Olhar

Foto de fer.car

SAUDADE

Sentimento sem fim, dor latente em mim
Saudade... símbolo da ausência, o vazio em meu ser
Saudade é quando as primeiras lágrimas brotaram
Do riso fez-se o pranto, dos sonhos a escuridão de dias
Saudade a brasa que arde, e a alma que clama
O martírio de viver sem o que mais se quer
Saudade é sentir saudades antes mesmo que se vá
E longe morrer aos poucos
Saudade é não ter por onde olhar
A não ser em sua direção olhar
É ter não o que falar
A não ser seu nome calar
Saudade é o tudo e o nada
É a magia de lhe ver, o vazio de não lhe ter
Esgota-me as forças, mostra-me a alegria
E depois me restam saudades...
Mostra-me a paz, o viver
E depois me restam saudades
Saudade foi olhar em seu olhar
E ver que sente também muita saudade
E ver que em seu gesto está o meu gesto
E em suas palavras o retrato do que fomos
O amor que ainda sentimos
Eis a saudade

Autoria: Fernanda Benevides
Direitos Autorais Reservados

Foto de andrepiui

Vida

Idéias me vem em massa
Incentivo que faltou
Nas ruas tanta desgraça
A fome dominou

Cada rosto um olhar
Relatando o que passou
Tentam acreditar
No ensinamento do criador

Pelas calçadas
Cobertor de papelão
Crianças marginalizadas
Pronto, formado mais um ladrão

Que fazer, quando desistir
Às vezes é melhor do que lutar
Se até o simples ato de sorrir
Dá vontade de chorar

Infelizmente e ou felizmente
A vida hoje e a muito é assim
Cheia de maldade, verdades em cores diferentes
Mas o nascer do sol não demora a surgir

Como, quando e onde
Vou continuar a me perguntar
A certeza que me vem constante
No firme compasso de meu pulsar...
(Autor: André dos Santos Pestana)

Foto de fer.car

Saudade

Sentimento sem fim, dor latente em mim
Saudade... símbolo da ausência, o vazio em meu ser
Saudade é quando as primeiras lágrimas brotaram
Do riso fez-se o pranto, dos sonhos a escuridão de dias
Saudade a brasa que arde, e a alma que clama
O martírio de viver sem o que mais se quer
Saudade é sentir saudades antes mesmo que se vá
E longe morrer aos poucos
Saudade é não ter por onde olhar
A não ser em sua direção olhar
É ter não o que falar
A não ser seu nome calar
Saudade é o tudo e o nada
É a magia de lhe ver, o vazio de não lhe ter
Esgota-me as forças, mostra-me a alegria
E depois me restam saudades...
Mostra-me a paz, o viver
E depois me restam saudades
Saudade foi olhar em seu olhar
E ver que sente também muita saudade
E ver que em seu gesto está o meu gesto
E em suas palavras o retrato do que fomos
O amor que ainda sentimos
Eis a saudade

Foto de jrs9

Fazer Amor com Você

Não consigo me controlar mais
Já não encontro mais paz
Está difícil de esconder
Quero mergulhar no seu prazer
Não consigo controlar este desejo
De querer sentir o gosto do seu beijo.
Quero te amar pra valer
Quero te olhar frente a frente
Quero que nossa paixão a cada dia aumente.
Te abraçar, te beijar, te querer
Até o extase total
Te fazer sentir-se muito especial
E de tudo, neste momento, esquecer
Quero fazer seus olhos brilharem
Quando minhas mãos, com carinho, te tocarem.
E quando essas palavras tocarem seu coração
E você sentir a mesma emoção
Então você vai realmente saber
Que Quero!
Fazer Amor com Você!!!

Foto de cathy correia

Lembras-te...?

