Felizes

Foto de Drica Chaves

Rabiscos Prateados

Desenhei chuva
Oh! Sim! Chuva de prata no meu jardim!
As flores sorriram o brilho argênteo assim
Feito raios lunares, as folhas emitiram
nuances reluzentes nesse ínterim.
Oh! Belo jardim!
Chuva de prata regou a natureza
Trouxe vida prateada ao jasmim
Fez as margaridas desabrocharem iluminadas
E as azaléias enfeitarem-se de pingos brilhantes
Muito interessante!
Um regato refletindo como espelho
A chuva de prata no meu jardim!
Pétalas de sonhos lançadas sobre um catavento de alegria
Felizes os pássaros em euforia
Cantarolavam uma suave melodia:
[ Pirilim, pirilim, chuva de prata no meu jardim!]
Seiva doce cobrindo a grama
plantada em um chão de estrelas
Fagulhas... fagulhas em direção ao horizonte
Onde viam-se girassóis como diamantes...
Oh! Sim! Chuva de prata inundou hibiscos
Água Clara
Entre os rabiscos
Enfim!

Drica Chaves.

Direitos autorais reservados.

Foto de Carmen Lúcia

Estranho...

Estranho o meu modo de ser...
Ou de não ser...Eis a questão!

Se me bate à porta a felicidade,
antecipa-se à frente a ansiedade,
formando insolúvel fusão...
e num lampejo...nem vejo...
Invade-me a depressão!
Chega de mansinho,
frágil como passarinho
e ganha enorme proporção!
Sem previsão, sem permissão,
vem cumprir sua função...

Rouba a energia que gasto, rindo...
Aos poucos vai me consumindo,
levando a minha alegria,
e os sonhos, perdem-se à revelia.
E digo a mim mesma:
“Reaja! Revide! Combata!”
Então me armo de força tamanha
pra derrubá-la e não ser derrubada.

Pra ter de novo o controle
Do tempo de dias felizes...
Curtir a alegria de ser... De viver!
É preciso valer-se de escudo,
precaver-se dos dias escuros,
tentar aplacar a dor,
estancar à fundo, a ferida.
Fazer o tempo voltar...
Corrigir esse equívoco da vida.

(Carmen Lúcia)

Foto de Dirceu Marcelino

PALAVRAS - VÍDEO-POEMA - III EVENTO LITERÁRIO DE 2008 - Dia dos Namorados - Inscrição para LU LENA e SEMPRE-VIVA a q. homenageio

1ª - PALAVRAS DE AMOR

Sinto-me fugidia e perco totalmente a razão
nessa minha vontade em te ter, percorro um vão
num êxtase que arde e fere de tanto te querer

Em lágrimas incontidas, que choram tua ausência
num corpo flamejando, implorando tua presença
insensatez essa, sobrevivo de esperanças oclusas

Assim, vou vivendo entre sonho e realidade,
essa ilusão é como a bruma que borda o amanhecer,
e vivo assim em passos lentos caminhando sem saber...

Flutuando em silêncio nessa utopia virtual,
és como um vírus que adentra meu mundo introspecto e real...
e assim vou soprando escritos ao vento nessa divagação,

Numa nuvem ilusória, onde o alvo seja teu coração
sentir o que sinto, não tem explicação e nem teoremas,
pois tudo o que digo e te escrevo, está em meus poemas...

E, por mais que eu tente escrever e expressar o meu desejo
uma brisa suave invade meu corpo em orgásticos lampejos
tu'alma enlaça-me com volúpia e paixão e vem me dizer:

- Palavras, pra quê...? (Autoria LU LENA )

2ª - PALAVRAS AO VENTO I - Respostas ao vento são iguais as que são colocadas em garrafas e jogadas ao mar

Eu sinto uma espécie de encantamento
Ao lembrar-me daquela única vez
Em que te amei e sinto aquele momento
Em que penso em ti e em tua nudez.

Tão remoto foi esse deslumbramento
Eis que tenho sim o dom de cupidez
Tão remoto foi esse deslumbramento
Eis que tenho sim o dom de cupidez

Infinita desse instante é o tormento
A romper minha vergonha e timidez
De pensar em ti relance e fragmento

D’um amor transcendente o invés
Do real em que hoje lamento
Essa dor que me causa tantas trepides.

3ª PALAVRAS AO VENTO II

São tantas as palavras sem sentido
Que ouves que acha melhor as apagar
Do seu acervo de escritos tão eruditos
Eis que cada uma é uma flor que tens de olhar,

Vedes cada rosto de seus queridos
Amigos e do teu amor a te assombrar.
Fluem delas para ti os ventos benditos
Que a fazem sem querer te despertar.

