Mesmo que estejamos perdidos
Continuamos a procurar pelo nosso destino
Mesmo que você derrame lágrimas em seu lamento
Transforme-as em esplendor algum dia...
Quanto mais perseguimos nossos desejos
Mais nos machucamos
E ainda mais distante
O já abandonado coração fica
Quanto mais nós vivemos,
Mais nós perdemos
E mesmo assim não deixamos
De acreditar no amanhã
E em nossos sonhos para o futuro
Mesmo que você seja a razão do meu sofrimento
Quero te abraçar e mantê-la junto a mim
O que é esse sentimento que se estende
Pelas estações futuras e que se passaram?
Mesmo que estejamos sem saída
Continuamos a procurar por uma razão para viver
Mesmo que você derrame lágrimas por mim
Elas não serão derramadas em vão
CAUSE I'M NEVER GONNA STOP STREAKING MY DREAM...
Glossário:
CAUSE I'M NEVER GONNA STOP STREAKING MY DREAM: Porque eu nunca vou parar de perseguir meu sonho
Enviado por psicomelissa em Sex, 15/02/2008 - 20:22
SONHOS E FANTASIA
Ser uma fada não é semelhante a ser uma bruxa boa
Ou um ser humano em um gesto de bondade infinita,
Age como se fosse um anjo de candura.
O que estamos a comentar é o simbolismo por trás das palavras
Que aparentemente demonstra ser o mesmo
Por que o sentido destas palavras está ligado ao puro sentimento.
Que por um momento pode parecer um jogo com as palavras
Fazendo com que elas tenham certa magia.
O que falta nos dias atual encanto
Ou seja magia,não de mágicos do circo
Mas de desejos, sonhos
Que devem existir para dar esperança
E motivação pra lutar com as dificuldades da vida
Enviado por angel_in_love em Sex, 15/02/2008 - 18:33
Se desistir é próprio dos fracos...
e a sorte protege sempre os audazes...
Eu,hoje... ,
neste exacto momento decido....
que vou ter a audácia de não desistir ...
de não desistir dos meus sonhos,
dos meus desejos e do que o meu coração decidir!!!!
Irei até aonde o meu coração me levar...
lutarei pelos sonhos em que eu acreditar...
e para realizar os meus sonhos....
farei o que puder e irei ate onde for preciso para ser feliz!!
Porque a felicidade,nao tem preço nem valor....
a felicidade nao se compra ...conquista-se!!!
E eu sei que a vou conquistar....
ela pode até demorar a chegar,
mas quando vier....
sinto que será para ficar...
e nao apenas para ser fugaz!!!
No teu olhar eu procuro as respostas
As perguntas que não tenho coragem de fazer
As duvidas que me provocam pensamento
As carícias que desejo ter
No teu olhar eu encontro o conforto
Dos teus carinhos que encontrei
Dos teus beijos que me fazem sonhar
Dos teus pensamentos que me fazem viajar
No teu olhar eu descobrir que vale a pena
Ser criança a brincar
Ser tolo em amar
Ser homem e te desejar
No teu olhar eu sinto o calor
De um sol interno e profundo
De uma fogueira a queimar
De uma brasa que nos funde em paixão
No teu olhar eu desejo ter esperança
De uma sedução incontrolável
De uma sensação de prazer
De uma vontade de te ter
No teu olhar eu falo asneiras
faço parecer as palavras tolas
De quem ama sem saber amar
De quem deseja sem saber o que desejar
De quem encontra o que não estava a procurar
No teu olhar eu vejo a criança
Que existe na tua alma
Que nos ensina a viver
Que nos mostra a pureza de querer
No teu olhar me entrego
Aos pensamentos loucos de uma paixão
Aos desejos de ter no meu coração
Aos infinitos sonhos de uma ilusão
No teu olhar eu procuro e encontro
Descubro e sinto
Desejo e falo
Vejo e me entrego
A uma paixão que me faz viver e sonhar
O vapor forma uma nuvenzinha fina!
Como gostava de ver esta paisagem.
Namoro-a em sonhos como tu menina,
Vejo-te ao longe, só a tua imagem...
Como “Maria-fumaça” lá no alto da colina.
A que corria ver todo dia a passagem,
Toda vez do mesmo lugar, da tua esquina.
E como sonho com essa miragem.
Olhava o céu para ver como se dissipava,
A fumaça de meus sonhos de menino.
Mas ainda hoje. Vejo teus olhos que cintilava
Ao ver-me com teu olhar feminino.
O acorde de teu coração vibrava
E ainda aqui ressoa como um hino.
