Convivência

Foto de nira

Minha vida

Inclusão digital, capacitação de jovens e adultos, atividades esportivas e artísticas, apoio a jovens usuários de drogas, a meninos de rua, em situação de rua e suas famílias, reivindicações comunitárias. Nas salinhas da instituição que fundei com um grupo de amigos a criar. Sou Ana Lúcia Venira cuidei de tudo isso e um pouco mais. Sou dona-de-casa discreta e caseira e mina vida pessoal ficou para trás pra que eu podesse cuidar de quem presisava realmente de ajuda e tinham sim era so saber e la estavamos nos da entidade, sem tempo ruim, com sol ou chuva la estava eu, mãe, amiga, irma, vizinha, solidariedae era meu lema, pois sou mulher, preta, pobre da periferia, mas mulher, guereira e brasileira. Hoje, Ana é uma líder comunitária e educadora para quem nada é impossível.

O meu nome é Ana Lúcia Venira de Jesus Costa, nasci no dia 21/10 /1966. Eu sou doméstica, do lar. meu pai, ja é falecido e deixou uma pensão para mim e para minha mãe. Sou mãe de 03 mulheres a mas velha tem 21 anos a do meio 20 e a mas nova 18.

Moro aqui em salvador em um bairro muito calmo, mas ja foi agitado, deixa pra la ja passou mesmo. Eu sou um das fundadoras daqui da minha comunidade, desde 1989, praticamente há 19 anos.

Dizem que temos que amar o próximo como a nós mesmos? Será que é verdadeira esta citação, que realmente cumpro na integra o que esta Escrito. Por via das duvidas estou colocando em pratica o amor, mim Amar intensamente, não posso esperar que outro faça sem que eu dê o primeiro passo.

Gosto do meu jeito de ser, não perco tempo preocupada com o que vão pensar ou dizer de mim, pelo o contrario me ocupo mais tentando concertar os erros que possa ter cometido durante o dia pois ninguém é perfeito. Procuro sempre fazer o que eu quero, pois não sei se terei uma outra oportunidade e a vida passa, por isto temos que aproveitá-la ão Maximo

Minhas prioridades:
e Amigos: Sou muito apaixonada por minha família e admiro muito os amigos que tenho. São as coisas mais valiosas que conquistei com a convivência, todos são muitos especiais para a minha vida.

O amor é a coisa mais bela do mundo ele tem o poder da união, que através de corações apaixonados ele deixar a sua semente e quem ama sabe do que estou falando, pois me considero uma eterna apaixonada.

Amo dividir, vivo meus momentos intensamente, sei que não terei outro momento igual amo retribuir este amor para os que mim rodeiam

Por tudo isso to sempre agradecendo:
Agradeço por ser a pessoa que sou não mudo por ninguém .
Agradeço por minha família linda que tanto amo e admiro

Agradeço por ter amigos maravilhosos em minha vida por ter sido guiada pelo caminho do bem, por ser verdadeira.
Agradeço por saber amar muito e não esperar nada em troca, por ser realizada como mãe e mulher
Sou uma pessoa normal com erros e acertos.
Agradeço a Deus e a todos que fazem parte da minha vida
real como no virtual

Felicidade pra mim é estar de bem coma vida
para proporcionar aos outros o prazer de sentir-se bem
com minha presença.

Sou alguém muito feliz e realizada na vida,

este espaço esta reservado aquelas pessoas que estao a procura de um amigo verdadeiro junte-se a nos e sera bem vindo(a)
ficarei muito agradecidocom as contribuiçoes de todos

Foto de AjAraujo poeta humanista

O Sentido da Amizade

Amizade é um ato de espontaneidade
Que radicaliza a possibilidade
Do encontro e da reciprocidade
Da convivência e da solidariedade

Verdadeira amizade não impõe limites na relação dialogal
Falam com franqueza e sinceridade
Palavras que voam como folhas soltas no clima outonal
Mas é na arte de escutar que se revela mais maturidade

Amigos não se encontram apenas alhures
Inda que a ausência nuble o espírito humano, estão presentes
Despertam vibrações e risos contidos
Libertam das correntes da vida, no simples ato de dizer “vamos”.

Amigos não ficam estáticos
Emergem da força cinética que por vezes nos oprime
E nos reposicionam na roda dinâmica, vívidos
Atos de doação, no compartilhar de uma vida “prime”.

