Amor

Foto de Ana_Rosinha

Sentimento de Amor...

Autor:Ana Redondo
Escrito em:18 de Agosto de 2011
Publicado em:4 de setembro de 2011

Sinto o meu coracão a bater como se
não houvesse fim.
Meus pensamentos voam por saber
que estas dentro de mim.
São pensamentos que voam com
o vento.
Mas que se sentem cá dentro.
Não ah palavras para explicar o que
são pensamentos.
Ah palavras para explicar o que são
sentimentos.
Sentimentos é tudo aquilo que nós
sentimos com o coração mas por vezes
nunca conseguimos escapar ao sentimento.
Porque este sentimento torna-se mais
forte que tudo e todos.
Nunca sabemos quando o sentimento aparece.
Porque este sentimento entra-nós cá dentro
sem dar-mos conta.
Mas quando nós apercebemos deste sentimento
e quando este sentimento já entrou dentro
de nós e já tomou conta de nós.
É o Sentimento de Amor.

Foto de carlosmustang

PORQUE NÃO CRESÇO

Ta frio aqui E essas porcarias de mente poluidas*, que tem vontade de roubar coisas das prateleiras(Dos carrefures da vida) E que rezam implicitamente,para um mundo melhor! Cassam Kadafe(Idolo de um POVO) deixam rastros de sangue(pelo Orgulho Negro), e ignoram o vizinho(olho de peixe) necessissanto de atenção e ajuda, e assim deixando nosso Mundo(ainda) e ao olhar... *'Triste e Aborrecido'

E 'voando por um mundo '''''justo''''', onde quem é bom, o mais simples torna-se, pelo olhar e vontade da bela sorte'

'O meu bebê(Protegida por los Caballeros del Amor Infinito) não foge a mim! Seras outra mulher,se teimar com este!'
Tentei impedir, dei um murro na boca do gajo, ele por pena(ou por respeito) não revidou, e naquele momento, minha Natálie, seria de outro,e eu perderia minha Bebêzinha...'(E a porcaria da Maria)

REFERÊNCIA(CITAÇÕES) A "JUVENAR"*(Mestre Abunjanra, KARNAK)

Foto de Marilene Anacleto

Não me Fira!

Se de mim te aproximares,
Não me fira, por favor!
Em estado de fragilidade
Estou, por uma grande perda:
Arrancaram-me as esperanças,
As alegrias, a auto-estima.
De lutar, perdi até a vontade.

Ao te aproximares de mim,
Traga-me afago, sorriso, elogio.
Receber-te-ei com carinho
Retribuir-te-ei com gratidão
Por respeitares meu vazio,
Dar-me força para vencer a dor
Do abandono de um coração.

Sou peça rara, de inestimável valor.
Abandonada no canto de alguma vida,
Ofusquei-me por uns instantes
Para erguer-me feito brilhante, polida,
Dourada em vitalidade e sabedoria,
Suave feito as cores do arco-íris.

Sou forte e leve: necessito apenas
Que não me machuquem mais
Minha força vencerá o abandono
De mais um amor que se vai
Vem comigo! Abraça-me sem dó
Tua grande amizade afastará a minha dor.

Foto de Marilene Anacleto

Nasce um Filho

Ao gerar um filho
Imagem em ação

Imaginação, essa borboleta
Que me leva até o infinito,
Ao pó das estrelas me envolve.
E contemplo, e me integro
Às maravilhas do Universo
Que à pequena vida levo.

Homens dourados,
Flores que falam,
Seres que fazem brilhar
A Chispa de Deus
Que em cada um está.

Sem preconceito,
Sem medo,
Sem fome,
Sem frio.

Todos em apenas um,
Pelo mesmo pó, completos,
De sabedoria, amor e graça,
Também me sinto repleta.

E o pó das estrelas me cerca,
Começa a transmutação.
Da lagarta à dourada borboleta,
Liberdade, dança e canção.

Rochas, árvores, rios, nuvens, céu
Perfeitos, iluminados, belos,
Irradiam-nos a perfeição
E o esplendor da divina criação.

Cenário do bem nascer
De Deus e qualquer criança,
Ou vida de qualquer reino,
Nasce um filho abençoado.
Tão belo como Jesus
Traz, de novo, a esperança.

