Olhar

Foto de Paulo Master

Maravilhosa!

Assim é tu mulher!
Maravilhosa, exuberante e perfeita obra prima da natureza. Com suas linhas delicadas e provocantes, me faz provar do doce pecado por ser teu amante. Vivo livre e aprisionado em teus segredos, indecifrável mulher.
Deus quando te criou estava muito inspirado e apaixonado, deveras ter tomado um belo susto ao ver o final de sua obra, como um artista que se maravilha com sua bela criação ao vê-la no final. Talvez o próprio Deus até hoje não devesse saber de onde veio tanta inspiração.
O mundo de um homem muda ao tocar pela primeira vez os lábios de uma mulher. Tocar seu corpo, sentir seu gosto. Seus seios, sua pele, seus cabelos, seu sorriso e por fim, sua voz. Não existe nada igual, nada se iguala a emoção de sentir o prazer de possuir uma mulher.
Quanto mais te conheço mais te desejo, mais te almejo. Respeito com sabor de possessão, de tomar-te em meus braços. Sinto-me lisonjeado por ser um homem e poder desfrutar dessa maravilha que és tu mulher.
Tocar teus cabelos e deslumbrar-me com sua beleza, seu carisma de mulher, sentir o teu cheiro... Oh, queriam as flores ter seu perfume! Como um jardim de beleza sem igual, perfuma minha vida com o sabor do amor e o delicioso aroma do prazer carnal.
Não existe nada que se iguale a ti, nem as madrugadas serenas ou as tardes de verão, tua beleza tem um sabor único, posso apenas comparar-te às manhãs de primavera, pois em ti mulher a primavera se inspirou, com suas cores e sabores de odor provocante, nas primaveras o amor está presente. As flores mais influentes és tu mulher, ainda muito mais atraente.
Um toque, um gesto, basta apenas um olhar teu para que eu desista de tudo e corra para teus braços, assim és tu, poderosa e dengosa, conheces teu poder de sedução e usas com sabedoria, eleva-nos às alturas, sem ao menos tirar os pés do chão, terna e carinhosa, meiga e bondosa.
Saber agradar uma mulher é uma arte, como arte é fazê-la delirar de prazer, deixá-la feliz, dar-lhe o privilégio de ter o mais divino gozo, permitir que lhe peça de novo e de novo, fazê-la embriagar-se de prazer, apaixonar-se, o maravilhoso é ter uma mulher apaixonada e convicta do amor em nossa vida, viver um grande amor com uma mulher.
O corpo da mulher é poesia, fazer amor com uma mulher é o mais lindo recitar. Seus sussurros de amor são como uma linda canção que ao fundo se faz divino acompanhamento em uma calorosa melodia que sai de dentro, do fundo do seu coração.
Não existem argumentos quanto a ti, faço-me escravo e senhor do seu amor, jogo toda minha vida em jogo apenas por ti mulher e ainda faria por mais mil vezes, pois reconheço teu valor, diria eu que tu és o mais belo e lindo motivo para o meu viver, a joia rara, a deusa do entorpecer, delicada e poderosa, encantadora e maravilhosa.

Foto de ραłøмα

Recordação

As palavras nunca foram ditas,por algum motivo sempre foram caladas,foi aquele olhar,aquele sorrio,talvez aquele instante contigo,era apenas um pequeno sonho que queria torna-se realidade,sempre foi aquele desejo de sempre estar contigo,nunca me faltava uma razão por querer estar sempre ao seu lado,apenas um objetivo acima de tudo e de todos,é mais um caminho escuro e frio é apenas a desilusão quem me trouxe aqui,era apenas uma vontade de estar entre seus braços,sentir o seu calor,nada mais me faz reviver o que vivi com você.
Era o mais forte e ao mesmo tempo o mais fraco,era completamente o mais diferente e o mesmo tempo o mais compreensivo,era o mais carinhoso era o mais admirado,que simplesmente se tronou o mais inesquecível porém o mais complicado..

