Olhar

Foto de Ayslan

Meu amor em linhas

Hoje quero dividir meu amor deixa-lo em linhas em palavras curtas em uma folha manchada usar frases e faze-las eternas...
Esse meu amor tímido sem rima em linhas gastas é mais uma carta pra te reconquistar... Uma forma minha de te pedir todos os dias pra me namorar.
Se declara num olhar, me perder em seus beijos e em seus braços me encontrar deitar minha cabeça sobre seu colo descansa meu desejo te dizer em segredo...
– ah como eu amo essa menina.
Sim te amo e não posso conter essa vontade de te dizer que me faz querer escrever, cantar, pintar esse amor... Me faz mesmo é teimoso procurando um jeito de te dizer descrevendo aqueles momentos em silencio de olhos fechados e lábios juntinhos, descrever sim dessa vez usando palavras e não lagrimas que seguro-as para não te deixar me ver chorar, encaixar cada letra em seu devido lugar e eterizar essas palavras...
Como é bom poder te amar.
Priscila quero continuar a sonhar, viver essa alegria te encher de dengo, te fazer dormir e adormecer te olhando respirar, te acordar todos os dias com um beijo e te dizer em seguida - bom dia minha linda... E te pedir para viver esse sonho todos os dias...
- Eu te amo Priscila.

Para: Priscila

Foto de betimartins

O fantasma do hospital pediátrico.

O fantasma do hospital pediátrico.

