Amor

Foto de Fontes de Amor

É PROIBIDO

É Proibido

É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,

Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos

Não tentar compreender os que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,

Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,

Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,

Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,

Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,

Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

Pablo Neruda

Foto de Odir Milanez da Cunha

DOIS CASOS DE OCASO

DOIS CASOS DE OCASO
Odir, de passagem

Mais dois casos de ocaso. O dia e eu.
A janela o cenário nos completa.
Do lado esquerdo, aos poucos nasce o breu,
à minha frente a rua se inquieta.

Do outro lado o ouro, o apogeu
da luz do sol, que às nuvens se aboleta.
Da mãe uma criança se perdeu,
do amor se perdeu este poeta!

Paira um pássaro preto. Pousa ao poste.
Prepara o pio e pára. Até parece
sondar ao vento o som da sua hoste.

Um passo, sem parar, desaparece.
Não parece o passar de quem eu goste
como gosto daquela que me esquece.

Dois casos de ocaso que anoitece
sem sombra de mulher em que me encoste!

JPessoa, 17.01.2011

Foto de Mary Escritora

Viagem

O amor é uma coisa
Que é dificil de se explicar
E também uma palavra que não deve se apagar
Sonhar com uma viagem, e nessa viagem está o seu grande amor
Deixando para trás tudo aquilo que sonhou
Deixando em você o fruto do seu eterno amor.
São as palavras de um grande autor
Com uma simples viagem com ele levou
Levou um grande amor, deixando uma grande dor
Dor que não dá pra falar, nem tão pouco explicar.

Foto de Mary Escritora

Solidão

A solidão que abriga
Nos corações enganados como a luz eterna do amor
Quando pelo desalento do sono na sombra da ilusão
Quando só vier, o silêncio da noite
Encarregado pelo paixão
Lembraste que ainda resta uma saída
O caminho do coração.

Foto de Leonardo André

Sua presença

Quando encontro com você
brilha em mim a sua luz
seu amor me dá prazer
o seu corpo me seduz

Os seus olhos tão brilhantes
brilham mais que o luar
como puros diamantes
são de beleza sem par

Ter você perto de mim
me dá paz, me faz feliz
me faz ter tudo, enfim,
que sonhei, que sempre quis.

Foto de Leonardo André

REFLEXÕES - meus cabelos brancos

Houve um tempo que eu era um menino
que brincava na rua, rodava pião...
catava taquara pra construir pipas,
e era um craque em jogo de botão.

Pra escola, todo dia, eu ia feliz...
no meu boletim era só “nota 100”
minha professora me ensinava tudo
e em todas matérias eu me saía bem.

Depois cresci e entrei pro ginásio,
lá conheci o meu primeiro amor;
por ela senti a primeira saudade
e no peito menino a primeira dor.

Quando menos senti já era um jovem
e no Mappin comprei meu primeiro violão;
conheci mil amores e todas levaram
consigo um pedaço de sonho e canção.

Um dia me vi no espelho um adulto
cheio de compromissos e contas a pagar,
um casamento, uma esposa, uma filha
e um sonho: família, uma casa, um lar.

Passou o tempo, foi embora a família...
do lar que havia sobrou o violão...
no peito, a saudade virou poesia,
dos sonhos que eu tinha, ficou a canção.

Hoje os cabelos não escondem o branco
mas, ainda tenho no meu dia a dia:
amigos do peito, leais companheiros,
um violão, a canção e a poesia.

Foto de Leonardo André

Quem me dera...

Quem me dera...
que o meu sentimento por ti
me levasse a lugares que nunca vi;

Quem me dera...
que a tua presença me fizesse
perder a respiração e a fala;

Quem me dera...
que o teu companheirismo me fizesse
reencontrar os melhores valores que um dia perdi;

Quem me dera...
que a tua existência me transformasse
em refém de eterna alegria...

Quem me dera...
que me acolhesses em tua vida,
como quem acolhe a um cão vadio,
desprotegido e necessitado de amor e carinho;

Quem me dera...
que me escondesses
no mais profundo recanto de tua alma
e vibrasses ao meu mais leve toque;

Quem me dera...
que nossas noites de amor
iluminassem minha vida e me fizessem sentir
o desejo de ir ao céu buscar uma estrelinha para te ofertar.

Então...
- Eu saberia que sou um homem que vive um amor de verdade
- Eu teria a certeza de que a vida vale à pena ser vivida
- O mundo compreenderia que um grande amor a nada pode ser comparado

Foto de Leonardo André

Minha alma gêmea

Onde estás
minha alma gêmea:
sonho, amor, encanto,
razão do meu viver ?

Procurei-te por toda a vida,
em todos ex-amores,
mas não te encontrei...
Só enganos, dissabores...

Onde estás
meu amor verdadeiro,
Meu sonho, minha vida,
eterno e derradeiro ?

Vem, que estou te esperando;
minha alma vem preencher...
vem, minha alma gêmea,
razão de todo meu viver

Foto de Leonardo André

Eu só queria um colo

Eu só queria um colo...
... onde eu pudesse deitar
e esquecer minhas maiores amarguras;
... onde eu pudesse recarregar minhas energias
e acreditar no porvir de um novo amanhã.

Eu só queria um colo...
... onde eu pudesse repousar
meus melhores desejos e sentimentos;
... onde pudesse encontrar meu porto seguro,
e me sentir desejado, querido e necessário.

Eu só queria um colo...
... onde eu pudesse deitar minha cabeça,
fechar meus olhos e dormir longamente;
... onde eu pudesse sonhar lindos sonhos de amor
e acordar nos meigos braços da paz.

Foto de Leonardo André

Nosso encontro de amor

De repente...
no meio da multidão...
nossos olhos se encontraram.
Você sorriu,
virou as costas
e seguiu o seu caminho.
Corri atrás...
não podia deixar
de lhe conhecer.
Seu nome,
meu nome,
trocamos telefones.
Dedos trêmulos
discando seu número..
primeiro encontro marcado.
Mais tarde...
um barzinho à meia luz
e o primeiro beijo.
O amasso no carro:
mãos n’aquilo
aquilo nas mãos.
Mil beijos depois:
dois corpos nús
se amando na cama.
Seu corpo suado,
meu rosto molhado
de tanto prazer.
E foi tantos gritos,
gozos infinitos,
palavras de amor.
Depois... o silêncio,
corpos abraçados...
dormimos, enfim

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