Coração

Foto de Rosinéri

O QUE É O AMOR?

Amor....
É o sentimento que nasce num instante sincero no coração
São dois olhares acesos, juntos unidos numa mágica atração.
O amor são dois galhos banhados pelo luar em um jardim
Bem longe as vezes nascidos, mas que se juntaram ao crescerem
E que se abraçaram por fim.
São duas almas gêmeas que riem do mesmo riso
Que choram as mesmas dores
São vozes de dois amantes, duas moedas semelhantes
Dois poemas iguais.
O amor, é o doce canto do passarinho
É o doce aroma de uma flor.
São as nuvens do céu de agosto
É também o que me inspira “seu rosto”.
Amor... é quase alegria.
Amor... é você.
Por isso EU TE AMO

Foto de Carmen Vervloet

PARA MEUS AMIGOS DA POEMAS DE AMOR

• Feliz Natal!

• Estrelas, no céu, vigilantes...
• Lua no céu deslizante...
• Chuva lavando a poeira...
• Flores ornando o caminho...
• Vento soprando quentinho...
• Aguardando o grande dia
• Quando a Santa Virgem Maria
• Dará a luz ao Deus Menino
• Mudando nosso destino!
• 25 de dezembro,
• Nasce o protótipo do amor,
• Nosso Cristo Redentor!
• Dia de paz e confraternização
• Famílias em união!
• Mãos se tocando em desvelo
• Buscando a ponta do novelo
• Acabando com a mágoa, a dor...
• Desabrochando o perdão, o amor!
• Famílias unidas, felizes,
• Sorrindo em matizes!
• Paz no coração...
• Momento de oração!

• Feliz Natal!
• Carmen Vervloet

Foto de Ayslan

Felicidades

Na desilusão da vida. Quando julgava a tudo e a todos.
Quando meu coração já não tinha motivos para bater...
Você... Lá estava você. Tão linda, menina não sabe ainda o que é amar.
Não sabes hoje o quanto ti amo.
Aquele olhar não tem o sol mais beleza no seu brilhar.
Aquele sorriso tímido e ingênuo, não tem a aurora tanta formosura.
Eu já ti amava antes mesmo de nascer. Fui mandado para este mundo para ti amar e ti proteger.
Nossos corações ligados nos uniram, quando mais precisávamos um do outro.
Meu amor contei-te toda minha vida, magoas, tristeza, dor... Mas essa parte ainda não tinha se quer escrito.
Essa parte da minha vida chama-se “felicidades”
Mesmo que essa parte que ti conto agora você conheça, por que essa parte vivi a seu lado. Quero ti contar mesmo assim. Pois esse é só o começo...
Amor de minha vida nas próximas paginas se encontrares varias frases repetidas inúmeras vezes, peço-lhe que continues a ler. Não canse de ler...
Por que eu nunca vou cansar ou esquecer um só dia de minha vida de ti dizer
“Eu te amo Priscila”

para: Priscila

Foto de Sonia Delsin

VEZ EM QUANDO

VEZ EM QUANDO

Vez em quando vou lhe ver.
Vou com meus olhos acesos.
Brilhantes.
Confiantes.
Vou.
Você me ensinou.
Me ensinou a andar numa estrada mais minha.
Me ensinou que não sou tão sozinha.
Me ensinou.
O que é o amor.
Vou ao seu encontro inflamada.
Vou dando risada.
Dentro do meu coração.
Solidão?
O que é solidão?
Se tenho os pés plantados no chão.
E a cabeça na amplidão.
Vivo sonhando, esperando.
Um novo encontro aguardando.
Porque a cada vez que lhe vejo mais e mais me convenço.
Amar é algo intenso.
É o que penso.
Nem sempre podemos estar ao lado do nosso amado.
De vez em quando eu vou...
Estava escrito nas estrelas que nos encontraríamos...
E vou.
Vez em quando.

Foto de Sonia Delsin

MISSÃO

MISSÃO

Antes que eu nascesse...
Antes que eu crescesse...
Antes.
Muito antes.
Eu era uma idéia.
Um projeto.
De lá eu pensava.
Quanto vale um teto?
Vale.
Vale muito.
Mais ainda quando nele existe amor.
Escolhi calmamente.
Meu nascer seria diferente.
E foi.
Antes que eu nascesse pensei.
Quanto importa uma família?
É o fundamento.
Vim preparada?
Aqui existe muito sofrimento?
E existe sentimento.
Uma hora é alegria, outra é tormento.
Mas eu pedi este coração.
Coração de poeta.
Eu pedi a pena.
Tudo vale a pena.
Se o mesmo caminho eu estaria disposta a seguir?
Creio que sim.
Foi a estrada da minha construção.
Antes que eu nascesse já conhecia minha missão.

