Solidão

Foto de Dennel

Nuvem angustiante

Navego em vento
Areias da praia deserta
Solidão devora

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2008 All Rights Reserved

Foto de Graciele Gessner

O Meu Trajeto na Vida. (Graciele_Gessner)

Muitos não sabem, mas eu percebo que estou numa missão muito especial aqui na terra. Percebo que vivo buscando o conhecimento, o incógnito. A palavra sabedoria me fascina. Sempre estou estudando, testando, enfrentando o invisível que muitos não veem.

Fascina-me os mistérios, principalmente a vida. Sou curiosa por natureza e sempre procuro explorar o desconhecido aos olhos humanos. Os mistérios da vida após a morte é um tema que me deixa com várias ideias e interrogações.

Sou de observar muito, antes de me manifestar e por tudo a perder. Analiso cada situação com cautela, muitas vezes prefiro ficar no meu canto. Jamais tomo uma decisão através das opiniões dos outros. Antes prefiro apenas ouvi-los e depois com calma avaliar a dimensão dos fatos.

A solidão é a minha fiel companheira. Escolhi a solidão porque me identifico com ela. A solidão me permite cuidar da minha alma; ocupando-me com leituras, estudos, escrevendo, pensando, descobrindo e até mesmo planejando.

De momento, este é o trajeto que estou seguindo.

18.01.2009

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de Osmar Fernandes

Só a ilusão me faz carinho

Chorei quando você me abandonou.
Sofri quando abracei a solidão.
Meu mundo ruiu, tudo desabou.
Tristeza faz abrigo no meu coração.

Já faz tanto tempo,
Parece que foi ontem.
Só existiu você no meu pensamento.
Nunca mais atravessei a ponte...

Como pode um sentimento eternizar assim.
Por isso resolvi viver sozinho.
Sua assombração mora dentro de mim.

Todo dia choro de saudade.
Só a ilusão me faz carinho.
Essa mentira é minha verdade.

Foto de Wellington Romão dos Santos

Desnorteado...

Sinto um vazio enorme dentro do peito, não sei explicar;
Machuca, dói , um aperto sem comparação;
Tudo começa a não ter mais sentido, pessoas , planos , objetivos;
O vazio se encarrega de substituir isso tudo por um único sentimento;
O sentimento de solidão;
Busco distração em coisas novas , em momentos novos;
Mas não obtenho um bom resultado, sinto-me como um belo e verdadeiro fracassado;
Ás vezes penso que a loucura esta por vir e que de uma hora para outra vou perder as forças;
Luto, contra todo esse sentimento que encurrala meus pensamentos;
Mas quanto mais luto mais fica difícil chegar à vitória, questiono até aos Céus se não mereço ser feliz;
Isso vem me destruindo aos poucos , e juro não saber o que fazer;
Deixo o destino guiar meus passos , e que Deus tenha piedade do meu pobre coração;

Foto de Cássio GS ®

Quando sorrir

Ao chorar todos sorriam amei sempre Vi mudado o meu destino Por um olhar e um chamado Continuei um menino nos braços de Deus...
Minha mãe dizia filho continue sempre no caminho q o teu coração te guiar a vida é uma batalha vence é adquiri um grande coração pra conquista o dia e vencer a solidão...

Faca do abismo uma nova ordem o começo de uma nova regra de rebelados por solução de uma ordem democrática faça da força o brasão pra rever o passando do inicio de uma nova nação grite pela independência de povos livres de hierarquias faça da guerra um jardim de bons sensos...
Lembre-se não deixe á guerra começar...
O caminho da vitória e mais simples existe dor...
Mais também existe Paz neste coração!!!

Foto de Rosinéri

TENHO FOME DE VOCÊ

Tenho fome de sua boca,
de sua voz, de seus cabelos
Pelas ruas ando calada
O pão não me sustenta
A aurora me desequilibra
Busco o som de seus pés
Tenho fome de seu sorriso
De suas mãos
Quero comer sua pele
Como uma intacta amêndoa
E vou buscando no crepúsculo
Seu coração ardente
Como um puma
Na solidão da pedreira

Foto de Rosinéri

UNIÃO DE ALMAS

Amor, quantos caminhos até chegar a um beijo
Que solidão até sua companhia
Mas você e eu meu amor
Estamos juntos desde o coração
Até a alma
Somos um só ser
Só tu, só eu
Nós tínhamos que nos amar
Como a terra que implanta a semente
E faz nascer as flores

Foto de Paulo Master

Chame-me de amor!