Foto de Allan Sobral

Fusão - (Schwanticamente Sobral-natural)

Minha mente anda em um ritmo frenético, ao ponto de me irritar facilmente pelas coisas complexas serem tão simples, as coisas que alguns julgam tão muito, serem para mim muito pouco.
Sinceramente peço perdão pela minha petulância, mas me viciei nos olhares que me oferecem jogados ao ar, pois ao ar só deixo suspiros tristonhos e carentes. Pois por de traz deste olhar firme e cortante, carrego lagrimas, ainda que raras, mas existentes, lagrimas que até hoje poucos entenderam, precisamente só um amigo chamado violão, uma dama chamada rosa, e um grupo de dançarinas das noites vazias conhecidas com estrelas.
Mas ainda não cria que houvesse outro, pensei que do meu planeta eu fosse o ultimo, e que nossa espécie já havia sido extinta, e esqueceram de mim. Mas não! Sobrou um ser, que é originalmente do sexo oposto, que foi escondido e criado muito distante de mim, mas que tem a marca da espécie, o poder de se comunicar através dos olhares.
...olhe em meus olhos, converse sem usar palavras, gargalhe da piada que não contei, chore da dor que não é sua, cante a canção que nunca toquei, viaje comigo até a estrela que dei seu nome, olhe a Terra comigo daqui da Lua, entenda as doze poesias que escrevi ao pensar em uma palavra que nem disse, ande comigo por este lugar que nem sei se é real, acredite na sua verdade simplesmente por acreditarmos que é, seja feliz pois a felicidade nasceu em nosso coração.
Dai-me sua mão, dobraremos nossos joelhos, e oraremos dentro de um templo ainda que desconhecido.
Dai-me sua mão, guerrearemos sozinhos contra todo o resto, um Guerreiro Massai e uma princesa Amazonas.
Dai-me sua mão, cavalgaremos com o vento beijando nossos rostos, Apolo e Artemis.
Dai-me sua mão, e enfrentaremos um mundo que não foi feito para nós, pois nós fomos feitos para ele, e provaremos que o mundo não é um lugar bom, mas vale a pena lutar por ele, e não temos maior responsabilidade que ser feliz.

Allan Sobral

Foto de Rute Mesquita

Os três desejos e os cinco sentidos

Quando sonhamos de olhos fechados tudo se realiza. Todo o impossível se torna possível. Todo o ocasional se torna evidente. Todo o curto se torna demorado e intenso. Todo o celeste se torna terreno. E é após esta breve apresentação que vou fechar os meus olhos e sonhar…

Vejo uma pena, que baloiça no ar à música do vento, vai para lá e vem para cá… e falta pouco para nas minhas mãos quentes e ansiosas pousar. Talvez eu possa apresa-la, dançando com ela. Balanço-me para cá… balanço-me para lá e aqui está ela nas minhas mãos.
Traz consigo um recado, diz que peça três desejos que ela mos irá realizar esta noite. Pois vou pedir muito silenciosamente o primeiro.

I.Desejo: o seu encontro, o despertar dos cinco sentidos.