Foto de Sonia Delsin

DEUS MENINO

DEUS MENINO

Vieste. Vieste nos contar.
Vieste o poder do amor nos mostrar.
E provar.
Que o melhor caminho para ao céu chegar
é se despojar,
das coisas terrenas se desembaraçar.
Então por que viemos na terra morar?
Deus menino.
Vieste aqui semear.
Palavras novas falar.
Vieste ensinar.
É tão fácil deixar Deus no nosso coração penetrar.
Deus menino.
Foi tão lindo o teu nascimento
Uma estrela aos reis magos soube guiar.
A forma que nasceste é um fato para nos emocionar.
E mostrar.
Que de uma forma humilde o rei dos reis escolheu chegar.
Será que uma hora vamos aprender que o que mais importa na vida é amar?
Verdadeiramente e incondicionalmente.
Amar.

Foto de Vadevino

DONDE VÊM AS POESIAS?

Poesias não dão em àrvores
Seja qual for a estação.
Poesias são como flores
Que brotam do coração!

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO"

Caros Poetas e Poetisas, Fernada, Miguel e simpatizantes de POEMAS-DE-AMOR, desejo de todo meu coração um Natal maravilhoso junto aos que amam e um ano repleto de realisações, tambem quero agradecer pelo carinho com que me acolheram nesta casa.
Não vou aqui colocar os nomes que estão em meu coração, mas indistintamente todos merecem aplausos por um ano repleto de emoções, obrigado a todos do site.
FELIZ NATAL E PROSPERO ANO NOVO.
VIDA LONGA
EDSON MILTON RIBEIRO PAES.

Foto de Osmar Fernandes

Olho do limão

Sou escritor do 3º milênio.
O poeta novo.
Sem ninguém pra me ouvir.
Sem povo.
Tenho o olho de águia,
A luz do sol,
O breu da solidão... o reluzir das estrelas.
Vejo com o olho da rua...
Vejo o ar cinzento do céu, do mar;
da noite nua,
Desvairada, perdida.
Perdeu-se a poesia...
Rabiscaram a lição.
Há muita disritmia...
É a epidemia da vida.
O mundo queima sua teia de aranha.
Sou o poeta sem pena...
A reza sem novena.
Sou o redator sem jornal.
Sou o desigual.
Esqueceram de fechar a porta.
É trapo, é luxo; é miséria mental!
O piloto está sem passageiro.
A horta sem chuveiro.
O coração sem sentimento.
Sou a cabeça sem travesseiro.
Ninguém me dá ouvidos.
Sou o escritor desses momentos.
Sou o espinho da flor.
É o que me resta.
Cadê você meu irmão?!
Sou o olho desse furacão.
Mas, não adianta gritar!
Sou apenas o olho do limão.

