Paixão

Foto de julhiana.fuschi

Meus Pensamentos

Há meus pensamentos
Se eu pudesse controlá-los
Eu os impediria de pensar
Nesse amor complicado
Mas não consigo fazer isso

Não há dia ou noite
Que eu não te pegue sonhando
Com essa loucura
Deixando-me inquieta
Preste a cometer uma besteira

E não há dia que
Meus pensamentos não entrem em conflito
Com o meu coração
Que sempre diz não
Pras loucuras dos meus pensamentos

E como um mal feitor
Meus pensamentos acabam rendendo o meu coração
Que já esta fraco, diante dessa paixão

Já não tenho forças pra lutar
Será que serei obrigada a me entregar?
Serei eu rendida pelos meus próprios pensamentos?
E eu? Será que já aprendi o que é amar?

Autora: Julhiana Fuschi

Foto de Graça-da-Praia-das-Flechas

É POR TI QUE ME POSSUO

Em cada poema que faço
A cada verso te vejo
É só para ti,meu amor
Que dedico todo meu insano desejo...
À Lua prateada
Que à nosso amor ilumina
Entoo uma canção
À paixão que nos alucina...
De ti eu quero teu tudo
A ti eu me doo toda
Do tudo que tu me dás
Ainda quero muito mais...
Ao ouvir a tua voz
Meu corpo em chamas padece
Falas tão quente em meus ouvidos
Que tudo em mim se aquece...
Quando te peço ao telefone
Para vários "oi" me dizer
Cada vez que tu o repetes
Orgasmos em meu corpo
Fazem-me loucamente estremecer...
Eu grito,te xingo,imploro
Faço tudo que meu instinto pede
Pois és o homem que adoro
Esta mulher por ti enlouquece...
Quando vejo teu membro ereto
Desejando em mim,ejacular
Elevo aos céus uma prece
Para que tornes meu corpo teu altar...
Contorço-me à maldizer
Esta distância que nos separa
Alisando-me ensandecida
É por ti que meu coração dispara...
Uma,duas,tres,quatro vezes
Loucamente ponho-me à gozar
Quando a web cam focaliza
Tua densa seiva por mim à jorrar...
Venhas, mas chegues logo
Não demores muito não
Pois sou a própria luxúria ensandecida
Cansada estou de meu mel escorrer
Por entre os dedos de minhas mãos...

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Foto de betoquintas

Terceira sagração (Sarcanomia)

Aula
Hino do Lobo às ovelhas

Venham todas, sem demora,
Mesmo a menor e tímida.

O pastor está morto,
Foi derrubada a trave do cercado.

Não temam explorar a pradaria,
Sintam o gosto do horizonte
E a força da liberdade.

Eu as ensinarei estas coisas,
De que fonte beber;
De que fruto comer
E todos os caminhos.

Conhecerão seus corpos
E conhecerão o meu.

Poderão aproveitar a vida
E saborear este festim.

Eu as farei tocar
Em seu intimo divino
E as farei dançar
Em meu externo mundano.

Receio
Hino das ovelhas ao Lobo

Bom senhor e conhecedor,
Tenha calma e paciência,
Sabemos e sentimos sua verdade,
Mas ainda tememos e receamos!

Vivemos por muito tempo,
Vendo o mundo por uma fresta,
Suportando o peso da lei fria
E recebendo um amor sem paixão.

Agora sabemos e percebemos,
Que possuímos corpo e desejo,
Que isso é natural
E, portanto, divino.

Faça-nos conhecer,
Estes deuses da natureza,
Que bendiz e honra sua gente.

Queremos conhecer,
O toque sagrado
E, como as vestais,
Sermos inundadas.

Nos mostre como nos elevar
E nos eleve em ti.

Aceitamos este acordo,
Tu te nutres de nós
E nós nos completamos em ti.

Consolo
Hino dos deuses às ovelhas

Não vos envergonheis!
Mais vergonhoso foi o pastor
Que, fazendo papel de deus,
As manteve em um curral!

Muitos são os gados,
Tanto quanto os feitores,
Mas mesmo o terrível juiz
Deve obedecer a lei!

Aquele que escreve a norma,
Põe a si mesmo sob juramento,
Mas a lei que não se escreve
E, entretanto, é observada naturalmente,
Mais forte que o poder
E o medo do castigo,
Esta é a lei do Universo.

Amor como nome,
União como forma.
Os deuses em carne existem,
Os humanos em espirito vivem.

Então, recebam as dádivas divinas
E aproveitem as ofertas mundanas,
Nós nos fazemos presente em vós
Quando em vós se fizer presente o Lobo.