Avisto a sua casa, entro por aquela porta pela primeira vez sem precisar de chave ou de um convite, atravessei-a por e simplesmente. Sinto os meus pés a gelarem com a fria madeira do chão de uma sala colorida. Continuo a andar… atravessei outra porta e eis um corredor. Um corredor estreito e confortante que acaba numa pequena varanda. Sinto presenças vindas de dois quartos situados na lateral direita do corredor e uma atracção que me chama ao segundo quarto. Eu deixo-me ir, deixo de conseguir resistir de controlar o meu corpo. Entrei… vejo um quarto cheio de memórias de momentos de amor, de paixão, de partilha, de cumplicidade, de entrega. Vejo recordações, vivi-as em milésimas de segundo, mas mais que isso vejo o seu corpo coberto de um lençol fresco. Pareceu-me que fiquei uma vida a contempla-lo. Aproximei-me, como se os meus cinco sentidos quisessem mostrar-se apurados. A Visão foi o primeiro sentido a fluir. Contemplei aquele corpo durante uma vida sem um único pestanejar, com as pupilas contraídas, fazendo o seu trabalho, regular toda aquela luz vinda daquele ser angelical.
O Olfacto seguiu-se. Cheirei a sua pele, cheirava a um aroma único e só vindo daquele corpo, chamava-se ‘sedução’. Qual será o cheiro da sedução? Não sei responder, pois ainda só vi e cheirei.
A Audição apressando-se, foi o terceiro sentido a fluir. Ouvia atentamente o seu respirar, que me lembravam o som das ondas do mar, ora avança onda, ora rebenta onda… retrocede areia e assim repetindo-se infinitas vezes. Oiço um palpitar desequilibrado, quase que um chamamento. Oiço os seus olhos adormecidos a mexerem-se, estará também a sonhar? Estará à minha procura?
Irrequieto o Tacto quer ser o próximo. O Tacto que se concentra todo em usar as minhas mãos. E é então que começo a sentir um manto fofo, que pica um pouco e se entranha por entre os meus dedos, é o seu cabelo confirma a Visão. Continua o Tacto… percorre a sua face com todos os pormenores, as sobrancelhas, as pálpebras, as suas pestanas, o seu nariz inconfundível e os seus lábios carnudos. ‘Como são belos, Tacto’, diz a Visão. E o Tacto não pára… sente agora as suas orelhas perfeitas de tamanho ideal. Desço mais um pouco… as minhas mãos descem o seu pescoço como se fosse um simpático escorrega. Finalmente o seu peito… um peito que sobe e desce em curtos espaços de tempo. ‘Está a respirar’, diz a Audição. ‘E o seu coração está a bater mais que nunca, Audição’, acrescenta o Tacto.
O Paladar impaciente quer acabar em grande mas, o Tacto pede-lhe que o deixe pelo menos sentir as suas parceiras, as suas outras mãos. Então lá foi o Tacto percorrendo aqueles seus longos e musculados braços até às suas metades. As suas mãos, grandes, suaves… onde as minhas encaixam perfeitamente como o sapato no pé da Cinderela. ‘Agora tu Paladar’, diz dando uma força a seu sortudo contíguo.
O Paladar, como seu instrumento usa a minha língua. Sinto um gosto doce… um gosto que sabe a amor. Como se saboreia o amor? A Visão diz, ‘ao ver este corpo esbelto’, o Olfacto atropelando diz ‘ao cheirar a sua pele’, a Audição unindo-se ao Tacto responde: ‘É mais que isso meus caros companheiros, o amor provém do batuque do seu interior’.
Curioso e surpreendido continua o Paladar. Sinto que estou a passar a minha língua agora na sua orelha, tão macia com pequenos pelos que cobrem provavelmente todo o seu corpo quase que imperceptíveis. Pairo agora nos seus lábios, provo a sua sede, o seu desejo. Como se prova a sede? Como se prova o desejo??
O Paladar continua sem se surpreender pelo silêncio dos outros sentidos. Percorro agora o seu queixo, o seu pescoço e agora o seu peito… encontro uma pequena cova por onde passo e passo lambuzando a sua pele. Até que o Paladar indignado sente uma outra pele... uma pena, é isso era uma pena e pede ajuda à Visão para que lhe explique o que significa. E a Visão atentamente observa a pena e lê no seu verso: ‘Pede agora o teu segundo desejo’ e ai os sentidos perceberam que o seu tempo tinha acabado…
Pedi então o meu segundo desejo, levando todos estes aromas, todos estes sons, todas estas cores, todos estes relevos e todos estes gostos.

II.Desejo: o despertar do corpo adormecido.

Pedi, pedi que este corpo adormecido acordasse. E assim aconteceu, o corpo esbelto que havia explorado despertou e eu estava deitada a seu lado contemplando-o. Ficámos eternidades a olhar-nos olhos nos olhos… e sei que não foi um desperdício de um desejo nem de tempo.

III.Desejo: A união dos dois corpos e os seus respectivos sentidos.

No seu olhar vejo ‘Pede agora o teu último desejo’ e foi então que pedi, pedi que os sentidos se unissem de novo e provassem a sedução, o amor, o desejo, a ardência, a paz, a magia, a sintonia, daquele corpo e assim se realizou… por entre aqueles lençóis que antes frescos e agora quentes e transpirados, numa luta escaldante e exploradora entre os cinco sentidos de ambos os corpos.

E ainda bem que não há um quarto desejo e sabem porquê? Porque não queria pedir para acordar…

Foto de Edigar Da Cruz

A vida no maior cemitério do Mundo

A vida no maior cemitério do Mundo

Um silêncio de morte. As cores e os sons da vida. Assim se cruzam a essência e a ausência no maior cemitério do Mundo.
No final, parece que estivemos ali. E que fomos recebidos como visitas bem-vindas para ouvir falar da vida num local que tresanda morte. Mas de olhos postos no futuro.
Um filme cheio de verdade onde o espectador entra no maior cemitério do Mundo, sem vontade de lá sair. Ou de ficar mais o fato e concreto tem dias na vida que parece que estamos, em um IMENSO CEMITERIO SEM FIM..onde tudo parece nebuloso parecemos estar no meio do nada e nessa hora que nos encontramos e olhamos bem de visão de frente que na morte e, da vida renascemos vivos e mais fortes de visão para vencer ! que para vencer uma grande guerra e preciso olhar e ver e sentir o SANGUE JORRA feito agua e chgar a conclusão que a vida se olha para frente, de olhar de futuro e que ficou para tras foi somente escuridão e resto e viver sempre o presente pois o melhor disso e o agora ..o real tá ai a vida e que si dane os olhos terceiros simplesmente a regra da vida e VIVER

Autor: Ed.Cruz
Savage-Love.

