Dois

Foto de robson oliveira

Eu não quero ver você chorar

Eu não quero ver você chorar
Fique ao meu lado agora
Apenas escute o silencio do meu coração
Fique calma eu estou aqui...
Não tem com o que você se preocupar
Feche seus olhos
Aproveite pra sonhar
Vamos viver o momento presente
E esquecer o resto do mundo
Ontem à noite eu sonhei
Que nos dois caminhávamos
Lado a lado na estrada
Não havia mais ninguém
Mas mesmo assim éramos felizes
Eu podia sentir o teu amor
E também sua felicidade
Amor... Não me abandone mais
Quero ser seu pra eternidade
Fique ao meu lado
Ame-me de verdade
O momento é agora
Não, não vá. Eu te amo
Não, não vá.
Não quero ficar sem você
Não, não vá eu quero você comigo.
Desde quando eu te vi
Sempre quis estar ao seu lado
Sempre quis te amar
Você é tudo o que eu quis
E agora me faz tão feliz
Nunca mais vou te abandonar
É tão bom estar ao seu lado
Quero que todos saibam
Vou gritar o mais alto possível
Eu te amo...
Não vivo sem você
Não me deixe sozinho
Fique ao meu lado
Ame-me de verdade
O momento é agora
Não, não vá. Eu te amo
Não, não vá.
Não quero ficar sem você
Não, não vá eu quero você comigo.

Foto de robson oliveira

Máquina de escrever

Quando criança achava o máximo uma maquina de escrever
Quando a vi pela primeira vez
Fiquei maravilhado
Ia-se apertando as teclas na maquina
E as palavras apareciam no papel
Naquele tempo não tinha essas outra maquina (computador)
Então maquina de escrever era luxo
Minha professora tinha uma
E um dia eu a vi escrevendo
Eu disse um dia eu vou ter uma
Criança quer tudo
Mas eu queria uma maquina
Passaram-se os anos e eu queria maquina igual
Veio o computador e tomaram conta
Daí um dia em um trabalho que eu havia arrumado
Lá estava ela
Uma máquina de escrever
Fiz um brigue
Pobre não compra, faz brigue.
Levei pra casa e tal maquina
Feliz era eu ia escrevendo pelo caminho
Um peso
Morava longe
Cheguei lá cansado
Mas nem cabia em mim de felicidade
Coloquei no meu quarto
Feliz era eu
Pena que eu morava com minha tia
Que tinha um filho pequeno
E meu quarto não tinha porta
Quando eu voltei do trabalho no segundo dia
Não tinha mais teclas a maquina
Eu arrumei
No outro dia não tinha mais fita
Eu arrumei
No outro dia nem fita nem tecla
Não deu mais pra arrumar
Tanto quis uma maquina
E quando a tive durou apenas dois dias
Às vezes queremos tanto uma coisa
Mas quando a temos ou a conquistamos
Esquecemos o valor que ela realmente tem

