Foi uma atração sem fim
meus olhos se prenderam nos seus
Faz tanto tempo.........
Mas o seu jeito de ser,
se vestir , e me olhar
ficaram como tatuagem
em minha pele
Era um jogo de sedução que começava
indefinido, inexplicável
os meus acordes dispararam
e o sinal de perigo
me alertou
Tento buscar no passado ,
minhas diversas reações
mas sempre encontro
algo inacabado
uma cumplicidade envolvente
um desejo proibido
ahh.. tanto tempo se passou..
tantas bocas eu beijei
em tantos corpos te procurei
em outros carinhos me levei
mas, saber de voce,
ver voce ..
é sempre um acender,
é sempre derrapar na curva
te seduzo em versos eróticos,
te envolvo em fantasias
num assédio escandaloso
de desejo e poesia
Enviado por CarmenCecilia em Ter, 05/08/2008 - 06:43
POESIA: CARMEN VERVLOET
EDIÇÃO: CARMEN CECILIA
MÚSICA: AQUARELA BRASILEIRA E BRASILEIRINHO
APRESENTAÇÃO EM VIDEO POEMA E PHOTOSHOP DE TODOS OS ESTADOS BRASILEIROS E SUAS CARACTERÍSTICAS
RONDONIA,ACRE, AMAPÁ, RORAIMA, TOCANTINS, PARAIBA, ALAGOAS, PIAUÍ,RIO GRANDE DO NORTE,MARANHÃO
BRASILEIRO 2:
AMAZONAS, PARÁ, CEARÁ, PERNAMBUCO, BAHIA, SERGIPE, MINAS GERAIS, ESPÍRITO SANTO, RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO, PARANÁ, SANTA CATARINA, RIO GRANDE DO SUL,GOIAS, MATO GROSSO DO SUL, MATO GROSSO, DISTRITO FEDERAL
BRASILEIRO:
BRASILEIRO
Tem o gene da cultura plural,
Razão da sua criatividade genial!
Seu sangue, mistura de tantas raças,
Dá-lhe aptidões e graça!
Na pele diferentes cores...
Branca, negra, parda, amarela,
Que lhe dá a tez,
Numa peculiar aquarela,
Tintas por escolhas misturadas,
Neste País por belezas emoldurado!
Cafuzo, mameluco, mulato,
Junção de etnias, vínculo, contato!
Nos olhos o lume voltado ao futuro,
Que clareia a esperança no obscuro!
Povo corajoso, arrojado, inteligente,
Sagaz, intrépido, valente!
Povo arguto, sobrevivente...
Germina sua semente
Em qualquer chão...
Faz dele seu torrão!
Planta suas raízes!
Samba no pé, carnaval e café!
Cerveja e cachaça,
Fermento na massa,
Vinho na taça!
O quadril da mulata,
Um monumento incomparável da raça!
O brasileiro
Distingue-se em qualquer país!
Mostra sua mais forte origem no nariz!
Sua ascendência, sua raiz!
Nos lábios um sorriso feliz,
A alma, sua matriz,
Opção de religião,
Dentre tantas, nesta confederação!
O brasileiro carrega no coração
O mapa da sua Nação
Desenhado em amor e devoção!
Pai!
Hoje, eu queria teu colo
O calor do teu abraço
Hoje, eu queria te ouvir
Falando dos teus sucessos
E percalços...
Ensinando lições da vida
Contando das tuas lidas
Como quem risca um bordado...
Hoje, queria olhar em teus olhos
E te falar das minhas vitórias
E também das minhas derrotas
Sabe pai, hoje eu queria teu ombro
Pra sentir a fortaleza
Com que sempre me apoiaste
E com tua sabedoria
Me acalentando
Que tudo passa...
Ah! Pai, eu queria tuas mãos
Pra me mostrar de novo
A melhor direção
E não me perder pelo caminho
Queria-te ver sorrindo
Ter sua proteção
Como quando era menina...
Queria ouvir tua voz
Ecoando ao violão
Como quem cantava o mundo.
Cristal!...
Objeto do minério
que sem mistério,
tem beleza e solidez,
arte e polidez.
Em sua forma e porte
é tambem, símbolo da sorte.
