Fantástico

Foto de Lucianeapv

SEREIA

SEREIA
(Luciane A. Vieira – 25/04/2012 – 13:10h)

Ser fantástico e irreal
Cruel em algumas mentes,
Tão doce e serena
Em outros tantos sinais...
Bela e formosa aparição
Trazendo em si algo fatídico
Mostra a beleza e traz impressão de luz
Mas trágico é o destino daqueles que
Acreditam nesta fatal beleza
E se atira em sua direção...
Tais seres
Sobrevivem na imaginação popular e
São míticas aparições da mente
Com subterfúgios tais
E embustes tantos
Que muitos se afogam
Em suas graças
E homens se renascem
Em seus ardores...
Muitos nelas se perdem
E nunca mais se acham...
Outros nelas se encontram
E se fartam de vida
E depois se esquecem de si
E se morrem para o mundo...
Ser sereia é ser irreal
Respingo de fatal ilusão
Pois em seu belo cantar
Existe apenas
Resquícios de solidão
Pois são proibidas de dividir seu mundo
Sem levar para o abismo do mar
O profundo amor que arde
Em seu canto e que carrega
Para a alma amante
Tão letal paixão.

Foto de Lucianeapv

MITO

MITO
(Luciane A. Vieira – 28/02/2012 – 13:27h)

Mito fantástico
Da verdade de nossos dias
É a inocência que habita
Em nossos corações quando
Viaja tranqüila
Em nossas lembranças
Mais queridas...
Em nossa infância existia
Um singelo despertar
De aconchego e confiança, pois...
Tudo existia...
Tudo resistia...
Tudo se podia fazer
E nada era acima
De nossa imaginação...
Hoje crescemos...
Hoje vivemos apenas no
Mundo real...
Hoje apenas pequenas
E indeterminadas imagens
Sobrevivem em nossa
Memória de paz...
Em nossa memória
De luz...
Em nossa memória
De esperanças...
Sabemos que vivemos
Pelas mensagens de tranquilidade
Enviadas ao mundo adulto
Por nossa mente infantil
Onde subsiste todo equilíbrio
Que há em nós...

Foto de Marilene Anacleto

Na Chegada do Amor

Aqui nesta calma,
Viro e reviro minha alma,
Meus desânimos,
Minhas falhas.

Há muito que procurar,
Nesta vida de tantos papéis.
Reconhecer e dar novo olhar,
Com todas as tintas e pincéis.

O que se viveu não se muda.
Só se transforma em aprendizado
Aquele “não” mal recebido
Ou o projeto rejeitado.

Há tanto a se contemplar
E a vida dura tão pouco...
Vale mais a pena amar
Do que esperar pelo outro.

Que as idéias nos aplaudam,
Que nos aprovem os trajes,
Viver ainda é fantástico.
A dor até fica suave.

Manter o peito aberto,
Singrar leve, feito as velas,
Acolher toda a beleza
Que este paraíso encerra.

E, na chegada do amor
Esquecer-se da rotina
Viajar de flor em flor
Respirar o novo ar
De mãos dadas, inventar
Com coração e magia.

Foto de betimartins

No amor e na vida.

No amor e na vida.

Nas nuvens, tu me elevas e acolhes
No limbo, tu me tiras rapidamente
Na escuridão, tu me afastas
Na luz, tu me deixas brilhar
Nos sonhos, tu me deixas sonhar
Na ilusão, tu me acordas
Na sobriedade, tu me colocas
Na humildade, tu me ensinas
Nos projetos, tu me propões
Nas batalhas, tu me fazes vencer
No ódio, tu me afastas rapidamente
Na dor, tu me curas e cuidas
Na insanidade, tu me proíbes
Na alegria, tu apenas partilhas
Na entrega, tu não me perdoas
Na partilha, tu não esqueces, nunca
Na morte, tu não me alcanças
No perdão, tu perdoas, apenas
Na paz, tu te fazes sentir sempre
Na harmonia, tu és total doação
Na fé, tu me aceitas, apenas feliz
Na vida, tu me acolhes, sonhando
No amor, tu és único e fantástico
Sabes-me amar perdidamente
Sabes ser meu até a eternidade
Porque tu sabes unir sabiamente
A vida ao amor e o amor á vida!

