgadora poderão postar, porém não estarão concorrendo.

Como já estamos coletando poemas para a Coletânea/2007, as premiações serão simbólicas e ao caráter exclusivo da administração.

Quanto ao prazo estabelecido para o resultado, seria até dia 16 dias depois do encerramento, quando eventualmente estaremos em um segundo lançamento.

Finalizando este edital divulgo temas e categorias distintas.

Temas:
Mãe
Nós dois
Caminhos
Solidão

Categorias:
Contos:
Poemas:
Mensagens:

Agradecendo o carinho recebido de todos os poetas que participam deste nosso lar de Poemas, estarei contando com uma unânime participação.

Fernanda Queiroz
Administradora de Poemas de Amor.

Foto de InSaNnA

O Amor e a LoUcUrA

Loucura é ferver,
suar o corpo
despertar a alma,
cair de quatro
diante de alguém
Sem entender o amor,
perder a calma!

Loucura mesmo
É ter asas prematuras
e deixar-se seduzir pela brisa,
pelas estrelas
desejar o seu brilho,
querer tocar !
E a céu aberto
mergulhar no vazio,
a cem por hora,
sem saber voar

Loucura mesmo
é sair de sí ,
sem sentir..
Cometer atos tolos,
minuto a minuto
e mesmo assim prosseguir
por um caminho desconhecido,
sem saber para onde ir..

Loucura mesmo ,
(a pior de todas)
é tentar fugir
desse sentimento,
Pois,em qualquer lugar,
o amor te acha
e te consome
corpo a dentro
e de repente ,some
deixando a ilusão ..
Ela te domina,
e sem dó e sem piedade,
crava um punhal
no teu peito vazio,
e,num passe de mágica,

Te elimina !

Adoramos ser loucos!
Não é?

Foto de fceleti

outro amanhecer que anoitece amanhecendo

Outro amanhecer
E a solidão está aqui
Me sufocando na inércia
À espera de um amanhã surgir

Outro anoitecer
E a culpa está aqui
Consumindo a minha mente
Que somente me fez destruir

Sem sentido para o coração bater
Sem esperança de um amor viver

Amanhecer... Anoitecer...
Amanhecer... Anoitecer... Amanhecer
Anoitecer... Amanhecer...
Anoitecer...

Foto de Neryde

Quero apenas amar...

Quero amar...
Mas eu quero amar,
De um jeito diferente!
Que não me oprima,
Que não me prenda,
Quero amar sem grandes pretensões,
Sem promessas, nem razões,
Sem culpar, nem desculpar.
É o amor que quero, quero amar...

Quero amar...
Do meu próprio jeito,
Igual a tudo que aprendi!
Sem medos que enfim perdi.
Não quero amor perfeito,
Quero amor sincero e carinhoso,
Que me leve ao sexo gostoso,
Cheio de desejo ardente e verdadeiro.
É o amor que quero, quero amar...

Foto de CarolComPoesia

TEU AMOR

O teu amor vem me encontrar todas as manhãs
acorda-me de um sono de estrelas,
acende meu dia em contentamento,
acalenta-me alma, peito e corpo
e depois alimenta-me as horas,
aquece as sensações que afloram de súbito
e resfriam o dia.

Pois o teu amor não se achega sem motivos
vem tirar o incômodo das horas passantes
e fazer o peito como antes, adolescente,
sorri para mim e nem questiona meus quereres
chega-me de um jeito impetuoso, o teu amor

alicia a alma, abocanha o corpo e poesia
contenta-me em sorrisos à toa,
enfeita minhas tardes de terças enfadonhas,
navega em calmaria, em sintonia,
conhece minhas verdades todas
e aceita-as na medida certa de cada uma

O teu amor não é coisa pouca,
ou coisa alguma, é o desprazer de senti-lo longe,
o querer constante e a vontade de um peito delirante
que tem sede e fome da presença, e geme
por saudades ocasionais, quando solidões surgem
sem explicações e urgem por esse amor

O teu amor,
ah! O teu amor!

(Carol)

Foto de Maria Goreti

Recordações

Recordo grandes momentos...
Saudades do meu grande amor!
Olhando disse-me assim:
“Vem, vem correndo pra mim.

Vamos bailar abraçados
Pelo salão, radiantes!
Os nossos rostos colados,
Formando um par constante!