Lembras-te
Quando em troca de uma flor
Me davas o teu mais belo sorriso?
Lembras-te
Quando trocávamos com o olhar
Beijos que sabiam a ondas do mar?
Lembras-te... minha amada
Do nosso amor
Que tudo envolvia
Cobria
Num doce torpor?
Quero-te
Mas acho que perdi as palavras algures...
Num desses corredores
Frios
Impessoais.
Deixei que sentimentos banais
Nos deixassem
Sem sonhos a partilhar

Foto de cathy correia

Sou palhaço

Sou palhaço
Disse o homem
Que tinha na cara
Uma máscara de aço!
Faço riso
Onde é preciso
Planto alegria
Para todo o dia.
Sou palhaço
Nas horas vagas
Dou alimento
E faço mais pequenas
As horas amargas.
Sou palhaço
Disse com o riso no olhar
Na boca
A promessa calada
De histórias de sonho e de luar!

Foto de jairokour

Beijo Para Flor

Ela não me saía da cabeça. Se entranhara tanto em mim que por mais que eu tentasse, não conseguia tirá-la de meus pensamentos.
Sonhava com ela, imaginava milhares de situações, sentia uma vontade louca de ouvir sua voz, ver seu sorriso, estar junto dela, tocá-la, sentir sua pele.
Eu me controlava, mas era evidente que eu a queria demais, que morria de tesão por ela. Apesar de tudo que vivêramos, tinha dúvidas se ainda era correspondido, mantinha-me então discreto e evitava avançar o sinal.
Certo dia por um motivo qualquer, estive em sua casa. Na hora de ir embora, ficamos conversando no portão. Estávamos sozinhos. Ao despedir-me, beijei-lhe o rosto como de costume. Segurava sua mão e senti que ela apertou a minha retendo-a na sua, como se não quisesse que eu fosse. Isso me deu coragem. Puxei-a para dentro e fechando o portão, venci a timidez inicial e toquei seus lábios com os meus. Um lampejo de resistência e espanto apareceu em seu olhar, que logo foi substituído por um brilho intenso e senti sua boca macia pressionando a minha, correspondendo e provocando em mim imediata reação, excitando-me, deixando meus sentidos à flor da pele.
Perdi o medo e com minha boca colada à dela, envolvemo-nos num beijo intenso, quente, úmido, cheio de lascívia e paixão. Adorava a pressão de seus lábios contra os meus, enquanto nossas línguas se encontravam e se enroscavam, lutando frenéticas, procurando cada uma absorver da outra toda carga de luxúria reprimida em nós até aquele momento, buscando desvendar nossos segredos, revelando os mistérios de nossos corações, fazendo aflorar todo desejo contido, enclausurado.
Ah, o beijo. Mais que o sexo, o beijo é a demonstração e a procura dos anseios mais recônditos. É a entrega perfeita, sincera. O sexo é instinto animal, o beijo é o desnudar da alma. O sexo é o prato que nos sacia a fome, o beijo é o alimento que nos revigora a alma. Mostramos no beijo todos os nossos sentimentos. O sexo é gozo efêmero, rápido, o beijo, gozo eterno. O beijo faz o sexo e é o sexo. Sexo é físico, beijo é alma. Revelamos nele toda a nossa fragilidade frente aos sentimentos que nos assolam e toda nossa força criada pela paixão. O beijo agasalha nosso frio, livra-nos de nossas amarras, liberta-nos de nossas vergonhas, estimula nossas emoções e provoca o toque. E o toque, num círculo vicioso, excita o beijo. Mais uma vez eu tomava consciência do porque as cortesãs oferecem o sexo e recusam o beijo. Sexo pode existir entre corpos desconhecidos, beijo verdadeiro e sincero, só entre corações que se querem.
Ao beijá-la sentia meu sangue fervilhar, minha pulsação disparar e todas as minhas sensações concentrarem-se em nossas bocas. Meu coração almejava querer e ser querido. O contato de seus lábios com os meus variavam de intensidade conforme o fluir das emoções, ora suave feito brisa de outono, provocando leves arrepios, ora intempestivo como furacão, provocando tremor, nos deixando ofegantes. Nossas línguas viajavam de encontro ao céu de nossas bocas, acariciavam-se, descobriam-se e completavam-se. Ao comando do beijo nossas mãos nos procuravam, respondendo com afagos de amor. Nossos corpos se entregavam ao contato da paixão e à chama do desejo que se avolumava e se intensificava.
Afastei-me, tomei fôlego e segurando suas mãos a conduzi para dentro de casa, procurando um lugar mais confortável.