Foto de eduardohenriques

Ao meu PORTUGAL

Triste o destino de um País.
Que não tem filhos e perdeu os pais.
E que ao jugo de negros destinos.
Já não canta seus hinos.
Ao seguir os gritos de igualdade.
Que somente fecundaram deslealdade.
E um fosso abissal, entre a Nação e os políticos.
Que sem quaisquer preceitos éticos.
Criaram em Portugal abismal fosso de desigualdade.
Num viver sem política nacionalidade.
Maldito Politizar.
Sem a Nação ajuizar.
Nem o País respeitar.
Mundo controverso e politicamente manhoso.
Aberto ao inferno do tinhoso.
Num todo de maldade.
E política instabilidade.
Portugal! Caíste um danoso reviralho.
Numa revolução que não te dará agasalho.
Mas encher-te-á de fome e de desempregados.
Em triste mundo de retornados.
Peitos secos e esfomeados.
De tantos escamoteados.
Em traiçoeiro correr a político aproveitar.
Num inferno de governos sem nacional projecto.
Nem Pátrio afecto.
Portugal! Como te deixaste levar?
Por este gritante traiçoeiro enlevar.
Por esta gritante política maternidade.
A fecundar precariedade.
Malfadado político egoísmo.
A afundar Portugal em negro abismo.
Dias de morte em cantada falsa liberdade.
Politizados ao assassínio da Portugalidade..
Neste cruel cair na desonra e mentira.
É um ver quem mais do erário tira.
Num pandemónio de partidarismos.
Feitos de nulos patriotismos.
Que vão desonrando a Lusa bandeira.
E negando a Pátria fronteira.
Mas enriquecendo economicamente a política sociedade.
Que sem moralidade nem equidade.
Se auto financia nas leis que em seu favor vão instituindo.
E na forma como as populações vão espremendo e punindo.
De crise em crise, como se a culpa, fosse das populações.
E não das fraudulentas especulações.
Que as políticas vão autorizando
E até mesmo legalizando.
Na fornalha dos paraísos fiscais.
Criados ao proteccionismo da finança e seus chacais.
Portugal! Desonras o erigido.
Neste politizar fingido.
Matando assim duas vezes os heróis da Portuguesa Nação.
O Conquistador da fundação.
O verdadeiro Libertador.
O Real conquistador.
Que, com a sua espada e diplomacia inteligente.
Deu a Portugalidade à Lusa Gente.
Ao fazer de um condado, uma Nação independente.
Um País por todos reconhecido.
Que ao mundo, mostrou ser merecido.
Quando no saber do Infante o Navegador.
De Guimarães, dobrou o bojador.
E sempre com a Cruz de Cristo nas Alvas velas.
Seguiu mar fora em suas caravelas.
E não tarda! É o tenebroso vencido!
Entra Portugal no Indico! Até então desconhecido.
O cabo das tormentas foi dobrado!
Passa a ser o cabo da boa esperança.
Ao mundo Portuguesa herança!
Assim o mundo, dá novo brado!
Daí à Índia, é um pouco mais de vento.
E a continuidade do Luso alento.
Portugal! Quanta honraria.
Meu Deus! Virgem Maria.
Por todo o planeta a Pedra de Portugal ergue o seu Padrão.
Como Divino Clarão.
A anunciar à planetária comunhão e aproximação.
Na égide de uma nova planetária relação.
Portugal! Depois de tanto conseguido.
E por todo o planeta tanto valor erguido.
Como te deixaste cair nesta abrilada?
Nesta nefasta cilada.
Para passares de campeão.
A um miserável peão.
Ao jugo de uma Europa politicamente enfraquecida.
E sem projecto político que a dê enriquecida.
De uma Europa, a viver de postais ilustrados.
E dos ecos dos passados brados.
De uma Europa desmilitarizada.
E socialmente politicamente martirizada.
Devido a uma política socialmente desenraizada.
Das verdadeiras necessidades.
De quem vive as actuais instituídas dificuldades.
Mas em contra partida!
Porque as políticas lhes dão guarida.
Vêem-se os políticos com rápidas e milionárias reformas.
Instituídas e estabelecidas por políticas normas.
Meu Deus! Que vergonha! Nojento proteccionismo.
Desta política de infame sectarismo.
Que em político favoritismo.
Cria infernal desordem social e populacional descontentamento.
Entre as gentes, que descriminadas, vão gritando o seu lamento.
Europa! Teus castelos vão ruir.
Pois já não sabes construir.
Vives na grandeza.
E na extrema pobreza.
Numa Europa a duas velocidades.
Ao sabor das partidárias políticas veleidades.
Que cegas não vêem as Europeias realidades.
Em fim, numa Europa sem política nem justiça.
A instituir-se de forma bizarra e castiça.
Enquanto vai instituindo catastrófico.
E não menos maléfico.
Fosso social entre as populações.
E até mesmo entre as Nações.
Portugal! Toma mão no teu seguir.
Mas olha! Com esta gente, não vais conseguir.
Olha para o que tinhas! E vê o que tens!
E será? Que o pouco que te resta manténs?
Ou serás? Com mais impostos sacrificado?
E ao jugo desta ruinosa política crucificado.
Para que os políticos, sem qualquer valimento.
Mantenham o seu político sustento.
Enquanto tu, trabalhador! Vives sempre em social agravo.
A trabalhar que nem um escravo.
Miserável serventia.
Sem sopro de valentia.
Político mundo de falaciosos prometimentos.
Sem concretos valimentos.
A boiar num parlamento de ditos controversos.
Que pelas bancadas vão saltando dispersos.
Entre políticos que no parlamento, nunca deram uma palavra.
Que autentica-se a sua política lavra.
Mas neste mundo viciado.
Eles batem palmas e gritam apoiado.
Como obedientes neófitos ao partido filiados.
Mas em dois mandatos de aplausos políticos.
Porque para estes afilhados, os políticos não são semíticos.
Conseguem a reforma por inteiro.
Em autentico saque ao público mealheiro.
Abril aonde enterraste a liberdade?
Uma liberdade de direito sem marginalidade.
Aonde deixaste a igualdade?
De social dignidade.
Diz-me? Aonde ficou a solidariedade?
O respeito por quem trabalha.
E infelizmente, nesta nova política nada amealha.
Tudo vai para a crise e seus mentores
Para estes políticos, sem quaisquer nacionais valores.
Neste País incendiado.
E politicamente extraviado.
Com uma justiça incoerente e manhosa.
E uma saúde tardia e vergonhosa.
Num ensino sem educação.
Mas com muita bélica armação.
Tristeza progresso.
Facultai-me a porta do regresso.
Ao passado que foi mais justo.
Sem tanto político fausto.
Portugal! O teu Império saquearam!
Com traiçoeiras armas que armaram
Mas o Luso falar! Esse não anularam!
Porque as armas eram viciadas.
E criminosamente municiadas.
Por quem não lutava para o bem das populações.
Mas sim! Para obter os bens das suas possessões.
Portugal! Sempre foste um País de serviços.
Hoje, infelizmente, restas um país de políticos vícios.
Com a politicagem a viver e a comer imperialmente
Anafada e contente.
Como se tivesse-mos um império milionário.
O todo planetário.
Mas o trabalhador! Esse coitado, verga-se desgraçado.
Ao imposto do político império forçado.
Vegeta pelo político kafequiano império escravizado.
E na justiça do político império, deambula martirizado.
Portugal! Não te deixes amesquinhar!
O Luso Padrão! Ainda é pedra a brilhar!
E o Luso falar! Ainda é planetário cantar!
Por todo o planetário altar.
Portugal! Os Americanos tiveram coragem!
E fizeram a sua lunar viagem.
Também passaram os seus tormentos!
Sentados em sofisticados instrumentos.
Mas tu, Portugal! Foste ao mundo!
Pelo mar profundo.
Em tosca caravela.
Com a Cruz de Cristo na tua Lusa alva vela.
E com um Portugal valente
Ao abraço de mais planetária gente!
Eduardo Dinis Henriques

