Guerra

Foto de betimartins

Nas cordas do tempo.

Nas cordas do tempo.

O tempo está apressado, sem ter mais tempo
Ele está de aborrecido com a falta de amor
Com a nossa falta de tempo para o tempo
Nem mesmo para nós mesmos, egoístas...

E neste egoísmo esquecemos-nos do silêncio
De escutar o silêncio que o tempo nos oferece
Este silêncio que abrasa, embala a nossa alma
Entre o tempo, o silêncio e o Nosso Pai...

Esta desunião apenas afina as cordas do tempo
Que acelera cada dia mais em desencontro da união
E os eixos se movem e transformam a nossa terra
E os povos estão incapazes de ter tempo para entender...

Não tem mais tempo para orar, para escutar, ajudar
Nem mesmo mais tempo para preservar e mudar
Sequer para criar nossos filhos no amor e os orientar
E o tempo dos meus pais foi perdido em vão, abandono...

E o tempo está zangado, sem tempo para escutar
Tanta lamúria, tanta barbaridade, tanto desamor
Tanta morte, corrupção, abandono, guerra e desespero
Porque o tempo apenas corre nos ponteiros do relógio...

E o tempo trás consigo a negra noite com a sua lua
Com ele os seus fantasmas da inquietude da alma
Para alegrar ele traz o dia com seu sol majestoso
Apenas para te alertar do renascimento da alma...

E o tempo chora como ele chora lágrimas de sangue
Ele abraça o silêncio, juntos eles choram e choram
E o tempo e o silêncio juntos abraçam Deus e choram
E como eles choram! E o tempo vai correndo sem parar...

betimartins

Foto de betimartins

Da Guerra ao amor

Um idiota, um dia cobiçou uma grande e poderosa montanha
O que ele tinha já não lhe chegava, queria apenas mais
Esperto enviou os serviçais e eles roubaram a montanha
Da terra dos filhos do amor, a terra dos irmãos de Jesus

Então o, idiotia se sentiu gente importante e gente feliz
Porque não? Agora é conquistar mais e mais e ainda mais
Envia ainda mais serviçais ao engano e ganha, como ganha!
Mas aquele idiota morre, e vai ter com S. Pedro, no outro lado...

O S. Pedro apenas perguntou onde ele acharia que iria ficar?
Ele achou que o paraíso era o seu lugar eterno e seu descanso
S. Pedro, sorriu, discordou e falou que o paraíso era chato
Melhor era o inferno, sempre ele teria algo a conquistar

Confuso o idiota aceitou e o que ele correu das armas
Onde ele tinha que ficar em destroços da eternidade
E a feiúra do lugar? O forte cheiro nauseabundo a carne
Dizia o S Pedro:- È o teu churrasco meu filho... Calma!

Chorando o senhor todo poderoso, o perfeito idiota feliz
Ajoelhou-se e pediu perdão, S. Pedro recusou e mostrou-lhe
Os filhos do amor mortos, as mães sem filhos e os sem maridos
Os velhinhos corando e se consumindo na triste recordação...

Arrependido o idiota lembra-se de sua família, dos seus filhos
Sua esposa bem vestida e muito bonita voltou a casar e agora é feliz
Casou com um simples soldado, que sabe ser o marido, pai dos seus filhos
Afinal a guerra perdeu a graça e o amor trouxe de novo o manto da paz...

Foto de Cabral Compositor

Uma Maria

Maria é de fé
Maria é de fé
Minha Maria é de fé

Do nordeste, chão seco e á pé
Couro de cobra, ponta de faca e até
Maria Bonita de Lâmpião
Minha Maria é de fé
Minha Maria é de fé

Todo homem que no sangue tem o saber
Já bebeu numa bica de serra... iaêee
Já pulou em cima de burro na terra
Já usou chicote na guerra
Já pediu por Nosso Senhor

Todo homem que tem uma Maria
Está sempre guardado, de noite, e de dia
Porque... toda Maria é de fé
Toda Maria é de fé
E a minha Maria é de fé

Foto de betimartins

Porque a guerra e não amor?

Porque na guerra vence o estúpido
No amor o inteligente, o sábio
Na guerra o sangue corre sem rumo
No amor apenas brotam pétalas de rosas...

Na guerra, o mau instinto é agouro do indeciso
No amor, apenas a bondade aflora do coração
Na guerra usam armas e destroem o mundo
No amor usa-se a amizade e juntos o constroem...

Na guerra, são surdos avançam para a escuridão
No amor, são faladores, espalhando a alegria
Nessa alegria eles iluminam o mundo de cores
Onde apenas o belo e a fraternidade são um só...

No amor, a partilha, a nossa reconstrução da alma
É feita com dignidade, seriedade, junta e unida
Deixando enterrados os soldados que partiram
Orando cada dia mais pela vida! Vai embora guerra...

Vai embora e não voltes, fica no fundo do mar
Não magoes os golfinhos, apenas morre ali
Deixa que o amor cure, resgate e os traga de novo
Da cruel guerra que um egoísta e maldoso! Inventou.

