Dizer

Foto de Diario de uma bruxa

Um amor sobrevive depois de uma mentira!

MENTIRA

Depois que uma mentira é criada
Não se volta mais atrás
Pode-se até tentar corrigir
Mas se vão entender
Quem poderá dizer

No meio de uma mentira
Sempre ha um pouco de verdade
Muitas vezes a mentira
É dita pelos ciúmes

Mentimos ou omitimos
Minto para pode viver
Omito para poder falar
Mas quem poderá me salvar

No meio da mentira conheci o amor
Um amor que não posso ver
Mas quando a verdade aparecer
Será que ainda vai me querer
Ou vai me odiar
Ou nem sequer vai querer me escutar

Poema as Bruxas

Foto de Jonas Melo

Eu te Amo

Eu te amo !

Porque você es o primeiro pensamento em meu amanhecer;

Eu te amo, porque pensar em você alivia a espera de um momento nosso novamente;

Eu te amo incondicionalmente, porque com você aprendi que amor é um não se espera reciprocidade, nós simplesmente fazemos uma escolha e eu escolhi amar você;

Eu te amo, porque minhas lembranças mais doces e mais divinas remetem-me sempre a você;

Porque na madrugada ao escutar tua voz de menina mulher meu corpo entra em êxtase e simplesmente adormece feliz;

Eu te amo, porque você é e sempre será o grande amor de minha vida, incondicionalmente se aceitares ou não, meu coração já escolheu amar você por toda sua existência;

Eu te amo, porque você me ensinou que amar é a melhor terapia para alma;

Eu te amo, porque com você eu aprendi que a verdade sempre deve prevalecer, por mais que venhamos a sofrer;

Porque com você também aprendi que a conquista da pessoa amada é diária e somos responsáveis por nossas escolhas;

Eu te amo, porque você entrou em minha vida e pouco a pouco mudou-a completamente e, fez eu ser o homem que hoje sou, um homem melhor e com pensamento diferenciado sobre o que realmente significa a palavra amor;

Eu te amo, porque es inteligente e, isso me atrai muito em você, mas do que o desejo insano de fazer amor contigo;

Eu te amo, porque a sua perspicácia já percebeu que sempre digo a mesma coisa (QUE AMO VOCÊ), mas sempre procuro elaborar textos diferentes, todavia carregado com a mesma essência de amar você sempre.

Eu te amo, porque só quem ama realmente, entende as razões e dúvidas da pessoa amada e a ama cada vez mais sem esperar ser amado, simplesmente ama, pois o amor é paciente e único no modo de amar;

Porque fostes a melhor coisa que aconteceu em minha vida, abriu-me os olhos para um novo amanhecer chamado amor, mas como tudo na vida tem um preço, creio que o meu preço é muito caro, simplesmente viver sem você, mas mesmo assim vou continuar te amando, pois te amar me faz bem, mesmo sendo meu destino, carregarei esse sentimento em meu coração eternamente até o fim de meus dias, quem sabe assim, aquele que tudo conhece e tudo vê, faça você refletir e visualizar que nenhum outro homem pode te fazer feliz e te dar o amor que guardo em meu peito;

Eu te amo, porque o último pensamento do dia também me remete a você;

Eu te amo, porque em meus sonhos você me aparece como um anjo, um lindo e meigo querubim de seis asas, com as quais você utiliza duas para flutuar e as quatros para me seduzir, encobrindo seu rosto e descobrindo seu sexo, assim me seduz e me enlouquece de desejo, alternando, cobrindo o sexo e descobrindo o rosto, descobrindo o rosto e cobrindo o sexo, de repente paras de flutuar e cai em cima de meu corpo e como diabinha atrevida, vestida semi-nua de vermelho, me ama incondicionalmente, alimentando minhas fantasias, saciando meus desejos e sonhos de você;

Eu te amo, porque por mais que venha acontecer várias mudanças e variações patológicas em seu corpo com o decorrer do tempo, em meu coração sempre vai está a lembrança daquela linda e meiga menina mulher, que eu conheci em uma manhã de setembro, mês lindo e abençoado, mês considerado pelos botânicos e amantes da natureza como das flores, o qual carrega a mãe primavera, e creio que foi ela que me trouxe a mais linda e singela flor chamada.....