Foto de Tanith

NOITE DE AMAR...

Cálida e morna noite...
Noite de luar
Noite de amar...
Nessa noite
Mesmo que em sonhos
Te buscarei...
Romperei distâncias
Percorrendo estradas
Mares e céus
Ao teu encontro...
A minha espera
Te encontrarei...
Braços estendidos
Beijos enlouquecidos...
Essa noite
Nós dois novamente
Seremos um só...
Colados...fundidos...
Completados..preenchidos...
ensandecidos
Na volúpia...
No êxtase...
Na sublimação
Do nosso querer...
Do nosso amar!
(Tanith)

Foto de Carmen Lúcia

Silêncio, escuridão e mais nada...

Esperei o silêncio se pronunciar,
as últimas notas musicais se apagarem,
as falas se amortecerem e aos poucos
se esvaírem pelos arrabaldes...

O assovio do vento foi se enfraquecendo
e o tempo ininterrupto ficou ali prostrado.
A última sombra saída dos patamares
no vácuo se escondeu perdendo-se pelos lugares...

A lua não se manifestou, e solidária,
se fez meia, fino anel de prata,
estrelas apagaram suas luzes
deixando o breu da noite ocultá-las...

Um uivo abafado por não ver a lua
aquietou-se na penumbra da rua...
Agora era silêncio, escuridão e mais nada.

Assim quis permanecer...
Início da madrugada...
Nenhum ruído a comprometer,
nenhuma luz a me acender
e eu ali calada...

Momento propício
para um diálogo destoado
em que o silêncio fala por si mesmo
e o pensamento, um eco lá de dentro...

É um choro convulsivo rebuscando a camuflagem,
é o encontro de dois eus discutindo seus disfarces...
O eu que sou, sufocando a espontaneidade ,
o eu que não sou, dissimulando minha imagem.