Basta, hasteei a bandeira do amor, de cor vermelha
Vermelha como a rosa perfumada abençoada
Vermelha como o coração pulsando vida e sentimentos
Mas nunca, os rios de sangue que correm ainda...

Rios que ainda mancham a nossa humanidade
Rios que ainda marcam o desamor e a dor
Mas eu acredito no amor, acredito no perdão
E sim ao amor e sumam com a terrível guerra....

Foto de ISRAEL FELICIANO

Palmeira, macaíba

Palmeira, macaíba

‘’Minha terra tem palmeira onde canta o sabiá’’
Macaíba de palmeira, de palmeira e de dor, de dor e de flores, palmeira de amor.
Macaíba tem história, historia a contar, uma historia de romance, de guerra e de amor foi em meio as palmeiras que tudo começou.
Entre reis e rainhas macaíba se despontou, em meio aos poetas e poetizas hoje sou um contador, essa historia esquecida que a muito guardada está, macaíba está cidade, há tem muito há contar.
Um escravo e uma princesa, um romance desleal, impossível e ate mortal, um dia o escravo morto se encontrou a moça em desespero logo se matou, apois a descoberta do pai da moça então, as marcas que ficarão refletem em seu quinhão.
Palmeiras de historia em todo lugar está, nas ruas e vielas onde se pode encontrar , as palmeiras de historia em macaíba lá se pode encontrar. Palmeiras de amores,amores de flor, macaíba de palmeiras , palmeiras de amor.

Foto de MarcosHenrique

Campo de Batalha

Lança, escudo, lança, escudo... e a lança!
O cheiro de hidromel agourando a loucura.
Breve o silêncio, agora frente a frente,
Entre as paredes de escudos, homens, e as troças.

Cansados de provocações, os mais bêbados.
Espadas nos escudos, lanças já no ar.
Pouco a pouco, tomados pelo frenesi,
Todo o resto, agora, começa a lutar.

Eles nunca desistem, matam até morrer.
Acreditam que, de Mitra, vão receber,
No Outro Mundo, as insondáveis recompensas.

Fim da guerra, muita dor, e um vencedor.
O fogo, agora, consumindo as muitas piras.
A pena e a lira, resta ao bardo manobrar.

Foto de ISRAEL FELICIANO

A ULT IMA GRANDE GUERRA

A ULT IMA GRANDE GUERRA

Após algumas horas, na estrada eles chegaram à base, o oficial Bon der que os trouxera para a base os leva para o alojamento, garotos em um pavilhão e garotas em outro, agora era uma questão de tempo ate eles terem outros conhecimentos.

Agora era uma questão de tempo ate eles se enturmarem, passou-se o restante do dia, e logo de madrugada, começa o treinamento.

Todos estavam dormindo exaustos quando em meio aos gritos acordaram de um susto.

Vamos acordar, é pra já e agora de pé, de pé, de pé háááá...

Foto de Felipe Ricardo

Um Breve Soneto Sobre a Guerra

Imagine só a minha irá
Em te ver nos braços de
Outro tolo guerreiro, que
Simplesmente diz te amar

Não percebe ele o doce e
Sutil sabor de minha sinuosa
Lamina fundir sangue e metal
Em um só corpo, alma e morte

Imagine só a minha calma em
Simplesmente ter ver chorar sobre
O corpo gélido, palído e morto dele

Não percebe ele tal temor?
Então diga a ele tais palavras
Minha lamina tem sede de guerra [...]

Foto de Marilene Anacleto

Amor

Passas por mim.
Sou feliz só porque te vi.
Achegas-te e me abraças,
Teu fôlego é umidade e brasa,
Vulcão a derramar-se em mim.

Ecoam hinos de guerra,
Cadência de caos em festa.
Depois, tua voz é brisa mansa
Feito poesia da alta onda,
Que em espumas se desmancha.

Foto de betimartins

Lágrimas da paz

Lágrimas da paz

Correm as lágrimas da paz
Pelo rosto de uma criança
Que está sozinha e abandonada
Pela guerra violenta e atroz
Que levou os pais a deixando
Órfã de tudo, despojada
De todo o carinho e vida
Nos escombros da vida
Caminha sozinha, desprotegida
No meio do nada da solidão
Da triste calçada despida
No feio cinzento da guerra
No meio desses escombros
Ela vê uma flor, florindo
Esboça um fraco sorriso
Onde se vê a dita esperança
Que o amanha é e será um novo dia
Perto dela, voa uma bela pomba branca
Como um anuncio, um apelo
Para despertar a criança a paz
Voa livre e bela a pomba branca
Pousando nos ombros da criança
Era a pomba da paz e do amor
Enviada pelos lindos anjos do amor
Sorrindo de alegria, correm
As lágrimas da paz do belo rosto
Daquela criança bendita
Trazendo a boa nova ao mundo
Que a paz ainda é possível
E um belo mundo de amor…

Betimartins

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