Eu te amo muito, e sempre vou te amar, não precisa dizer o mesmo não;

Jonas Melo!

Foto de cafezambeze

JOÃO PIRISCA E A BONECA LOIRA (POR GRAZIELA VIEIRA)

ESTE É UM CONTO DA MINHA DILETA AMIGA GRAZIELA VIEIRA, QUE RECEBI COM PEDIDO DE DIVULGAÇÃO. NÃO CONCORRE A NADA. MAS SE QUISEREM DAR UM VOTO NELA, ELA VAI FICAR MUITO CONTENTE.

JOÃO PIRISCA E A BONECA LOIRA

Numa pequena cidade nortenha, o João Pirisca contemplava embevecido uma montra profusamente iluminada, onde estavam expostos muitos dos presentes e brinquedos alusivos à quadra festiva que por todo o Portugal se vivia. Com as mãos enfiadas nos bolsos das calças gastas e rotas, parecia alheio ao frio cortante que se fazia sentir.
Os pequenos flocos de neve, quais borboletas brancas que se amontoavam nas ruas, iam engrossando o gigantesco manto branco que tudo cobria. De vez em quando, tirava rapidamente a mão arroxeada do bolso, sacudindo alguns flocos dos cabelos negros, e com a mesma rapidez, tornava a enfiar a mão no bolso, onde tinha uma pontas de cigarros embrulhadas num pedaço de jornal velho, que tinha apanhado no chão do café da esquina.
Os seus olhitos negros e brilhantes, contemplavam uma pequena boneca de cabelos loiros, olhos azuis e um lindo vestido de princesa. Era a coisa mais linda, que os seus dez anos tinham visto.
Do outro bolso, tirou pela milésima vez as parcas moedas que o Ti‑Xico lhe ia dando, de cada vez que ele o ajudava na distribuição dos jornais. Não precisou de o contar... Demais sabia ele que, ainda faltavam 250$00, para chegar ao preço da almejada boneca: ‑ Rai‑de‑Sorte, balbuciava; quase dois meses a calcorrear as ruas da cidade a distribuir jornais nos intervalos da 'scola, ajuntar todos os tostões, e não consegui dinheiro que chegue p'ra comprar aquela maravilha. Tamén, estes gajos dos brinquedos, julgam q'um home não tem mais que fazer ao dinheiro p'ra dar 750 paus por uma boneca que nem vale 300: Rais‑os‑parta. Aproveitam esta altura p'ra incher os bolsos. 'stá decidido; não compro e pronto.
Contudo não arredava pé, como se a boneca lhe implorasse para a tirar dali, pois que a sua linhagem aristocrática, não se sentia bem, no meio de ursos, lobos e cães de peluxe, bem como comboios, tambores, pistolas e tudo o mais que enchia aquela montra, qual paraíso de sonhos infantis.
Pareceu‑lhe que a boneca estava muito triste: Ao pensar nisso, o João fazia um enorme esforço para reter duas lágrimas que teimavam em desprender‑se dos seus olhitos meigos, para dar lugar a outras.
‑ C'um raio, (disse em voz alta), os homes num choram; quero lá saber da tristeza da boneca. Num assomo de coragem, voltou costas à montra com tal rapidez, que esbarrou num senhor já de idade, que sem ele dar por isso, o observava há algum tempo, indo estatelar‑se no chão. Com a mesma rapidez, levantou‑se e desfazendo‑se em desculpas, ia sacudindo a neve que se introduzia nos buracos da camisola velha, enregelando‑lhe mais ainda o magro corpito.
‑ Olha lá ó miúdo, como te chamas?
‑ João Pirisca, senhor André, porquê?
‑ João Pirisca?... Que nome tão esquisito, mas não interessa, chega‑te aqui para debaixo do meu guarda‑chuva, senão molhas ainda mais a camisola.
‑ Não faz mal senhor André, ela já está habituada ao tempo.
‑ Diz‑me cá: o que é que fazias há tanto tempo parado em frente da montra, querias assaltá‑la?
‑ Eu? Cruzes credo senhor André, se a minha mãe soubesse que uma coisa dessas me passava pela cabeça sequer, punha‑me três dias a pão e água, embora em minha casa, pouco mais haja para comer.
‑ Então!, gostavas de ter algum daqueles brinquedos, é isso?
‑ Bem... lá isso era, mas ainda faltam 250$00 p'ra comprar.
‑ Bom, bom; estás com sorte, tenho aqui uns trocos, que devem chegar para o que queres. E deu‑lhe uma nota novinha de 500$00.
‑ 0 João arregalou muito os olhos agora brilhantes de alegria, e fazendo uma vénia de agradecimento, entrou a correr na loja dos brinquedos. Chegou junto do balcão, pôs‑se em bicos de pés para parecer mais alto, e gritou: ‑ quero aquela boneca que está na montra, e faça um bonito embrulho com um laço cor‑de‑rosa.
‑ ó rapaz!, tanto faz ser dessa cor como de outra qualquer, disse o empregado que o atendia.
‑ ómessa, diz o João indignado; um home paga, é p'ra ser bem atendido.
‑ Não querem lá ve ro fedelho, resmungava o empregado, enquanto procurava a fita da cor exigida.