Vedes o tempo passado e perdido,
Que pretende de algum modo recuperar
Mas são como ondas dum vento invertido

A lançar contra ti as águas do mar,
Despertam e mexem com tua libido
Eclodindo nessa vontade de amar. (Autoria Dirceu Marcelino )

4ª - PALAVRAS AO VENTO III - DUETO

"Palavras ao vento rolam no espaço
Flutuam ao léu e dançam ligeiras
Sem notas e sem rumo ou qualquer compasso
Nos ventos do céu como em brincadeiras

Felizes de crianças que num abraço
Dançam sob o encanto de verdadeiras
Músicas, cantos d’amor no entrelaço
De almas tão puras sempre a navegar"

Sobre nuvens brancas e alvissareiras
Das palavras que aprendem antes de andar
Aqui ou em qualquer terra estrangeira

Como faremos para ensiná-las a captar
Tanto àquelas como as brasileiras
O significado uno do verbo amar (Autoria SEMPRE-VIVA e Dirceu Marcelino )

Foto de Enise

Almas Aladas

.
.
.
.
Voam como luzes azuis
Imunes às diferenças
Voam pelas querenças
Dos instantes refletidos
Em suas matizes...

Descansam felizes
Nos braços da madrugada
Deitam-se no colchão da noite
Cobrem-se com o manto das estrelas
Suas únicas testemunhas...

Impérios sob seus domínios
Exercem como as águas
Quietos fascínios
Sugados pela essência
De ser...somente ser...

Magnéticos acordes
Sublimes melodias
Eletrizantes sintonias
Voam mais alto que o supremo
Das suas próprias magias...

E como voam...

Enise

Inspirado no poema - Refino das Almas - de Hildebrando Menezes.

Foto de Dirceu Marcelino

PALAVRAS AO VENTO III - Homenagem a SEMPRE VIVA

*
* Este soneto em Homenagem a Sempre Viva é um preparativo para um vídeo poema, incluindo quatro poesias, uma de Lu Lena, três de Dirceu Marcelino, sendo que a última um dueto feito com palavras de amor que devemos ensinar às crianças inspirado e com palavras de Sempre Viva.

Palavras ao vento rolam no espaço
Flutuam ao léu e dançam ligeiras
Sem notas e sem rumo ou qualquer compasso
Nos ventos do céu como em brincadeiras

Felizes de crianças que num abraço,
Dançam sob o encanto de verdadeiras
Músicas, cantos d’amor no entrelaço
De almas tão puras sempre a navegar,

Sobre nuvens brancas e alvissareiras
Das palavras que aprendem antes de andar
Aqui ou em qualquer terra estrangeira

Como faremos para ensiná-las a captar
Tanto àquelas como as brasileiras
O significado uno do verbo amar.

Foto de Sonia Delsin

AMOR ROMÂNTICO

AMOR ROMÂNTICO

É todo um enredo?
Se tenho medo?
De me apaixonar?
Não sei sinceramente até onde pode o amor romântico me amedrontar.
Não vou mudar.
Só sei viver amando.
Me apaixonando.
Deixo o coração menino aberto.
Sei que isto não é certo.
Mas coração de poeta é assim meio tolo.
Somos como anjos tortos.
Temos este sorriso doce que encanta a face, que encanta almas.
E vamos... deixando o cupido nos acertar.
Só somos felizes quando estamos a amar.
O romantismo nunca vai nos abandonar.

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

Vou Desistir De Você!

Vou desistir de você...
É homem de várias mulheres,
Teu coração ainda ,não se encontrou.
Não foi tocado pelo verdadeiro
E único toque do amor.

Dói-me assumir,mas essa paixão,
Esta me levando a loucura.
Antes era uma doçura.
Agora esta comigo e com outras.

Vou desistir de você...
Pode ser que seja egoísmo meu.
Que eu não saiba dividi-lo com outras,
Mas eu sou assim,
Não sei ,e não posso mudar.

Seria masoquismo de minha parte,
Assistir essa terrível arte
De ver-te em outros braços.
Enquanto eu fico em embaraços.

Vou desistir de você...
Mas levo toda lembrança boa,
Um dia, fomos felizes,mas hoje, só matrizes.
Cansei de seus deslizes.

Vou desistir de você...
Carregando marcas de um homem,
Que não se contenta em ser de uma ,só mulher.
Viva sua vida como quiser.

Mas saiba das conseqüências,
Que é amar várias mulheres
E nenhuma te amar, como eu te amo!.
Ter várias ao mesmo tempo,
Nenhuma em teu sentimento.
Pois você quis assim.
Pague o preço!

Quem muito quer,...fica sem!
Abra teus olhos, com as outras também.
O mesmo que a mim faz,
Com certeza com você, elas fazem por trás.
Vou desistir de você....É o que me resta fazer.

*-*Anna A FLOR DE LIS*

Foto de Dirceu Marcelino

O ENCANTO PREVALECEU SOBRE A CERIMÔNIA DO CASÓRIO - IV EVENTO LITERÁRIO DE 2008 "É com nóis mesmo cumpadé"

COMO TE VEMOS?

Vejo – te como uma Musa.
Uma mulher deslumbrante.
Com cabelos castanhos bem cuidados,
Cheirosos e mui brilhantes.

Com um olhar profundo, meigo e singelo,
Mas, penetrante.

Olhar que percorre nossa alma e se aprofunda,
Retirando lá do fundas lembranças adormecidas.

Lembranças profundas.

