Mamas

Foto de poetisando

A minha vizinha

A minha vizinha é linda
Com tudo no devido lugar
É perneta de um braço
Leva o dia a coxear
Mas que linda que ela é
Que corpo mais escultural
Tem só uma vista para ver
Um peito de silicone
Só uma perna para andar
Os vizinhos quando a veem
Ficam todos em polvorosa
Dizendo uns para os outros
Que mulher mais jeitosa
Em elegante como ela é
Nem a miss mundial
É mulher mais bonita
Tem um corpo escultural
Mas que grande mulherão
Parece uma tábua de engomar
Com um peito todo liso
Nem mama tem para apalpar
Mas que ela é uma beleza
Até mesmo um espadão
Na ponta dos braços
Só lhe resta uma mão
E quando vai pela rua
No seu andar á maneira
Nem parece uma pessoa
Parece no mar uma traineira
Mas que vizinha mais chique
Eu tive a sorte de encontrar
Vou pedir-lhe a sua mão
Para ela comigo casar
Com ela vou ser feliz
De certeza que vou ter tudo
Ela não me vai trair
E eu não serei cornudo
Vamos ser um casal modelo
Com tudo no seu devido lugar
Ela a andar só com uma perna
Eu ao seu lado a coxear
Ela vesga de uma vista
Eu só olho para a topar
Ela põe mamas de silicone
Para eu ter onde apalpar
Á noite quando nos deitarmos
É que vai ser uma trabalheira
Antes tenho de lhe dar banho
Não sei como a meter na banheira
Mas que mulher mais bela
Eu havia de encontrar
Perneta de um braço
Passa a vida a coxear
Até lhe chamam a miss
No bairro onde ela mora
A minha mãe já esta em pulgas
Só a quer a ela para nora
Já nem durmo descansado
Na ansia de o dia chegar
Para casarmos pela igreja
E sairmos os dois a coxear
Os vizinhos quando nos virem
Parecemos um barco no mar picado
Ela a coxear de uma perna
Eu coxear e com a boca ao lado
Vamos ser um casal maravilha
Que a inveja vai ser tanta
Que quando nos verem passar
Toda a gente deseja ser manca

De: António Candeias

Foto de elcio josé de moraes

AMAMENTA BRASIL

Mãe! Agora que eu vim ao mundo,
Quero à senhora, e ao mundo dizer:
O quanto é importante amamentar,
Para que ambos, possamos viver.

É muito simples! Eu posso ensinar!
Atente, para que possas compreender.
São detalhes úteis e indispensáveis,
Que a senhora jamais poderá esquecer.

É imprescindível que eu seja amamentado,
Até dois anos, ou mais, basta querer.
Para que eu tenha melhor qualidade de vida,
E menos risco de adoecer e morrer.

E através deste pequeno ato minha mãe,
Entre nós, um bom vínculo ira se estabelecer.
E, quanto mais a senhora me amamenta,
Menos riscos, e complicações irás ter.

Vou citar alguns minha amada mãe:
Para que a senhora também possa se proteger.
De câncer de mamas, de ovários, osteoporose,
Anemias e diabetes, que não irão lhe abater.

E quanto a mim, muito, o leite poderá evitar.
Por possuir muitas proteínas que meu corpo deve ter,
Açúcar, gorduras, vitaminas, água, anticorpos.
Que certamente, de doenças e infecções irão me proteger.

Também de otites, diarréias, vômitos, alergias,
Pneumonia, bronquite, meningite, você pode crer.
Além de melhorar o meu desenvolvimento mental,
E bem saudável, assim eu possa crescer.

E a senhora vai se sentir linda! E de bem com a vida.
Sem ansiedade, e com o tempo, irá também se surpreender.
Com o teu corpo perfeito,e em forma como antigamente,
E tu verás, que amamentar em tudo isto te fez valer.

E que não houve nenhum esforço, foi tudo tão prático.
A senhora não teve que se levantar no seu anoitecer,
Para preparar mamadeiras e outras coisinhas mais,
E depois de tudo a senhora irá dar graças e agradecer.

Pois que amamentar mamãe, é salvar vidas, um ato de amor.
Amor que não pode faltar, e que nenhuma criança pode deixar de ter.
Um milhão e meio de bebes morrem por ano por falta disso,
E diante de todos esses fatos, não podemos deixar isto acontecer...

Elciomoraes

Foto de Tehana Madra

Por que Um só homem faz tanto estrago?