Se há algo que não tem preço, não se compra nem se vende; não se forja; não se ganha; não se inventa; apenas se conquista – ato mútuo – esta é uma boa razão para ter amigos como vocês. Amigos riem e choram, partilham e solidarizam.

Foto de DAnys2BrUnO

Letra da musica sampa crew(vida de casal) =)

Quantas vezes vou ter que dizer que vida de casal é
mesmo assim?
A convivência traz as brigas por qualquer bobagem,
È normal.
A gente não precisa se ofender,
Eu cuido de você e você de mim,
Ficar medindo forças pode crer é uma viagem, só faz mal.
Já cheguei a pensar em ficar sem você,
eu não vou mentir, sofri demais,
olhar pra traz me faz ver, que o nosso lance me faz crescer.
Nunca vou desistir desse amor, mesmo que um dia eu
descubra que estava enganado,
Não importa saber quem errou,
O que eu quero é ter você do meu lado.
Faz parte de uma vida a dois
Pagar o preço pra ser feliz depois,
È bem pior quando vem a distância,
O frio da noite nos trazendo a lembrança do calor de um
abraço deixados no espaço,
Olha a entrega é completa e as dúvidas se vão
e a certeza de saber somos um só coração,
Não me deixa paixão!!
Já cheguei a pensar em ficar sem você,
Eu não vou mentir, sofri demais, olhar pra traz me faz ver,
Que o nosso lance me faz crescer.

DanyOliver♥

Foto de silvya

A matéria da vida

Viemos ao mundo
Sem uma lição estudada,
Com um desconhecimento profundo
E um caderno de nada.

Possuíamos existência, apenas.
Não tínhamos manual de instruções,
O que nos causava dilemas,
Sem aparentes soluções.

Gradualmente, fomos concebendo
Um saber algo abrangente.
O passado íamos retendo
Em função do presente.

Cada experiência,
Uma página caligrafada.
E, através da convivência,
Íamos enchendo o caderno do nada.

Num comportamento terno
E sem exagerado aparato,
Descobrimos que este caderno
Era o nosso auto - retrato.

Era um caderno normal
Cuja capa não era forte.
E quando chegou ao final
Metaforizou a morte.

Sílvia Gonçalves

Foto de luiggibolonha

Comeram o Fruto da Árvore do Conhecimento e Criamos o Capitalismo

Comeram o fruto da árvore do conhecimento e criamos o capitalismo, assim destruímos o amor e descobrimos a dor, da fome, da sede, da ansiedade em comprar, da felicidade em competir e julgar.
Com a agressividade da concorrência das empresas, onde não podemos ter dignidade, temos que estudar, estudar e estudar, se profissionalizar, aprender a falar em outras línguas, para se comunicar, sendo que não conversamos mais com os nossos pais.
No intuito de conseguir um emprego, mas temos que trabalhar como estagiários palavra dada é sinônimo de escravos, para adquirir experiência e possuir uma referencia, somos contratados, passamos anos trabalhando quase nossa vida útil inteira, sempre querendo que o mês passe e o ano acabe, para terminar de pagar o que não mais vai acabar. Esquecemos os nossos valores, perdemos o nosso caráter, celebramos os inúteis desejos, e a incapacidade de se contentar com aquilo que realmente queremos, para conquistar aquilo que os outros desejam, para apenas se mostrar melhores, e se sentirem piores! A vida era fácil quando criança, até começarmos a raciocinar, que ironia, não queríamos o conhecimento, agora sofremos por dentro com um sorriso exposto no rosto!
Todo esse tempo para ganhar dinheiro e comprar objetos sem valores morais, aquecendo a economia dos paises sem diretrizes, humanas, destruindo a beleza da nossa natureza. O amor das pessoas, a felicidade em apenas ter uma vida simples e modesta.
O que não entendo é a desvalorização da razão da nossa existência, do amor, da convivência a troca de experiência.
Somos o fruto do que deveria ser o amor dos nossos pais, já fomos á esperança de um dia trazer-mos Paez.
Talvez a esperança nunca acabe, mas estamos sentados esperando “Deus”, dar uma solução para o problema da sua criação.
O vazio que sentimos por dentro, ainda não paramos para pensar o que verdadeiramente vai nos completar, mas lá no fundo sempre sabemos, por pior que seja admitir o que queremos.
Não quero que pensem que sou diferente, também estou sentado, escrevendo, tentando abrir a sua mente.
Para que veja alem da nossa imagem e semelhança, e perceba o calor do amor, nascemos dele, vivemos dele, a morte não deveria ser uma dor, mas sim o final de uma vida cheia de esplendor.
Gastamos muito tempo, para trabalhar, construir e chegar no “paraíso”, da onde nuca saímos, apenas o modificamos, hoje ele é conhecido como Planeta Terra.
Mas o mais engraçado é que passamos a vida inteira para sentir o amor, que deixamos com rancor.