Sentados no sofá, Flor, procurando a minha, ofereceu-me novamente sua boca sôfrega. Aceitei-a, ávido de mais carinhos e beijei-a arrebatadamente como sempre desejei, como sempre sonhei. Guiado pelo desejo fiz com que minha boca percorresse seu pescoço, seu colo, sua orelha. Pousasse em sua nuca beijando-a suavemente, provocando suspiros e arrepios de excitação. Minhas mãos descobriam seu corpo em suaves, mas decididos toques. Ela retribuía beijando meus olhos, mordiscando meu queixo, meu pescoço, acariciando meu rosto. Voltava, procurando o agasalho de minha boca, o abraço da minha língua. Prendia meu lábio inferior entre os seus, mordia levemente e deixava sua língua tatear pelos cantos de minha boca provocando-me e levando-me ao paraíso. Por cima do tecido de sua blusa, meus dedos atrevidos encontraram seu mamilo rígido e minha mão apertou suavemente seu seio, arrancando dela um gemido de prazer. Procurei os botões e a soltei. Deixando minha boca deslizar ao encontro daqueles mamilos maravilhosos, rodeei-os com minha língua, sugando-os delicadamente, depositando neles beijos úmidos e calorosos. Flor contorcia-se de excitação. Encorajado por suas reações tirei completamente sua roupa. Contemplei extasiado aquele corpo celeste. Ah, como descrever aquela visão de beleza exuberante? Ela nua, recostada no sofá, olhos semicerrados esperando ansiosa pelo meu próximo toque, adivinhando meu próximo beijo, se oferecendo, se entregando inteiramente a mim.
Decidi naquele instante que meu prazer, meu gozo, seria o dela. Resoluto distribui delicada e demoradamente centenas de beijos em seu colo, em seu ventre maravilhoso e, ousado, explorador, percorri seu corpo com minha boca, beijando, lambendo, sentindo a suavidade e o sabor de sua pele. Voltei aos seios, refiz o caminho de sua boca, mordisquei a pele de seu ombro, beijei seus pés. Partindo da parte de trás dos joelhos deslizei a ponta da língua alternadamente pelo interior de suas pernas, e subindo, guiado pelos seus murmúrios de aprovação, aproximei-me atrevido e pousei meus lábios nas pétalas macias daquela flor maravilhosa, sentindo sua suavidade, seu sabor divino, néctar propagado dos deuses. Deliciado, entre seus tremores e gemidos ouvia os murmurantes sinais inequívocos de seu delírio, que me orientavam e conduziam: “assim..., mais..., continue...”.
Beijava-a agora com a delicadeza do amor mesclada com a fúria da paixão. Flor respondia com movimentos ondulantes de seus quadris, suas pernas pressionando minha cabeça, fundindo-nos no mais íntimo contato. Minha boca e minha língua, como se estivessem em um parque de diversões, beijavam e brincavam loucamente, saltitando de um ponto a outro, alimentando seu prazer, amplificando seus sons, tonificando suas sensações. Estendi os braços e toquei novamente seus seios, brincando com seus mamilos, navegando por suas curvas, escalando suas colinas. Busquei sua boca e senti meus dedos, qual sorvete sabor prazer, sendo lambidos e sugados, umedecidos e envolvidos por sua língua. Continuei, distribuindo por onde minhas mãos alcançassem, as carícias que fluíam das pontas de meus dedos, descobrindo seus pontos de loucura, ligando chaves do seu prazer, desvendando as trilhas da sua paixão.
Sentindo o aumentar do ritmo dos seus movimentos, a frequência de seus ais, o balanço do seu ventre coordenado com a intensidade de meus beijos e o pulsar de minha língua, pressionei suas nádegas de encontro a mim, mantendo aquele cálice preso à minha boca, evitando sua fuga. Com as mãos crispadas no tecido do sofá, Flor aumentou a pressão de seu corpo sobre meu rosto, permitindo que eu sorvesse a intensidade de suas sensações, o mel dos amantes, querendo que seu prazer também fosse meu, e desmanchou-se com um tremor vigoroso na melodia fluida do gozo profundo, num êxtase sem fim, trêmulo, intenso, sonoro.
Segurando minha cabeça, manteve-me ali, preso por instantes em seu pulsar, compartilhando e transmitindo-me seus impulsos, suas delícias, agraciando-me com uma parcela de seu céu, me fazendo morrer de paixão e de felicidade. Acalmada, levou meu rosto junto ao seu e beijou minha boca suave e demoradamente. Acomodou minha face em seu colo, para que eu ouvisse, nas batidas de seu coração, os acordes de seu amor.
Sorridente, saciada, satisfeita, sem proferir uma palavra sequer, me fez feliz por tê-la feito feliz.

