Frieza

Foto de sergio luiz

SONHADOR

Eu estou só....e a tarde não demora a cair,e ao longe eu escuto uma melodia no radio que também fala de um amor não correspondido.
A tristeza invade a minha alma e a melancolia toma conta de mim,fazendo-me lembrar de você,do que fomos,do que sou e do que poderíamos ter sido,se não existisse esta lembrança deste passado distante que esta presente em todos momentos que estou com você.
Já é tarde da noite e o sono demora a chegar e turbilhões de pensamentos passam por minha cabeça relembrando o meu passado.
É como se eu quisesse me desligar de tudo isso,viro de lado e toco no teu corpo como se eu quisesse buscar tua proteção,mas a tua frieza me faz voltar a amarga realidade que tanto me apavora.
Já é madrugada e o dia não demora a raiar,e mais uma vez estou só,sim eu e essa maldita solidão que invade o meu coração,sempre sonhando que amanhã pode ser diferente e que talvez você se lembre que sou um homem que precisa ser amado....
ROLIM

Foto de angela lugo

Solidão...O que é?

Solidão... O que é?
É estar só em plena multidão
É sentir um amargor no coração
É cantar e não ter ninguém a escutar

Nada sinto no âmago da minha alma
Somente um imenso vazio fazendo eco
Tento olhar para dentro de mim mesma
Nada vejo apenas uma tenebrosa escuridão

Sinto a brisa passando causando calafrios
Meu corpo já sente a frieza do meu coração
Solidão é tudo o que se sente quando
Dentro da gente não se vê mais esperança

Quando tudo a nossa volta vira melancolia
Quando não percebemos mais o brilho do sol
Quando até a lua se esconde de nós
Quando percebemos quanta ingratidão recebemos

Ah! Esta ingratidão que acaba com nossos sonhos
Devorando-nos aos poucos com fome de silêncio
Fome de destruição de um coração amargurado
Pela falta de amor que o abandonou há tanto tempo

Deixe-me triste solidão... Vai-te embora!
Deixe meu coração libertado deste sentimento
Desta amargura que é estar neste silêncio
Quero esquecer este tempo que esteve a me devorar

Foto de cathy correia

Distante...

Vi-te e apercebi-te profissional
Como só alguém
Que vive de corpo e alma o seria.
Que mistérios esconderás
Por trás dessa dessa fingida frieza?
Quem ousou ferir-te de morte?
Quem apagou do teu coração
A palavra Amor?
És belo como um deus
Porém carregas essa beleza
Como se ela fosse uma maldição!
És um romântico
Que ainda sonha
Com Belas Adormecidas,
Com Gatas Borralheiras,
Com contos de encantar.
Algum dia
Em algum lugar
Encontrarás a tua cara metade
E aí sim...
Vais desabrochar...
Como uma túlipa
Que abre as suas pétalas
Aos primeiros raios de sol...
E nos teus olhos
O Amor já não será
Miragem inantingível...!

Foto de CarolComPoesia

Nem sol, nem lua

Caiu uma noite vestida de luzes,
alçou um manto de estrelas,
banhou-se de matizes que reluzem,
entram pela janela desavisada,
são réstias de noites e constelações,
abraçam minhas ilusões todas,
chegam visitantes desejadas

Entre as paredes fechadas essa noite
encontra-me, alma e corpo, a morrer saudades
na frieza dessa noite enfeitada,
no vazio do coração de vontades

E nada há que se possa dizer em noites assim,
pois que o sol há muito dormiu atrás do horizonte
e só essa noite banhada em horas,
com sobras de dias finitos e óbvios,

E minhas noites com sol?

Resumiram-se a algum farol de qualquer carro,
passante rápido das minhas madrugadas,
ou em alguma esquina me aguarda o despertar doce
de um solzinho, que fosse, a amenizar a noite

Nada .... só as mesmas velhas paredes,
a janela de parapeito descascado,
umas violetas secas, um incenso perfumando,
e noites sem sol e vida sem lua
e peito cheio de vazios!