0 senhor André que espiava de longe ficou bastante admirado com a escolha do João, mas não disse nada.
Depois de pagara boneca, meteu‑a debaixo da camisola de encontro ao peito, que arfava de alegria. Depois, encaminhou‑se para o café.
‑ Quero um maço de cigarros daqueles ali. No fim de ele sair, o dono do café disse entre‑dentes: ‑ Estes miúdos d'agora; no meu tempo não era assim. Este, quase não tem que vestir nem que comer, mas ao apanhar dinheiro, veio logo comprar cigarros. Um freguês replicou:
‑ Também no meu tempo, não se vendiam cigarros a crianças, e você vendeu-lhos sem querer saber de onde vinha o dinheiro.
Indiferente ao diálogo que se travava nas suas costas, o João ia a meter os cigarros no bolso, quando notou o pacote das piriscas que lá tinha posto. Hesitou um pouco, abriu o pedaço do jornal velho, e uma a uma, foi deitando as pontas no caixote do lixo. Quando se voltou, deu novamente de caras com o senhor André que lhe perguntou.
‑ Onde moras João?
‑ Eu moro perto da sua casa senhor. A minha, é uma casa muito pequenina, com duas janelas sem vidros que fica ao fundo da rua.
‑ Então é por isso que sabes o meu nome, já que somos vizinhos, vamos andando que se está a fazer noite.
‑ É verdade senhor e a minha mãe ralha‑me se não chego a horas de rezar o Terço.
Enquanto caminhavam juntos, o senhor André perguntou:
- ó João, satisfazes‑me uma curiosidade?
- Tudo o que quiser senhor.
- Porque te chamas João Pirisca?
- Ah... Isso foi alcunha que os miúdos me puseram, por causa de eu andar sempre a apanhar pontas de cigarros.
‑ A tua mãe sabe que tu fumas?
‑ Mas .... mas .... balbuciava o João corando até a raiz dos cabelos; Os cigarros são para o meu avôzinho que não pode trabalhar e vive com a gente, e como o dinheiro é pouco...
‑ Então quer dizer que a boneca!...
‑ É para a minha irmã que tem cinco anos e nunca teve nenhuma. Aqui há tempos a Ritinha, aquela menina que mora na casa grande perto da sua, que tem muitas luzes e parece um palácio com aquelas 'státuas no jardim grande q'até parece gente a sério, q'eu até tinha medo de me perder lá dentro, sabe?
‑ Mas conta lá João, o que é que se passou com a Ritinha?
‑ Ah, pois; ela andava a passear com a criada elevava uma boneca muito linda ao colo; a minha irmã, pediu‑lhe que a deixasse pegar na boneca só um bocadinho, e quando a Ritinha lha estava a passar p'ras mãos, a criada empurrou a minha irmãzinha na pressa de a afastar, como se ela tivesse peste. Eu fiquei com tanta pena dela, que jurei comprar‑lhe uma igual logo que tivesse dinheiro, nem que andasse dois anos a juntá‑lo, mas graças à sua ajuda, ainda lha dou no Natal.
‑ Mas ó João, o Natal já passou. Estamos em véspera de Ano Novo.
‑ Eu sei; mas o Natal em minha casa, festeja‑se no Ano Novo, porque dia de Natal, a minha mãe e o meu avô paterno, fartam‑se de chorar.
‑ Mas porquê?
‑ Porque foi precisamente nesse dia, há quatro anos, que o meu pai nos abandonou fugindo com outra mulher e a minha pobre mãe, farta‑se de trabalhar a dias, para que possamos ter que comer.
Despedíram‑se, pois estavam perto das respectivas moradas.
Depois de agradecer mais uma vez ao seu novo amigo, o João entrou em casa como um furacão chamando alto pela mãe, a fim de lhe contar a boa nova. Esta, levou um dedo aos lábios como que a pedir silêncio. Era a hora de rezar o Terço antes da parca refeição. Naquele humilde lar, rezava‑se agradecendo a Deus a saúde, os poucos alimentos, e rogava‑se pelos doentes e por todos os que não tinham pão nem um tecto para se abrigar., sem esquecer de pedir a paz para todo o mundo.
Parecia ao João, que as orações eram mais demoradas que o costume, tal era a pressa de contar as novidades alegres que trazia, e enquanto o avô se deleitava com um cigarro inteirinho e a irmã embalava nos seus bracitos roliços a sua primeira boneca, de pronto trocada pelo carolo de milho que fazia as mesmas vezes, ouviram‑se duas pancadas na porta. A mãe foi abrir, e dos seus olhos cansados, rolaram duas grossas e escaldantes lágrimas de alegria, ao deparar com um grande cesto cheinho de coisas boas, incluindo uma camisola novinha para o João.
Não foi preciso muito para adivinhar quem era esse estranho Pai Natal que se afastava a passos largos, esquivando‑se a agradecimentos.
A partir daí, acrescentou‑se ao número das orações em família, mais uma pelo senhor André.
GRAZIELA VIEIRA
JUNHO 1995