Como a música expressada de uma voz maravilhosa,
Como de uma flauta que encanta.
Do som que se emana e se espraia
Ao longe, nos vales e nos montes
Das Minas Gerais.

Ou no eco da harpa que vibra na alma.
Tilinta lá no profundo inconsciente
E aflora nos olhos, nas lágrimas

No sorriso do velho,

Do homem,

Do jovem e

Do menino.

De ti MULHER.

NOIVA DE SAPATINHOS DE CRISTAL

Poetas vocês chegaram à hora esperada
Por diversos caminhos, simuladamente,
Chegaram ao pé da montanha encantada
Todos felizes e com sorrisos radiantes

Vejam atrás desse morro passaram boiadas
Vieram de trem, a pé, mas estão contentes,
Pois de alguma forma encontram a entrada
Agora irão galgar os degraus e crentes

Estão de que chegaram ao fim da jornada,
Algo que almejamos e aí quem o desmente
Embora saibamos que é fruto d’uma sonhada

Noite de devaneios e encantos da mente
Consciente que vê no imaginário a amada
Noiva de sapatinhos de cristal somente...

(Dirceu Marcelino, 24 de junho de 2008 )

Foto de Dirceu Marcelino

O ENCANTO PREVALECEU SOBRE A CERIMÔNIA - III EVENTO LITERÁRIO DE 2008 - DIA DOS NAMORADOS - Hom. à FERNANDA QUEIRÓZ

COMO TE VEMOS?

Vejo – te como uma Musa.
Uma mulher deslumbrante.
Com cabelos castanhos bem cuidados,
Cheirosos e mui brilhantes.

Com um olhar profundo, meigo e singelo,
Mas, penetrante.

Olhar que percorre nossa alma e se aprofunda,
Retirando lá do fundas lembranças adormecidas.

Lembranças profundas.

Como a música expressada de uma voz maravilhosa,
Como de uma flauta que encanta.
Do som que se emana e se espraia
Ao longe, nos vales e nos montes
Das Minas Gerais.

Ou no eco da harpa que vibra na alma.
Tilinta lá no profundo inconsciente
E aflora nos olhos, nas lágrimas

No sorriso do velho,

Do homem,

Do jovem e

Do menino.

De ti MULHER.

NOIVA DE SAPATINHOS DE CRISTAL

Poetas vocês chegaram à hora esperada
Por diversos caminhos, simuladamente,
Chegaram ao pé da montanha encantada
Todos felizes e com sorrisos radiantes

Vejam atrás desse morro passaram boiadas
Vieram de trem, a pé, mas estão contentes,
Pois de alguma forma encontram a entrada
Agora irão galgar os degraus e crentes

Estão de que chegaram ao fim da jornada,
Algo que almejamos e aí quem o desmente
Embora saibamos que é fruto d’uma sonhada

Noite de devaneios e encantos da mente
Consciente que vê no imaginário a amada
Noiva de sapatinhos de cristal somente...

(Dirceu Marcelino, 24 de junho de 2008 )

Foto de Dirceu Marcelino

A NOIVA DE SAPATINHOS DE CRISTAIS NA FESTA DE SÃO JOÃO - HOM. À FERNANDA QUEIRÓZ- IV EVENTO LITERÁRIO DE 2008 -"É c nóis cumpadé

NOIVA DE SAPATINHOS DE CRISTAL

Poetas vocês chegaram à hora esperada
Por diversos caminhos, simuladamente,
Chegaram ao pé da montanha encantada
Todos felizes e com sorrisos radiantes

Vejam atrás desse morro passaram boiadas
Vieram de trem, a pé, mas estão contentes,
Pois de alguma forma encontram a entrada
Agora irão galgar os degraus e crentes

Estão de que chegaram ao fim da jornada,
Algo que almejamos e aí quem o desmente
Embora saibamos que é fruto d’uma sonhada

Noite de devaneios e encantos da mente
Consciente que vê no imaginário a amada
Noiva de sapatinhos de cristal somente...

( 24/6/2008 – Dirceu Marcelino )

Ceci/Dirceu( TRADUÇÃO P/O CAIPIREZ)

NOIVA DI SAPATINHUS DI CRISTAR- SONHU INCANTADU

Poetas ocês chegarum à ora isperada
Pur diversus caminhus, simuladamenti,
Chegarum au pé da montanha incantada
Todus filizis i cum sorrisus radiantis

Vejãum atrais dessi morru passarum boiadas
Vierum di treim, a pé, mais istãu contentis,
Puis di arguma forma incontrãum a istrada
Agora irãu gargar us degrar i crentis

Istãu di qui chegarum au fim da jôrnada.
Argu qui armejamus i aí queim u dismenti
Imbora sabemus qui é frutu duma sonhada

Noiti di divaneius i incantus da menti
Cunciênti qui vê nu imagináriu a amada
Noiva di sapatinhus di cristar somenti...

Oi Dirceu ai está, espero que esteja bom.
Inté mais a noitinha na nossa festança.

Ceci 24/6/2008 ) Muito Obrigado minha amiga = Dirceu,

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