Foto de Antonio Zau

11 De Setembro de 2010

11 De Setembro de 2010
Nesta data ainda me lembro tudo quanto se fez
Depois de concordância em ambos os lados
Pediram para que os pais fossem apresentados
Houve sorrisos, abraços, todos presentes gostaram
Na troca de alianças todos levantaram e calaram
Diante de multidão eu e tu fizemos um juramento
Todos presentes aplaudiram para animar o momento
Era um evento tão fantástico que não esperávamos
Sem vergonha brindamos os copos e nos beijamos
O DJ por sua vez soltou a musica e abrimos o salão
Pois embora não soubesse dançar mas valeu a intenção

11 De Setembro de 2010
Mesmo com algumas falhas chegou a vez
De provar a todos presentes que o amor não se destrói
Os abraços dos familiares e amigos tornaram me herói
No entanto agradeço por teres me suportada tanto
Caso ficares triste a sua músicas preferida eu canto
Prometo estar contigo até no último dia do meu inspiro
De todas as mulheres do mundo, és a única que prefiro!!!!!

Foto de Marilene Anacleto

Saudade

Saudade, instante mágico
Percorre mundos estranhos
Torna real o fantástico

Talvez uma melancolia
Regada com alegria
Tornando a vida viva

Tubo de luz
Escuridão
Céu azul
Do sol, clarão

Mar agitado e quente
Qual dia de forte vento
Aqui já é outro tempo

Respiração profunda
Respiração profunda
Respiração profunda.
Mar calmo

Das águas do subconsciente
Sai a imagem serena
O sorriso, o abraço
Que se perde no compasso
Da suave e perfumada brisa
Do amor que andou outros passos.

“Contigo eu tinha paz”

Marilene Anacleto

Publicado em: http://rotadaalma.spaces.live.com/
Publicado no site http://www.itajaionline.com.br/colunas/marilene/marilene.htm

Foto de Jessik Vlinder

De Volta Ao Controle

Como foi bom não te ver. Não te encontrar quando pensei que iria. Confesso que a princípio meus olhos te procuraram e meu coração esperava, como um bandido quando vai roubar, o momento de acelerar descontroladamente quando deslumbrasse a tua imagem. Mas a esperança apagou tão rápido que me espantei por não ter doído. Eles (meus olhos e coração) simplesmente se conformaram sem dor nenhuma. E isso foi fantástico! Enfim estou de volta! Você de uma vez por todas retornou à posição que realmente merece – insignificância – e eu estou no controle novamente...
Sim, como é bom estar no controle. Por cinco ou seis dias você me tirou do comando e bagunçou um pouco meus compartimentos sentimentais. Ahh... eles são quase sempre intocáveis e eu tenho sido – há muito tempo – a única que põe ou tira qualquer coisa deles. Eu organizo tais compartimentos de uma maneira em que eu saiba exatamente onde está o que procuro, por isso às vezes sou tão fria, porque organizo meus sentimentos. Pow... é isso mesmo! Eu or-ga-ni-zo meus sentimentos. Daí você do nada, chega impondo regras e ditando ordens, querendo mudar minha forma de arranjar cada sentido e emoção fazendo eu me perder dentro daquilo que é meu e que praticamente só é tocado por mim... Ousado, invasivo, espaçoso e atrevido! E a pior parte, você foi tudo isso sem fazer ideia! Foi bem estranho pra mim essa “invasão” súbita. Eu vinha em minha vida calma e sob controle, tudo de acordo com o calculado, sem surpresas ou imprevistos. Eu podia ver a minha vida sentimental na palma da minha mão, como um pequeno quebra-cabeças montado. Então o susto de olhar e além de bagunçado vê-lo incompleto foi desnorteador! Por um momento fiquei parada de olhos arregalados tentando entender o que estava ali. Mas depois fui me acalmando e tentando encontrar a melhor solução. Aos poucos juntei algumas peças que estavam próximas e depois fui encontrando outras pelo chão e pela cama até que estava com todas as peças novamente, só faltava terminar de juntá-las. E hoje, ao perceber que tua ausência – e indiferença – não me causou mais nada, que nenhum tremor fez balançar as prateleiras das minhas dependências emocionais, coloquei a última pecinha que faltava no seu devido lugar.
Mas sabe que, olhando – sentindo – por outro lado eu diria que foi maravilhoso! Afinal, você pode me perguntar que graça tem viver assim. Sem um “abalo” desses de vez em quando (se não daqueles que causam estragos enormes e fazem você mudar tudo, pelo menos uns pequenininhos assim, que lhe faz repensar no mínimo em “pintar as paredes de outra cor”). Realmente é gostoso não saber o que falar, ter medo de ouvirem a batida no seu coração de tão forte que ele pulsa, ficar lembrando minunciosamente de cada olhar e toque por mais bobo que tenha sido, fazer de cada detalhe de contato parecer avassalador... se apaixonar. Sim, é muito gostoso. E admito que foi bom pra mim esse “tremor” inesperado. Eu pude sentir que ainda sou vulnerável, que não perdi minha sensibilidade nem me tornei uma calculista egocêntrica. Que ainda choro por não ser desejada como gostaria, que nem sempre sou desejada... Que nem sempre consigo medir meus passos e pronunciar palavras ensaiadas, manter a postura ‘perigosa e dominadora’ e acabar sendo a preza fácil e indefesa. Que meu coração ainda consegue gritar mais alto que minha razão e se deixar levar pelas emoções. Que nem sempre estou no controle...
Mas ainda prefiro ter o quebra-cabeças montado na palma da mão.