Límpido ou relusente,
fosco ou transparente,
sinônimo de beleza,
bondade e pureza,
em formas inversas
e até diversas,
aos olhos cristalinos
de homens mulheres e meninos.
Assim é o cristal,
que de maneira artesanal
com minerais e fogo,
e com muito jogo,
se torna em arte,
que, modéstia à parte,
para o feitor,
um símbolo do amor.
Para os afetivos,
um bom adjetivo,
um presente,
que de repente,
ao longo dos anos,
lembra, sem angano
um amor que não passou,
mas, se CRISTALISOU.
Corri por entre Ruas e Alamedas
Cruzei esquinas, fugindo do teu olhar perturbador...
E me perdi nas veredas das emoções
Deixando para traz:
Teus carinhos, teus abraços
Tuas palavras...
E na corrida da estrada da vida,
Perdi meus passos e não vi meus rastros...
Fiquei só, chorei e sorri!
Atravessei pontes,
Cruzei fronteira, pulei em precipícios.
Fechei os olhos diante do perigo
Estava eu lá tão só...
Só o vento batia em meus cabelos
Que se molhavam com a chuva de minhas lágrimas.
Minha única companhia, eram os pássaros,
Que em seus vôos perdiam suas penas ao vento.
E cantavam enquanto eu chorava.
Parei para pensar, porque eu ali estava...
Tão só....
Lembrei do teu olhar....Ah! teu olhar
Teus beijos, Teu cheiro, tudo ficou lá ..
Ficaran lá na esquina...
O teu olhar....Ah! Ele desnudava meu corpo
Que pedia socorro!
Mas ninguém o ouvia...
Meu grito se perdia num grande eco.....
Adormeci e nos meus sonhos,
Derramei nas folhas secas, a minha saudade...
Foi uma espera de muita dor...
Porque se eu voltasse, saberia que não estaria,
A me esperar
Pássaro cante, cante, cante para eu te ouvir.
Quero ouvir teu canto,
Nesta espera do nada..
Pássaro voe, voe, voe bem alto e diga a ele:
“Ela ainda te ama”
10/09/99 Foi o primeiro poema que coloquei na net...
Resolvi
Falar da mais bela
e glamurosa de todas
as coisas. Das coisas
que se movem...
E das que não se movem
Das coisas plenas,
Intensas... Das que encantam
e comovem, das que deixam
saudades, das que iluminam...
Ela está acima de todas
Acima das efêmeras
e fúteis... Das loucas e inúteis
Ela reluz nos olhos
e de tal modo, enfeitiça.
É causa de análises
filosóficas
Mas é única...
Não se diagnóstica
Mas é certo que é benção divina
É fato que é canção que embala
Magia que aonde chega
Contamina.
A AMIZADE.
Escrevo-te esta carta para lhe falar sobre amor.
É sobre amor! Paixão desenfreada que não me deixa dormi,
Que não me deixa viver.
Paixão a qual descobrir quando olhei em teus olhos
Paixão que de tão grande quase não me cabe no peito
Paixão da qual venho lhe falar.
Talvez você não acredite, mas há algum tempo atrás,
Quando te vi pela primeira vez senti meu coração bater forte,
Minhas mãos soarem frias e naquela noite mal dormi
Pensando em você!
Eu não te conhecia, não sabia teu nome, nem mesmo quem era,
Mas, uma coisa eu sabia; sabia que precisava ver você de novo,
Saber quem eras de onde vinha pra onde ia.
Então decidi mesmo com toda a minha timidez que ia lhe procurar,
Falar com você de inicio não tive coragem ficava te olhando de longe,
Morrendo de ciúmes confesso das garotas que te olhavam que falavam com você.
Mas na manha de segunda feira foi diferente,
Arrumei-me, criei coragem e sai, mas...
Nossa!
Será? Não podia ser era você e aquela garota! juntos!
Não agüentei sai correndo em busca de um lugar aonde pudesse chorar!
Eu mal acreditava no que havia visto, era...
Era... Horrível! Pensei que minha vida tinha se acabado,
Com o tempo fui me consolando, mas quando te via passar com ela,
Meu mundo desabava e eu boba ainda te amava!
Mas, como podia ser? Eu não devia te amar, você não me amava!
Para a minha alegria um dia vocês brigaram e eu ali da janela ouvi tudo,
Ouvi quando ela disse que estava tudo acabado!