Foto de andrelipx

Olhar quebrado...

Quero encontrar-te, quero descobrir-te e quero olhar-te. Perdi o meu olhar, pedir o brilho não sol do anoitecer, por isso procuro-o. Vaguei-o mundos e oceanos a procura do meu olhar, daquilo que me fazia olhar e ver a beleza, será que estou corrompido, ou será que já não consigo olhar tanta beleza? Não sei. Quero-o só para mim, perdi-o, e alguém o encontrou, quero o meu olhar, para poder olhar com intensidade tudo o que há e deve ser olhado, quero ver as flores, as borboletas, os pássaros, as nuvens, o amor, a felicidade, mas não consigo nada, nem ver nem fazer ver. Dá-me uma hipótese, de voltar a olhar, só quero ver o infinito e o finito, quero ver o anoitecer e o amanhecer, não quero mais olhar e ver o que não quero, sinto-me sem brilho, sem algo que me mostre como sou e como devo de ser... Sou sentimentalista, infeliz, romântico, mas sem ti não sou nada... Perdi-te nas correntes do oceano, e tu não me quisestes mais por isso fugistes, só quero uma hipótese para voltar a olhar, para voltar a contemplar e a admirar tudo o que há de belo... Faço, crio, procuro e construo-o palavras para que este brilho me volte a encontrar e a ver-me outra vez. Estou incrédulo, sem fio condutor, sem metal que me ligue ao brilho, sem cobre que faça este brilho trabalhar, só me resta o que construo-o, estas palavras, estas consoantes e vogais, que depois formam um conjunto infinito de Palavras sentimentalistas, quero o meu olhar, o meu brilho, a minha vida... Volta para mim, não me deixes sem ti perco a pouca vida que me resta... Quero voltar a olhar para as flores do meu jardim e ver que não caem, mas sim rejuvenescem...Volta para mim peco-te, suplico-te, ponho-me de joelhos para te ter outra vez... Eu sei que fostes sem mim, mas que um dia vais regressar, e despertar o meu olhar... Ele está morte, e moribundo, com magoas e aguas... Quero que voltes e me dês a vontade de viver, porque afinal és o meu olhar, é o meu viver, é as minha fonte de alegria... Volta olhar...Dá-me uma hipótese, mas volta...

Foto de Jerry junior

amor inferno amor

Amarra-me posso estar louco
pois, nele não acredito
Mesmo o sentindo não creio...
O peso de tal fardo só me afunda,
Coisa terna? Só pressiona o peito.
Como pode ele ser nobre,
Quando é duro, demais duro, demais bruto
Impetuoso o bastante para nos picar
Feito pontas cortantes. Fere até espinhos!
E eu simples que dele nada entendo,
Aceito-o, embora corro.
Ou devo forças ter para enfrentá-lo?
Dilacerá-lo enfim...
Assim devo fazer? Assim devo ser?
Então quando, mesmo a luz, da noite,
Que me queima, essa mesma luz
De lágrimas de tristezas,
Me aquecerá e me confortará.
Esperto o homem que não o toca,
Esperto este que não o sente.
Certo é não procurá-lo nos sonhos
Que por certo é só tê-los
Nas noites tardes
Enganando-se tardes dias
Pois, mentem os sonhadores...
Que ao ver então estrelas não brilhantes
Quando o amor chega,
E as mesmas somem
Quando eu não mais olhar.
Mas, elas continuarão lá,
Pequenas e lindas como fadas,
Tão pequenas qual uma pedra de ágata.
E o amor que só febre, fere febre,
Abre feridas tamanho de Jade
E então fujo, cubro-me
Num grupo de átomos,
Pois, só assim dores não sentirei.

Foto de Rute Mesquita

Vamos dar uso à nossa racionalidade!