Era noite o João piorou, o seu câncer alastrava e seu tempo de vida era diminuto o seu caso já era bastante mais avançado, as dores eram muitas e precisava ser de novo medicado. Seus pais, o senhor Alfredo e dona Isabel pegaram no João e arrancaram com ele para o hospital, o seu medico já estava esperando ele, recomendou que fosse melhor internar e vigiar de mais perto.
João fez cara feia, era um menino lindo de olhos verdes, cabeça sem cabelo, mas um sorriso iluminado e franco, era bastante positivo e conformado com a sua doença, às vezes era ele que tranqüilizava a sua mãe. Mala já no carro e foram para hospital oncologia de Lisboa, lá tinham tudo, uma sala, repleta com novidades, desde PC, jogos, livros e até palhaços e pessoas muito simpáticas.
Faziam um bom trabalho, de convívio e auxilio, todos eram simpáticos e o João achou que isso até ia ajudar sua mãe a superar o que vinha ai. Ele sabia que tinha pouco tempo, seu amigo invisível já tinha falado a ele que se preparasse, apenas esperava por ele para fazer a passagem.
Logo lá chegaram, o medico medicou o João e mandou fazer mais uns exames para diagnosticar melhor o estado do João, ele já estava tendo falência de órgãos, seu caso estava mesmo muito mau.
João não era parvo ele lia os olhares das pessoas e sabia o que eles pensavam, sorria e apenas se conformava. Seu quarto era grande, tinha uma cama para sua mãe ficar ou seu pai, olhava para tudo com admiração, mas era muito equipado com maquinas, nada faltava ali. As dores aumentavam à medida que a morfina já não fazia efeito, ele já ficava muito cansado, ele tinha um dom que via o que outros não viam, ele conseguia comunicar com os mortos.
A noite veio e sua mãe adormeceu cansada, ele pode conversar com seu amigo invisível, queria contar as novidades, estranhamente ele o chamou, mas ele não apareceu, nada, estava assustado ele o ajudava a superar o tempo e as dores. A noite já ia alta, eram cerca de três horas da manhã e escutou um riso assustador e um gemido de uma menina, aterrorizada, dizendo:
- Deixa-me, por favor, não faças isso.
Desatando aos gritos, como ela gritava, ele não sabia como fazer, não podia sequer sair da sua cama com os tubos que ligaram nele. Fechou os olhos e pensou no seu amigo com força e pediu a Deus que enviasse seu amigo. Nada, absolutamente nada, que iria ser dele se aquela coisa o atacasse, ele chorou, teve medo, nunca tinha medo, mas naquele exato momento um arrepio atravessou a espinha.
A noite avançava, o silêncio imperava pelo hospital, não se escutava nada e de repente, ele escuta um arrastar de passos, pesados, um cheiro nauseabundo, para exatamente a na sua porta do quarto, o frio percorre seu corpo, queria gritar, não conseguia, a voz sumiu e ficou quieto e dando a impressão que estava a dormir.
A porta abriu-se, entra um palhaço, de aspecto horrendo, mal cheiroso, seus dentes estavam podres e seus olhos esvaiam sangue. Era horrendo, ele caminha em direção de sua cama, rindo de forma assustadora, rindo ele dizia:
- Este aqui vai ser meu, eu o vou levar comigo.
Rindo e maquiavélico, ele saiu do quarto, dando o menino como alma ganha no seu assombroso mundo. Logo ele escutou a voz da menina, chorando e gritando, estava gelado e sem saber o que devia fazer também que ele poderia fazer? Nada estava preso na cama.
A porta se abre de novo e entra uma enfermeira simpática, outra dose para ele ficar sem dor e adormecer, totalmente cansado e sem forças ele adormece.
Entra a luz pela janela do seu quarto, escutando os carrinhos de comida pelo corredor, agitação, vozes, agitação e vida. Satisfeito ele fica agradecido por ser dia, certamente aquela coisa horrenda não o vai chatear, se seu amigo aparecesse logo ele saberia o que fazer.
Na sala estava uma menina linda ainda muito pequenina, teria ai cerca de quatro anos, escutou pela sua voz que era a menina que chorava e gritava. Ela sorriu para o João, nisto ela modificou o seu rosto, ficou pálida, João olhou para onde ela estava a olhar, viu o palhaço horrendo acenando com a sua mão, cheia de sangue. Ele olhou para o João e desatou a rir assustadoramente. Jessica era o nome da menina, desatou a chorar.
- Eu não quero estar aqui, deixa-me ir para casa mama, por favor.
Desolada a mãe ficava sem saber o que fazer ela também estava muito mal já não agüentava mais nenhuma sessão de quimioterapia, já não havia mais nada a fazer, apenas esperar que ela não sofra muito.
João sabia que era naquela noite que algo muito ruim ai acontecer, ele sentia dentro de si, a noite logo veio, sua mãe não parava de chorar, o coração do João estava fraco, os rins quase nem mais funcionavam, os pulmões estavam também falhando, se dessem mais morfina, ele certamente teria falência cardíaca. O câncer ósseo espalhou-se rapidamente pelo seu corpo, a noite estava ficando mais silenciosa, seu amigo nada, sem sombra dele, se ao menos ele aparecesse, poderia o ajudar á Jessica.
Todos dormiam, estava um silêncio pesado, mortal, o ar estava sufocante, o medo invadia seu corpo, de repente escutasse um grito, um grito desesperante, volta o silêncio, que mata. Choros e correria, uma movimentação descomunal, escuta um medico falando no corredor:
- A Jessica, foi forte, apenas não compreendo, ela estava a começar responder ao tratamento e foi-se de repente, estranho.
Desolado ele fica com medo, foi o palhaço e agora sou eu. Olha para sua mãe e afaga seus cabelos, que estava dormindo aninhada em sua cama, ela sorriu dormindo, ele pensa quantas saudades eu vou ter dela e do meu pai.
Um lagrima cai pelo seu rosto, soava a despedida, lembrou as coisas boas e lindas que viveram, com os seus pais, logo tudo ia terminar.
Tudo voltou acalmar, ele queria dormir, mas não conseguia, logo voltou a escutar os passos assustadores, a porta se abre e ele decide não ter medo e lutar contra o palhaço, olhos esvaindo de sangue, voz tenebrosa, o cheiro nauseabundo era tudo o que ele conseguia sentir.
Ele enfrenta o palhaço tenta sugar a sua alma, o menino se defende fazendo uma oração que seu amigo ensinou algo acontece, o palhaço se esfuma e desfaz. Sumiu por completo e estranhamente, ele vê uma luz incrível, dela sai um anjo lindo, era seu amigo invisível, felizes eles, se abraçam e o anjo amigo fala para ele:
- João, tu mereces uma oportunidade, pois superaste a tua doença, foste gentil com os teus pais, foste valente e acreditaste no nosso Pai.
Sorrindo e suas mãos rodeadas de uma luz, uma linda luz verde clara que ele coloca no seu corpo e todo ele começa a vibrar e bilhar como uma magia, uma coisa de anjos mesmo.
Cansado e agradecido ele adormece, logo sua mãe o acorda para ser visto pelo medico, espanto o João estava com os batimentos cardíacos normais. Espantados fizeram exames e verificaram que ele estava curado, completamente curado.
João curou-se e o fantasma tira almas tinha desaparecido de vez, já não voltava para assustar as criancinhas e as levar para a escuridão