Para assistir video - poema correspondente entre em:
"Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade noite a girar
Lá vai o trem sem destino
P’ro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra, vai pela serra, vai pelo ar
Cantando pela serra do luar
Correndo entre as estrelas a voar
No ar, no ar, no ar."
( O trenzinho caipira: Heitor Villa Lobos)
***
Eram três crianças de 8, 6 e 4 anos de idade.
Iriam viajar da cidade de sua infância para outra grande metrópole regional.
A viagem de trem:
Enquanto aguardavam na estação a chegada do trem que os levaria para uma cidadezinha próxima, um importante tronco ferroviário que interliga várias ferrovias que vem do interior do estado ao litoral, mais propriamente ao Porto de Santos, o que viam.
Viam as manobras das locomotivas a vapor.
Entre várias, tal como a chamada “jibóia” enorme, gigante, com várias rodas, as “Baldwins”, a que mais chamava a atenção do “menino” era uma “Maria Fumaça” pequenina. Tão pequena que nem tender ela tinha.
Ia para frente apitando, estridentemente:
Piuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiuu!
Retornava, repetia os movimentos para frente para trás, tirando alguns dos vagões de várias composições estacionadas nos diversos trilhos da estação ferroviária.
E o Menino sonhava. Queria ser maquinista de trem.
Tanto que ele gostava, que em outras ocasiões, quando levava comida em marmitas para o pai, que trabalhava nas oficinas, permanecia várias horas sentado nos bancos da estação.
Via as manobras das “marias fumaças” e também a passagem das longas composições de carga puxadas por máquinas elétricas, verdes oliva, chamadas “lobas”.
Até que um dia sua mãe resolveu levá-los em uma viagem.
Nesse dia enquanto aguarda o Menino avistou ao oeste um único farol que surgia no horizonte da linha ferroviária, amarelado e a medida que se aproximava ouvia-se o barulho característico daquela famosa locomotiva elétrica, que zumbia como um grande enxame de abelhas: “zuuummmmmmmmmm”
A locomotiva devagar passava do local de aglomeração das pessoas e aos poucos deixavam em posição de acesso os carros de passageiros de segunda classe e lá quase ao final da plataforma um ou dois vagões de primeira classe.
Eram privilegiados, filhos de ferroviários.
O Menino sentia orgulho desse privilégio.
Lembra-se que naquele dia sentou-se no último banco do lado direito.
Dali podia ver que poucas pessoas permaneciam fora da composição. Alguns parentes, que gesticulavam se dirigindo aos parentes acomodados nos carros de passageiros.
Ao longe. Via um senhor uniformizado de terno azul marinho e “quepi”, com o símbolo – EFS.
Aos poucos esse Senhor vem caminhando pela plataforma, desde o primeiro carro até próximo da janela em que o Menino se encontrava.
Para e tira um apito do bolso superior de sua túnica e dá um apito estridente: “piiiiiiiiiiiiiiiirrriiiiiiiii”
Em seguida, a locomotiva apita “Foohhooommmm..”
Novo apito.
A seguir, começam a ouvir-se os sons característicos dos vagões que retirados de sua inércia estrondavam um a um e começavam a se locomover lentamente até que o carro e que o Menino está começa a se locomover, mas, sem fazer o barulho característico, o seja, o “estralo” ao ser acionado, pois os solavancos que se sentem nos primeiros vão diminuindo gradativamente e quando atingem o ultimo praticamente são imperceptíveis.
Justamente, por essa razão é que os vagões de primeira classe são colocados no fim da composição.
Este carro diferia dos demais por ter os bancos revestidos, corrediços, que permitiam serem virados e propiciar as famílias se acomodarem em um espaço particular.
Assim iniciava-se o percurso até a cidadezinha, onde passariam para outra composição, a qual seria tracionada por uma locomotiva a vapor.
Como era linda a paisagem.
Muitos locais dignos de cartões postais, o primeiro, por exemplo, a ponte sobre o rio Sorocaba, que nasce na serra de Itupararanga e desemboca no rio Tietê
Lindos lugares que por muito tempo permaneceram esquecidos, mas que hoje podem ser registrados em fotos e filmes das câmeras digitais.
Fotos que nos fazem afagar a saudade dos dias de outrora.
Mas, além dessas fotos antigas ou digitais, temos a capacidade de guardar no fundo do nosso inconsciente outras imagens e filmes de nossas lembranças.
Revendo tais filmes, verificamos que inconscientemente queremos alcançar trilhar os nossos sonhos, mas, geralmente em razão das dificuldades da lida, não o atingimos, ou então, ultrapassamo-nos e exercemos outras atividades ou profissões que nada tem a ver com aqueles sonhos.