Foto de Graciele Gessner

A Vida e Suas Lições. (Graciele_Gessner)

Aprendi que existem momentos que devemos ceder e que nem sempre podemos ficar teimando ou insistindo.

Aprendi que amamos muitas vezes, mas todos de formas diferentes e com suas significativas.

Aprendi que por mais que tentamos não errar, estamos sujeitos a erros, sem mesmo ter a intenção.

Aprendi que a vida nos prega armadilhas e que não temos por onde fugir.

Aprendi o amargo gosto do que não é amar. Quem nunca se atreveu a dizer “te amo” mesmo que não queira cometer enganos, está na verdade nos tomando tempo e juventude.

Aprendi que o amor se cultiva com a convivência, mas a paixão é igual o vento, chega e vai embora; dependendo da intensidade acaba machucando.

Aprendi que mesmo tentando evitar todas as falhas humanas, sei que sou imperfeita com o meu jeito de ser.

Aprendi que segredos jamais devem ser revelados, mesmo que tenhamos que morrer com eles.

Aprendi que muitos dos meus sonhos serviram como metas, já outros me serviram de incentivos.

Aprendi que quando ousei, foi quando vive de verdade e fui realmente feliz. Pois, foi neste momento que conheci a sonhada liberdade.

Aprendi que sempre podemos dar um recomeço quando não estamos no caminho certo.

17.05.2009

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de Osmar Fernandes

Amor de amiga

Ela entrou na minha vida pela internet.
Foi num clic, num chat por impulsão.
Amizade virtual, atração real.
Convivência linda que permanece.
Amor de amiga no coração.
Ao nos vermos pelo msn foi sensacional.

Trocamos confidências há mais de cinco anos.
Como confiança ilibada entre dois irmãos.
Não marcamos horas, nem fazemos planos.
Nossa intuição sente nossa presença nesse universo.
Não tem explicação!
É unissonante, espiritual, confesso.

Eu no Brasil, ela no Japão.
Nunca nos vimos fisicamente.
É carinho que enobrece o coração.
A conexão moderna nos propiciou essa corrente.
É laço sagrado, transparente, de verdade.
É amor de alma, de amigos, para eternidade.

Osmar Soares Fernandes

Foto de Rosinéri

SOU UM SER SÓ

Se estas só não fiques triste,
Da ouvidos à solidão e fala com o outro lado de ti,
Ficarás assim em presença do teu maior amigo.
Aquele ser invisível a quem pedes conselhos,
Com quem dialogas em pensamento,
A quem pedes compreensão para contigo.
Vais descobrir coisas lindas todos os dias,
Vais com ele até à tua infância,
Com ele, vais em busca do futuro,
Com ele dividirás tristezas e alegrias,
Com ele descobrirás a tolerância,
Com ele navegas pelo seguro.
Estavas só e triste,
Mas um novo aliado já descobriste.
Sê forte e continua as tuas descobertas,
Agora na outra face do teu ser,
Aqui há também um inimigo,
O que te tira o sono,
O que te tira o prazer.
Mas ouve-o, escuta-o com atenção,
Ele tem coisas para te dizer.
Coisas más, por certo,
Coisas terríveis, às vezes,
Mas não fiques triste,
Mantém o teu espírito aberto.
Este inimigo vai-te tentando,
Vai-te obrigando a fazer o que tu não queres,
Vai estar contra o teu amigo também,
Mas... Luta, luta porque vale a pena.
São duas forças contra uma,
A tua e a do teu amigo,
São dois contra o exterminador.
Mas uma batalha perdida
Não significa perder a guerra,
Se tudo for feito com amor.
Como vês, não estas só!
Se não esta só, não pode estar triste.
Então abre o teu espírito à convivência,
Continua a dialogar contigo próprio,
Um dia sorrirás de alegria,
Quando olhares à volta do teu "EU"
E vires uma imensa multidão
Que te dá vivas e te adora.
Se estás só, não fiques triste,
Porque afinal a maior tristeza
É a de pensar que estás só.
Não tens razão para estar triste,
Porque afinal a palavra SÓ não existe