Foto de Abissal

Amo-te, Lua

Ó lua doce lua,
Quisera eu poder tocar-te,
Já que não o posso almejo pra sempre adorar-te,
Como a força da vida que se distancia com o tempo,
Assim são minhas juras de amor que se vão escapando com o vento.
Confesso com todo o ardor do meu peito,
Que sempre desejei seus lábios junto aos meus,
Mas nunca me destes espaço de tê-los junto aos teus.
Assim ó doce lua,
Sigo amorosamente os passos seus,
Esperando que humildemente enxergue um passo meu,
Pois se um doce olhar seu fosse destinado a mim,
Uma vida toda teria valido a pena,
Mesmo não tendo toda uma vida junto a ti.

Foto de lookoutss

Fios dourados

Fios dourados ondulando ao sabor do vento
Longos e brilhantes se entrelaçam entre meus dedos,
Toco teu rosto e busco teu olhar, quero parar o tempo e segurar o teu suspiro.
Guardar comigo para sempre esse momento.
Segurar o tempo com as mãos, inebriado pelos fios dourados que servem de moldura para o teu rosto, Cala-me com teu beijo, e acaricia-me com teus cabelos sobre o meu rosto, vamos segurar juntos o tempo.
Para que não fuja de nos esse momento.

Foto de Nana ´De Má

Beijo na Lua.

A lua se tornou mensageira,
Em cada lua cheia entrega um beijo meu,
As estrelas se tornaram testemunhas,
Em cada céu limpo, do meu olhar calado mirando o nada,
Promessas soltas, jogadas ao vento da noite fria e só.

A lua em cada beijo que lhe entrega também te banha de candura,
As estrelas tentam guiar o meu olhar um pouco mais pro sul,
E assim já tenho um horizonte mais limpo.
As promessas passam a ser tão reais e tão sinceras.
A noite ainda é fria e só.

Não se esqueça amor,
Não sou feiticeira,
Amo a natureza e nela busco inspiração,
Mas não se esqueça do meu amor pela lua,
Nem de meu beijo deixado a ti.

Esta tão bela ilusão, a tantos poetas empresta inspiração,
Hoje saia vá até a janela, respire o ar da noite fria, e pegue o beijo que deixei pra ti,
Não se preocupe se esquecer-te, ela voltara, e com a mesma boa vontade, novamente lhe entregara tão rica encomenda.

Páginas

Subscrever Olhar

anadolu yakası escort

bursa escort görükle escort bayan

bursa escort görükle escort

güvenilir bahis siteleri canlı bahis siteleri kaçak iddaa siteleri kaçak iddaa kaçak bahis siteleri perabet

görükle escort bursa eskort bayanlar bursa eskort bursa vip escort bursa elit escort escort vip escort alanya escort bayan antalya escort bayan bodrum escort

alanya transfer
alanya transfer
bursa kanalizasyon açma