Foto de pedro felipe

A minha realidade

A minha realidade

A minha realidade
É bem simples de entender
É a mais pura verdade
Nasci, e um dia irei morrer
Levo minha simples vida
Com Deus em meu coração
Com a minha família querida
E sempre de pé no chão
Bem de manhãzinha
Acordo com o galo com a galinha
O nascer do sol posso contemplar
Vejo que aqui é meu lugar
De aula em aula melhorando o aprendizado
Tento sim ficar calado
A todos dizer um bom dia
Simplesmente, te alegria
Vivo sim uma grande paixão
Uma menina que não sai de meu pensamento
Sei que pode ser ilusão
Mas sinto um forte sentimento
Sozinho um pouco tento tudo entender
Sozinho tento me encontrar
Na minha vida tudo faço acontecer
Na minha vida tento tudo praticar
Com minha competência
Tenho consciência
Na minha mente posso acreditar
Que tudo o que quero, posso conquistar.

Foto de janderrier

sindrome do amor

Há certos momentos na vida que eu fico inerte, sem ação fisica.
fico pensando po que temos tanto medo de amar? digo de todas as formas ... amar siginifica ser forte. saber enxerga na pessoa amada a sua alternativa de vida. entregar-se a alguém não quer dizer submeter-se a este. significa amar realmente.
o amor não pode ser escrito nem diagnosticado, porque é divino. mas ele pode ser expressado, porque o que e divino Deus expressa em acontecimentos da nossa vida. e que muitas vezes, por estarmos tapados pelas impurezas mundanas, não conseguimos enxergar este sentimento em nossas faces.
como tudo na vida é uma aprendizagem, até para amr precisamos aprender.
Vou passa a vocês um pouco do amor que eu vivo com uma pessoa fantástica, que me faz muito feliz e me dá forças em minha vida para que eu construa um futuro digno para nós e mais uns"nós"futuros! porque amor não se concentua, se declara e se mostra.