Foto de Edevânio

UM NOVO MUNDO NO CAMINHO DAS ÍNDIAS

Edevânio Francisconi Arceno

AUPEX-UNIASSELVI

Estamos impressionados com os avanços tecnológicos, então indagamos onde o Homem vai parar? Acreditamos que a pergunta razoável seria: Onde o Homem quer parar? Dizemos isso porque cada dia mais limites são superados e quem afirmar categoricamente que a morte é o limite para o Homem, corre o risco mais tarde ser reconhecido como o Idiota que limitou a Humanidade. Entenderemos melhor estas afirmações se voltarmos no tempo para analisar as atitudes e estratégias adotadas pelo Homem diante das adversidades.

A convivência em grupo nasceu da necessidade de proteção, em virtude dos predadores. Através desta relação em sociedade, compreenderam que a união não só poderia deixá-los mais fortes tanto para defender-se como para atacar, tornando-se assim também predadores. Quando o Homem conseguiu impor sua superioridade diante das demais espécies, sentiu necessidade da disputa entre si, para descobrir quem é mais sábio ou forte. Desde então a força e o intelecto vem ditando regras entre a humanidade, no intuito de descobrir quem é o mais poderoso. Com o advento da escrita, todas as estratégias adotadas pelo intelecto e as proezas realizadas através da força, foram sendo registradas, propiciando ao Homem, aquilo que conceituamos progresso.

O Homem se organizou em Estado, após viver anos como sociedade tribal, ainda que existam sociedades tribais semelhantes, o Homem evoluiu, e quando a extensão territorial tentou-lhe impor limites, ele se lançou ao mar. Não demorou muito para perceber que o mar era uma grande oportunidade de ampliar seus poderes, com terras e povos a serem conquistados.

Deste modo os Fenícios, iniciaram aquilo que seria denominado de “Comércio Marítimo”. Segundo a Ilíada de Homero, as rotas comerciais do mediterrâneo foi o verdadeiro motivo de Agamenon ter unido toda a Grécia para lutar contra Tróia do rei Príamo, e não a desonra de Menelau, em virtude da paixão “avassaladora” de Paris e Helena. Por que tanto interesse de Agamenon e tantos outros, em monopolizar as navegações? A resposta parece obvia! Poder, isto mesmo, quem dominasse os mares e as rotas comerciais teriam mais poder sobre os demais. A soberania grega não levaria muito tempo, pois como todo império que se levanta, um dia cai, e assim tem sido durante toda a História.

No período medieval, outros povos dominariam o mediterrâneo, mas nenhum foi tão importante quanto às cidades italianas de Veneza e Gênova, que se transformaram nos centros comerciais mais ricos da Europa. Serviam de ponte entre os consumidores ocidentais e os produtores do oriente. Em virtude dos impostos aduaneiros, as mercadorias eram acrescidas de muitos juros. Depois da tomada de Constantinopla pelos turco-otomanos, sérias restrições foram impostas ao comércio no mediterrâneo, o que fez encarecer ainda mais as mercadorias. Para uma Europa Feudal, em fase de transição, a situação ficou calamitosa, em virtude da escassez do ouro e demais metais preciosos, o que dificultou ainda mais o comércio. A única alternativa era tentar uma rota comercial alternativa. Mas quem poderia aventurar-se em busca de uma nova rota em meio ao caos urbano, escassez de moedas, êxodo rural e uma eterna queda de braço entre nobres e burgueses?

Este era o Cenário em quase toda a Europa, com exceção de um pequeno país banhado pelo oceano atlântico, que recentemente havia conquistado sua independência e a consolidando com a histórica “Revolução de Avis”, que conduziu ao trono de Portugal D. João I. Este governante conseguiu unir os interesses dos Burgueses e a maioria dos nobres, com total apoio do povo. Isto fez de Portugal, o primeiro Estado nacional da Europa, dando-lhe estabilidade política e econômica necessária para dar inicio a Expansão Marítima, em busca de uma rota alternativa rumo às Índias.