Conselho
Hino dos deuses ao Lobo

Bom e fiel guerreiro!
Tomai essas ovelhas
E as conduza pelas pradarias.
As alivie do remorso
E evite o rancor.

O pastor é digno de esquecimento.
Nós somos bem servidos,
Com sua força e língua,
Teu corpo satisfaz as deusas.

Você é a lei natural manifesta,
Seu nome é grande entre os homens
E sua figura temida entre os deuses.

Por causa de seu vigor voluntário,
Pedimos um disfarce ao seu nome.

Não esmoreça na batalha,
Continue a espalhar
A toda criatura consciente
A Lei da Vida.

Que o seu membro
Seja o medianeiro ideal,
Entre a morada dos deuses
E a morada dos homens!

Gratidão
Hino das ovelhas aos deuses

Bons e agradáveis deuses,
Que nos acolhem e aceitam,
Tal qual somos, naturalmente.

Não estigmatiza o que é puro,
Nem corrompe o que é virtuoso.

Estivemos tão longe da verdade
E tão afastadas da realidade,
Que estranhamos nossa natureza,
Mas nos entregamos aos sentidos.

Pedimos para que nos amaciem,
Nos penetrem e nos invada.

Assim preenchidas,
Por cima, pelos deuses;
Por baixo, pelo Lobo;
Renascemos e recuperamos
A posse sobre nós.

Nos inundem com este leite,
Nos consagrem com a seiva
E nós não cessaremos o rito,
Espalharemos o louvor dos deuses,
Fazendo amor repetidamente
Por todo este mundo.

Confiança
Hino do Lobo aos deuses

Soberanos dos mistérios!
De quem recebi feliz missão
Da guarda e entrega da lei.

Dotaram-me da força,
Do vigor e plenitude,
Necessários para sagrar a vida.

Tendo vosso apoio,
Eu sirvo o palo,
Testemunha firme
E durável da lei.

Ainda que siga solitário,
Vivendo na sombra e rejeição
Devido ao temor dos demais,
Pelo meu excesso de vontade
E extrema paixão na forma,
Continuo com meus votos
Para, pelo meio das donzelas,
Abrir o entendimento
E preencher o conhecimento.

Foto de Emerson Mattos

Germinação

Autor: Emerson
Data: 04/01/06

Na apresentação
Existe uma afeição
Em que o convívio
Explícita a intenção

Esse convívio constante
Cresce um carinho distante
Aos poucos não é como antes
Assim eu me torno um amante

Amante em bem querer
Amante em satisfazer
Em cuja presença terá
Muito pra se admirar

Os olhares vão adentrar
Os gestos vão demonstrar
Todo o carinho que há
Na emoção que vai brotar

Tua ausência, vou sentir
O ciúme vai logo fluir
A possessão vai surgir
Fazendo a paixão refletir

Tudo me vem constranger
Se falam de mim e você
E não consigo viver
Sem um dia olhar pra você

O sentimento ampliou
Fez-me perceber: é o amor
Causou-me grande temor
De não conseguir esse amor

Que seja mútuo o amor
Correspondendo o louvor
E que na dor e rancor
Sobreviva em nós o amor

Foto de Izaura N. Soares

O poder da Sedução

Autor: Izaura N. Soares

Na calada da noite
Você chegou de mansinho
Com passos lentos, com seu
Aroma perfumado deixou
Um rastro de magia, de
Encantamento, mormurando
palavras de carinho e ternura
Você fez-se presente.

Quando você se aproximou
Percebeu o poder de sedução
Que exercia sobre mim.
Suas mãos passearam por
Todo o meu corpo,
me fazendo delirar de paixão,
de êxtase, de tesão,
a noite parecia não ter fim.

Nossos corpos se entrelaçaram
Você não se intimidou,
não se importou com a minha timidez.
E nesse supremo amor,
nosso sonho se realizou.
Mas tudo não passou de um lindo
Sonho, de um sonho que se acabou.

Foto de betoquintas

Sarcanomia - Introducão

Ritos do prazer

A celebração dos deuses

De todas as partes da eternidade
Vem todos os deuses e deusas
Até os Elísios fazer Assembléia,
Cada qual seguido pelos devotos
E caravanas de criaturas.
Começa a grande congregação
Entre deuses, criaturas e homens.

Os deuses oferecem como exemplo
O espetáculo do ecumenismo carnal.
Enfim se pode Amar,
Conhecer e manifestar
Tal maior e máxima lei.