Eu, por exemplo, adoro trens.
Simplesmente, queria ter sido “maquinista de trem”.
Mas termino este conto, simplesmente, para dizer:
À poucos dias, nesta cidade, de onde o Menino iniciou a viagem teve oportunidade de ver, aquele Senhor, em uma comemoração do retorno da “Maria Fumaça” que estava em outra cidade, onde permanecera sob os cuidados da Associação de Preservação Ferroviária, ser chamado entre outros velhos aposentados, pelo Prefeito:
_”Agora para comemorar o retorno de nossa Maria Fumaça - “Maria do Carmo” - chamo o mais velhos dos aposentados.
Puxa! Que felicidade do Menino, ao ver aquele Senhor caminhando pela plataforma da estação.
Sim. Era motivo de felicidade.
Pois o menino, já não é mais tão criança, já é um envelhescente e aquele Senhor continua vivo.
Oitenta e quatro anos.
Era o “Chefe da Estação”.
O mesmo “Chefe de Trem” que vira caminhando a quarenta anos pela plataforma da estação.
Para assistir video - poema relacionado entre em:
http://www.youtube.com/watch?v=7fE5aNx-zQ4
e em
http://www.youtube.com/watch?v=knPPSfHNm2U
Enviado por sofiavieira em Qui, 14/02/2008 - 15:06
Le temps passe
S’en que je m’en aperçoive
Les heures courent…
J’ai peur que le temps passe trop vite
Et que je n’arrive pas à réaliser tous mes rêves et désirs …
La vie est si difficile ….
À chaque jours
Je remarque qu’il faut avoir beaucoup de force pour vivre
Chaque jour sans baisser les bras ;
Sans avoir envie de pleurer ou de tout abandonner …
C’est bizarre …
J’ai grandis sans m’en apercevoir
La vie est passée par moi très vite…
En ce moment je suis heureuse,
Aimée …
Je me sens bien …
Je continue à rêver
Comme tout être humain devrais faire
À chaque jour …
Sans peur …
Car même qu’on ne réalise pas tout ce qu’on désire
Le rêve nous maintient vivant …
Je me sens bien vivante …
Avec une grande envie de t’aimer
Tous les jours de ma vie …
Et d’essayer d’atteindre
Quelques uns de nos rêves ….
Car l’un d’eux je l’ai déjà :
C’est toi mon amour …
C’est notre vie … notre mariage …
O tempo passa
Sem que me aperceba
As horas correm...
Tenho medo que o tempo passe depressa de mais
E que não consiga realizar
Os meus sonhos e desejos...
A vida é dificil...
A cada dia
Reparo que é preciso ter
Muita força para viver
Cada dia sem baixar os braços;
Sem ter vontade de corar ou de
Tudo abandonar...
É estranho...
Cresci sem me aperceber.
A vida passou por mim muito
Depressa...
Neste momento estou feliz,
Amada...
Sinto – me bem...
Continuo a sonhar
Como qualquer ser humano deveria
Fazer
A cada dia...
Sem medo...
Pois mesmo quando não se realiza tudo o que desejamos
Sonhar mantém nos vivos...
Sinto – me bem viva ...
Com enorme vontade de te amar
Todos os dias da minha vida...
E tentar atingir
Alguns dos nossos sonhos...
Pois um deles já o tenho:
És Tu meu amor...
É a nossa vida... nosso casamento...
Esses são versos de adeus!
Esqueça dos beijos meus...
Cansei dos sonhos...
Esqueça meus lábios risonhos!
Vou partir por outras paragens!
Quem sabe encontro à felicidade?!
Na plumagem de uma flor...
Na variedade de tons da cor?!
Estou sedenta por delicadezas
Choro agora de tristeza
Por tanto engano!...
Desço o pano... Fecho a cortina...
Encerro a cena!
Arrependo-me como Madalena
Dos meus pecados
Tão bem decifrados por ti!
Perdi a lucidez
Numa total insensatez!
Quero que te ausentes
Desta minha louca vida!...
Desta alma dorida
Que chora o adeus...
Adeus... Aos lábios teus!
Adeus a esta louca paixão
Acendida entre ternuras e lassidão...
Em over dose de amor!...
Ipês em flor...
Tapetes de luar...
Verde azul oceano...
Águas profundas do mar!...
Não tente decifrar
Este louco coração
Que explodiu em paixão...
Encontre-me na minha poesia
Numa canção... Ou melodia...
Sinta esta minha nostalgia
Que me impulsiona
A um novo amanhecer!
Novo viver... Sem você!