Sonhos

Foto de Leonildo

Quero viver e não sonhar!

Quero viver e não sonhar!

Encontre-me, pois o que eu, mas quero é te encontrar,
Quero viver tua vida
Quero ir de encontro com o teu respirar
Quero tua ânsia, o teu ar

Viva comigo e não se magoaras
A magoa não foi feita para nós dois,
Mas para aqueles que não amam,
Mais de amor tu viveras

Encontrei o perfume perfeito para mim,
Vós enfeitiçáreis meu corpo
Junto com o amor
Que tu guardaste para enfeitar nosso fervor,

Neste dia maravilhoso
Quando encontrei teu olhar
Foi o mais lindo e gracioso
Maravilhoso sim, igual ao luar,

Encontre-me, pois de sonhos em sonhos
Venho te encontrando
E jurando amor para todo sempre
Sem explicações e com implicações entre sonhos e sonhos...

(Leonildo Lago Matos)

Foto de Ronita Rodrigues de Toledo

ESTAÇÃO

Primavera de amores
que se encontram na estação,
onde o trem traz muitas flores
E carrega a solidão...

O verão se aproximando
e o oceano a festejar.
A tarde o sol no o horizonte.
De noite a lua a brilhar...

O outono tao valente
chega como turbilhão,
vai despindo a paisagem,
de manha folhas no chão.

O inverno que não tarde
traz a chuva repentina,
em garoa ou tempestade
vai regando a campina.

Estação de Velhos anos
com o tempo a transportar,
Não tem flores, nem amores,
Nem a lua a brilhar...

Primavera é solitária,
no verão, sol ofuscou...
O outono hiberna sonhos
que o inverno atinou...

Ronita Marinho - BN

Foto de CarmenCecilia

OLHOS

OLHOS

Olhos nos meus olhos...
Olhos risonhos...
Sonhos...
Meus olhos...

Nos teus olhos...
Olho...
Azulejando
Teus castanhos olhos...

Olhos...
Misteriosos...
Confusos...Difusos!
Convergentes e divergentes

Olhos de toda gente...

Olhos que falam a verdade...
E que mentem...
Que camuflam...
O que sentem...

Olhos calientes...
De enchente
E lágrima quente
Lente da alma...

Olhos nos meus olhos...
Que me olham...
Acolhem-me...
Que falam e calam...

Sensuais olhos...
Que me desnudam....
Mudam-me...
Penetram-me...

Olhos que adentram...
Vêem-me por dentro...
Olhos meu alento, Tormento!
Olhos do momento!

Somente olhos...
Olhos somente...

Carmen Cecilia

AGORA EM VÍDEO:

Foto de Concursos Literários

Prêmios, patrocinadores e edição de poetas, participem

O Site de Poemas de Amor www.poemas-de-amor.net, esta em teu último Concurso Literário do ano de 2007.
É com imensa satisfação que fecharemos mais um ano de trabalho árduo e completamente compensador, pois a cada dia caminhamos levando nossos poetas a atravessar as fronteiras, em divulgação, oportunidade, e integração de uma família saudável, que reunida tem como ideal a realização dos sonhos poéticos, a edição.
Além de estarmos premiando com a personalização, de teu poema ou com aos 3 primeiros de cada categoria, ainda teremos 4 prêmios extra
Apoiados pelo dinamismo e bom gosto da decoração que, que vai colar em tua mente e ilustrar tua casa, apresentamos á todos vocês os prêmios que estão o esperando, juntamente a toda nossa equipe administrativa.
Venha participar deste grande evento literário.
Todos participantes não só estarão concorrendo a participação de uma coletânea dos melhores poemas do Concurso, como também a uma edição gratuita de 50 exemplares de teus poemas postados no Site, o qual será vendido dentro da loja virtual a ser inaugurada pelo poeta de maior destaque neste concurso.

Não é sonho, não é ilusão, é teus poemas ou contos em edição.

Grande abraço
Fernanda Queiroz

Foto de Sirlei Passolongo

Malogro

Malogro
     
Era ainda uma semente
ninguém tocava,
ninguém via.