Foto de odias pereira

" MINHA MÃE QUERIDA TE AMO"

OH ! ... Meu pai te agradeço,
Por ter dado a essa mulher santa.
A missão de gerar-me pro mundo, e o começo,
De uma vida,uma semente uma planta.
Minha mãe querida,
Tu estais tão longe de mim.
Me amavas tanto quando em vida,
Eu olho pro céu e vejo você olhar pra mim.
Estais morando no céu,
Com a companhia dos anjinhos.
Deus deu pra ti a paz o mel,
Por tudo que fizeste, de bom na terra em teus caminhos.
Mãe eu sei que mesmo estando distante,
Nunca jamais me abandonaste.
E lá no alto do céu em teu mirante,
Da minha vida mãe, sempre cuidaste.
Agradeço ao senhor Deus,
Por ter sido você que me gerou.
Tenho o orgulho de ser filho seu,
E nesse mundo com muito amor e carinho, me botou.
Mãe , devo ati tudo o que eu sou,
E tudo que existe de bom em mim.
Os conselhos que você sempre falou,
Vão estar comigo até o fim.
Eu te amo, minha mãe querida,
Quero que sempre sinta orgulho de mim.
Pois enquanto eu tiver com vida,
Eu serei um filho bom até o fim...
Eu te amo minha mãe querida....

São José dos Campos SP
Autor: Odias Pereira
03/05/2011

Foto de betimartins

Soneto ao nosso amor

Soneto ao nosso amor

Na penumbra do meu quarto, eu deixo-te sonhar
Entre momentos, sentimentos sublimes, encantos
Vejo-te a olhar-me, tentando ir ao mais profundo
Da minha alma, do meu querer e da minha paixão...

Eu fico ali, estagnada, inerte, quieta ao teu querer
Com o amor a jorrar e as promessas a cumprir
Que jamais caminharei sem ti, com a tua mão
Na minha mão e juntos, unidos e na nossa caminhada...

Juntos, nós vamos plantar um belo jardim, colorido
Onde as rosas são cultivadas com amor, perfumadas
Onde jamais as deixaremos de regar e cuidar delas...

Juntos os dois, vamos escrever com paixão, os sonhos
Em cada poema, cada crônica, cada conto e os momentos
Que neste nosso maravilhoso amor vivenciamos juntos...

Betimartins www.betimartins.prosaeverso.net

Foto de David--Ávila

Amar você

É difícil de explicar
Fácil de entender
Meu coração grita
pois ama você!

Sentimento Lindo
Sentimento puro
Amor sublime
Sentimento seguro.

Nem o azul do céu
Nem o Verde do mar
É tão lindo como o brilho do seu olhar.

Cativou-me com um sorriso
Conquistou-me com seu amor
Beleza imcomparável
Do Jardim, a mais bela flor.

Linda Mulher
Excelente perfeição
És a mulher do meu coração.

Eu amo hoje
Eu amarei amanhã
Sentimento que vem de Deus
Portanto, eternamente irei amar!

Foto de Fernando Vieira

sem título

Fazer de um poema uma canção
Fazer serenata tocar violão
Olhar-te nos olhos pegar tua mão
Ser-te poesia, tua louca paixão
Ser tema envolvente no seu coração
Ser tudo que agente sonhou, porque não?