Foto de Marilene Anacleto

Aventura

AVENTURA

Quando ouve aquela música
Já não está naquela cama,
Está longe, muito longe,
Nos braços de quem lhe ama.

Impulsionada em um balanço
Por mãos fortes e poderosas,
Voa até o paraíso.
Depois... um buquê de rosas.

Fragrância entorpecedora,
Aroma místico e mágico.
Onde está ele? Acabou a música!
Foi-se o mundo fantástico.

Fica o sorriso nos lábios,
De prazer e emoção.
E sabe que há muito mais
Do que sonha um coração.

Marilene Anacleto
03/01/98

Publicado em: http://rotadaalma.spaces.live.com/ , em 26/07/06
Publicado em Poesia-Speedway - http://www.swi.com.br/poesias/ em 07/08/00
Publicado no Jornal Folha do Povo – Itajaí – SC, em 25/09/99
Publicado no livro Jardins, Jardins : [poemas[ / Marilene Anacleto. – Itajaí (SC) : 2004. 72 p. : il.
Publicado no programa ‘Poesia no ônibus’, em Itajaí - SC

Foto de Nailde Barreto

"O olhar além da burca"

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Poligamia? Tantas quantas o “fantástico homem” puder sustentar, em regime de igualdade, sem margem para que uma ou outra possa reclamar. Tal ato fere a sua moral? Tudo isso é questão cultural, e no oriente é tido como corriqueiro, normal, visível no olhar de tantas faces, contidas, pela burca, lisa e de tantas cores, e seus adereços...
Imensa desvantagem, retratada na história da evolução, uma vida inteira de “liberdades” que se confundem com prisão, com regimento expresso, afinal, liberdade ou opressão?
Elas: sujeitas de voz passiva, que se calam silenciosamente, enquanto grita o desespero, o destempero, a mutilação; estampado em cada olhar, cabisbaixo, diante dos atos volitivos do sujeito masculino, preocupado com a procriação...
O tempo passa, as coisas mudam, e na puberdade, o “hijab” (tipo de vestimenta para cobrir o corpo) passa a ser de uso obrigatório, para impedir que a mulher faça exposição da sua figura, que transita entre a luxúria e a fé. Só é permitido deixar amostra: as mãos, os pés e os olhos. De tal modo, conseguem atrair olhares, e mesmo coberta, enfeitiçam com a dança, seduzem com o olhar, finalizam com um toque, detalhistas como serpente, e até os pés, conseguem fazer beijar...
Felicidade, digo e te instigo a pensar, é algo conectivo! Logo, não podemos afirmar que tais sujeitas, ainda que passivas, são infelizes. Em contraponto, observamos o contraste do oriente que se cobre, com ocidente que insiste em despir-se em constante “haram” (pecado).

Nailde Barreto.
13/01/2011

Foto de Peter

Mundo Fantástico

Mundo fantástico

Tu és o plástico
Oh! tão fantástico
A bela marioneta
Que faz de pateta...

Segues essa moda
Queres a bugiganga toda
Para não ficares para trás
E afinal o que é tu dás??

Vives nessa ambição
Não ouves o coração
Viver nesse mundo material
Não sabes o que é essencial

Como um palhaço no palco
Com a cara cheia de "talco"
Escondes o verdadeiro sentimento
Que morre num doloroso desalento

Sorris muito por fora
Por dentro a tristeza te devora
Vives nessa amargura
Bem sabes há muito perdura

Basta ouvires o teu coração
Ouvires a tua oração
Segue os teus instintos!
São tão distintos!

Se continuares nesse plástico
Afinal não é tão fantástico…
Por completo deixarás de existir
Até a chama da vida se extinguir

Pedro Gomes

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