Meu coração vibrava e mais uma vez eu fui criei coragem e quando te vi, ali,
Sentado... Mas você estava chorando! Sentei-me do teu lado e perguntei o que
Estava acontecendo você disse que tinha se separado da pessoa que amava!
E que ela disse que amava outro!
Da pra acreditar você disse que a amava! Segurei as lagrimas em sua frente,
Fiz-me de forte e disse com o coração partindo de dor e de raiva:
_Talvez assim você sinta o que eu sinto ao ouvi você falar que a ama!
De repente! Um silêncio; olhos nos olhos...
Sua mão segura a minha e... e você olha para mim e diz:
_ha...! Sinto muito, mas... Eu a amo!
Pobre de mim que mais uma vez saio correndo pelo pátio da escola em busca
Do banheiro o único lugar onde poderia chorar em paz.
O tempo mais uma vez e meu único companheiro!
E hoje vou passar, e te entregar esta carta, mas talvez quando você,
A entender eu já tenha mais uma vez saído correndo, mas não para um lugar onde possa chorar e sim para onde possa te esquecer!
Eu sou feliz por que tenho você para amar,
Eu sou feliz, pois tenho você para ver,
Choro só com a sensação de ter perder,
Imploro, fiques, preciso sempre te olhar.
Sem você não sei como fazer para viver,
Sinto-te como o sol, a água e o ar,
No vento e na luz que ilumina o meu querer
E traz na flor o teu perfume para eu cheirar.
Vejo o brilho de teus olhos cintilantes,
Num buque de rosas champagne emoldurando
Tuas faces coradas e magnetizantes
Expelir do fundo de tua alma e elevando
Aos céus a força de teu espírito contagiante,
O ânimo apaixonado dos que te estão amando. ( Escrita em 24/10/1973 )
2ª – MEU GRANDE AMOR
Eu sonhei a vida inteira com você meu amor
Por mais que quisesse não consegui te esquecer
Esforcei – me para não sentir essa dor
E fazer a saudade em sonho se esvanecer
Não consegui, pois é inesquecível grande amor
E sonhei sonho e acho que sempre sonharei
Pois, vivi e vivo a pensar em você grande amor
Nada fará esquecer – me de quanto te amei
E pode chover fazer frio, mas o meu humor
E minha paixão faz lembrar teu olhar e eu sei
Que nunca, jamais te esquecerei grande amor.
Continuarei, sempre a te ver e te sentirei
Nas almas desta minha Musa Meu Grande Amor,
E assim eu te virei e a sentirei Meu Grande Amor!!!
( Escrita em 20/6/2008 por Dirceu e foi incluída no Trieto – Lu Lena, Deusa II e Dirceu )
3ª CARÍCIAS III – EM TEU AMANHECER - DUETO com LU LENA
Se pudesse falar de meu amor por você
Diria ser tão vasto e grande como o mar
Sim! Eu diria que é grande meu amor por você
Mas que posso fazer se nem posso te encontrar.
Eu não pude e não soube lutar por você
E o fiz porque não poderia te dominar
Mas te digo nunca deixarei de amar você
E nada farei para sua vida atrapalhar.
Não consigo deixar de sonhar com você
E só escrevo estes versos prá te acariciar
Eis que o grande amor que tenho por você
Dá-me a sensação de uma suave pena soprar
E que ela irá pousar lentamente em você
Neste amanhecer quando estiveres a sonhar. (Escrita em 2/08/2008 - Dirceu)
4ª Poesia - TEU CLAMOR - DUETO Autoria LU LENA & DIRCEU
Eu poderia te dizer tanta coisa meu amor
Em sonhos eu te busco com paixão e ardor
Mas as palavras ficam presas no meu peito
Frementes sensações me reviram em meu leito
Dizes que não poderia lutar por mim
Como? Se nossa história não tem fim
E fiques sabendo, que te amarei eternamente
Nesse elo fulgurante que perdura veemente...
Nesse sonho lindo bordado de versos de ilusão
Em escritas mescladas de ternura e paixão
Onde a sintonia é latente em duas almas em junção
Sinto-me leve como uma pluma no céu a flutuar
Ouvi teu clamor na brisa suave que veio me acordar
E no aconchego de tu'alma a minha foi se aninhar...