Foto de Carmen Vervloet

OLHOS QUE VEEM, CORAÇÃO QUE SENTE

No meu coração, gravada em felicidade, a fazenda Três Meninas! O casarão caiado em branco, portas e janelas pintadas em ocre, a varandinha, como mamãe chamava, com jardineiras repletas de gerânios coloridos e camaradinhas que caiam até o chão. Em frente à casa, estonteante jardim, onde borboletas faziam seu ritual diário, beijando com amor a cada exuberante flor, cena que meu coração menino guardou para sempre. As cercas todas cobertas por buguenvílias num festival de cores. Em seguida ao jardim, o pomar com gigantescas fruteiras (olhos de criança, enxergam tudo maior), mangueiras, abacateiros, laranjeiras, goiabeiras e tantas outras que não se conseguiria enumerar, onde com a agilidade da idade subia, não só para colher e saborear os frutos maduros, mas, para ver de perto os ninhos de passarinhos, que papai com sua profunda sabedoria, já me ensinava a preservar. Passava horas sobre os galhos das minhas fruteiras prediletas, principalmente goiabeira, que era só minha, ficava ao lado do riacho, onde também costumava pescar. Lá do alto, no meu galho preferido, junto aos pássaros, voava em meus sonhos de criança feliz!
Nos meus devaneios, fui mãe (das minhas bonecas), fui anjo (nas coroações de Nossa Senhora), viajei pelo mundo (sempre que via um avião passar), fui menina-moça (sonhando o primeiro amor). Na vida real fui criança feliz, cercada pelo amor e carinho de minha doce mãe, de meu sensível e amigo pai (ah! Que saudade eu sinto de você, pai), de minhas duas irmãs mais velhas que faziam de mim sua boneca mais querida, colocando-me sobre uma pilha de travesseiros, num altar improvisado sobre a cama de meus pais, onde eu era o anjo, na coroação que faziam de Nossa Senhora. Nesta época eu tinha apenas dois anos e se o sono chegava, a cabecinha pendia para o lado, logo me acordavam, pois não podiam parar a importante brincadeira.
Já maior, menina destemida, levei carreira de vaca brava, só porque me embrenhei na pasto, reduto das vacas com suas crias, para colher deliciosa jaca, que degustara com o prazer dos glutões. O cheiro da jaca sempre me reporta às boas lembranças da Fazenda Três Meninas... Até hoje tenho uma pequena cicatriz na perna, que preservo com carinho, sinal de uma infância livre e feliz. Desci morros em folhas de coqueiros, cavalguei cavalos bravos, pesquei com peneira em rio caudaloso! Ah! Tempo bom que não volta mais!...
Mês de dezembro. Tempo de expectativas e alegrias. Logo no começo era a espera do meu aniversário, da minha festa, do vestido novo, do meu presente, o bolo, a mesa de doces com os deliciosos quindins feitos por mamãe. Depois a expectativa do Natal, a escolha do pinheiro, do lugar estratégico para montar a imensa árvore, os enfeites coloridos, estrelas, anjinhos, bolas que eu ajudava mamãe a pendurar, um a um, com delicadeza e carinho, junto à certeza da chegada do bom velhinho, em quem eu acreditava piamente, com todos os presentes que havia pedido por carta que mamãe me ajudava a escrever. O envelope subscritado com os dizeres: Para Papai Noel – Céu
E depois era esperar a chegada do grande dia. Era o coração batendo em ansiedade, era a aflição de ser merecedora ou não da atenção do bom velhinho. Quando chegava o dia 24, sentia o tempo lento, as horas se arrastando, o sapatinho, o mais novo, sob a árvore, desde muito cedo, o coração batendo acelerado. Mal anoitecia, já deixava a porta entreaberta para a entrada de Papai Noel e corria para minha cama tentando dormir, sempre abraçada a minha boneca preferida, para acalmar as batidas do meu coração. O ouvido apurado para tentar ouvir qualquer ruído diferente. Era sempre uma noite muito, muito longa! Os olhos bem abertos até que o cansaço e o sono me venciam!
No dia seguinte, cedo pulava da cama. Que grande felicidade, todos os meus presentes lá estavam sob a árvore. Era uma festa só! Espalhava os presentes pela casa toda, na vitrola disco LP tocando canções natalinas, função de papai que adorava música... (Ah! Papai quanta coisa boa aprendi com você). Lembro-me bem de um fogãozinho, panelinhas, pratos, talheres que levei logo para o meu cantinho, onde brincava de casinha. Lembro-me também de uma boneca bebê e seu berço que conservei por muitos e muitos anos.
Todas essas lembranças continuam vivas dentro de mim, como se o tempo realmente tivesse parado nestes momentos de paz e felicidade. Os almoços natalinos na casa de meus avós paternos onde toda a imensa família se reunia em torno de uma enorme mesa. Vovô na cabeceira, vovó sentada a sua direita, tios, tias, primos e mais presentes para as crianças, comidas deliciosas, sobremesas dos deuses, bons vinhos que eu via os adultos degustarem, (depois do almoço, escondida de todos, eu ia bebericando o restinho de cada copo), arranjos de frutas colhidas no pomar, flores por toda a casa e depois minhas tias revezando-se ao piano, já na sala de visita, onde os adultos tomavam cafezinho e licores. A criançada correndo pelo quintal, pelo jardim, pelo pomar... Tantos momentos felizes incontáveis como as estrelas do firmamento! Momentos que eternizei no meu coração.
Hoje o tempo é outro, a vida está diferente. Muitos se foram... Outros chegaram... Os espaços estão reduzidos, as moradias se verticalizaram, as janelas têm grades por causa da violência, as crianças já não acreditam em Papai Noel, desapareceu o espírito cristão do Natal para dar lugar a sua comercialização, as ceias tomaram o lugar dos grandes almoços em família, da missa do galo...
Mas a vida é dinâmica e temos que acompanhá-la. Os grandes encontros de família são raros. As famílias foram loteadas, junto aos espaços, junto a outras famílias, junto à necessidade de subsistência.
Nada mais é como antes, mas mesmo assim continuamos comemorando o nascimento do Menino Deus, em outros padrões é verdade, mas com o mesmo desejo de que haja paz, comida e felicidade em todos os lares.
Feliz daquele que tem tatuado nas entranhas da alma os venturosos natais de outrora vistos por olhos que vêem, olhos atentos de criança, sentidos com a pureza do coração!
Olhos da alma, sentimentos eternizados!...

Carmen Vervloet
Vitória, 23/12/2008
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