(Carol)

Foto de fer.car

O QUE VEJO

Vejo pessoas com o olhar tão distante
Falta-lhes algo além do que já possuem
Falta-lhes vida, algo a mais a sentir
Vejo sorrisos falsos soltou ao léu
Sorrisos insatisfeitos com as coisas que vêem
Mas ante a frieza dos dias em que se vive, nada lhe basta
A não ser este sorriso mudo, sem vida, estático, que nada expressa
Vejo bocas que dizem barbaridades, amaldiçoam, denigrem
Palavras de ira, de revolta
Vejo que falta mais compaixão e piedade nos corações humanos
Diante de um mundo em que poucos são realmente dignos e probos
Em que poucos sabem o sinal de felicidade e do amor
E mais poucos ainda dormem com a alma limpa e a paz dentro da alma
Vejo que momentos são perdidos
Crianças são cada vez mais precoces e carentes de pais
Os sonhos cada vez mais longínquos
O amor mais comedido, frustrado e desejado
Vejo que muito se diz e pouco se faz
Muito se odeia e pouco se ama
Muito se critica e pouco se incentiva
Vejo que as pessoas não sabem mais acreditar no amanhã
E deixam de viver, de sentir, de serem mais além de si mesmas
Fecham-se em seu pequeno mundo
Calam as maiores dores e não sabem dividir sentimentos
Vejo que estamos na época do consumo exarcebado, da alma cada vez mais vazia
Onde está a poesia, a magia de ser e do existir, o calor, a brisa, enfim, a vida?
Onde está você que ainda sonha como eu, que ainda ama intensamente?
Onde está você que acredita no futuro, que luta, que persiste?
Porque não posso aceitar esta reles realidade, que me dilacera por dentro?
Não aceito esta mediocridade, esta falta de valores morais.
Quero viver com tudo que posso
Querer além de tudo, de mim
De meus anseios e de minhas próprias forças
Quero muito mais...
Porque simplesmente estou viva
E isso é o bastante, isso me basta
Para eu sonhar...
Porque o que vejo é muito pouco
Perto do que ainda sonho
E ei de sonhar sempre...

AUTORIA: FERNANDA CARNEIRO
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS

Foto de fer.car

O que vejo....

Vejo pessoas com o olhar tão distante
Falta-lhes algo além do que já possuem
Falta-lhes vida, algo a mais a sentir
Vejo sorrisos falsos soltou ao léu
Sorrisos insatisfeitos com as coisas que vêem
Mas ante a frieza dos dias em que se vive, nada lhe basta
A não ser este sorriso mudo, sem vida, estático, que nada expressa
Vejo bocas que dizem barbaridades, amaldiçoam, denigrem
Palavras de ira, de revolta
Vejo que falta mais compaixão e piedade nos corações humanos
Diante de um mundo em que poucos são realmente dignos e probos
Em que poucos sabem o sinal de felicidade e do amor
E mais poucos ainda dormem com a alma limpa e a paz dentro da alma
Vejo que momentos são perdidos
Crianças são cada vez mais precoces e carentes de pais
Os sonhos cada vez mais longínquos
O amor mais comedido, frustrado e desejado
Vejo que muito se diz e pouco se faz
Muito se odeia e pouco se ama
Muito se critica e pouco se incentiva
Vejo que as pessoas não sabem mais acreditar no amanhã
E deixam de viver, de sentir, de serem mais além de si mesmas
Fecham-se em seu pequeno mundo
Calam as maiores dores e não sabem dividir sentimentos
Vejo que estamos na época do consumo exarcebado, da alma cada vez mais vazia
Onde está a poesia, a magia de ser e do existir, o calor, a brisa, enfim, a vida?
Onde está você que ainda sonha como eu, que ainda ama intensamente?
Onde está você que acredita no futuro, que luta, que persiste?
Porque não posso aceitar esta reles realidade, que me dilacera por dentro?
Não aceito esta mediocridade, esta falta de valores morais.
Quero viver com tudo que posso
Querer além de tudo, de mim
De meus anseios e de minhas próprias forças
Quero muito mais...
Porque simplesmente estou viva
E isso é o bastante, isso me basta
Para eu sonhar...
Porque o que vejo é muito pouco
Perto do que ainda sonho
E ei de sonhar sempre...