Ao Povo Árabe,
Eu sei como tendo sido difícil para vocês passar tempo convivendo com esses governos ladrões, peversos e infiéis. Já era tempo de se rebelar contra esses monstros egoístas, cruéis e assassinos. Eles não sabem o que é acordar pela manhã e não ter dinheiro para nada. Os bêbes chorando com fome, com febre e vocês mães com as mamas secas (sem leite) para alimentar seus filhos. Tudo isso é fruto desses tiranos corruptos que pegam o dinheiro do povo para comprar carrões, construir palácios e comprar relógios de ouro. Enquanto isso, o povo tem que conviver com a fome, o desemprego e a falta de liberdade, não da para aceitar tudo isso passivamente, o povo árabe merece viver de forma digna e ser feliz. Já dizia um pensador que agora não me lembro o nome: "quando o povo se levanta os tiranos caem". E, é isso que está acontecendo no mundo árabe, o povo cansou de sofrer e resolveu lutar por direitos fundamentais ao ser humano, não é mais possível ver esses traidores do povo pegar o dinheiro do petróleo e gastar só com eles e a família, isso é incompatível com esse momento que mundo atravessa. Fora corsários! estamos lutando agora por moradia, alimentação, educação, saúde e liberdade já!
Tehana Madra

Foto de Joaninhavoa

“Melancias e Melões... Contaminados!"

*
“Melancias e Melões... Contaminados!"
*

Josivaldo! Era seu nome
Homem de coração grande e puro
sem maldade
Só dizia a verdade! Nua
e crua
Trabalhava a terra de sol
a sol
E trincava o pão por ele
amassado.

As feiras eram romarias
Festas dos pregões matinais

Certo dia, entre melancias e melões,
pimentos, alfaces e os tomates
Deparou-se com uma ilustração
dos mil e um diabos
Na mistura de framboesas mestiças,
Mescladas cor de morangos, jasmins e rosas
Púrpuras, lambendo os dedos delicados,
Uma mulher lançava extasiada suspiros
em deleites derramados …
Espirais contaminados!
«Uma mulher com as mamas à mostra
Montada até onde a imaginação
Pode alcançar…»,
Josivaldo, ficou erecto, e um pregão
Gritou! Em sua mente
E lhe fez frente.

Joaninhavoa
(helenafarias)
25/10/2009

Foto de pttuii

Em planície

Montes de desalento. Sujas as mãos, Arroteias, o senhor das manhãs que pedem arrotos do fundo do estômago, já nada temia. Sentava-se no banco de vime que lhe oferecera os últimos dois tostões de há 20 anos, e eram mesmo de desalento aqueles dois montes alentejanos. Pareciam duas mamas de mulher desembaraçada, mas velha. Consumida, e velha, como provavam os sulcos que a água da chuva fazia no vale bem desenhado que avistava lá ao longe. Só que era tão deslindado o sentir que retirava daquele universo. Adorava trocar um quarto de escudo entre os nós encardidos dos dedos, enquanto fincava bem o pé na terra vermelha. De tanto fincar, partilhava o que as entranhas do planeta pareciam sangrar.
Era pessoa de antigamentes, que já não se deixava espantar com nada. Andava à procura de um dia menos previsível, para finalmente dizer a si mesmo o que queria da vida.
O vento não concordava. Beijava, de leve, o que de pudico transpirava das árvores. De carvalhos, gostava de abusar. As pessoas acreditavam em adultério, mas do ar só choviam deuses confusos. Viriatos talvez, porque de romano o ar só tinha o cheiro a coisas desnaturadas. A insultos escritos com tinta invisível.
Arroteias brincava com sonhos mal escapelizados. Não sabia de sabores a bibliotecas, mas lia tudo o que uma mulher lhe tinha para dizer. Nem que essa mulher fosse duas escrecências do planeta. Gizava planos, para esquecer-se de que relacionamentos, são chuvas mal conseguidas pelo imprevisto da criação.
Montes. Dupla de montes, que davam um pôr de sol de veias dilatadas. Sossegava mentes cansadas de explicações místicas para tudo. Arroteias dispunha-se bem, dispondo deuses de índoles diversas para conversar. E deixa-se a mais, porque pensar nunca foi arte para fazer com menos.

Foto de pttuii

A velha

Bombas de sala,
Em casa de Lambada,
Tudo às claras,
Com o sussurro a escorrer,
Em paredes que falam,
E dizem-se metálicas.....

Com o lixo prolífero
onde dança o gato que fala,
A fungar o que sobra,
O que está em monte,
Pernas de rã,
Bigodes de rato,
Merda de homem,....

A velha que varre,
De varizes que sangram,
Ela tem bigode,
Porque o homem dela já se foi,
Menos um,
Menos merda,
Para varrer,...

O sol nasce duro,
Preso de movimentos,
Traque um,
Dois traques,
Contorce-se o penso,
A boiar na pia,....

Com António de Oliveira,
Dançam as sopas,
O cavalo morre de cansaço,

E a velha dorme,
Menos pernas, dois braços,
Mamas caídas,
Nos joelhos.....

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