O pioneirismo em navegar em mares nunca d’antes navegados, era antes de tudo uma prova de coragem e do espírito aventureiro deste povo.Pois a navegação em águas desconhecidas eram povoadas de crenças e lendas medievais sobre fabulosos monstros marinhos.Além disto, haviam registros escritos pelo navegador italiano Marco Pólo, com histórias e personagens pra lá de fantásticos. D. Henrique, o terceiro filho de D. João I, fundou a “Escola de Sagres”, onde reuniu a experiência marítima italiana, a ciência herdada dos árabes ao espírito aventureiro do povo português. A primeira investida Lusitana foi à conquista de Ceuta, cidade do norte da África, que era uma importante rota comercial, que mais tarde perdeu seu valor, em virtude da mudança de rota por parte das caravanas árabes.

Depois de Ceuta, foi a vez da Ilha da madeira, em seguida o arquipélago de Açores, e a cada expedição, mais informações eram mapeadas. Após várias tentativas, o navegador Gil Eanes ultrapassa o Cabo Bojador, um obstáculo à pretensão portuguesa de chegar às Índias. Junto com a gloriosa vitória pelo seu feito, Gil Eanes desembarca em Portugal com a embarcação cheia de negros, para serem vendidos como escravos, tornando-se uma mercadoria muito lucrativa.

Bartolomeu Dias traz para Portugal, a travessia do Cabo da Tormenta, que para o Rei, nada mais é que a Boa Esperança, de que a Índia está próxima. Instituindo Feitorias e demarcando o litoral africano para a glória de Portugal, Vasco da Gama chega com sua expedição a Calicute. Apesar de não ter êxito no contato diplomático com o Rajá (Governante) daquela cidade Indiana, Vasco da Gama oficializa a abertura de uma rota alternativa às Especiarias. Veja a narração de um trecho do poema “Os Lusíadas”, de Camões ao avistar Calicute:

Já a manhã clara dava nos outeiros
Por onde o Ganges murmurando soa,
Quando da celsa gávea os marinheiros
Enxergavam terra alta, pela proa.
Já fora de tormentas e dos primeiros
Mares, o temor vão do peito voa.
Disse alegre o piloto melindano:
-Terra é de Calicute, se não me engano;
(RODRIGUE, apud Camões. p.103)

Nos relatos registrados no diário de bordo, Vasco da Gama faz menção de que ao afastar-se da costa africana em direção ao leste, percebeu a presença de aves, o que dava indícios da existência de terra não distante dali. (SOUZA; SAYÃO, apud Bueno, p.26)

No dia 08 de março de 1500, a maior e mais poderosa frota de Portugal, comandada pelo jovem fidalgo Pedro Álvares Cabral, composta por mais de 1.500 homens distribuídos nas dez naus e três caravelas, saiu em direção à Índia. Cabral afastou-se em direção leste da rota demarcada por Vasco da Gama. A mudança de itinerário causa polêmica até hoje, afinal, esta mudança foi proposital ou casual? Se foi prevista ou não, se houve tempestade ou não, estas respostas ficaram para sempre no campo das especulações, até que o Homem crie uma “Máquina do Tempo”e retorne até 22 de abril de 1500, dia que Cabral avista a Ilha de Vera Cruz, o nosso Brasil! Dez dias depois, ele retoma sua rota para a Índia, onde fez acordos comerciais muito lucrativos para Portugal e o Mundo.

Logo o pioneirismo português, faria seguidores. Os Espanhóis chegaram a América, sob o comando de Cristóvão Colombo, pois assim como Vasco da Gama, procurava um caminho alternativo para as Índias. Em seguida foram os Ingleses, Franceses, Flamengos e Holandeses. Ao dominar águas estranhas surgiram novas terras, que também foram dominadas, muitos mitos foram colocados abaixo e um novo mundo se formou.

Há muitas terras ainda a serem conquistadas, afinal a nossa Via Láctea, é apenas uma entre muitas, há ainda vários planetas a serem explorados e também novos povos ou seres a serem encontrados. Analisando o retrospecto do Homem, você dúvida que isto acontecerá?

REFERÊNCIAS

RODRIGUE, Joelza Ester. A História em Documento. 6ª Série. São Paulo. Ftd, 2006.

SOUZA, Evandro André; SAYÃO Thiago Juliano. História do Brasil Colonial. Indaial: ASSELVI, 2007.

Foto de carlosmustang

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