Como nasce
Ninguém sabe
Todos sabem o que é,
Mas ninguémsabe explicar.
Quando nasce,
Nasce de um sorriso,
Nasce de um olhar,
Nasce de uma lagrima,
Ou de uma dor....
Sinceramente,não sei.
Nasce,mas não morre,
Se expande para o infinito.
Deixa marcas,
Marcas que são eternas,
Que nem o tempo pode apagar.
Depois de algum tempo,
Só lembranças lindas,
De algo que vem e não volta..
Promessas que ás vezes
São uma ilusão.
Amor..
Defini-lo
É impossivel.
Mas senti-lo
Todos o sentem,
Principalmente ao nascer da vida
Na adolescência...
Quando tudo é sonho.
E o sonho de todos é:
Amar .

Foto de Soliene Andrade

Não quero esquecer

Não posso dizer adeus
pois, com isso selaria para sempre a nossa separação

Por isso prefiro sonhar com o momento da volta
Mesmo que isso dure uma vida
Viver com a esperança do reencontro
Do que pensar na despedida

Momentos... Felizes momentos
Tive você em meus braços
Senti o sabor dos seus beijos
e o calor dos seus abraços

Esquecer.... Jamais
Não seria justo comigo
Não seria justo contigo

Esperarei pelo momento da volta
pois, sei que ela irá acontecer
Quando gritarei ao mundo que te amo
e precisaria de uma eternidade para te esquecer

Foto de janderrier

ESQUECER PRA QUE?

Como sentir tristezas se tivemos tantos momentos de alegria.....
Como falar em desamor se vivemos tantos momentos de amor..
Como querer fugir do passado se foi através dele que conheci você....
Como achar triste a sua ausência se existe saudade para me associar..
Como pensar em meus sonhos se prefiro a tua realidade...
Como desistir das flores se eram elas que você me dava...
como dizer que a chama de um grande amo muda se ela permanece....
Como posso chama-lo de amigo se para mim você e muito mais...
Como posso lhe pedir ajuda se o meu problema e você....
Como não querer pensar em você se você ja tomou conta do meu cérebro..
Como esquecer isso tudo se é preciso acreditar em um novo tempo, em uma dimensão diferente, onde haja espaço para todos...
È preciso acreditar na força e no pode de si mesmo e no poder da verdade, na vontade de querer e poder ser feliz.
E preciso acreditar que necessitamos e devemos lutar por um ideal,que a vitoria sera fatal, que o amor ainda existe, que a vida tem sabor de mel, que a felicidade esta acima do horizonte como um caminho,que esta proximo a chega na sua vida porque e preciso acredita no sim e nunca pensar em dizer um não.
e preciso acreditar no caminho da vida para saber cativar tudo que deseja e o faça feliz, poque se no caminho você encontrar espinhos , saiba que você e a rosa; se encontrar pedras, saiba que você e o diamante.
E preciso acreditar que você não e como o lago que se satisfaz com os seus limites, mas sim como o oceano que esta disposto a encontrar novos horizontes.
Como acreditar em tudo se nosso amo não foi eterno...
Como ter ilusões se você foi minha desilusão...
Como e dificil sorrir quando se que chorar..
Como dize adeus se existe esperança de um novo reencontro..
Como pensar em choar , calar, sofrer, esquecer se um dia com ceteza irá voltar.

Foto de Evandro Machado Luciano

Poetas da dor. Hipócritas do amor.

