Enviado por Carmen Lúcia em Dom, 22/06/2008 - 01:14
Meus sonhos ultrapassam medidas,
planam sobre minhas asas,
pousam em minhas arestas...
Em meus cantos, desencantos, nostalgias.
E sempre ganhamos altura...
Quanto maior a dor, mais ousado o vôo.
Voamos mais alto que as amarguras...
em nossas aventuras e desventuras
tornando-as fantásticas venturas.
Meus sonhos seqüestram-me de abandonos,
roubam-me da realidade,
poupam-me a fatalidade,
transportam-me ao deslumbramento
fazem de um só momento, eternidade...
onde um sorriso é ingresso para entrada
e a dor é transformada em fantasia.
Morada poética, sem hipocrisia...
Fazem do poeta alma, luz, inspiração,
a imaginar que toda noite é dia...
Ver de perto as estrelas, tocá-las com a mão.
Meus sonhos sugerem poesia...
Embalam-me em seus braços,
abraçam-me noite e dia...
Expulsam meus fantasmas,
livram-me dos medos,
enxugam o meu pranto,
repõem minha energia.
Enviado por von buchman em Sáb, 21/06/2008 - 21:33
Meu príncipe do mar.
Que esta sentando na pedra
Ao lento a maresia.
(anny)
Vivo assim sentado
A te esperar, minha deusa do amor
Tuas poesias são meu alento
aquecem minha paixão e elevam o meu ser.
(von)
Faça desta poesia.
Minha alma em euforia.
Não sumo, estou sempre presente.
Não sabes, mas fico a te vigiar.
És meu parceiro, a duelar.
E sempre será.
(anny)
Que bom que tu não somes
e estás a me vigiar...
Tuas palavras servem de consolo
a um pensador e meditador do amor...
(von)
Não pensa que irei te abandonar.
Jamais irei fazer tal covardia.
(anny)
Que bom que tu não és covarde ,
Pois me dou total a ti em meus poemas..
(Von)
És um poeta das poetisas.
Anda a causar delírios.
Não esconde tua alma bela.
Te vejo sentado nesta pedra.
Queria lançar-te ancora,
Ao teus pés,
(anny)
Se sou poeta das poetisas e causo delirios
Deve ser por que sou puro como a neve,
Navego no amor, e medito na paixão...
Não precisa, ancorar ou se lançar aos meus pés
Pois já és viva e vida em meu coração.
(Von)
Para lhe tirar dessa tristeza
Que andas a te rodear.
Não deixe tua luz se apagar.
(anny)
Para me tirar desta tristeza
só existe um remédio
Que é um amor eu encontrar..
(Von)
Sua parceira esta sempre a te observar.
Não irei te abandonar,
A não ser!!!...que melhor parceira, encontrar
Para teu duelar.
(anny)
Não minha eterna paixão
Sei que nunca vais me abandonar..
E ficas a saber :poetista igual a você conheco poucas...
(Von)
Estou pronta a novos desafios.
Lanço-me ao duelo.
Príncipe das Deusas, Musas e Flores.
(anny)
É muito bom escutar tais adjetivos sobre minha pessoa
Vindos de ti, anjo do poetisar,
Enaltece meu coração amargurado de tanta solidão,
E enche de ar meus pulmões com teu perfume de primavera...
(von)
Agradeço a minha querida poetisa Aninha
portâo belos versos, você é um doce...
TENHAS MEU ETERNO ADMIRAR E O MEU CARINHO...
1001 BJS DE MEL E LINDOS MIMOS DE PAIXÃO
NESTE LINDO E PURO CORAÇÃO...
ICH LIEBE DICH . . .
Faz frio lá fora,
A névoa cá de mansinho sobre mim,
E aqui estou eu,
Enclausurada neste sentimento,
Que já nem sei de onde vem,
Nem como começou.
Indefinições dos dias que passam,
Poderes ocultos que povoam minha mente
e deixam-me neste estado, que já nem sei definir.
Afinal, quem sou eu?
Uma sombra do que já fui,
Uma alma perdida, que não encontra seu destino.
Os dias passam lá fora...
Meu Deus, como faz frio,
Como meu corpo gelado
Procura o teu.
Meu sorriso, já se foi a muito
E meu coração congelou,
Por falta de paixão.
Já não estás,
Meu mundo ora com vida, esmoreceu,
Morreu, e perdeu-se.
Já não me fundo contigo,
Deixaste-me neste estado de desespero,
Abandonada à minha sorte,
Que já nem tenho.
O mundo escureceu,
A luz à muito se foi,
E meu sorriso gelado,
Deixou de sorrir.
Já não estás,
Partiste da minha alma, sem deixar rastro e
Para trás ficou apenas sombras do que fui.
Faz frio amor,
Um frio gelado que congelou-me a alma,
E fez com que me esquecesse de quem sou!
Esplendorosa lua
Círculo luminoso num céu escuro
Que luz intensa
Sinto por momentos que me quer falar
Tal é a intensidade com que está a brilhar,
Observo-a atentamente
Enquanto sinto que me acaricia o vento
Empurra me docemente
Me rodeia e envolve
Num abraço carinhoso
Ergo meus olhos para o céu
Num agradecimento silencioso
Por nesta noite os ter ao meu lado
A lua para conversar o vento para me reconfortar,
Rebelde, como só ele,
Empenhasse nos meus cabelos
Que pouco a pouco se vão desprendendo
Parecendo uma vela ao som da agitação de uma Caravela,
Os grãos da areia fria
Escapam se por entre os dedos
Pisados, por vezes acariciados
Recebem os raios do sol, as gotas da chuva
Sem qualquer protecção, ali ficam à mercê da vida,
Surpreendentemente desperto dos meus pensamentos
Para o chamamento do mar
Que sorrateiramente molha meu corpo
Batendo em retirada mas não sem antes beijar a sua areia amada,
Cessou o barulho dos carros
Extinguiram se as luzes das casas
Mas falta me a vontade de voltar ao lar
Pois é a solidão,
Que com um sorriso me recebe
No meu regresso…
Apanhou no lixo uma boneca
Levou pra casa sorrindo
Seus olhos se encheram
De vida...
Deu a ela o nome de Aninha
Pediu a mãe um pano velho
Pra remendar o vestidinho...
Penteou o seu cabelinho
Amarrou sua única
Maria Chiquinha...
Não era uma simples boneca
Era o seu sonho de menina
Se fazendo realidade... Agora,
Era a luz da sua felicidade...
A boneca foi sua companhia...
Até ser levada por maldade
Alguém...
Muitas bonecas lhe prometeu
E hoje, é mais uma criança
Desaparecida...
E uma boneca era o bastante
Para seu mundo colorir.
Aninha...
Vive numa cama, triste...
A espera da menina
Que um vestido novo lhe deu.