_Carmen Lúcia _

Foto de Azke

"Guilhotina"

Do cortinado limitado em acto final
rol de letras frias por autuar
tarde que se foi
subtrai
o ar

o caminho revela-se por espelho adestrado
falseado
de lado
por entre tabuas arduas
às lascas soltas por reparar
o corpo,
extende-se por solavancos
aos brados tantos,
quais se tratam de escutar...
nada mais lá fora...
nada a mais pra outorgar...
das mãos agrilhoadas,
um repto (vazio...) derrogado por em máxima retórica, e restar...
de amostra, aos desiguais...
e aos olhos...
estes,
por se encerrar...

- Arrependas-te!!
- Em destaque adestrado deste, o conceber!!
- Arrependas-te!!
- E confina-te, pois de tato lacto, o padecer!!

Acto...
devaneio compacto...
destino ali, de lado, e um palco letrado pronto... pra enlear...
de quem?
água de poréns?
ou sopros átimos...?
de quem?

- Arrependas-te!!
- Júri... complexo em escória inversa, e por conflitar!!
- Arrependas-te!
- Culpado... à discórdia imersa, e por declarar!!

tomba ao chão...

pois de vozes ao céu a sangrar ao meio-dia
derredor em fracções serenas, as de respirar
em chuva descida
impia de flagelos
e os gritos...
e os gritos...

- Arrependas-te!!
- Afiança a tua mão!!

não.
por hoje, não.
e tombado, e avessado, e listrado, e em tiras, o corpo, avançado, chega pois, à páginal final...
lá...
onde rasuram à partes descabidas deste ponto... cego.
lá...
onde laivam às versadas afluentes de um néscio... repto.
o tempo louco, se retem...
o olhar envolto
trevas
por sufoco
dois olhos por um mesmo fim
espólios secos, os de mim
e o vento a oscilar...
tempo
retrair
a corda...
vulnerada,
versa um basta...
e a lâmina rente,
por tombo serpente,
cai...

- Arrependas-te!!

- Arrependas-te!!

Foto de Tanith

SEMPRE O NOSSO AMOR...

Música lenta
No ar...
Cálices de vinho
A embriagar...
Quarto na penumbra
A esperar...
Lençóis de cetim
A chamar...
Nós dois apaixonados
A nos olhar...
Mãos impacientes
A tocar...
Corações enlouquecidos
A disparar...
Bocas entumescidas
A beijar...
Corpos frementes
A implorar...
Peles ardentes
A arrepiar...
Paixão delirante
A desatinar...
Amor latente
A aturdir...
Eu a te conduzir
Você a me invadir...
Nós dois
A nos fundir...
O êxtase
A explodir...
Nós dois
A nos completar...
Nós dois
A levitar...
Tanith)

Foto de Diario de uma bruxa

Linha direta de dois corações

Desperto em ti um interesse
Algo novo que nem eu sei explicar
Um sentimento forte
Que te fez ate voltar a cantar

Palavras lindas que ecoam no ar
Minuciosas cheias de amor
Palavras que vem de um coração
Que encontrou um grande amor

Sinta-se a vontade
Para expressar seus sentimentos
Terei o prazer de guardá-los
Do lado esquerdo do peito

Junto com os batimentos
Apressados do meu coração
Que fica agitado
Ao ler sua linda declaração

Você inspira esperança
Afeição
É uma linha direta
De dois corações
Com um único sentimento
O amor

Poema as Bruxas

Foto de Apenas.Flor

Seu Jogo

Ouço sua voz me chamar
Já sei o que quer
Quer me usar, me possuir...
Adoro seu jogo,
Sabe me seduzir
Toca-me,
Olha-me nos olhos
Instiga-me
Sussura em meu ouvido
Envolve-me, em seu corpo
Tento me esquivar...
Não posso
Não consigo
É gostoso
É lindo, o seu jeito de amar
Entrego-me...
Sou sua...
Agarro-te
Beijo-te
Aprecio seu corpo
É macho, viril
Envolvente
É amor
É prazer
Somos dois
E ao mesmo tempo um
É paixão,
excitação, é tesão
É tudo
Tudo que podemos ser...

Apenas Flor.

Foto de ZAMY PESCi

Leveza

Leveza

Gosto de gostar de você
Mesmo sem ter apalpado
Vivo na ilusão das palavras
Internete

Coisa doentia
Quando teu carinho chega
Flutuo com as letras
Me debruçando na leitura

Aconchego-me em teus vocábulos

Ornamentando a imaginação
Enriquece teu ego
Favorecendo o meu
Faz bem a nós dois

Páginas

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