Estou tão seco de vida
Quanto um indigente ateu e solitário
Seco de palavras e rimas
Procuro o amor em cada lágrima caída
E minha inspiração em um dicionário
Com meu coração aprisionado em masmorras longínquas

Que espécie de poeta sou?
Perco horas procurando palavras
Que levantem o lábaro da alegria
Mas viro noites com Edgar Allan Poe
Lendo frases criadas
Para atiçar-me a agonia

E o que dizer de Byron?
A morte era o que lhe dava o prazer de viver
Não desejo esse mal a ninguém
Uns chamam de insanidade, outros de dom
Na verdade é a busca pelo sofrer
Por não ser hipócrita, admito: Já busquei por isso também.

Estas são as lamúrias de um pobre perdido
Como nos disse Álvares de Azevedo
“São as páginas de um livro não lido”

É a vida justificando a morte
O destino atirando suas facas
Sem medo de nos deixar cortes

Foto de Grazichan

O meu erro

O meu erro
foi nunca estar ao seu lado
quando mais precisava
foi não te dizer
o quandto te amava
foi nunca ver
que precisava do meu carinho
foi te mostrar
que eu não estava no seu caminho
Se eu podesse volyar no tempo
e concertar o meu erro
Te dizer que te amo
e sem você eu morro
te fazer a pessoa mais feliz do mundo
mas não posso
cometi um erro
e devo pagar por ele
nunca achei,
que iria te amar assim
mas agora é tarde para mim
não tem concero
esse meu erro

Foto de luiggibolonha

Sem Direção

A insanidade causada pela ausência da vontade de viver, sofrimentos constantes por insatisfações no convívio com as pessoas, magoas pelos amores arrancados sem um motivo justificável.
Sem direção e vivendo em um mundo onde as pessoas não são de verdade e os objetos predominam as características e personalidades delas.
Os fatos já não são mais verdades e a vida passou de prazer e felicidade a obrigações de constantes insatisfações pessoais, causada pela falta de escolha referente ao que realmente quero fazer.
Sim, eu posso vencer, não quero dizer que irei desistir e se entregar a melancolia e viver apenas de lamentações, mas sou diferente, mesmo ninguém percebendo.
Já provei para mim mesmo, agora quero o desprendimento dos valores matérias e tornar a minha mente, minha casa, pois quem não tem nada a perder nunca perde!
As viagens constantes em minha mente iram se tornar realidade, em uma terra totalmente desconhecida pela minha experiência, não quero pesquisar muito para não criar nenhum preconceito e viver a minha própria experiência.
Quero ficar em silencio e me expor apenas quando necessário, parar de ficar me desgastando com momentos desnecessários e ficar sofrendo pelas palavras ditas, quero apenas analisar o mundo real “aquele que eu vivo” a forma com que ele se equilibra e as pessoas pensam que vivem, mas guardarei as criticas e chegarei ao autocontrole emocional nos momentos de stress, mas não do amor, pois a vida é simplesmente ele, amor pela natureza e as pessoas do nosso convívio deixando nossa vida mais agradável.
Já quis ser um peixe e nadar pelos rios e oceanos conhecendo afundo tudo o que eles têm por dentro, já quis ser um pássaro e voar em volta do planeta azul, pousar onde ele fosse mais verde e conhecer as pessoas de verdade que ainda possam existir lá.
Nunca quis ser invisível, gostaria que as pessoas me vissem como eu realmente sou, tenho que melhorar a minha comunicação, pois a minha imagem não quer dizer nada.
As imagens não transmitem muitos sentimentos, pois vivemos em mundo de atores do teatro real, onde escondem, ocultam o que sentem e dizem qualquer coisa para alcançar o poder e o dinheiro.
Só temos as pessoas que conquistamos, mas não percebemos quem elas são e acabamos vendo só as que queremos conquistar por algum interesse às vezes não compreendido, deixando os nossos verdadeiros amigos distantes.
Por isso o rico tem uma casa grande mesmo sem ninguém com quem morar, pois dificilmente ele iria saber se estava sozinho mesmo, o calor humano é o que realmente importa.
Para mim Deus é uma definição do amor, mas sim talvez exista um ser superior, se a ciência explica tudo e tudo o que eu criar vai ter uma explicação ela não deixara de ter um criador!
Então talvez Deus talvez exista.

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