Foto de Melquizedeque

Boemia de um vampiro

O céu anoitece e resplandece seu corpo
Vislumbres meticulosos em afagos infindáveis
Parado a olhar a escuridão daquela noite
Vejo-te a contemplar certas águas que lhe entorpecem

Seres míticos e aquáticos emergem no horizonte obscuro
Meus sorrisos tímidos entrelaçam o seu
Acredito ser fruto de paixões já vividas
Fica escrito na água, nos rastros do vento

Não há nada que mude um minuto desse tempo
Sinto meu corpo, de coração frio, se aquecer em beijos incandescentes
Na escuridão da madrugada percebo a constelação de seu olhar
Com maliciosos sorrisos, em transe me espera com o corpo já despido

O tempo parece correr competindo com velozes maratonistas
Em um momento a lua sorri, em outro já é engolida
Exautorado de meu posto, por seus beijos, por inúmeros corvos
E o canto da lua encanta meus contos... Na rua deserta me leva e guia

O calar da noite se quebra com as ondas de um rio-mar
E é em seu desejo que impera minha fome animalesca
Antropofagia incontrolável... É seu sangue que me sacia
Entrastes neste jogo, onde o prazer é o seu prêmio e o ritual a boemia.

(Melquizedeque de M. Alemão, 10 de maio de 2011)

Foto de jorge luis de oliveira

AMOR DE NETO

Jorge Oliveira
21-4-2011

O amor é um sentimento abstrato que todo mundo sabe que existe mas ninguém vê, porém, eu consigo transformar esta abstração num sentimento concreto, quando junto estou do João Victor, meu neto;

É um amor tão grande que um gesto, um olhar, um sorriso me traz tanta felicidade e emoção que as vezes até o coração bate fora do compasso, mas logo depois volta ao normal, afinal esse amor não tem limite e está em todo lugar: no ar, no vento ou até no espaço;

Para mim, meu neto brilha como o sol em dias de verão e clareia como a lua em noites de lua cheia, me traz tanta felicidade que as vezes eu esqueço da minha idade e com ele, apronto cada travessura, só para ver o brilho dos seus olhos a olhar-me com ternura;

Em fim isto é o que o meu neto significa para mim: amor total e felicidade sem igual.

Foto de Edigar Da Cruz

%%%Para Uma Poetiza%%%

%%%Para Uma Poetiza%%%

Vestida de luar de espera e amar
Mina de amor e poetisa de vontade
Da sedução a lealdade!,..
A ti escrevo nessa junção de palavras poetisa
Dona do meu amor!,...
Que de paixão me vesti para ser o seu poeta de amor...
Vem! Abraça o romantismo que á, ti em pétalas de amor,...
Seu beijar de cheiro de flor
Nos contornos do meu olhar que olho essa poetisa de amor,...
Um contorno de flor de amor...
Quero-te um caminho todo novo
Atapetado de mil desejos,..
Como um lindo gosto de damascos,..
Pinta a aquarelas dessa louca quente única paixão
VEM!!!QUERO SENTIR!! Os gemidos
De eternamente..chamado de seu..
No olhares de suas fantasias
Ser sua realidade verdadeira de poetisa!;
Embriagares-me em chamas de desejo
E sedução!...
No cetim dos lençóis dançarem a valsa em chocolates de vida do amor e desejos!!!,
Arabescos pintados em brando da noite
Onde te beijo depois de te amar,..
A poetisa meu amor,..
Onde sinto,..e pressinto!,..
Minha amante amada dourada de brilhos de amor,..
Mais um outono para te amar,..
Se os meus olhos sempre vem a te chamar,..
Que se perdem nas margens da minha!
De uma cálida nudez linda maravilhosa sensual
Não quero segredos quero sentir todo o calor de sua doce sedução
Das paredes de amor da poetisa quero sentir
O toque do gostoso do amor..envolvendo
de dois corações

AMO-TE MINHA POETISA

Ed .Cruz

Foto de Carmen Lúcia

Um olhar, um toque,uma carícia...

Se me olhares diferente
e me vires da maneira que sou,
olhar de quem vê com calma
ainda que com olhos de quem nunca amou,
descobre minh’ alma,
ver-te-ás dentro dela,
perceberás a força de tua presença
e quanto me dói tua indiferença...

Se me tocares mesmo displicentemente
sentirás que desse simples toque irreverente
aflorará o frêmito que denuncia
o imenso amor que mantenho calada
tentando iludir esse torpor que hipnotiza
meu corpo
e que a um simples toque teu
ele se fragiliza, se fragmenta,
ante teu poder que me arrebata...

Se me acariciares levemente
e me olhares com olhos de ternura,
se me tocares suavemente
e me falares com brandura
pensarei que foi um sonho ou fantasia
e acreditarei na utopia.

_Carmen Lúcia_

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