Todos os corpos,
Dançando, se encontram.

O Cordeiro afaga o Leão,
Acabou a fúria da homofobia.
As ovelhas virgens
Se oferecem, despudoradas,
Ao velho lobo sombrio,
Acabou a hipocrisia da pedofilia.
As pombas pulam entre os ninhos,
Experimentando muitas uniões,
Acabou a falsidade do adultério.

O Exú Trovador
Pode aplicar sua pena
A contar os atributos de Fátima,
Cuja carne não conhecia
Tão prodigioso pincel.

Pela força do Amor,
Pelo poder da Paixão,
Baixam-se os estandartes,
Depõe-se as armas.
Dissolvem-se os exércitos
Entre anjos e demônios,
Acabaram as diferenças e rivalidades,
Trocam a insípida questão religiosa,
Por uma bela competição lúgrube.

Cessam as predicas fanáticas
Dos sacerdotes farabundos
Com um bom boquete.

Este pobre mendicante das letras
Vitorioso, assiste sentado a cena
No colo daquela deusa,
A quem roubou a sabedoria,
Donde registra aos sucessores
Todos os louvores do êxtase.

Sob o perdão destes herdeiros
Pela letra tremula
E falta de esmero,
Posto a dificuldade
Em por a termo o que é interminável,
Em descrever o que é indescritível,
Ainda tendo as mãos ocupadas.

Foto de sacha

Seu Sorriso

é inverno na alma
quero que me rasgue o peito
o fervoroso retalho da fúria
e nesse vale obscuro o ciúme
venha!Arrombe a porta, estou a putrefar
me arranque os dentes meu bem amado
e se não lhe saciar, coma me os olhos
mastigue e escarre a paixão que sinto por ti
retalhe meus ouvidos
não quero que sejas assim, com essa cara... Ria,deboche!
Mas antes cante o acalanto da morte
gritarei que te amo ate que minha garganta seque
e mesmo na imensidão da dor não esitarei!
E quando suplicar pela vida me de a morte
prefiro a morte a viver na solidão
sem teu sorriso...

Foto de Emerson Mattos

Será?

Autor: Emerson
Data: 25/07/05

O amor é cego?
O que sinto não nego
Será um amor deslumbrado?
Ou um sentimento enganado?

Às vezes tremores
Tremores de frio?
Às vezes palpitações
Arritmia causada ou instalada?
Seria amor?
Seria paixão?
Ou, apenas uma atração?

Se falam teu nome
Sou teu cognome
Mexendo comigo
Se falam contigo
Sou poucos amigos
Estou ressentido

Tudo em você me fascina
Teu jeito de andar
Teu modo de olhar
As tuas palavras,
Teu palavrear
A tua maneira até de sentar
Pois, tudo é lindo em você!

Se contigo estou
Tudo se apagou
Tudo se acabou
Cadê o amor?
Cadê a paixão?
Apenas um pouco daquela atração?

Será que estou enleado?
Será um amor abismado?
Ou um sentimento assombrado?
Um sentimento de posse?
A satisfação da conquista?
Porque o frio na barriga?

Não sei dum detalhe
Porque não me bate?
Aquela vontade
De amar de verdade

Foto de julhiana.fuschi

Sofrido Coração

Há esse meu coração
Que mais parece uma criança
Que não sabe falar
Que palpita em meu peito
E não sabe se explicar

Acalma – te meu coração
Palpita devagar
Para não se afogar
Nessa tua aflição

Não seja teimoso ó meu coração
Para que sofrer de uma paixão
O amor é cego tome cuidado
Com essa escuridão

Sei que não posso mandar em você
Sei que serei obrigada a me entregar
Mas também sei que será maravilhoso
Mesmo que for apenas um momento
È lindo amar

Foto de Emerson Mattos

O Maior

Autor: Emerson
Data: 11/07/05

Paciência e retidão
Conveniência no perdão
Tolerância e calmaria.
Não se irrita
Nem de noite,
Nem de dia.
Num futuro deslumbrado
Amnésia do passado

Conformidade no que tem
Cegueira no de alguém
Da decência é marcada
Inveja não leva nada
Inocente não ofende
A pureza é presente

Dá cuidado e atenção
Isso sempre é a missão
Sofrimento não incomoda
Isso é eterna prova
Sua crença é certeira
Não alcança outra maneira.

Virtual intolerância,
Prepotência, arrogância
Declarada discordância.
A paixão te aturde
Ser maior, não ilude.

Sua vida é eterna
Sua elegância terna
Como espelho é refletido
Do olhar só vem despido

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