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Setembro – Capítulo 1

Engolir. Esse é meu trabalho. Engolir. Essa é minha função no mundo e no sistema desgastado em que estou. Engolir. Minha garganta já não dá conta de receber mais do que pode. Engolir. Minhas entranhas estão a ponto de explodir e espalhar o que devo esconder dentro de mim. Engolir. Um engraçadinho me sugere que eu visite o banheiro. Engolir. Até que aceitaria numa boa, se não doesse. Engolir. Só me permitiram tanto e dizem ser essa minha vocação. Engolir. Dizem que é um bom destino obedecer, fazer o que os outros querem e ser servil, não objetar o que parece abjeto.

Mas eu não me conformo!

Eu devia me calar toda vez que aquele Luís Maurício me diz:

- Vai boi, pasta...

Sei lá, quero ficar quieto. Mas algo não me encaixa, um segredo que não descobri e não me deixa ser pacato, não me deixa me deixar ao léu, ao cargo de sumir ao primeiro sopro do tempo.
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A patroa finge que não existo. Finge que não me olha, isso mesmo, finge que não escuto e que não falo, finge que sou uma coisa inanimada, um objeto que se muito atrapalha a visão de uma prateleira mais importante. A patroa, e ela é um pouco bonita, quero dizer, é uma boa mulher ao patrão, se finge que não existo o faz visando o melhor, seja lá que melhor seja esse, um melhor mais calmo e mais confortável. Eu não ousaria questionar sua visão, quem sou eu pra isso.

- Vai boi, ou te castro de novo, vai, pasta...

E assim dona Clarisse me manda fazer o que quero de verdade, pelo que ela me disse.
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Assim foram os últimos anos, desde abril. Sim, pois abril para meu patrão se estende até setembro. E setembro até dezembro. Deve ser por causa das estações do ano. Ele me chama de boi, mas não sou boi. Sou homem. Um dia a patroa me chamou de capacho. Outro de escravo. Não me importo. Sou homem e assim acredito.

- Vai boi, pasta... – diz-me o Luís Maurício.

Um dia, estavam a patroa e o patrão. Fazendo o quê não sei, mas estavam. Mas aí o patrão me chamou.

- Dimas, venha. – Desta vez me chamou pelo nome. – Qual é...?

- Eu quem pergunto.

O patrão estranha minha liberdade.

- Dimas, eu vou te dizer uma vez só. Se encostar-se à minha mulher eu te mato. Se ousar passar perto, eu te mato. Se parar em frente a minha mulher eu vou te matar e se olhar para ela eu te busco no inferno e te mato de novo. Você entendeu? Devo ser mais claro?

Não entendi. Mas acatei.
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Outro dia o patrão saiu para a cidade e me deixou com a patroa. Ou melhor, me deixou preso para ficar de pajem da patroa. A patroa, em determinado momento decidiu observar sua mobília, o que não me incluía. Ela foi andando, foi andando... Parou de frente a minha jaula. Ou melhor, a sua esquerda. Ela baixou os olhos e me olhou, por sete milésimos de segundo. Parou, olhando para a esquerda da minha jaula à esquerda. Eu era um zero neste lado. Não pensou em mim naquele momento, afinal eu não existia. Eu era um mero engolidor, ou melhor, sou.

- Está fora de lugar... – A patroa era uma excelente dona de casa.

Então quase que eu olhei para ela. Lógico que quando estava de costas para não lhe incomodar. Ela pareceu perceber. Mas fingiu que não. Afinal, eu era um mero engolidor. Ou melhor, ainda sou e com muito orgulho. Ela decidiu sentar-se. Acostou a cadeira que se opunha ao seu corpo, ajeitou o móvel, me olhou por dois milésimos de segundo e sentou. E caiu!

- Dimas... – Silabou.

Fingi que não ouvi e que não queria incomodar. Fingi que não queria rir. Eu queria rir, rir muito, um riso descontrolado! Mas eu sou um simplório engolidor. E os engolidores devem apenas engolir. Mas eu queria mesmo rir daqueles olhos de abóbora, daquelas sardas puras e encantadoras e sua pele branca tão estranha de tão clara, daquela linda frieza que me faria até capturar a luz do sol e lhe dar, se eu fosse o patrão, enfim, eu não sou completamente apaixonado pela patroa, mas posso imaginar o que eu faria se assim estivesse sendo. Eu nunca me apaixonaria pela patroa, nunca a amaria, amor de homem e mulher, se estão bem me entendendo. Será que eu fui preciso...?