O ser humano tem poder e não só para as coisas más. Conforme, o Homem pode acabar com o Mundo, ele também pode estudar, investigar e progredir. Conforme, o ser humano mente, mata, pode também, por outro lado, ter amor ao próximo e ser verdadeiro consigo mesmo e assim para com os outros. Deixando-me de exemplos infinitos. Tudo isto seja para o bem ou para o mal, só o Homem o pode fazer! Nenhum outro ser tem capacidade para tal! Isto porque o que nos distingue é a racionalidade. E se assim é, porque não raciocinar?
Ora então, não é verdade que as perguntas surgem das circunstâncias mas, que as respostas a estas estão e sempre estiveram dentro de nós?
Será o Homem, Homem o suficiente para não olhar a bens materiais, à ambição cega de pisar tudo e todos para lhe darem valor? Será? Será que percebe que busca há só uma e que por mais peripécias que tenha esta caminhada, percorremo-la sempre à procura do ‘eu’ e mais! Será que entende, que começamos esta mesma caminhada, sem saber quem somos e acabamos também sem o saber? Pois a nossa personalidade está constantemente em modelação, podemos dizer que é mais dos que cruzam o nosso caminho do que nossa e porque digo isto? São os que cruzam o nosso caminho que fazem o nosso destino. São eles que decidem a nossa felicidade, a nossa solidão. E como costumo dizer 'nós precisamos de toda a gente e toda a gente precisa de nós'. Não fomos concedidos para sermos um só. Fomos criados para nos criarmos e procriarmos.
‘O verdadeiro tessouro, está no nosso coração’, como citou Paulo Coelho.
E está! E um dia cansados, vamos sentar-nos de exaustão, de desânimo e quando pensarmos em desistir desta busca, escutamos um ‘pequeno’ barulho, (aquele barulho que quase não damos por ele, mas que é ‘o grande’), um bater desequilibrado e aí percebemos que encontrámos o nosso tessouro! O nosso coração bate!! É uma dádiva! Por isso, devemos levantar-nos de imediato com o nosso espírito de livre arbítrio, medindo cada passo, pessando cada decisão e sermos nós! Sem preconceito da nossa errância e mortalidade!

O MUNDO ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS!

Foto de melzia

Só tu...

Só tu, amor, fazes sorrir...
Só tu, paixão, alegras um olhar...
Só tu, amizade, enfeitas um rosto....
PAIXÃO, AMOR, AMIZADE...Sentimentos parecidos e tão diferentes....
Paixão, um sonho...
Amor, uma eternidade para ser escrito num livro...
Amizade, estará sempre presente para nunca haver solidão,
Medo e curar as lágrimas da tua solidão.

Foto de andrelipx

As Flores do meu jardim...

No meu jardim, velho e sem vida onde reside só água e tristes flores que não possuem mais nada para além de lágrimas de tristeza. Tristeza essa largada no medo deste infinito campo, tenho varias flores todas elas tristes e sem vida, sem amor, sem alguma expressão de carinho, procuram algo, algo que lhes é negado, algo que lhes é prendido, elas querem atenção, procuram todos os dias um pouco de atenção por parte de alguém, mas quem... Quem será esse alguém que procuram! Não sei... Estão murchas, não pelo facto de não terem água, mas sim pelo facto de não terem quem as ame, foram abandonadas renegadas, desprezadas e ignoradas. Levaram palavras, actos e feitos que não mereciam, são flores...Algo belo e vivo, algo que chora quando alguém, algo que espera um sorriso, só querem...só querem...ser felizes, querem encontrar nesta campo algo que lhes faça voltar a ser como eram, será que é só para chamarem a atenção, ou porque realmente se sentem sós, não sei, sei sim que estão quase a cair de tanta tristeza, essa tristeza que penetra nos seus poros e vai até ai caule e que penetra no seu belo e pequeno coração, esse coração chora, porque está triste, chora porque se sente doente, chora porque não tem ninguém para com quem partilhar as suas emoções... Elas necessitam de alguém, alguém que não lhes rege com água, mas sim com amor, são flores com sentimentos onde o maior é a tristeza, onde paira no ar a infelicidade e a solidão, onde vagueia pelas suas veias este medo de acabaram só... Não tenho um jardim, mas sim um campo cheio de silveiras e outras plantas que ofuscam o olhar das minhas, não tenho um jardim com amor, mas sim com saudade e tristeza, não tenho mais plantas metafóricas que crescem e pairam pelo ar do meu jardim, mas sim plantas personificadas que tentam cavar na sua vida um caminho, não sei qual é o caminho que estão a cavar, sei sim que querem mudar, querem crescer. As flores do meu jardim são assim murchas e sem amor, com muita água, mas ainda com mais magoa, não entendo porque estão assim, as flores do meu jardim...

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