Pode me chamar de amor, se outrora te dei alegria de presente, e como uma mãe que afaga o filho com a emoção de ter gerado uma vida, segue a vida consciente do imenso amor que nem no coração lhe cabe.
Se te deixei flutuar no vazio e como caminhar nas nuvens tu sentistes o imenso prazer que te lançou direto pra felicidade e como uma criança que sorria de satisfação, sem medo, mas com sede do amor que te fazia sentir.
Mas pode me chamar de ternura, uma vez que necessário seria para te fazer parar e depois continuar na hora de amar, para poder respirar, se pensavas em cessar esse amor, virias como vinho doce e tentador me deixando teu sabor.
O singelo papel de teu dono e sem abandono te queria pra mim, nem pesava em tristeza visto que tua maior proeza foi te afastares de mim, mas nos acordes de uma canção aos poucos retomei meu coração.
Também sou fidelidade, e na verdade com sinceridade te amei te montei e te fiz minha sanidade, sem loucura, mas com cura, a dor que procura o autor da saudade, outra metade, uma parte que da carne de mim separou.
Sentia o cômodo prazer de somente fazer amor contigo, e como castigo o mesmo não sabia de ti, se do teu umbigo fugia o meu, como saberia se o meu destino bateria com o teu, pois como escravo bancava teu apogeu.
Sim, também sou saudade, essa que agora ta me matando, e entrando sem bater, a porta arde sem fogo se ver, como se pudesse existir um domínio que um dia foi teu, mas que nunca você o perdeu.
O sal da saudade corta como uma navalha e rasga como tralha a marca do que fora coração, e jogando a toalha peço, por favor, não! Deixe que eu morra me socorra ou me joga na imensidão do frio da solidão.
Hoje sou amargura e sem ter cura meu coração se deixa abater, parece difícil, algo impossível à vida de novo me alcançar, vida que um dia sorria pra mim e mesmo assim me abandonou, seria essa a minha sina, de sorte veio a mim essa menina!
Com os olhos sem ter mais lágrimas para lavar e o susto do teu desamor me desanimar, vivo sem emoção, e sem uma conotação, sem uma caricatura, vejo-me hoje sem cura, tanto amor se transformou em amargura.
Pode hoje me chamar verdade, sim com sinceridade acabou-se a minha visão do destino e sem tino como um menino perdido, sentido, sofrido com o coração abatido, basta olhar pra mim e enxergar você.
Se no brilho do meu olhar existe o fundo seco e vasto da tristeza, foi por esta mesma proeza que se fez a beleza que estes olhos a puseram na mesa e sem a menor destreza, com toda certeza ao meu fim caminhar.
Chame-me de vida, estou de partida à busca de outro colo, uma nova guarita quem sabe um porto seguro, um tiro no escuro ou uma sorte melhor alcançar voltar a viver, tirar sua marca de mim, que como cicatriz eterna se faria meu fim.
Cultivar meu jardim, tentar sorrir com o rosto sujo de capim, mas alegria fraterna que de uma linda donzela dispensou-se de mim, farei um jardim florido, bonito e com odor da mais linda e perfumada flor, hoje...
Chame-me de amor!

Foto de Shyko Ventura

"O SEU DESPERTAR"

“O SEU DESPERTAR”

Espero as janelas se abrirem,

Encerradas pelo sono que se fez.

Aguardo surgirem e espero seu despertar

Como dois espelhos de água,

Duas pérolas negras que são descobertas

Quando essas janelas se abrem.

Janelas do tempo,

Que me transportam pra outros mundos;

Janelas do espaço profundo,

Escuro em si, mas decorado pelo brilho!

Das estrelas que intrinsecamente se

Hospedam nele;

Janelas do amor,

Que removem a dor, a solidão, os anseios,

Que insistem em devorar as esperanças

De se abrirem.

Fico ao lado delas,

Sinto seu pulsar,

Sei que vais despertar,

E agora o faz.

Deixo de mim,

Sinto-te assim, tão brilhantes e sem fim!

Num brilho intenso

Que pelo qual me rendo

E o que era esperar,

Agora simplesmente se torna em amar!

__________________________________by Shyko 091108

Foto de pttuii

Fazer de conta é bom

Contento-me com a solidão de uma mirada ao rio. Vestido de nobre falido, com aba de grilo imaginado, desfaço-me em agradecimentos à fogueira das vaidades que decomponho no horizonte. Lá longe, lá onde os pássaros despem as lingeries de senhora, e assumem onde nadam na noite erótica do mar revolto. Adoro-me como recolector de aspirações falidas, simplesmente porque eu fali as minhas próprias aspirações.
Enquanto mãe de água, da água que demora a cair porque as nuvens ardem de tesão, também falhei. Cuidei de amamentar expectativas. Acalorar rituais sagrados para apascentar demónios de filosofias bacocas. Fracasso. Total, completo, tão grande que até já usa ceroulas setecentistas.
O vento acalma o que pretendo seja uma transitória vontade de acabar com tudo. Finto um carneiro de duas cabeças que, apaziguadamente, começa a lamber-me as mãos. Reconheço-lhe características de entidade flatulenta e açambarcadora, por isso medo. Sim, medo alto, gigantesco. Terror do fim, porque o fim não tem princípio, e eu sinto-me um homem de meios pouco definidos.
Ao menos um exército. Adaga numa mão, escudo com a esfera armilar no outro, e uma voz de trovão em dia de epopeia renascentistas. Ninguém me pararia, porque só a imortalidade teria o condão de me amarrotar enquanto cadáver, jogando-me depois aos pés da tarântula que Deus guarda nos dias em que se sente satânico.
Por ora, meia volta, e volta para o que é seguro. Já se faz tarde. E a cegueira da calma que o silêncio ensurdecedor traz em vagas púrpuras, sempre contribuiu para menorizar o pouco que ainda resta no urinol do meu espírito.

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