Desabrochava no ventre
feito botão de rosa
à luz do dia.

Dormia
de mãozinhas cruzadas
como quem faz uma oração.
De vez em quando sorria
quando alguém lhe punha a mão.

Desabrochava no ventre
feito botão de rosa
à luz do dia.

Em seus sonhos inocentes,
os anjos lhe desvendavam
o mundo fora do ventre:
se o sol brilhava de noite
e como a chuva caía.
Pensava enquanto crescia
no rosto de sua mãe. Como seria?
Desabrochava no ventre
feito botão de rosa
à luz do dia.

No aconchego da morada,
ouviu uma voz dizer
para a mãe: "Não vai doer".

Ainda sem entender
deu risinhos de alegria,
acreditou ser a hora
de ver o rosto da mãe
e descobrir se o sol brilha.

Desabrochava no ventre
feito botão de rosa
à luz do dia.

O botão foi aparado,
cortado com maestria.
Nunca chegou a saber
se o sol brilhava de noite
ou se brilhava de dia,
não viu o rosto da mãe
nem como a chuva caía.

Ele jamais se fez rosa...
Murchou de forma silenciosa,
não pôde gritar sua agonia.

(Sirlei L. Passolongo)

Foto de Raiblue

Guardiã de segredos...

Espirais
A vida tecida
Em círculos
Mandalas
Moinhos
Vórtices
No fim
O começo
Não há tropeço
Que altere
A rota da alma
Que sempre retorna
Para casa
Infinita
Líquida
Nada detém o seu curso
Rio profundo
Pulso
Impulso
Guardiã de segredos
Onde habitam
Sonhos e medos...

(Raiblue)

Foto de Raiblue

Guardiã de segredos...

Espirais
A vida tecida
Em círculos
Mandalas
Moinhos
Vórtices
No fim
O começo
Não há tropeço
Que altere
A rota da alma
Que sempre retorna
Para casa
Infinita
Líquida
Nada detém o seu curso
Rio profundo
Pulso
Impulso
Guardiã de segredos
Onde habitam
Sonhos e medos...

(Raiblue)

Foto de Raiblue

Guardiã de segredos...

Guardiã de segredos

Espirais
A vida tecida
Em círculos
Mandalas
Moinhos
Vórtices
No fim
O começo
Não há tropeço
Que altere
A rota da alma
Que sempre retorna
Para casa
Infinita
Líquida
Nada detém o seu curso
Rio profundo
Pulso
Impulso
Guardiã de segredos
Onde habitam
Sonhos e medos...

(Raiblue)

Foto de du coral

eterno é o amor

Os anos passam de uma forma estranha:
o nascimento, a vida, a morte e o pó;
depois as teias e os sons de aranhas,
e a alma, no inferno, quase sempre só.

Depois o choro de um recém-nascido,
no ano três mil, no meio de uma guerra,
que quando cresce fica bem sabido
em distrações que a um pobre homem ferra.

Vasos de vidro com milhões de flores,
mulher dos sonhos, você é linda assim?,
que surge nua na manhã com cores.

E os anos passam novamente estranhos,
o nascimento, a vida, a morte e o pó;
é lindo o amor, eterno amor tamanho!

Foto de Carmen Vervloet

Ao Som Do Violino

Ao Som do Violino

O spalla com seu arco de madeira
Fricciona as cordas do violino
Amaciadas pelo breu da noite
Nas crinas do meu cavalo alazão.
Tira um som morno, aveludado,
Varrendo as cinzas do meu coração.
Misturam-se nossas almas...
Tudo é calma!
Seu timbre soprano
Retira-me o eu urbano
E incita-me a cavalgar pelos campos
Em delírios, voz, canto...
Desejos, arrepios, encantos...
Prantos evaporados...
Medos incinerados...
Sonhos perseguidos...
Na garupa do meu cavalo alazão
Ardendo em paixão...
Sem luneta, sem lupa,
Sonhos perseguidos a olhos nus
Em êxtase e luz!

Carmen Vervloet

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