Fim

Foto de M.Veríssimo

…Fim…

Vejo-te a olhar para mim
olhos amargos, secos, frios,
apercebo-me que chegámos ao fim
do vale onde desembocam os rios,
que são as nossa vidas unidas
amantes de lágrimas fingidas,
mentimos, enganamos e rimos
no desengano dos erros…e assim
teimosamente em frente seguimos
eu a olhar para ti, tu a olhares para mim…

Foto de catia botelho

Amote Eternamente

Eu amo-te...
E te amarei durante toda minha eternidade...
Amo-te pelos teus gestos,
Amo-te pelo teu sorriso,
Amo-te pela tua pele,
Amo-te pelo que tu és!
Sim, eu amo-te em tudo...
No ar que respiramos,
Num simples cântico dos pássaros,
No alvorecer, no crepúsculo,
Na morte...
Eu amo-te no sol que explode sua luz para iluminar a Terra.
Amo-te nas chuvas que caem... Na vida... No fim...
E Nem mesmo o céu ou o inferno podem tirar esse sentimento de mim.
Sim, eu amo-te mt,
Amo-te nas minhas horas de tristezas,
pois a tua lembrança só me traz alegrias...
Amo-te na alegria,
Pois amor e alegria é a própria felicidade
E sou feliz enquanto te amo...
Sim, mesmo que em minha vida não exista trevas,
Eu amo-te.
Mesmo que o amor se torne algo extinto,
Eu amo-te.
Mesmo que a luz do mundo se acabe,
Eu amo-te.
E somente a vontade de Deus
Seria capaz de me tirar todo esse amor
Que alimenta minha própria existência...
Tu moras dentro de mim...

Foto de M.Veríssimo

Escrevo Poemas

Escrevo poemas
de dor, amarga,
palpitante, profunda,
para permanecer
alerta, atento e avisado,
de que a paixão confunde
e o amor baralha, de que
o que temos hoje
são consequências do passado.

Escrevo poemas
de paixão, violentos,
duros, intransigentes
para que te sintam
como eu te sinto...
para que te lembrem
como eu te lembro,
dor, sorrisos e lágrimas
que não quero esquecer.

Escrevo poemas
de amor, caducos,
velhos e bolorentos,
para que fiques
gravada na memória
das palavras, que escrevi...
para que fiques
eterna, enquanto durar
o verbo.

Escrevo poemas
de felicidade e contentamento,
para que no fim,
a verdade transpareça
e que apesar de tudo,
aquilo que para mim
faz sentido, sejas
sempre
tu...!

Foto de NiKKo

Fenix Solitária

Lá vou eu
Mais uma vez juntando os pedaços do meu coração
Lá vou eu
De bar em bar, de braços em braços
Procurando esquecer a solidão.

Lá vou eu
Mais uma vez fingindo que estou feliz
Lá vou eu
Enquanto que meu peito sangra
Chora baixinho.... e a ninguém diz...

Lá vou eu
Na angustia do meu quarto me esconder
Em meio a lembranças de tudo o que vivemos.
Gemendo ante a saudade que me invade
E me faz aos poucos morrer..

Lá vou
Mais uma vez juntar pedaços de mim
Só por amar demais... não crer no fim
Não se resguardar e me entregar a você..
Lá vou eu...
Sozinho... tal qual a fênix em seu ninho se esconder....

Foto de DANIEL TIGRE

" ARDENTE PAIXÃO "

Queria sentir só, mas uma vez o gosto de sua boca,
Fazer amor com você, aliviar minha febre, minha
Vontade de você.
Agora estou só tarde da noite pensando em você.
Pensando será o fim de tudo ou o começo de meu
Sofrimento.
A dor de perder-te e tão intensa, e tão imensa que
Consome-me.
Essa paixão por você e insuportável,ela esta cravada
Em meu coração.
Essa desilusão me tortura alma,seria melhor a morte
A ter que passar por isso.
Fui lhe de forma tão intensa que agora pago o preço.
Não consigo dormir,porque me falta algo,nessa
Escuridão sinto medo,fico perdido.
Essa paixão me sufoca,meu coração acelerado,
Sinto o gosto amargo da perda,só a um sentimento
Em mim,ela seria a dor.
Me encontro aturdido,fico pensando porque desse fim.
Essa paixão fez com que minha alma se torna-se solitária,
Me deixou amargo.
Vou vencer esses sentimentos, vou me levanta,mesmo que
Tenha que suar muito para isso.
Dentro de mim irei achar um sentido para minha vida.
Voltarei a ser amado,pois sou importante para mim mesmo.
Pois e o amor por mim mesmo que me manterá e farra
Me sentir melhor.
Pois o amor,a paixão estão e sempre estarão ao meu lado.
Basta eu acreditar em mim mesmo.

Foto de Zepoeta.com

Oração do ano novo

Oração do ano novo.
De: José dos reis Santos.
(Poeta procópense)

Chegou ao fim o ano de 2006.
2007 já desponta como o sol!
O caminho foi longo, mas passou
Como relâmpago no céu.
O plano Divino para a humanidade
Está acelerado.
Neste novo ano, não pedirei a Jesus,
Um pedaço de pão.
Não suplicarei a Buda, a paz.
Não rogarei a Maomé, intercessão.
Não apelarei ao papa, que faça oração.

Quero também ser exemplo,
Luther king, Mahatma Gandhi,
Sukuinushisama, Madre Tereza de Calcutá,
E o que quero me tornar, é ser merecedor,
Não mendigo das benesses do senhor.
Quero ter gratidão, agradecer por tudo,
Ter compreensão, esparramar muito amor...