- Eu devia trocar esse engolidor, já deve estar velho...

De cima para baixo meu coração ficou partido.
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- Amor, você está bem, que alguma coisa?

- Não querido, é só que esse engolidor está velho e acho melhor trocar...

- Muito bem... Pois então eu troco.

Ela me olhou bem no fundo dos olhos e desta vez não parecia ter nojo, como se espera ao fitar um engolidor. E assim a patroa me deu cinco milésimos de ternura e felicidade. E assim determinou minha sina de vida e morte como ser inexistente.

Foto de Xaverloo

Promessas

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Prometo
Ao dia não mais escuridão
Prometo ternura, não mais paixão
Compromisso de felicidade
Jamais fidelidade
À conta-gotas que não correspondem.

Prometo
Desviar abrupto os pulsos de toda corrente
De toda força escravizante que se julgue inocente
Que figure idolatria absurda
E prenda-me em laço obstinante que não muda.

Prometo
Percorrer a vastidão do caminho
Cônscio de valor, não mais sozinho
Sem depender de fios e choro de outrem
Tornar-me sóbrio, ir mais além.

Prometo
Um preço bem maior ao que mereço
Prometo um segundo de silencio sem sentir
O gosto vicioso e carência de ouvir
“Te tenho amor, te guardo aqui.”

Prometo
A ninguém amor maior que amor a mim
Prometo descansar à luz dos próprios olhos
Até que olhos em luz alcancem fim.

Xaverloo

Foto de DeusaII

Emoçoes...

A Harmonia domina meu coração.
Dentro de mim... tudo pula... tudo gira
E a vida continua o seu percurso.
A paz que assola a minha alma
Veio para ficar.
Não há mais tristeza.... não mais sofrimento
Apenas este sentimento de amor... de êxtase...
Que renasceu em minha vida
E deu forma aos meus sonhos.
Apenas existe este estado de puro deleite...
De paixão.... de desejo....
Tudo foi dominado e nada ficou ao acaso.
Meu coração reconstruído voltou a amar
E as emoções voltaram a dominar minha vida...
Pois agora... meu amor...tu és uma parte dela!

Foto de carlosmustang

GANGSTER

Quando você anda, a minha frente
Deliro!, a verter dor
Coloco a mão no bolso, indecente
E conto todo meu amor(Que lhe presenteei)

Se o troco é o que mereço
Da vida tive pouco, agora final
Paguei todos os preços
A magia proceder, é que faz o protelar

De apreço, tento pagar, o pedágio exigido
Sei que toleras, meu sentir em outra face
Amor, sublime, não pagas comigo.

E me faz sentir, até anestesiar-me
E o preço extinguir
Lagrimas não se ressarse!

Foto de marcosgambiarra

Sem você

Ti amei assim como nunca amei ninguém
Desejei-te mais do que minha própria vida
Mas de tudo que fiz por você nada teve valor
Pois seu coração finge entender sobre o amor
Então sem saber mais o que fazer com tanta dor
Vou ter que esquecer o sentido do amor
Assim talvez a dor que parece nunca ter fim
Para de bater dentro de mim

Foto de Edigar Da Cruz

Jeito Diferente De Ser

Jeito Diferente De Ser

De olhar de mar de olhos azuis
Azuis feito o céu e as águas do mar,
Jeito diferente de viver o amor
De falar de mar
De falar de amor
De sentir o amor
De olhos de ternura que fascina
De encanto de sorriso do formato de estrela..
Brilhantes de encantos e magias,
Jeito de diferente de ser
Seu jeito diferente de ser.
De fala de amor
De beija bem gostoso.
De marca a pele e a alma..
Quando se faz procura avidamente se entrega.
Duas bocas uma única direção vontade prazer e sensação
Fascínio de pele de toque de maresia essa pedra linda de sereia do mar..
Um pedaço do céu e do mar..
Encontro perfeito de amor e paixão
Jeito diferente de ser..
De abraçar gostoso envolvente
Aconchegam os corpos bem quentes..
De pele e carinho..
Do amor com brilho de toque de estrelas
Que faz ilumina todos os caminhos em uma única direção
Das estrelas do mar dos seus lindos olhos azuis
Seu jeito diferente e uma fascinação adorada
Adoro o seu jeito diferente de ser..

Autor:Ed.Cruz

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