Foto de Thyta2000

Chorei

Só e triste
toda esta noite,
eu chorei e choro perdidamente.

Você
alguém que do meu amor
longe se mantem.

Tú es talvez
um sonho que passou
Se fundiu na dor, suavemente.

Sinto uma saudade estranha
vaga, infinita...

O choro me embriaga
só e triste, assim sou
trago no peito, a soluçar.
O silêncio no silêncio
a frieza do teu olhar.

Foto de sonhos1803

Com você

Com você,
Ao teu lado sou,
Tão humana que tua frieza fere a pele,
Sou tão forte que agüento o baque,
As vezes enlouqueço,
Tentando encontrar pistas,
Tentando apagar tuas pegadas,
Por vezes me vejo magoada,
Ao te ver,
O coração dispara,
O riso congela,
As pernas me traem,
Do centro de minha razão,
Escapa as mais loucas atitudes,
Sou criança que precisa de colo,
Um adulto cansado que quer deitar,
Nesta vida virei um viajante,
Parando em cada instante,
Nas malas as ilusões,
Entre roupas meu coração,
Nada me resta,
Nada mais presta,
Em minha carteira amassada,
Pequenos poemas rasgados,
O fim e um novo começo,
Nada mais de apego,
Só meus pés,
Ainda sujos da lama,
Mais chuvas,
Outros dias virão,
Antes de começar um novo verão,
Na estrada,
No coração,
Um peito aberto,
Um jeito incerto.

ao querido poeta

Foto de Fernando Poeta

Desespero

Lutava contra a loucura daquele ato,
Tentava dilacerar meu corpo
com minhas próprias mãos,
Estava em desespero.

Ainda sentia teu cheiro,
Você me deixou,
Por teu descaso,
Fiz marcas em meu rosto,
Por teu escárnio,
Meus cabelos embranqueceram,
Por tua frieza,
O sangue gelou em minhas veias,
Você me abandonou...

Amaldiçoando o sorriso em teu rosto,
Tentei afastar da mente,
A lembranca de teu corpo.
Em que mil e uma vezes
procurei amor e abrigo,
Em que sempre que o desnudei,
Descobri-me perdido.

Tua malícia corrompeu teu coração,
Você foi embora,
Estou só agora,
Lutando contra o desespero,
Desejando tê-la de volta.

Foto de krodrigo

O fogo, a brasa, as cinzas... (28/06/98)

A visão do fogo automaticamente me levou à sua ausência.
O calor das chamas contrastava com a frieza do meu coração.
Tinha por testemunhas desse momento apenas as estrelas e a lua, iluminando a noite fria e solitária.
Você não estava lá, mas, comigo, estava tudo que você representava.
A noite, silenciosa, calou-se ainda mais para ouvir de mim os pensamentos.
Por minha mente passavam fatos anacrônicos, passado, futuro, presente... tudo se misturava.
Desejos surgiam também pela noite afora.
O fogo, agora já menos intenso, parecia entender a minha dor e guiava suas labaredas, na intenção de me aquecer a alma.
Vejo no horizonte as luzes da cidade, as pessoas com seu ritmo frenético passando, vivendo, amando.
Essas pessoas se aproximam, tentam contato, mas não sei mais falar sua língua.
Junto com o fogo, vai se apagando em mim sonhos e esperanças.
Desejos que há pouco eram fortes como as chamas, vão se transformando em brasas e logo serão somente cinzas.
Mas na natureza tudo recomeça e assim como a fênix, novos sentimentos, sensações e desejos, renascerão das cinzas do que já foi uma paixão fulminante.
Do mesmo modo que o sol sempre nasce após o anoitecer, em meu peito uma nova semente de amor teima em brotar.
E como já disse o poeta, viver é receber sorrindo hoje o que pode, amanhã, te fazer chorar.

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