Nossas vidas hão de trilhar,
Juntas, os mesmos caminhos.
Se aceitares me amar,
Far-te-ei ouvir sininhos.”

Atirei-me em seus braços,
Fitando-o por algum tempo.
Rodopiamos no salão.
Soltos como plumas ao vento!

Em nosso leito de amor,
Soltamos nossos dragões.
As labaredas de fogo
Subiam os paredões.

Navegamos nos sonhos até onde
Nossa imaginação alcançou...
Assim foram todas as noites
Até que ele me deixou...

Sozinha, aqui, hoje eu estou.
Recordando meu belo rapaz.
Lembrando dos velhos tempos,
Tempos que não voltam mais.

Agora que vejo em meu rosto,
As marcas que o tempo deixou,
Aguardo que Deus me leve
Ao encontro do meu grande amor.

©Maria Goreti rocha
Vila Velha/ES - 03/02/06
Todos os Direitos Reservados

Foto de fer.car

VAZIO DE AMOR

Pelos seus olhos vejo a solidão
A marca de um passado nebuloso
Pelas suas ações enxergo um ser carente
Alguém que padeceu a ausência dos pais
Pela sua face vejo rugas de preocupação
E um sorriso parecendo que chora
Palavras rudes são o retrato de sua alma
Alma que sente a perda de ter sido só
Num mundo como o nosso
Em que existe pouca compaixão
E você vaga pelo mundo tentando recuperar o perdido
Sempre assumindo grandes responsabidades
E a maior esqueceu de cumprir
Ou seja, ser feliz
Esqueceu valores, pessoas, amor verdadeiro
Guiou-se atrás de sonhos momentâneos
Deixou-se levar por coisas frívolas
Poder, sucesso, reconhecimento
Esqueceu o carinho, a piedade, a união
E permitiu que fosse sozinho ainda mais que outrora
Porque ninguém vive só e quem o diz mente
Pelo seu coração
Vejo que ele ama calado
E sofre porque encontra-se vazio
Vazio de amor

Foto de Carmen Lúcia

Delírios de um poeta

Caminha lado a lado com a lucidez e a loucura,
Sem nunca recuar,eterna é sua procura...
Ora sóbrio...sofreguidão,ora ébrio...fixação.
(Ambos sedentos de emoção...)
Galopa sem cavalo,voa sem asa,levita sem ficção...
Serra armaduras em seu peito atravancado,
Liberta pensamentos amaldiçoados,seres transfigurados,
Monstros alucinógenos,bichos-de-sete-cabeças,demônios,
Que presos,deixam a alma mutilada,causam estragos.
Mergulha fundo em seu universo ilimitado...
Pensa no Apartheid...descrê por um segundo...
Do amor...maior razão do mundo...
Fica louco,uiva feito um lobo ao ver a lua,
Clama por inspiração que acalme sua loucura...
E lúcido,em criança se transforma,ao se enternecer
Diante da beleza da flor que começa a nascer...
Sóbrio ou ébrio,canta as amarguras e as venturas,
Lúcido ou louco, vai à guerra,da morte se aproxima...
Relembra angustiado a "Rosa de Hiroshima",
Pede a paz agora...reza...implora...chora!!!
E assim segue o poeta...
...por essa vida afora...

(Poema inspirado nas "criações" do poeta Gaivota).Talvez ele nem saiba disso...rs.

Foto de Gaivota

* PEQUENO POEMA DESCONECTADO *

*
*

Na paisagem
sub real
carregada
de fina poeira
que lixa asperamente
a casca dos pés,
arrasto
corpo cruel
montado na saudade
de desejos..

Quem fala ?
Um ser em evolução,
formação da síntese
científica
de pensamentos nus.

Espécie alada
do ventre
da terra,
na explosão
de sentidos
desejantes
da cor,
da dor,
do amor,
da transcendente
forma
que sou!

** Gaivota **

Poema extraído de meu livro - Azul De Doer!"

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Foto de Adriano Saraiva

A mais bela flor

Sem seu amor
Sou apenas um mendigo
Minha heroína
Pegue minha mão
E leve-me para o outro lado
Vamos decolar nossos sonhos
Partir numa viagem alucinante
Onde o lugar mais próximo
Fica além do infinito.

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