Que possamos ser,
O melhor dos exemplos em 2007!
Seja feliz, beijos do poeta!

Foto de pilhasoul

“Apenas” Mais uma Noite – Com/ Sem ( vc )

Mais uma madrugada sem ela
Mais uma noite pensando nela
Mais uma beijando ela
Mais uma madrugada fazendo amor com ela
Mais uma madrugada dormindo com ela

Eu trocaria a eternidade por essa noite
Querendo que essa madrugada não tivesse fim
Ao lado dela, como se fosse um sonho
Tocando aquela pele macia
Tocando seus cabelos
Sentindo seu cheiro suave
Dois corpos se tornam um só
Dois amantes, numa madrugada gelada
Apenas iluminados por um abajur barato
Sussurros e beijos são a única trilha sonora

Mais uma madrugada que se foi
Deixando aquela pequena cama vazia
O abajur barato apagado
Mais sempre aguardando por mais noites
Mais madrugadas
Mais Amor e mais Paixão

Foto de Jorgejb

Por Ela

Olhei-a de soslaio, sem deixar entender meus olhos fitados nela. A sua beleza descrevia o entardecer magnífico de um qualquer campo de trigo amarelo, amadurecido no pincel de um qualquer Van Gogh. Derramava dela a brutal incompreensão do absoluto, um mar de solstício de Setembro, forte e rude, belo e vital.
A presença dela, inundava a luz das coisas em que tocava, inventando áureas mágicas, texturas forradas a prazer, entregando-se nos gestos que compunha – banais – como se fossem momentos únicos, actos solenes, deíficos, imaginando (eu) que seus beijos fossem obras de autor, ternos consolos de quem se sentia um Cesário perdido nos braços da sua amada.
Foi então, sim foi então que a desejei. Desejei-a como se deseja no íntimo de cada alma, ansiando a plenitude, resgatando gestos, olhares, pedindo os cabelos, as pernas, as mãos, os seus seios. E fui então o maior dos poetas, compus oitavas de génio, falando de amor e solidão, incontornável veste de poeta, da muita solidão – e falei de todas as ruas onde a queria levar. Pintei o seu nu com a arte que se arroja e a decência inocente dos anjos. Cantei o madrigal mais terno e leve que se deseja cantar, quando o seu rosto por fim repousar no meu ombro.
Parei. E o meu peito arfava. Havia tecnicamente, como que a impossibilidade de respirar. Num esgar, o meu rosto contraiu-se, os olhos humedecidos pedindo – como qualquer pedinte que se verga a pedir do desespero de nada ter. Decidido, ergui-me. Ergui-me, como qualquer homem se ergue no meio da noite do leito da sua amante, arrefecendo no caminho os pés que o levarão de volta à cama conjugal, sempre quente.
Olhei-a uma última vez, na doçura de um quadro pintado pelo melhor dos artistas, lembrou-me uma bailarina de Degas.
A história chegava assustadoramente a um eminente fim, quase possível, evidentemente clássico. Os meus passos transportavam o sorriso dos conformados, ébria virtude de quem sofre da mais profunda imaginação, e se perdoa diante dos santos, que riem de todas as preces com a mesma terna e impassível candura.
É agora que se inventa um final feliz. Logo ela virá correndo, quem sabe, perguntando as horas, um endereço. Depois, porque não, conversaremos, marcaremos o encontro no café, que será o de todas as vésperas, e o amor, o que move e desenha palavras, nascerá perene e doce, até ao fim deste conto. Ela, será forçosamente a razão do sonho de um homem, a razão, de sempre se perder a razão – por uma paixão.

Foto de M.Veríssimo

Quero o teu Corpo

Quero o teu corpo
Beijá-lo
Do principio ao fim
Na ânsia do momento
Pleno…imaterial
Derrubar muros
Sacros

Quero o teu corpo
Afagá-lo
Tenho saudades do cetim
De me escorrer lento
Perfumado de sal
Ébrio de odores puros
Sacros

Quero o teu corpo
Amá-lo
Sobre a mortalha de carmim
Mordê-lo, sedento
De voracidade animal
Em prazeres seguros
Sacros

Quero o teu corpo
Animá-lo
Enchê-lo de vida por fim
Oferecer-lhe um rebento
Fragilidade de cristal
De corpos imaturos
Sacros

Foto de Sirlei Passolongo

FANTASIA

Coração!

Porque você foi amar alguém assim?

Você não pensou em mim...

Não se importou com meu sofrimento

E se entregou sem pensar no fim.

Esqueceu que meu sonho era um amor eterno.

Não era essa dor que faz em migalhas você e eu,

Nem esse frio em dia de verão...

Muito menos esse medo de não mais sorrir,

Porque meu sorriso nesse amor se perdeu

Ah! Coração...

Você não percebe que apenas sofre e chora,

Que todos os dias, um pouco de ti está indo embora

Faz planos que não se realizarão...

Precisa aprender... É hora de desistir.

Ainda há tempo... Deixe essa paixão sair.

Coração!

Pare de sonhar mentiras...

Levando-me a sonhar doces momentos,

Olhe pra você! Murchando um pouco a cada dia,

A brasa dessa paixão te destrói por dentro...

Incendeia as minhas ilusões..

Decompõe em cinzas nossas emoções...

Nascemos pra amar...

Não para chorar... Um amor de fantasia.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos reservados a autora.

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